A ação tem como foco assegurar o fornecimento de energia durante as datas comemorativas
Em razão do feriado prolongado do Dia da Independência do Brasil e do aniversário de 414 anos de São Luís, comemorados, respectivamente, nos dias 7 e 8 de setembro, a Equatorial Maranhão preparou um plano operacional especial para reforçar a segurança e a continuidade do fornecimento de energia durante os desfiles e comemorações. A ação contempla todas as regiões do estado, com atenção especial para São Luís, que costuma ter uma programação comemorativa no dia 8, e para os Lençóis Maranhenses, destino que recebe um grande fluxo de turistas neste período.
Entre as principais medidas do plano, estão a realização de inspeções e testes preventivos em subestações prioritárias do estado, além da elaboração de estratégias para assegurar que, em caso de ocorrências, as equipes estejam preparadas para atuar com rapidez e restabelecer o fornecimento no menor tempo possível.
Além disso, equipes de diferentes áreas da Distribuidora estarão reforçadas e em regime de plantão durante os feriados. Engenheiros, técnicos, eletricistas, analistas, operadores, controladores e profissionais da área comercial estarão mobilizados para acompanhar eventuais ocorrências. Os profissionais de campo estarão posicionados em regiões com maior movimentação de pessoas e contarão com sistemas de comunicação integrados ao Centro de Operações Integradas (COI), garantindo mais agilidade na troca de informações e no atendimento às ocorrências relacionadas ao sistema elétrico.
O Gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Maranhão, Ivan Nachtigall, destaca que o planejamento antecipado é fundamental para garantir mais segurança durante o feriado. "Nosso trabalho começa antes das comemorações, com a organização das equipes e o planejamento das ações necessárias para este período. Estamos atentos às programações previstas em diferentes regiões do Maranhão e também aos locais que tradicionalmente recebem um movimento maior de pessoas. Essa preparação permite que nossas equipes estejam prontas para atuar sempre que necessário e contribuir para que a população possa aproveitar o feriado com tranquilidade e segurança", destacou Ivan.
A Equatorial Maranhão também utiliza recursos de automação e tecnologia para tornar mais ágil a atuação em situações que possam afetar o fornecimento de energia. "Hoje, temos equipamentos que permitem acompanhar e operar parte da rede elétrica de forma automatizada e em tempo real. Isso facilita a identificação de ocorrências e possibilita a detecção, o isolamento, a restauração de falhas e que manobras sejam executadas a distância e diretamente do COI", informou Ivan.
Funcionamento das Agências de Atendimento
Durante o feriado da Independência do Brasil, as agências de atendimento estarão fechadas. As unidades retomam o atendimento na terça-feira (8). Em São Luís, em razão do aniversário da cidade, as agências retornam ao funcionamento na quarta-feira (9).
Postos do E+ Reciclagem
Os postos de coleta do Projeto E+ Reciclagem, incluindo as unidades fixas e itinerantes, estarão com as atividades temporariamente suspensas de 1º a 9 de setembro. O atendimento será retomado normalmente a partir de 10 de setembro.
Durante o período de suspensão, os consumidores podem continuar separando e armazenando os materiais recicláveis para entrega após a retomada das atividades. Em São Luís, como alternativa, também podem utilizar as máquinas de autoatendimento Retorna Machine e os contêineres Deixaki, disponibilizados pelo E+ Reciclagem.
Alerta de segurança e canais de atendimento
A Distribuidora reforça a importância da direção segura, especialmente nas rodovias, para evitar colisões com postes, uma das principais causas de interrupções no fornecimento de energia. Em casos de falta de energia ou acidentes envolvendo a rede elétrica, a população deve acionar imediatamente a Central 116, com ligação gratuita, o Corpo de Bombeiros (193) ou o SAMU (192).
Durante todo o feriado, o atendimento seguirá normalmente por meio dos canais digitais da Equatorial Maranhão:
• WhatsApp (98) 2055-0116, com a assistente virtual Clara;
• Central 116, disponível 24 horas, com ligação gratuita;
• Site: www.equatorialenergia.com.br.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
O Campeonato JP 75 de Snooker (modalidade six red), reunirá mais de 100 dos principais atletas brasileiros na atualidade. Aberta ao público, a competição acontecerá de 17 a 20 deste mês, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB-São Luís), em São Luís-MA. A solenidade oficial de abertura do evento será no dia 17 de setembro, às 18h e os jogos terão início no dia 18, a partir das 10h. O campeonato celebra os 75 anos de fundação do Jornal Pequeno, tradicional apoiador da sinuca brasileira, e integra as comemorações dos esportes de bilhar pelos 414 anos de fundação de São Luís
Entre os campeões brasileiros, regionais e estaduais inscritos estão Junqueira (BA); Jean Mombaça (CE); Bebeto e Gilberto (GO); Jânio Gonçalves (MA); Wesley (MG); João Madeira, Ítaro, Itamar Barbosa e Humbertinho (PE); Diego e Felipe (PI); Emerson e Gil Natal Snooker (RN) Jota e Cristiano Galesi (SP). Com realização do Governo do Maranhão-Sedel, o evento tem patrocínio do Grupo Mateus, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.
A realização técnica é da Federação Maranhense de Bilhar e Sinuca (FMBS) e do Jornal Pequeno, com apoio da AABB-São Luís, Champs Mall, Portal O Informante, Art Móveis e Expert Viagem e Assessoria. Vale lembrar que as inscrições permanecem abertas e são exclusivas para atletas federados que já tenham participado dos eventos Maranhão Open e Aracaju Open, além de atletas convidados. Mais informações nas redes sociais da FMBS.
Reconhecimento ao trabalho da FMBS - O presidente da FMBS, Manoel Cid Castro, destacou que a presença de campeões brasileiros e regionais nos eventos realizados no Maranhão representa o reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela entidade ao longo dos últimos 15 anos. “Ficamos muito honrados com a participação de mais de cem atletas de todo o país no JP 75 de Snooker. São alguns dos melhores sinuquistas brasileiros na atualidade, o que nos dá a certeza de que teremos jogos e partidas espetaculares”, afirmou o dirigente.
Organização e premiação - A comissão organizadora é formada pelo presidente Manoel Castro; o vice-presidente, Lourival Bogéa; o diretor de eventos, Antônio Gomes Júnior e pelo diretor de comunicação, Paulo Washington. A comissão técnica e de arbitragem é composta por Manoel Castro (MA), Fabrício Vieira (MA), Thiago Gomes (MA), Antônio Júnior (MA), Rogério Corrêa (MA), Gabriel Santana (SE) e Laurentino Del Rio (SP). Os melhores atletas ranqueados receberão troféus, assim como o atleta responsável pela maior tacada da competição.
Informação: PW
Calendário favorece viagens em setembro, outubro e novembro; Blue Tree Premium São Luís se prepara para receber hóspedes durante os períodos de maior procura
A sequência de feriados prolongados prevista para os próximos meses deve contribuir para movimentar o turismo e o setor hoteleiro do Maranhão neste semestre. Em São Luís, a expectativa ganha força com um calendário que reúne datas nacionais e o aniversário da capital maranhense, celebrado na próxima terça-feira (8).
O primeiro período de destaque será justamente no início deste mês. O feriado nacional da Independência do Brasil, em 7 de setembro, uma segunda-feira, será seguido pelo feriado municipal do aniversário de São Luís, na terça-feira (8). O calendário cria uma oportunidade de quatro dias para quem pretende viajar ou aproveitar a programação turística da capital. Para o período, o Blue Tree Premium São Luís Hotel está com uma ocupação variando entre 70 a 95%.
Na sequência, outubro também terá um feriado prolongado com o Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado na segunda-feira, 12 de outubro. Em novembro, o calendário reserva outros dois períodos favoráveis às viagens: Finados, em 2 de novembro, uma segunda-feira, e o feriado da Consciência Negra, em 20 de novembro, uma sexta-feira.
Para o setor hoteleiro, a concentração de feriados em dias úteis representa uma oportunidade para ampliar a ocupação e atrair visitantes interessados em combinar descanso, lazer e experiências turísticas. Em São Luís, o cenário é favorecido pelo conjunto de atrativos históricos, culturais e naturais da capital, além da gastronomia e da proximidade com destinos turísticos do Maranhão.
De acordo com a diretora do Blue Tree Premium São Luís, Jacira Haickel, os feriados representam uma oportunidade para o hotel reforçar a experiência de hospedagem e, ao mesmo tempo, contribuir para a movimentação do turismo local.
“Os feriados prolongados são períodos importantes para a hotelaria, porque permitem que as pessoas planejem viagens com mais tranquilidade e aproveitem melhor o destino. São Luís tem muito a oferecer e queremos que nossos hóspedes tenham uma experiência completa, unindo conforto, lazer, gastronomia e a oportunidade de conhecer ou revisitar os encantos da cidade”, destaca Jacira Haickel.
A expectativa do hotel é de um segundo semestre de maior movimentação, especialmente nos períodos em que os feriados favorecem estadias mais longas. Para Jacira, a preparação envolve não apenas a estrutura física, mas também o cuidado com cada etapa da experiência do hóspede.
“Estamos atentos a esse calendário e preparando nossas equipes para receber os hóspedes com o padrão de atendimento que buscamos oferecer. É um momento importante para a hotelaria e também para São Luís, que se beneficia diretamente quando mais pessoas escolhem a cidade como destino para seus dias de descanso”, afirma a diretora.
Com localização próxima à Praia do Calhau e estrutura voltada ao lazer e à hospedagem, o Blue Tree Premium São Luís se apresenta como uma das opções para quem pretende aproveitar os próximos feriados na capital maranhense.
Calendário de feriados que favorecem viagens no segundo semestre
7 e 8 de setembro – Independência do Brasil e aniversário de São Luís;
12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida;
2 de novembro – Finados;
20 de novembro – Dia da Consciência Negra.
Informação: WComunicação - Assessoria e Consultoria
Companhia passou de distribuidora regional a plataforma diversificada de infraestrutura, com EBITDA Ajustado de R$ 12,2 bilhões e valor de mercado de aproximadamente R$ 50 bilhões
O Grupo Equatorial celebrou, em 18 de agosto, os 20 anos de sua estreia na B3. A cerimônia, que aconteceu na sede da B3, em São Paulo, reuniu executivos da companhia, investidores e representantes do mercado financeiro e de capitais, no marco de duas décadas de transformação e crescimento da empresa no setor de infraestrutura brasileiro.
No ano do IPO, a Equatorial contava com um único ativo, a Equatorial Maranhão, resultado da aquisição da antiga Cemar, em 2004. Naquele momento, tinha cerca de 1.300 colaboradores e captou R$ 540 milhões em sua abertura de capital. Em 2008, a migração para o Novo Mercado da B3 reforçou o compromisso da companhia com transparência, governança e visão de longo prazo.
Ao longo dessas duas décadas, a Equatorial ampliou sua escala, seus resultados e sua presença em diferentes segmentos de infraestrutura. Em 2005, antes da abertura de capital, a companhia registrava EBITDA Ajustado de R$ 188,6 milhões e receita líquida de R$ 1 bilhão. Em 2025, esses indicadores chegaram a R$ 12,2 bilhões e R$ 34,9 bilhões, respectivamente. No mesmo período, a Base de Ativos Regulatória passou de R$ 800 milhões para R$ 35 bilhões.
A expansão também foi marcada pela entrada em novos negócios e pela atuação em diferentes regiões do país. Entre os principais movimentos estão o início das operações em transmissão, em 2016; a conquista das concessões do Piauí e de Alagoas; a aquisição da CEEE-D, no Rio Grande do Sul; o ingresso no setor de saneamento, no Amapá; a aquisição da Echoenergia; e, mais recentemente, a participação de referência na Sabesp e na Copasa.
Hoje, o Grupo Equatorial reúne mais de 52 mil colaboradores, entre próprios e terceirizados, e atua em distribuição, transmissão, geração e saneamento. A expansão dos negócios foi acompanhada por uma estratégia baseada em disciplina na alocação de capital, eficiência operacional e fortalecimento contínuo da governança.
“Esses 20 anos representam uma trajetória construída por muitas pessoas e baseada em princípios que continuam orientando a companhia: disciplina na alocação de capital, controle de custos, eficiência operacional, governança e visão de longo prazo. Saímos de uma empresa com um único ativo para nos tornarmos uma companhia de infraestrutura diversificada, mas sem perder a nossa essência. Olhamos para os próximos 20 anos com a mesma disposição para investir, inovar e transformar desafios em oportunidades, contribuindo para o desenvolvimento da infraestrutura brasileira”, afirma Augusto Miranda, CEO do Grupo Equatorial.
Resultados também no mercado de capitais
A trajetória da Equatorial também se reflete em seus indicadores de mercado. Desde o IPO, a companhia acumula TSR de 20% ao ano e, atualmente, possui valor de mercado de aproximadamente R$ 50 bilhões. O volume médio diário de negociação é de cerca de R$ 300 milhões, enquanto a base de investidores ultrapassa 75 mil, com aproximadamente 65% de participação estrangeira.
Durante a cerimônia, Christian Egan, CEO da B3, destacou a evolução da companhia ao longo das últimas duas décadas e sua contribuição para o mercado de capitais brasileiro. “A Equatorial ajuda a fortalecer o mercado, impulsiona o desenvolvimento econômico e faz toda a sociedade prosperar”, afirmou.
Ao completar 20 anos de listagem, a Equatorial reforça o compromisso de seguir ampliando sua atuação em infraestrutura e contribuindo para o desenvolvimento do país. Para os próximos anos, a companhia pretende manter a mesma combinação de disciplina, capacidade de execução, gestão ativa de portfólio e visão de longo prazo que marcou sua trajetória até aqui.
“A Equatorial tem uma história brilhante na distribuição, na transmissão, na geração e, agora, no saneamento. A cada dia, aprendemos e nos preparamos para dar continuidade a essa história, atuando em diferentes segmentos de infraestrutura e ajudando o Brasil a crescer. Essa é a nossa vocação e esse é o nosso compromisso”, finaliza Augusto Miranda, CEO do Grupo Equatorial.
Sobre o Grupo Equatorial
O Grupo Equatorial é uma empresa brasileira que se consolidou no cenário nacional como uma holding de empresas de alta performance e grandes resultados. Hoje, é o 3º maior grupo de distribuição do país em número de clientes.
A companhia avançou na consolidação do setor de distribuição de energia no Brasil e, atualmente, atua em sete concessionárias, nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Sul, Amapá e Goiás, atendendo mais de 14 milhões de clientes. A empresa está presente em 29% do território nacional, atendendo 16% do total de consumidores brasileiros e respondendo por 11% do mercado de distribuição de energia elétrica do país.
O Grupo Equatorial também atua nos setores de serviços, telecom, comercialização, geração distribuída e saneamento, consolidando-se como a primeira empresa multi-utilities do país. Além disso, adquiriu 100% das ações da Echoenergia S.A., ampliando a atuação no setor de renováveis e fortalecendo o posicionamento como um player integrado no segmento de energia.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
Entenda como tecnologia, fiscalização e auditorias garantem segurança e transparência do do processo eleitoral
A um mês do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, os sistemas que serão utilizados na votação entram, nesta sexta-feira (4), em uma das principais etapas de preparação para o pleito. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza, em Brasília, a Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais, procedimento que conclui o processo de compilação dos programas iniciado em 31 de agosto.
Durante os últimos dias, códigos e outros componentes foram compilados para gerar as versões definitivas dos sistemas. Nesta sexta-feira, esses programas serão assinados digitalmente e lacrados física e digitalmente. As mídias oficiais serão armazenadas na sala-cofre do TSE e, posteriormente, cópias serão encaminhadas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) para a preparação das urnas.
O professor de Tecnologia da Informação da UniFacimp Wyden, Thalles Canela, explica que essa etapa faz parte de uma estrutura composta por diferentes mecanismos de proteção. “Quando falamos em segurança de uma urna eletrônica, o mais importante é entender que ela não depende de um único mecanismo. Existe uma estratégia que, em segurança cibernética, chamamos de defesa em profundidade: várias barreiras independentes trabalham em conjunto”, afirma.
Entre os sistemas submetidos ao procedimento estão os responsáveis pelo funcionamento da urna no dia da votação, pelo registro e transmissão dos Boletins de Urna, pelo recebimento e totalização dos resultados, pela criptografia das informações e pelo suporte às auditorias. Durante a assinatura digital, são gerados os chamados hashes, códigos que funcionam como uma identificação única dos arquivos e permitem verificar posteriormente se houve alguma modificação.
“Podemos imaginar o hash como uma impressão digital matemática de um arquivo. Se apenas uma pequena parte daquele arquivo for modificada, será produzido um hash diferente”, explica Thalles Canela. Segundo o professor, a assinatura digital acrescenta outra camada de verificação, relacionada à autenticidade e à integridade dos programas e arquivos utilizados no processo eleitoral.
FISCALIZAÇÕES
A segurança das eleições envolve procedimentos realizados meses antes de o eleitor chegar à seção eleitoral. O professor do curso de Direito da Estácio, Robson Mourão, explica que a legislação permite que diferentes instituições fiscalizem o processo, como partidos políticos, federações, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público Eleitoral, Congresso Nacional, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal, instituições acadêmicas e entidades científicas.
“A fiscalização acontece em diferentes momentos. Na fase pré-eleitoral, é possível acompanhar o desenvolvimento dos sistemas, os testes de segurança, a inspeção do código-fonte e procedimentos como a geração de mídias e a preparação das urnas”, explica Mourão.
A Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração desta sexta-feira também poderá ser acompanhada pelas entidades fiscalizadoras. Representantes dessas instituições podem verificar a integridade dos sistemas e participar dos procedimentos de auditoria. Depois da compilação, os arquivos executáveis permanecem disponíveis no ambiente em que os códigos-fonte foram inspecionados, permitindo verificar a correspondência entre o código analisado e o programa que efetivamente será utilizado na eleição.
Os sistemas também foram submetidos anteriormente ao Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais. A primeira etapa do ciclo referente às Eleições 2026 ocorreu em dezembro de 2025, quando pesquisadores e especialistas elaboraram planos de ataque para procurar vulnerabilidades. Em maio deste ano, participantes retornaram ao TSE para o Teste de Confirmação, destinado a verificar as correções e os aprimoramentos realizados a partir dos achados da etapa anterior. Segundo o TSE, as tentativas executadas nos testes não comprometeram a integridade nem o sigilo dos votos.
Para Thalles Canela, a lógica desses testes é justamente submeter os sistemas a tentativas de exploração antes que sejam utilizados pelos eleitores. “Em segurança da informação, sistemas complexos devem ser constantemente questionados, testados e aperfeiçoados. Esse processo de testar, encontrar pontos de melhoria, corrigir e testar novamente é uma prática muito importante em segurança cibernética”, explica.
FUNCIONAMENTO DA URNA
Outra camada de segurança está no próprio funcionamento da urna eletrônica. O equipamento utilizado para registrar os votos não permanece conectado à internet, a redes externas nem a nenhum tipo de sistema de comunicação sem fio durante a votação.Por isso, segundo Thalles Canela, é impreciso imaginar um invasor acessando remotamente uma urna enquanto os eleitores estão votando. “Um ataque remoto convencional contra a urna durante a votação não encontra o canal de comunicação necessário para ocorrer”, esclarece. O professor acrescenta ainda que eventuais ataques físicos enfrentariam outras barreiras, como lacres, verificações de assinaturas digitais, cadeia de segurança do hardware, controles sobre os programas instalados e procedimentos de fiscalização e auditoria.
Quando a votação termina, a apuração dos votos daquela seção acontece na própria urna. É nesse momento que é gerado o Boletim de Urna (BU), documento que apresenta a quantidade de votos recebidos por cada candidatura, além dos votos brancos, nulos e outras informações referentes à seção.
Uma cópia do BU é impressa no próprio local de votação antes que os dados sejam enviados para a infraestrutura responsável pela totalização. Os arquivos eletrônicos são gravados na Mídia de Resultado, retirada da urna e encaminhada a um ponto autorizado de transmissão da Justiça Eleitoral.
“O Boletim de Urna transmitido é assinado digitalmente e protegido criptograficamente. Quando chega aos sistemas responsáveis pela totalização, passa por verificações de autenticidade, integridade e conformidade antes de ser aceito”, explica Thalles Canela.
A existência do BU impresso cria ainda uma possibilidade de conferência posterior. O documento produzido na seção pode ser comparado com o Boletim de Urna disponibilizado eletronicamente pela Justiça Eleitoral, permitindo verificar se o resultado publicado corresponde ao que foi registrado antes da transmissão.
APURAÇÃO
A atuação das entidades fiscalizadoras também não termina quando o último eleitor vota. De acordo com Robson Mourão, a legislação eleitoral prevê acompanhamento no encerramento das urnas, na recepção e transmissão dos arquivos, na totalização dos resultados e em procedimentos posteriores relacionados ao processo eleitoral.
“A segurança e a transparência do pleito estão estruturadas a partir de princípios constitucionais como a publicidade e a soberania popular e são regulamentadas pelo Código Eleitoral, pela Lei das Eleições e pelas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral”, explica o professor.
Para Thalles Canela, compreender a existência dessas diferentes possibilidades de verificação ajuda a esclarecer como a segurança é construída ao longo de todo o processo. “Segurança eleitoral não deve depender de confiança cega em uma tecnologia. Ela deve depender de mecanismos que permitam testar, fiscalizar, auditar e conferir o processo. É justamente a combinação dessas diferentes camadas que aumenta a capacidade de detectar falhas ou alterações e reduz a possibilidade de um ponto de comprometimento que afete o processo eleitoral”, conclui.
Informação: Cores Comunicação
No roteiro, homenagem especial à escritora Arlete Nogueira da Cruz, intervenções com a cantora Carol Cunha e os atores Alberto Danuzio e Claudiana Cotrim, e muito mais, no Teatro Napoleão Ewerton
Para celebrar os 414 anos de São Luís, o Sesc promove a 1ª edição do projeto Varanda das Letras, nesta sexta-feira (4), das 18h às 21h, no Teatro Sesc Napoleão Ewerton (Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, na Avenida dos Holandeses). A programação é gratuita e aberta ao público.
O evento cultural em homenagem ao aniversário de São Luís presta uma homenagem merecida à escritora Arlete Nogueira da Cruz, um dos nomes de referência das letras no Maranhão. Nascida em Cantanhede e criada em São Luís, a escritora e professora aposentada de Filosofia da UFMA iniciou sua trajetória literária ainda jovem com o romance “A Parede” (3º lugar no Prêmio Júlia Lopes de Almeida, da ABL, em 1960) e consolidou sua obra com “Litania da Velha” (1976), que foi adaptada para um curta-metragem premiado em 1997.
Aos 90 anos, Arlete Nogueira da Cruz lançará em breve mais um livro, “Nas encostas dos nimbos e outros contos”. Ela foi casada por mais de 30 anos com o poeta Nauro Machado, união da qual nasceu o cineasta Frederico Machado.
Também marcam a programação do evento, as intervenções poético-musicais com a cantora Carol Cunha e os atores Claudiana Cotrim e Alberto Danuzio, que farão um passeio pela poesia de autores maranhenses.
O projeto
Será uma imersão poético-musical pela literatura, música e memórias afetivas que contribuem com a identidade da capital maranhense. As atividades vão ocupar o foyer e o palco do Teatro Sesc, além da Cafeteria.
Os espaços ganharão ambientação especial em homenagem aos 414 anos de São Luís, remetendo o público à cultura, belezas e riquezas de São Luís. No cardápio, um caprichado café da tarde, bate-papo, intervenções poéticas e microfone aberto para escritores, poetas, narradores, declamadores e intérpretes que se inscreveram para declarar o seu amor a São Luís.
Haverá, ainda, espaços como o Varal Literário, o Correio Literário e uma exposição de livros com curiosidades e características. Para aproveitar todos os momentos, basta chegar cedo e retirar seu ingresso na bilheteria.
Por meio dessa iniciativa, o Sesc trabalha o incentivo à literatura, leitura, produção artística, valorização da oralidade e ao intercâmbio cultural entre artistas, trabalhadores do comércio e a comunidade.
SERVIÇO
O que: 1ª edição do projeto Varanda das Letras, em celebração aos 414 anos de São Luís
Onde: Teatro Sesc Napoleão Ewerton (Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, na Avenida dos Holandeses)
Quando: Nesta sexta-feira (4), das 18h às 21h
Entrada gratuita
Informação: Sesc MA
Aeroporto Internacional de São Luís faz parte da nova estrutura internacional do grupo, que segue com as equipes atuais e as estruturas existentes no País
O Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR) concluiu a aquisição da plataforma aeroportuária da Motiva, marcando sua entrada oficial no Brasil. Com valor de R$ 5,1 bilhões, a operação representa o maior movimento de expansão internacional da história da companhia e acrescenta ao seu portfólio participações em 20 aeroportos: 17 no Brasil e três internacionais, localizados em Quito (Equador), San José (Costa Rica) e Curaçao. A partir de hoje, a ASUR assume as operações previstas na transação no Brasil, que seguem normalmente, sem alterações nas equipes e na estrutura operacional.
O conjunto dos 20 aeroportos conecta mais de 200 rotas regulares e movimentou mais de 48 milhões de passageiros em 2025, crescimento de 6,1% em relação a 2024. Esse volume será somado à rede atualmente administrada pela ASUR, com mais 71,6 milhões de passageiros ao ano. Com isso, a incorporação dos ativos consolida a posição da ASUR como líder aeroportuária nas Américas em movimentação anual de passageiros.
A entrada no Brasil, maior mercado aéreo da América Latina, amplia a plataforma internacional do grupo que já reunia operações no México, na Colômbia e em Porto Rico (EUA), além de atividades comerciais e serviços para passageiros em terminais dos três dos principais hubs aéreos dos Estados Unidos - Los Angeles (LAX), Nova York (JFK) e Chicago O’Hare (ORD).
“O Brasil ocupa uma posição central na estratégia de crescimento da ASUR. A aquisição amplia nossa presença em um dos mercados aéreos mais relevantes do mundo e combina ativos de alta qualidade, escala operacional e oportunidades de desenvolvimento de longo prazo”, diz Adolfo Castro, CEO do Grupo ASUR desde 2011.
Equipes permanecem e operações terão continuidade
A transição foi estruturada para assegurar a continuidade das operações, dos serviços e do atendimento. Os cerca de 1.000 profissionais que já atuavam na plataforma aeroportuária no Brasil permanecem nas operações e passam a integrar a estrutura global da ASUR, preservando o conhecimento técnico, a experiência acumulada e os vínculos construídos com as comunidades de cada localidade. Passageiros, companhias aéreas, operadores logísticos, fornecedores e parceiros continuarão sendo atendidos pelos canais já estabelecidos.
José Formoso assume como CEO da ASUR Brasil, trazendo mais de três décadas de experiência nos setores de infraestrutura, telecomunicações, tecnologia e inovação. Conduziu processos de crescimento, integração de negócios e transformação empresarial em diferentes mercados da América Latina. Radicado no Brasil há mais de 20 anos, comandou anteriormente importantes empresas como Embratel e Claro Empresas, com seu amplo conhecimento do ambiente empresarial do País. “Nossa primeira prioridade é assegurar uma transição estável, segura e próxima das pessoas. A permanência das equipes preserva o conhecimento de cada aeroporto e garante a continuidade do atendimento a passageiros, companhias aéreas, parceiros e comunidades”, afirma Formoso.
Rede conecta capitais, destinos turísticos e polos econômicos
Os aeroportos brasileiros estão presentes nas cinco regiões do País e conectam capitais, destinos turísticos internacionais, polos industriais e logísticos, áreas ligadas ao agronegócio e cidades de fronteira com o Mercosul. Com perfis complementares, a rede atende diferentes vocações, como turismo, aviação executiva, transporte regional, carga, logística e indústria. Integram a rede:
1. Bagé (RS) — Aeroporto de Bagé — BGX
2. Belo Horizonte/Confins (MG) — Aeroporto Internacional de Belo Horizonte — CNF (A ASUR já ocupa a posição anteriormente detida pela Motiva no bloco privado da BH Airport. A aquisição adicional da participação de 12,75% da Zurich Airport na concessionária segue os trâmites usuais regulatórios para a sua conclusão)
3. Belo Horizonte/Pampulha (MG) — Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha — PLU
4. Curitiba (PR) — Aeroporto Internacional Afonso Pena — CWB
5. Curitiba/Bacacheri (PR) — Aeroporto de Bacacheri — BFH
6. Foz do Iguaçu (PR) — Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu — IGU
7. Goiânia (GO) — Aeroporto Internacional de Goiânia — GYN
8. Imperatriz (MA) — Aeroporto de Imperatriz — IMP
9. Joinville (SC) — Aeroporto de Joinville – JOI
10. Londrina (PR) — Aeroporto de Londrina — LDB
11. Navegantes (SC) — Aeroporto Internacional de Navegantes — NVT
12. Palmas (TO) — Aeroporto de Palmas – PMW
13. Pelotas (RS) — Aeroporto Internacional de Pelotas — PET
14. Petrolina (PE) — Aeroporto de Petrolina – PNZ
15. São Luís (MA) — Aeroporto Internacional de São Luís – SLZ
16. Teresina (PI) — Aeroporto de Teresina – THE
17. Uruguaiana (RS) — Aeroporto de Uruguaiana – URG
Presença internacional
A entrada no Brasil amplia a plataforma internacional da ASUR, que passa a reunir operações, participações aeroportuárias e atividades comerciais nos seguintes mercados:
- Brasil: participação em 17 aeroportos distribuídos por nove estados, garantindo presença nas cinco regiões do País;
- México: operação de nove aeroportos na região sudeste, incluindo o Aeroporto Internacional de Cancún, hub de turismo na região;
- Colômbia: operação de seis aeroportos no norte do país, entre eles o Aeroporto Internacional José María Córdova, em Rionegro, que atende Medellín e sua região metropolitana;
- Porto Rico: participação de 60% na concessionária responsável pela operação do Aeroporto Internacional Luis Muñoz Marín, em San Juan;
- Equador: participação de 46,5% na concessionária responsável pelo Aeroporto Internacional de Quito;
- Costa Rica e Curaçao: controle das concessionárias responsáveis pelos aeroportos internacionais de San José e Curaçao;
- Estados Unidos: presença em terminais de três importantes hubs aéreos dos Estados Unidos, nos aeroportos de Los Angeles (LAX), Nova York (JFK) e Chicago O’Hare (ORD).
Sobre o Grupo ASUR
Fundado em 1998 e sediado no México, o Grupo ASUR (Aeroportuario del Sureste) é um dos principais operadores aeroportuários internacionais. Sua plataforma reúne operações e participações no Brasil, México, Colômbia, Porto Rico, Equador, Costa Rica e Curaçao, além de atividades em importantes aeroportos dos Estados Unidos (Los Angeles, Nova York JFK e Chicago). Em 2000, tornou-se a primeira operadora aeroportuária do mundo a ter ações negociadas simultaneamente na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ASR) e na Bolsa Mexicana de Valores (BMV: ASUR).
Informação: Assessoria de Imprensa

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