No Dia do Cliente, pequenos negócios encontram no relacionamento uma estratégia para estimular a fidelidade
Para qualquer negócio, o cliente é essencial. Ele é o responsável por gerar vendas, mas principalmente, por contribuir para a construção da reputação, da sustentabilidade e do crescimento da empresa. O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, é uma oportunidade para os empreendedores reforçarem essa relação e pensarem em estratégias que vão além das tradicionais promoções.
Na prática, conquistar o consumidor pode até começar pelo preço, mas fazer com que ele volte exige outros ingredientes: qualidade, bom atendimento, identificação com a marca e uma experiência capaz de criar conexão.
Foi a partir dessa percepção que a Maranhezza, marca maranhense dedicada à moda autoral e a peças que valorizam elementos da cultura do Maranhão, construiu sua relação com o público. Criada em 2014 pela empresária e designer de moda Nat Maciel, a marca começou pequena, com seis modelos de camisetas e um vestido, e foi crescendo junto com a própria trajetória da empreendedora.
“Para mim, cliente fiel é aquela pessoa que não compra só uma camiseta, um vestido ou uma canga: ela compra uma ideia, uma identidade, um jeito de ser. E, na Maranhezza, isso tem um valor enorme”, afirma Nat Maciel, CEO da marca.
Segundo ela, um dos sinais dessa fidelização aparece justamente quando o cliente retorna espontaneamente, seja para comprar para si ou para presentear alguém.
“A gente fica muito feliz quando uma pessoa que já comprou com a gente chama no WhatsApp querendo saber quais peças estão disponíveis, seja para dar de presente ou para si mesma, porque significa que ela se identificou com a marca e, de alguma forma, passou a fazer parte dessa história também”, conta a empreendedora.
Para a gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae Maranhão, Renata Costa, essa conexão é cada vez mais importante em um mercado no qual o consumidor tem acesso a inúmeras opções e consegue comparar preços e produtos com facilidade.
“Hoje, o consumidor está mais informado, mais exigente e tem muito mais opções para escolher. Por isso, a decisão de compra não depende apenas do preço. O cliente quer ser bem atendido, encontrar uma solução que faça sentido para ele e perceber que a empresa se importa com sua experiência. O desconto pode atrair, mas, sozinho, não garante que a pessoa volte. Para construir fidelização, é preciso oferecer qualidade, cumprir o que foi prometido, manter um relacionamento próximo e criar valor antes, durante e depois da compra”, reflete Renata Costa.
Experiência que faz voltar
Para Nat, preço, qualidade e experiência caminham juntos, mas é a experiência que pode determinar a permanência do consumidor.
“Preço chama atenção, qualidade faz a pessoa confiar, mas é a experiência que faz ela querer voltar. Na Maranhezza, a gente quer que a pessoa compre e pense: ‘Isso tem a minha cara!’. E, quando ela gosta de uma peça e ainda acontece uma boa conversa, a gente dá risada junto ou descobre uma história por trás daquela estampa, a compra deixa de ser só uma compra e vira uma experiência”, explica Nat Maciel.
É justamente nessa jornada que o pequeno negócio pode encontrar oportunidades para se diferenciar. Atendimento, embalagem, prazo de entrega, facilidade de pagamento, pós-venda e pequenos gestos de cuidado também fazem parte da experiência oferecida ao consumidor.
Para Renata Costa, a humanização é um dos caminhos para transformar o atendimento em diferencial competitivo. “Hoje, o cliente não avalia apenas o produto que comprou, mas toda a experiência que teve com a empresa, desde o primeiro contato até o pós-venda. Por isso, é importante oferecer um atendimento humanizado, ouvir com atenção, entender as necessidades de cada pessoa e demonstrar que ela é importante para o negócio. Pequenos cuidados, como responder com agilidade, cumprir os prazos, facilitar a troca e manter o contato depois da compra, podem fazer uma grande diferença. Quando o cliente se sente respeitado e bem cuidado em todas as etapas, aumenta a possibilidade de voltar e também de recomendar a empresa para outras pessoas”, explica Renata.
Na Maranhezza, esse cuidado aparece em detalhes que, segundo Nat, ajudam a construir uma relação que ultrapassa a venda. “O principal cuidado é tratar cada cliente como uma pessoa, e não como um número de venda. A gente conversa, escuta, tenta entender o que aquela pessoa gosta e, muitas vezes, acaba criando ali um ambiente que vai além da compra”, relata.
Ela acrescenta que pequenos gestos também ajudam a tornar a experiência mais especial. “Uma embalagem bem cuidada, um mimozinho para acompanhar, como nossos adesivos, ou um chaveirinho, uma conversa agradável. Essas coisas parecem simples, mas fazem diferença. E, no fim, acho que é isso: essa troca com o cliente, e não simplesmente um atendimento.”
Conhecer para personalizar
A proximidade com o consumidor também permite ao empreendedor conhecer melhor seus hábitos, preferências e necessidades. Com o apoio de ferramentas digitais, dados de vendas e sistemas de relacionamento com o cliente, é possível transformar essas informações em ações mais personalizadas.
Ferramentas de CRM e recursos de inteligência artificial, por exemplo, podem ajudar a identificar perfis e comportamentos e a direcionar ofertas de maneira mais assertiva, evitando a lógica de enviar a mesma promoção para toda a base.
Para pequenos negócios, entretanto, a personalização não significa necessariamente investir em tecnologias complexas. Conhecer os clientes, registrar suas preferências, observar o histórico de compras e manter canais de comunicação próximos já pode gerar informações importantes.
“Personalizar não significa, necessariamente, investir em ferramentas caras e complexas. O pequeno negócio pode começar conhecendo melhor o próprio cliente, registrando informações básicas, como preferências, histórico de compras e datas importantes, e usando esses dados para oferecer produtos e condições mais adequados a cada perfil. Uma planilha bem organizada ou um sistema simples de cadastro já pode ajudar bastante. O mais importante é transformar essas informações em relacionamento, sempre respeitando a privacidade do consumidor e evitando uma comunicação excessiva ou invasiva.”
As redes sociais e os aplicativos de mensagens também podem ser utilizados para fortalecer essa relação. Mais do que vitrines para divulgar produtos, esses canais permitem ouvir o consumidor, receber sugestões, responder dúvidas e criar uma comunicação mais humana.
Esse diálogo também pode ajudar o empreendedor a reconhecer outras formas de engajamento, como avaliações, indicações e interações constantes com a marca, transformando compradores em uma comunidade em torno do negócio.
Dia do Cliente pode ir além do desconto
No calendário do comércio, o dia 15 de setembro costuma ser associado a promoções e condições especiais. Mas, para Nat, a data pode ser uma oportunidade de agradecer e estreitar os laços com quem já escolheu a marca.
“Desconto é sempre bem-vindo, né? Mas eu acredito que o Dia do Cliente pode ser muito mais do que baixar preço. Gosto da ideia de criar benefícios que aproximem o cliente da marca, seja uma condição especial, um mimo, uma novidade ou uma experiência diferente”, afirma.
Para ela, o mais importante é demonstrar reconhecimento. “Se a pessoa já escolheu estar com a Maranhezza, quero aproveitar a data para agradecer e fortalecer essa relação. No fim das contas, o cliente gosta de se sentir lembrado. E quem não gosta de ganhar um carinho de vez em quando?”
Na avaliação do Sebrae, uma estratégia para a data é justamente evitar que toda a ação fique concentrada em descontos agressivos. Kits e combos podem aumentar o valor percebido da compra, enquanto descontos progressivos, frete grátis, cashback e brindes podem ser utilizados de acordo com o perfil do negócio e do público.
Outra possibilidade é transformar o Dia do Cliente em uma Semana ou até um Mês do Cliente, distribuindo as ações e criando diferentes oportunidades de contato com a base.
“Uma alternativa é criar uma programação ao longo da Semana ou do Mês do Cliente, com ações diferentes a cada período, em vez de concentrar tudo em um único dia. O empreendedor pode oferecer um brinde em compras acima de determinado valor, montar kits com produtos complementares, criar descontos progressivos ou disponibilizar condições especiais para clientes que já compraram anteriormente. Também é possível investir em benefícios que não reduzam diretamente a margem, como frete grátis a partir de um valor mínimo, cashback para uma próxima compra, acesso antecipado a lançamentos ou um atendimento personalizado. O mais importante é planejar a ação de acordo com o perfil do público e calcular os custos antes de divulgar, para que a estratégia gere valor para o cliente sem comprometer a saúde financeira do negócio.”
O cliente também constrói a marca
A fidelização, porém, não acontece apenas quando a empresa oferece benefícios. Ela também depende da capacidade de ouvir e aprender com quem está do outro lado do balcão, da tela ou do WhatsApp.
Essa é uma das principais lições que Nat Maciel diz ter levado da própria trajetória como empreendedora. “Os clientes me ensinaram a ouvir. E ouvir de verdade. Às vezes a gente, como empreendedora e criadora, se apaixona por uma ideia e acha que sabe exatamente o que as pessoas querem. Aí vem o cliente e mostra outro caminho”, afirma.
Segundo ela, o consumidor também participa da construção da identidade da marca. “Aprendi que a marca não é só de quem cria. Ela também é construída por quem compra, veste, presenteia, comenta, critica, sugere”, avalia.
O aprendizado, conta Nat, já provocou mudanças concretas na Maranhezza. “Escutando os clientes já mudei produtos, repensei ideias e vi outras possibilidades que provavelmente sozinha não enxergasse. A gente adora ter feedbacks dos nossos clientes.”
Para a empreendedora, essa troca é parte do próprio processo de empreender. “Acho que esse é um dos maiores presentes de empreender: perceber que, enquanto a gente constrói uma marca, também vai sendo transformada pelas pessoas que passam por ela.”
Para Renata Costa, esse entendimento ajuda a mudar a perspectiva sobre fidelização: mais do que criar mecanismos para fazer o cliente comprar novamente, é preciso construir uma relação em que ele perceba valor em continuar próximo da marca.
“Mais do que oferecer uma promoção em uma data específica, o Dia do Cliente deve servir como um lembrete de que a fidelização é construída todos os dias. O consumidor precisa se sentir ouvido, respeitado e valorizado em cada etapa da jornada, desde o primeiro contato até o pós-venda. Quando o empreendedor conhece o seu público, entrega qualidade, cumpre o que promete e mantém uma relação próxima, ele deixa de disputar apenas por preço e passa a construir confiança. E é essa confiança que faz o cliente voltar, recomendar a marca e permanecer conectado ao negócio ao longo do tempo”, conclui Renata Costa.
Informação: Sebrae MA
Ex-presidente José Sarney (96) foi internado no último domingo (13), mas quadro é estável; infecção exige cuidados especiais na terceira idade
Febre alta, tosse e dor no peito estão entre os sintomas mais conhecidos da pneumonia. Em pessoas idosas, porém, a infecção pode se manifestar de outras formas, inclusive com confusão mental, fraqueza e perda repentina de autonomia. O tema ganhou repercussão após o ex-presidente José Sarney, de 96 anos, ter sido internado com a doença no último domingo (13). Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, Sarney apresenta condição clínica estável, com pressão arterial controlada, respira em ar ambiente, isto é, sem auxílio de aparelhos, e recebe tratamento com antimicrobianos por via intravenosa. Até o momento, não há previsão de alta.
De maneira geral, casos de pneumonia em pessoas com idade avançada exigem acompanhamento mais cuidadoso. Isso ocorre porque o envelhecimento provoca alterações nas defesas naturais utilizadas pelo organismo para enfrentar uma infecção.
“Com o passar dos anos, ocorre uma redução da eficiência de algumas respostas imunológicas, além de alterações na capacidade dos pulmões de eliminar secreções e partículas por meio da tosse e dos mecanismos de defesa das vias respiratórias”, explica a enfermeira Erika Chaib, especialista em Urgência e Emergência e professora do IDOMED São Luís.
Outro fator é a chamada reserva fisiológica, que corresponde à capacidade do organismo de se adaptar a situações de maior exigência, como uma doença. Essa reserva tende a diminuir conforme a pessoa envelhece. Assim, uma infecção que seria mais facilmente tolerada por uma pessoa jovem pode causar maior impacto em um idoso, principalmente quando há fragilidade ou outras condições de saúde.
Erika explica ainda que a pneumonia pode ter repercussões além dos pulmões. Nos quadros mais intensos, pode haver redução da oxigenação, desidratação, alterações da pressão arterial, insuficiência renal, descompensação de doenças preexistentes e sepse. “A idade avançada é considerada um importante fator de risco, embora ela, sozinha, não determine a gravidade da doença”, ressalta.
FEBRE? NEM SEMPRE
Um dos desafios é que a pneumonia nem sempre se manifesta na pessoa idosa da maneira mais conhecida. Febre alta, tosse intensa e dor no peito podem estar presentes, mas a resposta inflamatória pode ser menos evidente e os primeiros sinais percebidos pela família podem parecer pouco relacionados aos pulmões.
Confusão mental ou desorientação que surgem de repente, sonolência fora do habitual, perda repentina de autonomia, fraqueza, dificuldade para caminhar, falta de apetite e piora do estado geral estão entre as alterações que merecem atenção. Respiração mais rápida, falta de ar, piora de uma tosse já existente, secreção respiratória e redução da saturação de oxigênio também podem ocorrer.
“Às vezes, o que acontece primeiro é a família perceber que a pessoa não está como de costume. Isso pode ocorrer antes mesmo de se identificar um sintoma respiratório evidente. Uma mudança súbita de comportamento ou funcionalidade em um idoso pode ser um sinal de alerta”, afirma a professora. Ela destaca ainda que a ausência de febre não descarta a possibilidade de pneumonia.
COMORBIDADES
A presença de doenças crônicas é outro aspecto considerado na avaliação. Problemas pulmonares, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), podem comprometer ainda mais a troca de oxigênio. Doenças cardíacas reduzem a capacidade do coração de responder ao aumento da demanda provocado pela infecção. Já o diabetes pode deixar o organismo mais vulnerável a infecções, além de dificultar a recuperação nos casos em que há descontrole da glicemia.
Problemas neurológicos, histórico de acidente vascular cerebral (AVC) e alterações da deglutição também podem aumentar o risco de broncoaspiração. Nesses casos, alimentos, líquidos ou secreções entram nas vias respiratórias e podem contribuir para o desenvolvimento de infecções. “É justamente essa possibilidade de uma infecção respiratória desencadear problemas em outros órgãos que faz com que a pneumonia em um idoso seja acompanhada com maior atenção”, explica Erika.
QUANDO PROCURAR ATENDIMENTO
Em pessoas idosas, principalmente naquelas que apresentam fragilidade ou doenças crônicas, a orientação é não esperar pelo aparecimento de todos os sintomas clássicos para buscar avaliação.
Falta de ar, respiração acelerada, dor no peito, queda da saturação de oxigênio, confusão mental recente, sonolência excessiva, dificuldade para comer ou beber, fraqueza intensa e piora rápida do estado geral justificam a procura por atendimento. Dificuldade importante para respirar, alteração da consciência, lábios arroxeados ou deterioração rápida exigem assistência imediata.
A prevenção passa por cuidados cotidianos. Manter as vacinas recomendadas para a faixa etária atualizadas, incluindo as indicadas contra influenza e pneumococo, acompanhar adequadamente doenças crônicas, cuidar da alimentação e da hidratação e preservar a atividade física dentro das possibilidades individuais ajudam a proteger a saúde do idoso.
A higiene bucal também é importante, assim como a atenção a dificuldades para engolir ou episódios frequentes de engasgo. Nesses casos, uma avaliação profissional pode ajudar a reduzir o risco de broncoaspiração. Higienizar as mãos e diminuir a exposição a pessoas com infecções respiratórias completam os cuidados.
“A pneumonia pode ser particularmente perigosa no idoso não apenas porque o sistema imunológico envelhece, mas porque o organismo passa a ter menos reserva para enfrentar uma infecção. E, muitas vezes, o primeiro sinal não é uma febre alta ou uma tosse intensa: pode ser uma confusão mental, uma fraqueza repentina ou uma mudança no comportamento”, conclui Erika.
Informação: Cores Comunicação
Programação gratuita reuniu diferentes gerações neste domingo (13), com circo, atividades infantis, bumba meu boi e um concerto especial da Orquestra Ilha Sinfônica com Flávia Bittencourt e Nando Cordel
Uma tarde para se divertir, uma noite para cantar e um parque inteiro transformado em espaço de grandes encontros culturais e musicais. Foi assim o festival “Vale no parque”, realizado neste domingo (13), no Parque do Rangedor, em São Luís. Com programação gratuita, o evento reuniu famílias, crianças, jovens e idosos em uma experiência marcada pela leveza, pela participação ativa do público e pela conexão entre diferentes expressões artísticas do Maranhão e do Brasil.
Apresentado e patrocinado pela Vale, com realização da Interart Produção Criativa, o festival ocupou o espaço público com uma programação pensada para diferentes gerações, reunindo arte, cultura, sustentabilidade e convivência. E o público não ficou apenas na condição de espectador. Desde o início da tarde, a proposta foi convidar as pessoas a fazer parte de tudo o que acontecia.
Abrindo a programação, por volta das 16h30, o cortejo do coletivo “O Circo Tá na Rua”, acompanhado pela charanga e pelos mascotes “Os Recicladores”, percorreu o parque chamando especialmente as crianças e suas famílias para entrar na brincadeira, com arte e educação ambiental em cena.. Depois, os personagens e artistas circenses realizaram oficinas de circo, com experiências de malabarismo, equilibrismo e acrobacias.
Na sequência, o grupo Vem Brincar se apresentou no palco do festival, com um repertório que passeou por clássicos infantis das décadas de 80, 90 e anos 2000 até chegar à atualidade. Dessa maneira, as famílias se divertiram juntas desde o início da programação.
Do circo ao bumba meu boi
Já no fim da tarde, o som, as cores e a ancestralidade da cultura popular maranhense tomaram conta do Rangedor com o Boi da Floresta. Couro, matracas, pandeirões, dança e memória levaram ao parque uma manifestação que atravessa gerações e ajuda a contar a própria história do Maranhão.
Para o diretor da Interart Produção Criativa, Emanuel Jesus, a resposta do público traduziu a essência imaginada para o projeto.
“Queríamos criar uma experiência em que as pessoas não viessem apenas para assistir a um show, mas para viver o parque, encontrar outras pessoas e transitar por diferentes expressões artísticas. Foi muito bonito perceber crianças, seus pais e mães, jovens e idosos participando da mesma programação, cada um encontrando alialgo que o tocava. Quando cultura e espaço público se encontram dessa forma, o evento ganha uma dimensão muito maior”, destaca Emanuel Jesus.
Um concerto de encontros
À noite, o palco recebeu um dos momentos mais aguardados da programação. Sob a regência do maestro Jairo Moraes, a Orquestra Ilha Sinfônica protagonizou um concerto concebido para aproximar universos: música sinfônica e popular, Maranhão, Nordeste e Brasil, tradição e contemporaneidade. Flávia Bittencourt e Nando Cordel foram os convidados especiais, em uma apresentação que contou, ainda, com a participação de integrantes da Cia Encantar e do Boi de Maracanã.
A abertura do concerto foi também uma declaração de amor à capital maranhense. “Louvação a São Luís” iniciou a apresentação, conectando a música à cidade que recebeu o espetáculo.
Flávia Bittencourt levou ao palco canções como “Ilha Bela”, “Vazio”, “Que Faço Eu da Vida Sem Você”, “Mar de Rosa” e “Boi de Lágrimas”, esta última com participação da Cia Encantar. A Orquestra Ilha Sinfônica também apresentou “Ilha Magnética”.
Para Flávia, cantar em São Luís, ao ar livre e diante de um público tão diverso, deu um significado especial à apresentação. “Cantar em casa sempre mexe comigo de um jeito diferente. E estar no Parque do Rangedor, vendo tantas famílias reunidas, crianças acompanhando, pessoas cantando junto, torna tudo ainda mais especial. Foi um encontro muito bonito entre a música, a cidade e a nossa identidade. Quando a gente vê uma orquestra dialogando com a música popular e com elementos tão nossos, percebe o quanto a cultura maranhense é potente e pode ocupar todos os palcos”, ressalta Flávia Bittencourt.
Depois da apresentação de Flávia, o público foi brindado por duas canções instrumentais que são verdadeiros hinos da cultura maranhense: “Ilha Magnética”, de autoria do compositor César Nascimento, e “Maranhão, meu Tesouro, meu Torrão”, de Humberto de Maracanã.
A chegada de Nando Cordel ampliou esse passeio musical pelo Nordeste brasileiro. O cantor e compositor pernambucano apresentou músicas que atravessam gerações, como “Aconchego”, “Gostoso Demais”, “Você Endoideceu Meu Coração” e “Minha Doce Estrela”.
“Foi uma noite de muito carinho. Música tem essa força de aproximar as pessoas. São Luís me recebeu com uma energia linda, e dividir esse momento com Flávia, com a orquestra e com o público tornou tudo ainda mais emocionante”, comenta Nando Cordel.
Um dos símbolos desse espírito de encontro veio justamente na reta final da apresentação: Flávia Bittencourt e Nando Cordel dividiram o palco em “Terra à Vista” e “Isso Aqui Tá Bom Demais”, reunindo duas trajetórias profundamente ligadas às raízes nordestinas.
Cultura, convivência e sustentabilidade
Além da diversidade artística, o festival “Vale no parque” foi concebido para receber diferentes públicos e promover uma experiência de convivência no espaço público, que contou com intervenções para tornar o evento mais inclusivo. Alguns dos recursos de acessibilidade foram a montagem de uma plataforma para pessoas com deficiência, rampas de acesso para facilitar o deslocamento de cadeiras de rodas, banheiros adaptados, abafadores de ruído para pessoas com hipersensibilidade sonora, audiodescrição para deficientes visuais, entre outros.
Para Débora Ferreira, gerente de Territórios da Vale no Maranhão, iniciativas como essa aproximam cultura, comunidade e território. “Isso é o que a gente almeja: ver os territórios repletos de vida. Ver o Parque do Rangedor ocupado por famílias, crianças, artistas e pessoas de diferentes idades, compartilhando uma programação gratuita, mostra a força que a cultura tem para criar esses vínculos. Para a Vale, apoiar iniciativas como esta é contribuir para ampliar o acesso à cultura e proporcionar experiências que valorizem o território e as pessoas”, destaca Débora Ferreira.
O concerto da Orquestra Ilha Sinfônica teve regência do maestro Jairo Moraes, arranjos de Elder Ferreira e Jesiel Bives, produção executiva de Ellen Soares e direção geral de Emanuel Jesus, por meio da Interart Produção Criativa.
Ao final, ficou uma imagem capaz de resumir o domingo de homenagem aos 414 anos de São Luís: diferentes gerações dividindo o mesmo parque, cantando, brincando, dançando e descobrindo juntas que, quando arte, cultura e convivência ocupam os espaços públicos, a cidade inteira ganha.
Nova atração infantil fica até 25 de outubro na Praça de Eventos e amplia opções de lazer para famílias em ambiente coberto e climatizado
Sol de rachar? Um calor que não acaba mais e a criança cheia de energia dentro de casa? Para quem tem pequenos na família, encontrar um programa que funcione independentemente da previsão do tempo pode salvar a tarde e ajudar a gastar uma boa dose de energia. Até o dia 25 de outubro, o Rio Anil Shopping está com uma nova opção para a criançada: a Arena Color Park já desembarcou na Praça de Eventos com piscina de bolinhas, brinquedos interativos e diversas atividades.
A atração fica no shopping até 25 de outubro. No grande espaço colorido, que ocupa toda a praça de eventos do piso L1, as crianças podem brincar, explorar as atrações disponíveis e usar a imaginação. Entre uma atividade e outra, a proposta também é estimular movimento e criatividade, oferecendo às famílias uma alternativa de lazer em ambiente coberto, climatizado e protegido.
“A brincadeira é uma parte muito importante da infância, e queremos que as famílias tenham cada vez mais opções para viver esses momentos juntas. A Arena Color Park traz justamente essa combinação de movimento, imaginação e diversão, dentro de um espaço onde os pais também encontram conforto para aproveitar o passeio”, afirma Thais Valladares, gerente de Marketing do Rio Anil Shopping.
O parque recebe crianças de até 13 anos, sendo que os menores de quatro anos devem entrar acompanhados por um responsável. Há opções de permanência de 40 e 60 minutos e diferentes combos, a depender do tempo de brincadeira desejado. O espaço também conta com acessibilidade. Crianças com deficiência e neurodivergentes têm direito à meia-entrada, conforme a Lei Estadual nº 10.840/2018, enquanto pessoas com síndrome de Down têm direito a uma sessão gratuita por dia, de acordo com a Lei Estadual nº 11.712/2022.
“Quando pensamos em lazer infantil, também precisamos pensar em acolhimento e na possibilidade de diferentes crianças aproveitarem esses espaços. Queremos que o passeio ao shopping seja uma experiência gostosa para toda a família, inclusive para quem precisa de mais previsibilidade, segurança e estrutura na hora de escolher onde brincar”, acrescenta Thais.
DIVERSÃO
E, se depois da piscina de bolinhas ainda restar energia, como pais e mães bem sabem que é possível, as demais opções de lazer continuam ativas para a criançada. Para quem prefere uma brincadeira com mais movimento, a Vila Trampolim é a opção para saltar, escalar e testar o equilíbrio. O espaço reúne camas elásticas, piscina de espuma, parede de escalada, basquete e diferentes desafios físicos cheios de pulos e corridas.
O shopping oferece também uma opção gratuita: a Florestinha Encantada, no piso L2, é uma atração fixa do shopping e também costuma receber atividades especiais da programação infantil. A variedade, segundo Thais Valladares, é intencional. “Cada criança brinca de um jeito. Algumas querem correr e pular, outras passam muito tempo inventando personagens e histórias, e há aquelas que só querem explorar um parquinho no ritmo delas. Ter diferentes opções permite que cada família encontre o programa que combina melhor com aquele momento”, destaca.
No Piso 2, o Play Park é outra opção para quem gosta das brincadeiras clássicas de parque de diversões. Entre as atrações estão carrossel, pula-pula, disco magnético e simulador de carros, reunindo opções para diferentes gostos e idades. Os ingressos podem ser adquiridos diretamente no local.
A variedade, segundo Thais Valladares, é intencional. “Cada criança brinca de um jeito. Algumas querem correr e pular, outras gostam dos brinquedos tradicionais, e há aquelas que só querem explorar um parquinho no ritmo delas. Ter diferentes opções permite que cada família encontre o programa que combina melhor com aquele momento”, destaca.
Informação: Assessoria de Comunicação
Encontro será realizado dia 15/09 e terá participação dos cinco candidatos mais bem posicionados
SÃO LUÍS – Os cinco candidatos ao governo do Maranhão mais bem posicionados na média das pesquisas de intenção de voto realizadas em agosto participarão, em 15 de setembro, do Encontro com Candidatos a Governador, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) e pelo Centro das Indústrias do Estado do Maranhão (CIEMA). O evento será realizado das 14h30 às 18h30, no auditório da FIEMA, em São Luís.
Foram convidados André Luís (MISSÃO), Eduardo Braide (PSD), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB) e Roberto Rocha (PRTB). A seleção considerou a média das pesquisas realizadas em agosto, todas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o registro MA-02558/2026, de 24 de agosto. O encontro será conduzido pelo presidente da FIEMA, Edilson Baldez, e pelo presidente do CIEMA e vice-presidente executivo da FIEMA, Cláudio Azevedo. Empresários dos setores da indústria, comércio, serviços e agricultura também participarão.
A programação prevê 33 minutos para cada candidato. Serão dez minutos para a apresentação do plano de governo, outros 18 minutos para responder a três perguntas formuladas pelas entidades empresariais dos setores da indústria, comércio e agronegócio, e cinco minutos para as considerações finais. As perguntas estão sendo elaboradas pelos representantes dos segmentos do setor produtivo e serão respondidas dentro de tempo previamente estabelecido. O formato não prevê debate entre os candidatos.
O encontro será aberto ao público. Quem quiser participar poderá se inscrever pelo site da FIEMA, clicando no banner do evento. A organização do encontro, no entanto, não permitirá propaganda ou panfletagem eleitoral nem manifestações ou ações de militâncias partidárias no local. A proposta é colocar em discussão as prioridades do setor produtivo para o próximo governo e conhecer as propostas dos candidatos para áreas relacionadas ao desenvolvimento econômico do estado, com atenção especial à indústria. A ordem de participação dos candidatos foi definida em reunião com assessores e representantes dos partidos. A mediação ficará a cargo de Rafael Mônaco, superintendente de Jornalismo da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
PARTICIPAÇÃO EMPRESARIAL – Além da FIEMA e do CIEMA, o encontro tem apoio da Associação Comercial do Maranhão (ACM-MA), Sistema FAEMA/SENAR, Associação de Jovens Empresários (AJE Maranhão), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Maranhão (FCDL), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação dos Criadores do Estado do Maranhão (ASCEM), da Federação das Associações Empresariais do Maranhão (FAEM), APROSOJA Maranhão, CRECI-MA, CREA-MA, CAU-MA e APROLESTE.
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
A ordem de apresentação dos candidatos não será divulgada, conforme acertado em reunião com as assessorias dos candidatos. Os candidatos estarão disponíveis para entrevistas após suas respectivas apresentações. As entrevistas deverão ser realizadas em local que será indicado às equipes de imprensa no momento da chegada. Também será disponibilizada uma sala para a imprensa durante o evento.
As emissoras e demais veículos de comunicação que desejarem fazer a cobertura do Encontro com Candidatos a Governador do Maranhão deverão confirmar a participação pelo e-mail imprensa@fiema.org.br
Informação: Fiema
Distribuidora amplia canais de atendimento, investe em tecnologia e promove ações que contribuem para mais praticidade, economia e qualidade de vida dos consumidores
O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, é uma oportunidade para a Equatorial Maranhão reforçar seu compromisso com os cerca de 2,9 milhões de clientes do estado. Para oferecer uma experiência cada vez melhor, segura e acessível, a Distribuidora investe em tecnologia, qualidade do fornecimento de energia, atendimento e ações de relacionamento com as comunidades.
Mais do que fornecer energia elétrica, a atuação da Equatorial Maranhão busca acompanhar as necessidades dos consumidores e desenvolver soluções que facilitem sua jornada com a Distribuidora. Nesse sentido, a transformação digital, a ampliação dos canais de atendimento e as iniciativas de relacionamento têm papel importante na aproximação com os maranhenses.
“Colocar o cliente no centro significa ouvir, entender suas necessidades e transformar essas informações em melhorias concretas. Temos avançado na qualidade dos serviços, na inovação e, principalmente, na forma como nos relacionamos com os nossos clientes. Nosso objetivo é oferecer uma experiência cada vez mais eficiente e próxima, utilizando a tecnologia para facilitar a vida das pessoas”, destaca Francila Soares, Gerente de Experiência do Cliente da Equatorial Maranhão.
Celebrações do Dia do Cliente nas agências
Para celebrar a data, algumas agências da Equatorial Maranhão receberão, na terça-feira (15), uma programação especial. As ações incluem café da manhã, sorteios, distribuição de brindes e atividades de orientação e relacionamento com os consumidores, com a participação de gerentes e superintendentes da Distribuidora.
Durante a programação, os clientes também poderão conhecer a campanha Energia em Dia, que incentiva a regularização das contas de energia e sorteia prêmios. Outro destaque será a orientação sobre a Tarifa Social de Energia Elétrica, benefício destinado a famílias que atendem aos critérios do programa e que pode garantir descontos na conta de luz.
Iniciativas que vão além do fornecimento de energia
O relacionamento com os consumidores também se traduz em iniciativas que contribuem para a economia, o consumo consciente e a qualidade de vida. Entre elas está o E+ Geladeira Nova, ação de eficiência energética que possibilita a substituição de equipamentos antigos e ineficientes por geladeiras novas e mais econômicas. Desde a implantação do programa, já foram entregues e substituídas 56 mil geladeiras, contribuindo para um consumo mais eficiente de energia nos lares maranhenses.
Outra frente é o Mutirão Pelo Cliente Todo Dia, que reúne serviços como negociação de débitos, regularização cadastral e cadastro na Tarifa Social, aproximando atendimento e orientação das comunidades. A Equatorial Maranhão também promove o E+ Profissional, iniciativa do Programa de Eficiência Energética da ANEEL, que oferece qualificação profissional gratuita a jovens e adultos de baixa renda, contribuindo para a formação e a geração de novas oportunidades no estado.
No campo da informação e conscientização sobre o uso seguro da energia elétrica, destaca-se o Movimento VC+ Seguro, que orienta os consumidores sobre prevenção de acidentes, cuidados com a rede elétrica e situações de risco. As ações abordam ainda temas como consumo consciente, direitos e benefícios, fortalecendo a cultura de segurança e o acesso à informação.
Tecnologia para facilitar a jornada do cliente
A transformação digital é uma das principais frentes da Equatorial Maranhão para tornar o atendimento mais ágil e acessível. A Distribuidora vem aprimorando seus canais para que o consumidor possa resolver diferentes demandas de forma prática, com autonomia e segurança, escolhendo a opção que melhor atende à sua necessidade.
Entre os canais disponíveis estão o WhatsApp da Clara, pelo número (98) 2055-0116, o aplicativo Equatorial Energia, disponível para Android e iOS, o site com Agência Virtual, a Central de Atendimento 116, que funciona 24 horas, e as agências presenciais.
Pelo WhatsApp, a assistente virtual Clara oferece atendimento automatizado e instantâneo para serviços como emissão de segunda via e código de barras da fatura, consulta de débitos, solicitação de religação, comunicação de falta de energia, cadastro na Tarifa Social e registro de situações emergenciais envolvendo riscos na rede elétrica.
O aplicativo Equatorial Energia reúne diversos serviços em um único ambiente, permitindo consultar histórico de consumo, realizar pagamentos, emitir segunda via, registrar falta de energia e acompanhar solicitações. A ferramenta amplia a autonomia do consumidor, inclusive nos fins de semana e feriados.
Já o site da Equatorial Maranhão (www.equatorialenergia.com.br), conta com uma Agência Virtual reformulada, com navegação intuitiva e recursos voltados à segurança e à proteção de dados. A plataforma permite realizar serviços como consulta e emissão de faturas, negociações e alterações cadastrais.
Entre as novidades estão recursos de inteligência artificial, reconhecimento facial e tecnologia OCR, que possibilitam processos mais ágeis e seguros. A utilização dessas tecnologias faz parte dos investimentos da Distribuidora para modernizar a jornada do consumidor e oferecer soluções alinhadas às novas formas de interação digital.
Para quem prefere o atendimento telefônico, a Central 116 funciona 24 horas por dia. As agências presenciais complementam a rede de atendimento e garantem uma alternativa para quem prefere resolver suas demandas diretamente com as equipes da empresa.
Escuta e proximidade
Para Francila Soares, a construção de uma relação de confiança com os consumidores depende de uma atuação baseada em escuta, eficiência e proximidade. “O Dia do Cliente é uma oportunidade para reforçarmos o quanto cada consumidor é importante para nós. Nosso compromisso é tornar o atendimento cada vez mais humano, próximo e eficiente, buscando soluções que proporcionem mais qualidade, segurança e confiança aos maranhenses”, destaca a gerente.
Neste Dia do Cliente, a Equatorial Maranhão reforça o compromisso de continuar evoluindo seus serviços e canais de relacionamento, utilizando inovação e tecnologia para tornar a jornada do consumidor mais simples e eficiente e mantendo o cliente no centro de sua atuação.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
Atividades ocorrem no CEM Dayse Galvão de Sousa, na Vila Embratel até a sexta-feira (18), das 14h às 18h
O Projeto Culturas Urbanas chega a 4ª edição, tendo como foco as ações em unidades de ensino e comunidades de São Luís. As atividades acontecem desta terça-feira (15/09) a sexta-feira (18/09), das 14h às 18h, no CEM Dayse Galvão de Sousa, na Vila Embratel. Na programação, atividades mediadas, debates, apresentações e intervenções de graffiti, tendo como eixo temático “As Juventudes e a Sustentabilidade”.
O objetivo é fortalecer e contribuir para a valorização das artes nascidas nos espaços urbanos, ruas e comunidades, principalmente das periferias, por meio de ações mediadas e apresentações artísticas. Com vasta programação, a iniciativa congrega reflexão crítica, práticas artísticas e discussões sobre sustentabilidade, priorizando a participação ativa de estudantes do 9º ano do ensino fundamental, com idade a partir dos 14 anos.
A comunidade da Vila Embratel também será contemplada com a produção de uma obra de arte coletiva, concebida pelos estudantes, configurando-se como produto simbólico e material do processo formativo. As atividades dialogarão com os quatro elementos do Hip Hop - MC, DJ, break e graffiti - reconhecendo esse movimento como uma importante expressão artística, cultural e política das juventudes periféricas. Ao final, os moradores terão acesso a apresentações culturais, fortalecendo os vínculos entre escola, artistas e território.
Na abertura, haverá Roda de conversa com o jornalista e ativista ambiental Moisés Matias, que falará sobre “As cores da biodiversidade maranhense e os caminhos para sustentabilidade”. Fotógrafo, escritor, ecologista e terapeuta, ele atua na coordenação do Sítio de Inteligência Alternativa Panakuí, além de ser autor de obras de conscientização socioambiental e à formação humana.
Serão dois dias de ações mediadas com graffiti, voltados à teoria e prática. No encerramento, haverá ações mediadas e apresentação cultural com participação do artista visual Gil Leros, DJ Jhonny Jay, Slam Sol (com a multiartista Mila Moreira e poeta e slammer Sollamya), Cia Dance Class e intervenção artística com Geiza Ella.
A próxima escola a ser contemplada pelo Projeto Culturas Urbanas é o CEM Quilombola Prof° Luís Alves Ferreira, na comunidade da Liberdade. As atividades vão acontecer no período de 10 a 13 de novembro de 2026, das 14h às 18h.
PROGRAMAÇÃO - Projeto Culturas Urbanas
(14h às 18h – no CEM Dayse Galvão de Sousa)
Dia 15/09 (terça-feira)
Roda de Conversa: “As Cores da Biodiversidade Maranhense e os Caminhos para Sustentabilidade” - Moisés Matias
16/09 (quarta-feira)
Ações Mediadas com Graffiti (parte teórica)
17/09 (quinta-feira)
Ações Mediadas com Graffiti (parte prática)
Dia 18/09 (sexta-feira)
Ações mediadas com Graffiti e apresentação cultural - com o artista visual Gil Leros, DJ Jhonny Jay, Slam Sol, Cia Dance Class e intervenção artística com a grafiteira Geiza Ella
Informação: Sesc MA






.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)



.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
