Evento “Um Passo Além” terá degustação de vinhos chilenos conduzida por Nicolas Farias e do sommelier anfitrião da Fribal Afrânio Freitas, além de menu harmonizado em três tempos
O Empório Fribal realiza, no dia 30 de setembro, uma experiência dedicada aos apreciadores de vinhos e às pessoas que desejam ampliar seus conhecimentos sobre enologia.
Intitulado “Um Passo Além — A Jornada pelos Terroris do Chile”, o encontro será realizado a partir das 19h, no Atelier Gourmet do Empório Fribal, na Ponta d’Areia, em São Luís.
A programação conduzirá os participantes por uma viagem sensorial entre os vinhedos do Maipo e do Atacama, duas importantes regiões produtoras do Chile.
A experiência será conduzida por Nicolas Farias e Afrânio Freitas, que compartilharão informações sobre as características dos diferentes terroirs, os processos de produção e as particularidades dos rótulos apresentados.
Durante o evento, o público também poderá desfrutar de um menu harmonizado em três tempos, especialmente elaborado para valorizar os aromas, sabores e características de cada vinho. A proposta é proporcionar uma noite que reúna técnica, conhecimento, gastronomia e excelência.
Mais do que oferecer uma seleção criteriosa de alguns dos melhores vinhos disponíveis no mercado, o Empório Fribal vem se consolidando como um espaço dedicado à promoção de experiências completas no universo da enologia.
Por meio de degustações orientadas, encontros temáticos e eventos de formação, a proposta da Fribal é aproximar consumidores, especialistas e produtores, estimulando o conhecimento e a construção de uma cultura do vinho em São Luís. Esse evento conta com a participação da vinícola chilena Ventisquero e da importadora Cantu Grupo Wine. O investimento é de R$ 169,90 por pessoa, com vagas limitadas.
A iniciativa também reforça a missão do Atelier Gourmet de oferecer experiências que vão além da gastronomia, criando oportunidades para que o público conheça novas regiões produtoras, aprenda a identificar as características dos vinhos e compreenda melhor as possibilidades de harmonização.
Informação: InterMídia Comunicação Integrada
Há 50 anos atuando na luta contra o câncer no Maranhão, a Fundação Antonio Dino, mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Bello, em São Luís (MA), do Hospital do Câncer Dr. Antonio Dino, em Pinheiro (MA), e do primeiro hospital especializado em tratamento oncológico de Santa Inês, recomenda ao público interno e externo a leitura do livro Como Venci um Tumor Maligno: Testemunho Impactante do Agir de Deus, de Neyderman de Almeida Amorim.
Na publicação, o autor destaca que a cura é uma dádiva que todos aspiramos alcançar, independentemente da área em que dela necessitamos. “Em algum momento de nossas vidas, inevitavelmente, iremos precisar dela. Este livro, no entanto, não é apenas um compêndio de conhecimento. É uma vida, um testemunho que ilustra o agir de Deus, que pode ser vivenciado e aplicado tanto na saúde física quanto em qualquer outra área, seja ela financeira, empresarial, familiar, matrimonial ou legal”, afirma Amorim.
Segundo ele, Deus é o autor, arquiteto, engenheiro e executor de tudo o que existe e tem planos bem definidos para cada pessoa. “No entanto, é necessário conhecê-Lo e andar alinhado a Ele para entender a Sua vontade. Está escrito: ‘Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, declara o Senhor. Planos de fazê-los prosperar, não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro’ (Jeremias 29:11 – NVI)”, afirma Amorim.
Em Como Venci um Tumor Maligno, o leitor é convidado a crer, confiar, ter fé, ânimo e força, independentemente das circunstâncias ou dos desafios que esteja enfrentando. A obra apresenta o testemunho pessoal do autor e sua experiência de enfrentamento da doença, destacando a fé como elemento central de sua trajetória. “Saiba que Deus não nos deixaria ser tentados além de nossas forças, de modo que Ele sempre providencia uma saída”, conclui o autor.
Acolhimento e cuidado - Há cinco décadas, a Fundação Antonio Dino se dedica ao apoio e ao tratamento de pacientes com câncer no Maranhão. Sem fins lucrativos, a instituição tem como missão proporcionar atendimento humanizado, acolhimento e suporte aos pacientes e suas famílias, contribuindo para que enfrentem, com dignidade e esperança, os desafios impostos pela doença. Para adquirir o livro, acesse: https://www.amazon.com.br/Como-Venci-Tumor-Maligno-Testemunho/dp/6553080151.
Informação: PW
A atração Jump Around um super castelo inflável, o maior da América Latina promete diversão para toda a família! A atração, de 2.500m², terá início neste domingo, 13 no estacionamento do Shopping da Ilha. Essa grande novidade, que é sucesso por onde passa, tem escorregadores gigantes, pula-pulas, estruturas de escaladas e pistas de obstáculos. No melhor estilo ‘parkour’ infantil, o público ainda porá desafiar os limites nas várias pistas, em um ambiente lúdico, colorido e seguro, com monitores a cada sessão. A ordem para o público é a diversão! A animação para adultos e crianças não tem limite de idade!
Para ter acesso ao super Jump Around é necessário atenção para algumas orientações como retirar sapatos, jóias, piercings e demais objetos que possam comprometer a segurança dos participantes além do uso obrigatório de meias. A atração permite crianças a partir de 2 anos (crianças menores de 6 anos precisam de um acompanhante adulto responsável). As sessões de diversão duram 30 minutos, com horário marcado.A partir de 13 de setembro o Jump Around irá receber o público com infláveis, obstáculos e desafios para crianças e adultos no estacionamento do Shopping da Ilha. Será uma brincadeira gigante!
Serviço:
Início: 13.09
Local: Estacionamento Shopping da Ilha (em frente ao Mateus)
Jump Around - Conheça o maior castelo inflável da América Latina!
Acesso: Ingressos estão à venda por R$54,90 (meia entrada) na bilheteria local ou no site da Fever (valor do ingresso + taxa da plataforma). A cada minuto extra, será cobrado R$2,00 em dias úteis e R$3,00 aos fins de de semana. Pessoas com deficiência (PCD) pagam preço promocional de R$27,45, sendo permitida a entrada de um acompanhante sem custo. (Necessária apresentação de laudo ou carteirinha que comprove a condição). A capacidade é limitada e sujeita a lotação.
FUNCIONAMENTO: Sexta a domingo, das 15h às 21h.
Informação: Assessoria de Imprensa
Projeto prevê a substituição de aparelhos de ar-condicionado por equipamentos mais eficientes e contribui para a redução do consumo de energia na universidade
A Equatorial Maranhão e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) firmaram, nesta segunda-feira (14), na sede da Distribuidora, em São Luís, o Termo de Cooperação Técnica para a execução do Projeto de Eficientização da UFMA, contemplado na Chamada Pública de 2025 do Programa de Eficiência Energética (PEE). Com investimento de R$ 583.734,71, a iniciativa tem como objetivo modernizar o sistema de climatização da instituição, promovendo maior eficiência energética, economia de energia e sustentabilidade.
A cerimônia de assinatura contou com a participação do Presidente da Equatorial Maranhão, Sérvio Túlio, e do reitor da UFMA, Fernando Carvalho Silva, além de representantes das duas instituições.
O projeto prevê a substituição de 38 aparelhos de ar-condicionado antigos por novos equipamentos do modelo Split High Wall Inverter, com capacidades de 18.000 BTUs e 24.000 BTUs. A modernização será realizada principalmente no prédio pedagógico Paulo Freire, contribuindo para a melhoria da eficiência energética e das condições de climatização dos espaços utilizados pela comunidade acadêmica.
Para o reitor da UFMA, Fernando Carvalho Silva, a parceria representa um avanço importante para a universidade. “Estamos aqui para assinar nosso termo de cooperação do projeto de eficientização energética em que a UFMA foi contemplada. Esse projeto tem como objetivo a troca de 38 aparelhos de ar-condicionado, possibilitando melhorar a nossa eficiência energética, voltada principalmente ao nosso prédio pedagógico Paulo Freire”, destacou.
O Presidente da Equatorial Maranhão, Sérvio Túlio, ressaltou a relevância da UFMA para o desenvolvimento do estado e destacou outras iniciativas de infraestrutura e eficiência energética que vêm sendo desenvolvidas em parceria com a instituição. “A UFMA tem uma importância vital para a educação do Maranhão e do país. Hoje, recebemos aqui toda a estrutura da Reitoria e estamos trazendo um novo projeto para a universidade, que envolve a construção de uma subestação de 69 mil volts, garantindo energia suficiente para todos os projetos de ampliação, inteligência artificial, novos blocos e também para a eficientização energética”, afirmou.
Sérvio Túlio também destacou a assinatura do projeto de modernização dos equipamentos de climatização. “Em seguida, assinamos a aprovação do projeto de eficientização da UFMA, nesta primeira etapa, implementando a inovação com a substituição dos aparelhos de ar-condicionado de vários prédios da instituição. Estamos felizes porque a UFMA, assim como a Equatorial, são duas entidades presentes no desenvolvimento do Maranhão”, completou.
Eficiência energética e sustentabilidade
Gerido pela Superintendência de Digital, Inovação e Projetos Estratégicos da Equatorial Maranhão, o projeto está alinhado aos pilares estratégicos do Programa de Eficiência Energética (PEE), que incluem sustentabilidade, apoio ao poder público, ações em comunidades, educação e geração de renda.
Além da substituição dos equipamentos, a iniciativa contempla ações de medição de consumo, capacitação das equipes envolvidas e descarte ambientalmente adequado dos aparelhos antigos, reforçando o compromisso com a sustentabilidade durante todo o processo.
A UFMA será a instituição beneficiária e ficará responsável pelo apoio ao acompanhamento local. A Equatorial Maranhão atuará na condição de financiadora, gestora, auditora e fiscalizadora do projeto.
Cronograma
As etapas de execução do projeto estão previstas para ocorrer entre setembro de 2026 e abril de 2027. Após a assinatura do Termo de Cooperação Técnica, realizada nesta segunda-feira (14), a entrega dos novos equipamentos e a medição inicial de consumo estão programadas para outubro. A substituição dos aparelhos será realizada em janeiro de 2027. Em seguida, estão previstas a capacitação das equipes e o descarte ecológico dos equipamentos antigos. Já em março serão realizadas a medição final de consumo e a cerimônia de entrega do projeto, com previsão de conclusão em abril, com a emissão e aprovação do relatório final.
A parceria entre a Equatorial Maranhão e a UFMA reforça o compromisso das duas instituições com a promoção de soluções que aliem inovação, eficiência energética e sustentabilidade. Por meio do Programa de Eficiência Energética, a iniciativa contribui para modernizar a infraestrutura da universidade, otimizar o uso da energia e gerar benefícios para toda a comunidade acadêmica, fortalecendo ações que colaboram para o desenvolvimento sustentável do Maranhão.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
“Minha escrita é o desenho” reúne cerca de 80 trabalhos e aproxima o público dos saberes, das memórias e da cosmologia do povo Pataxoop
SÃO LUÍS — O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) apresenta, de 23 de setembro de 2026 a 22 de maio de 2027, “Liça Pataxoop: Minha escrita é o desenho”, primeira exposição da artista, educadora e liderança indígena Pataxoop. A mostra reúne cerca de 80 desenhos realizados por Liça e por jovens da aldeia Muã Mimatxi, em Itapecerica (MG), além de vídeos e uma instalação imersiva. Os trabalhos, chamados por Liça de têhêys de pescaria de conhecimentos, são desenhos que funcionam como uma forma de escrita e registram saberes, memórias, histórias e relações do povo Pataxoop com seu território.
A palavra têhêy originalmente designa um instrumento de pesca confeccionado pelas mulheres e crianças Pataxoop com tucum e cipó. No trabalho de Liça, o termo ganha novo significado: o têhêy se transforma em uma ferramenta para “pescar” conhecimentos da vida e transmitir, por meio de imagens, ensinamentos entre gerações.
“Desde o tempo ancestral, nós ensinamos e aprendemos pelo olhar, o escutar e tudo que fazemos na terra. O têhêy é um pescador de conhecimento da vida, uma escrita do aprendizado que vem da tradição”, afirma a artista. “É o meu livro em que apresento a minha leitura da memória, a escrita do meu aprendizado na escola da vida em que me formei.”
Nascida em Barra Velha, no sul da Bahia, Liça cresceu em contato com os saberes de seu povo e com a Mata Atlântica. Em 2006, ao lado de seu companheiro Kanatyo Pataxoop e de sua família, participou da fundação da aldeia Muã Mimatxi, onde a reconstrução da floresta e do território está ligada à restauração da vida e ao fortalecimento dos conhecimentos Pataxoop. Educadora da Escola Estadual Indígena Muã Mimatxi, Liça atua na construção de uma educação específica, intercultural e multilíngue.
Com curadoria de Felipe Carnevalli de Brot, Paula Lobato e Paulo Maia, a exposição é, embora leve o nome de Liça, essencialmente coletiva. Seus têhêys nascem de uma rede de relações que inclui família, comunidade, animais, plantas, rios, mar, ancestrais e os yãmixoop, seres-espíritos que integram a cosmologia Pataxoop.
“Cada obra apresentada aqui nasce dessa rede de relações. Seus têhêys de pescaria de conhecimento não são imagens isoladas, mas lugares de encontro entre a ancestralidade e os valores importantes da vivência pataxoop. São imagens que contam, lembram e, principalmente, ensinam”, afirmam os curadores.
Ao reunir arte, educação e território, a mostra propõe ao público o contato com uma perspectiva indígena sobre a produção e a transmissão do conhecimento. A expografia incorpora princípios de sustentabilidade e recursos de acessibilidade, ampliando o acesso de diferentes públicos aos conteúdos da exposição.
A noite de abertura da exposição acontece no dia 22 de setembro (terça-feira), às 19h, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), com a presença da artista. O evento é aberto ao público, que terá a oportunidade de visitar os espaços da mostra em primeira mão. Receber “Liça Pataxoop: minha escrita é o desenho” é uma realização para o CCVM enquanto instituição:
“A cultura indígena, ainda mais dentro do campo da educação, é um dos eixos de trabalho do CCVM. Durante seis edições, nós fizemos um seminário especialmente dedicado à educação indígena. A exposição de Liça Pataxoop, como uma amostra do pensamento formativo pataxoop, criado por ela a partir das bases do território, vem coroar todo esse processo de trabalho e abrir novos caminhos e frentes para a discussão das questões da educação.São novos caminhos e frentes para uma educação libertária”, celebra Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão.
Conheça Artista e Curadores
Liça Pataxoop é educadora e liderança da aldeia Muã Mimatxi, em Itapecerica (MG). Atua na Escola Estadual Indígena Muã Mimatxi e, por meio dos têhêys, que considera uma forma de escrita, transmite aos jovens os conhecimentos, histórias e ensinamentos de seu povo.
Paulo Maia é antropólogo e professor associado da Faculdade de Educação da UFMG, com atuação em antropologia, etnologia, pedagogia, educação escolar indígena e cinema.
Felipe Carnevalli de Brot é arquiteto e urbanista, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG e em Antropologia pela EHESS, em Paris. Foi designer do Instituto Tomie Ohtake, co-editor da revista PISEAGRAMA e é fundador do estúdio Cosmopolíticas Editoriais, que trabalha com a aldeia Muã Mimatxi na produção de livros de autoria Pataxoop.
Paula Lobato é arquiteta e urbanista e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. Foi designer do Instituto Tomie Ohtake, co-editora da revista PISEAGRAMA e é fundadora do estúdio Cosmopolíticas Editoriais. Também atuou no BDMG Cultural como coordenadora de projetos.
Conheça o Centro Cultural Vale Maranhão
O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Rouanet, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.
Serviço
Liça Pataxoop: Minha escrita é o desenho
Curadoria: Felipe Carnevalli de Brot, Paula Lobato e Paulo Maia
Abertura: 22 de setembro de 2026, às 19h
Visitação: 23 de setembro de 2026 a 22 de maio de 2027
Terça-feira a sábado, das 10h às 19h
Entrada: gratuita | Classificação: livre
Local: Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) — Rua Direita, 149 – Centro – São Luís (MA)
Informação: Assessoria de Comunicação
No Dia do Cliente, pequenos negócios encontram no relacionamento uma estratégia para estimular a fidelidade
Para qualquer negócio, o cliente é essencial. Ele é o responsável por gerar vendas, mas principalmente, por contribuir para a construção da reputação, da sustentabilidade e do crescimento da empresa. O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, é uma oportunidade para os empreendedores reforçarem essa relação e pensarem em estratégias que vão além das tradicionais promoções.
Na prática, conquistar o consumidor pode até começar pelo preço, mas fazer com que ele volte exige outros ingredientes: qualidade, bom atendimento, identificação com a marca e uma experiência capaz de criar conexão.
Foi a partir dessa percepção que a Maranhezza, marca maranhense dedicada à moda autoral e a peças que valorizam elementos da cultura do Maranhão, construiu sua relação com o público. Criada em 2014 pela empresária e designer de moda Nat Maciel, a marca começou pequena, com seis modelos de camisetas e um vestido, e foi crescendo junto com a própria trajetória da empreendedora.
“Para mim, cliente fiel é aquela pessoa que não compra só uma camiseta, um vestido ou uma canga: ela compra uma ideia, uma identidade, um jeito de ser. E, na Maranhezza, isso tem um valor enorme”, afirma Nat Maciel, CEO da marca.
Segundo ela, um dos sinais dessa fidelização aparece justamente quando o cliente retorna espontaneamente, seja para comprar para si ou para presentear alguém.
“A gente fica muito feliz quando uma pessoa que já comprou com a gente chama no WhatsApp querendo saber quais peças estão disponíveis, seja para dar de presente ou para si mesma, porque significa que ela se identificou com a marca e, de alguma forma, passou a fazer parte dessa história também”, conta a empreendedora.
Para a gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae Maranhão, Renata Costa, essa conexão é cada vez mais importante em um mercado no qual o consumidor tem acesso a inúmeras opções e consegue comparar preços e produtos com facilidade.
“Hoje, o consumidor está mais informado, mais exigente e tem muito mais opções para escolher. Por isso, a decisão de compra não depende apenas do preço. O cliente quer ser bem atendido, encontrar uma solução que faça sentido para ele e perceber que a empresa se importa com sua experiência. O desconto pode atrair, mas, sozinho, não garante que a pessoa volte. Para construir fidelização, é preciso oferecer qualidade, cumprir o que foi prometido, manter um relacionamento próximo e criar valor antes, durante e depois da compra”, reflete Renata Costa.
Experiência que faz voltar
Para Nat, preço, qualidade e experiência caminham juntos, mas é a experiência que pode determinar a permanência do consumidor.
“Preço chama atenção, qualidade faz a pessoa confiar, mas é a experiência que faz ela querer voltar. Na Maranhezza, a gente quer que a pessoa compre e pense: ‘Isso tem a minha cara!’. E, quando ela gosta de uma peça e ainda acontece uma boa conversa, a gente dá risada junto ou descobre uma história por trás daquela estampa, a compra deixa de ser só uma compra e vira uma experiência”, explica Nat Maciel.
É justamente nessa jornada que o pequeno negócio pode encontrar oportunidades para se diferenciar. Atendimento, embalagem, prazo de entrega, facilidade de pagamento, pós-venda e pequenos gestos de cuidado também fazem parte da experiência oferecida ao consumidor.
Para Renata Costa, a humanização é um dos caminhos para transformar o atendimento em diferencial competitivo. “Hoje, o cliente não avalia apenas o produto que comprou, mas toda a experiência que teve com a empresa, desde o primeiro contato até o pós-venda. Por isso, é importante oferecer um atendimento humanizado, ouvir com atenção, entender as necessidades de cada pessoa e demonstrar que ela é importante para o negócio. Pequenos cuidados, como responder com agilidade, cumprir os prazos, facilitar a troca e manter o contato depois da compra, podem fazer uma grande diferença. Quando o cliente se sente respeitado e bem cuidado em todas as etapas, aumenta a possibilidade de voltar e também de recomendar a empresa para outras pessoas”, explica Renata.
Na Maranhezza, esse cuidado aparece em detalhes que, segundo Nat, ajudam a construir uma relação que ultrapassa a venda. “O principal cuidado é tratar cada cliente como uma pessoa, e não como um número de venda. A gente conversa, escuta, tenta entender o que aquela pessoa gosta e, muitas vezes, acaba criando ali um ambiente que vai além da compra”, relata.
Ela acrescenta que pequenos gestos também ajudam a tornar a experiência mais especial. “Uma embalagem bem cuidada, um mimozinho para acompanhar, como nossos adesivos, ou um chaveirinho, uma conversa agradável. Essas coisas parecem simples, mas fazem diferença. E, no fim, acho que é isso: essa troca com o cliente, e não simplesmente um atendimento.”
Conhecer para personalizar
A proximidade com o consumidor também permite ao empreendedor conhecer melhor seus hábitos, preferências e necessidades. Com o apoio de ferramentas digitais, dados de vendas e sistemas de relacionamento com o cliente, é possível transformar essas informações em ações mais personalizadas.
Ferramentas de CRM e recursos de inteligência artificial, por exemplo, podem ajudar a identificar perfis e comportamentos e a direcionar ofertas de maneira mais assertiva, evitando a lógica de enviar a mesma promoção para toda a base.
Para pequenos negócios, entretanto, a personalização não significa necessariamente investir em tecnologias complexas. Conhecer os clientes, registrar suas preferências, observar o histórico de compras e manter canais de comunicação próximos já pode gerar informações importantes.
“Personalizar não significa, necessariamente, investir em ferramentas caras e complexas. O pequeno negócio pode começar conhecendo melhor o próprio cliente, registrando informações básicas, como preferências, histórico de compras e datas importantes, e usando esses dados para oferecer produtos e condições mais adequados a cada perfil. Uma planilha bem organizada ou um sistema simples de cadastro já pode ajudar bastante. O mais importante é transformar essas informações em relacionamento, sempre respeitando a privacidade do consumidor e evitando uma comunicação excessiva ou invasiva.”
As redes sociais e os aplicativos de mensagens também podem ser utilizados para fortalecer essa relação. Mais do que vitrines para divulgar produtos, esses canais permitem ouvir o consumidor, receber sugestões, responder dúvidas e criar uma comunicação mais humana.
Esse diálogo também pode ajudar o empreendedor a reconhecer outras formas de engajamento, como avaliações, indicações e interações constantes com a marca, transformando compradores em uma comunidade em torno do negócio.
Dia do Cliente pode ir além do desconto
No calendário do comércio, o dia 15 de setembro costuma ser associado a promoções e condições especiais. Mas, para Nat, a data pode ser uma oportunidade de agradecer e estreitar os laços com quem já escolheu a marca.
“Desconto é sempre bem-vindo, né? Mas eu acredito que o Dia do Cliente pode ser muito mais do que baixar preço. Gosto da ideia de criar benefícios que aproximem o cliente da marca, seja uma condição especial, um mimo, uma novidade ou uma experiência diferente”, afirma.
Para ela, o mais importante é demonstrar reconhecimento. “Se a pessoa já escolheu estar com a Maranhezza, quero aproveitar a data para agradecer e fortalecer essa relação. No fim das contas, o cliente gosta de se sentir lembrado. E quem não gosta de ganhar um carinho de vez em quando?”
Na avaliação do Sebrae, uma estratégia para a data é justamente evitar que toda a ação fique concentrada em descontos agressivos. Kits e combos podem aumentar o valor percebido da compra, enquanto descontos progressivos, frete grátis, cashback e brindes podem ser utilizados de acordo com o perfil do negócio e do público.
Outra possibilidade é transformar o Dia do Cliente em uma Semana ou até um Mês do Cliente, distribuindo as ações e criando diferentes oportunidades de contato com a base.
“Uma alternativa é criar uma programação ao longo da Semana ou do Mês do Cliente, com ações diferentes a cada período, em vez de concentrar tudo em um único dia. O empreendedor pode oferecer um brinde em compras acima de determinado valor, montar kits com produtos complementares, criar descontos progressivos ou disponibilizar condições especiais para clientes que já compraram anteriormente. Também é possível investir em benefícios que não reduzam diretamente a margem, como frete grátis a partir de um valor mínimo, cashback para uma próxima compra, acesso antecipado a lançamentos ou um atendimento personalizado. O mais importante é planejar a ação de acordo com o perfil do público e calcular os custos antes de divulgar, para que a estratégia gere valor para o cliente sem comprometer a saúde financeira do negócio.”
O cliente também constrói a marca
A fidelização, porém, não acontece apenas quando a empresa oferece benefícios. Ela também depende da capacidade de ouvir e aprender com quem está do outro lado do balcão, da tela ou do WhatsApp.
Essa é uma das principais lições que Nat Maciel diz ter levado da própria trajetória como empreendedora. “Os clientes me ensinaram a ouvir. E ouvir de verdade. Às vezes a gente, como empreendedora e criadora, se apaixona por uma ideia e acha que sabe exatamente o que as pessoas querem. Aí vem o cliente e mostra outro caminho”, afirma.
Segundo ela, o consumidor também participa da construção da identidade da marca. “Aprendi que a marca não é só de quem cria. Ela também é construída por quem compra, veste, presenteia, comenta, critica, sugere”, avalia.
O aprendizado, conta Nat, já provocou mudanças concretas na Maranhezza. “Escutando os clientes já mudei produtos, repensei ideias e vi outras possibilidades que provavelmente sozinha não enxergasse. A gente adora ter feedbacks dos nossos clientes.”
Para a empreendedora, essa troca é parte do próprio processo de empreender. “Acho que esse é um dos maiores presentes de empreender: perceber que, enquanto a gente constrói uma marca, também vai sendo transformada pelas pessoas que passam por ela.”
Para Renata Costa, esse entendimento ajuda a mudar a perspectiva sobre fidelização: mais do que criar mecanismos para fazer o cliente comprar novamente, é preciso construir uma relação em que ele perceba valor em continuar próximo da marca.
“Mais do que oferecer uma promoção em uma data específica, o Dia do Cliente deve servir como um lembrete de que a fidelização é construída todos os dias. O consumidor precisa se sentir ouvido, respeitado e valorizado em cada etapa da jornada, desde o primeiro contato até o pós-venda. Quando o empreendedor conhece o seu público, entrega qualidade, cumpre o que promete e mantém uma relação próxima, ele deixa de disputar apenas por preço e passa a construir confiança. E é essa confiança que faz o cliente voltar, recomendar a marca e permanecer conectado ao negócio ao longo do tempo”, conclui Renata Costa.
Informação: Sebrae MA
Encontro celebra a mobilização alcançada pela Olimpíada em 2026 e reforça chamado para escolas participarem até 15 de setembro
Na última sexta-feira (11), o Diretor-Geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Sandoval Feitosa, visita a Equatorial, empresa proponente da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2026. O encontro ocorre em um momento de celebração pela mobilização alcançada nesta edição da competição e marca a reta final das inscrições, que seguem abertas até esta terça-feira, 15 de setembro.
Durante a visita à sede da Equatorial Maranhão, Sandoval Feitosa conheceu iniciativas e resultados apresentados pela Distribuidora em diferentes frentes. A programação incluiu um panorama da ONEE 2026 e das ações desenvolvidas no Maranhão, além da apresentação de indicadores relacionados à experiência do cliente e à Tarifa Social de Energia Elétrica. O Diretor-Geral da ANEEL também visitou a Nave da Aprendizagem, espaço educativo da Equatorial voltado à disseminação de conhecimentos sobre energia elétrica.
Para Sandoval Feitosa, Diretor-Geral da ANEEL, a visita também foi uma oportunidade de acompanhar de perto a mobilização em torno da ONEE 2026 e reforçar o convite para que mais escolas e estudantes participem da iniciativa. “É muito satisfatório ver os números alcançados até agora. Temos a confiança de que vamos melhorar cada vez mais o uso da energia elétrica e a sustentabilidade quando educamos os jovens, que são os consumidores e cidadãos do amanhã. E o mais importante é que ainda não encerramos o prazo para inscrição. Professores, alunos, diretores de escola e secretários estaduais, todos se juntem e façam esforços para que possamos colocar cada vez mais alunos na Olimpíada Nacional de Eficiência Energética”, destacou.
Últimos dias para participar da ONEE
A visita acontece a poucos dias do encerramento das inscrições para a 5ª edição da ONEE. Escolas públicas e privadas de todo o país têm até 15 de setembro para participar, e a expectativa é reunir mais de 650 mil estudantes em uma iniciativa que alia educação, tecnologia e sustentabilidade para estimular o consumo consciente de energia.
Realizada pela ANEEL, por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), e coordenada pelo Instituto Abradee, a ONEE chega à quinta edição tendo o Grupo Equatorial, representado pela Equatorial Piauí, como empresa proponente.
Em 2026, a Olimpíada ampliou o público participante e passou a incluir, pela primeira vez, estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, que se juntam aos alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental. A iniciativa envolve estudantes das redes pública e privada e também oferece formação continuada aos professores, com conteúdos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Por meio de desafios, provas e atividades educativas, os participantes têm contato com temas relacionados à eficiência energética, sustentabilidade e consumo consciente, aproximando esses conhecimentos da rotina escolar e do dia a dia dos estudantes.
Professores também são reconhecidos
Além de incentivar o protagonismo dos estudantes, a ONEE 2026 também reconhece a participação dos professores por meio de diferentes modalidades de premiação, que incluem vouchers, viagens para Brasília e participação na BETT Brasil 2027.
Na Premiação Regular, dois professores por unidade da federação — um do Ensino Fundamental e outro do Ensino Médio — terão viagem e despesas custeadas para participar da Semana Olímpica e da Cerimônia Nacional de Premiação, em Brasília.
Já a Premiação Extra Nacional reconhecerá professores das três escolas com melhor desempenho no ranking nacional, com vouchers de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 7,5 mil. Na Premiação Extra Regional, outros 100 educadores, sendo 20 por região do país, poderão receber vouchers de até R$ 2 mil.
A edição também conta com a Premiação Extra Pedagógica, que levará seis professores que acompanharem os estudantes vencedores da etapa final para participar da BETT Brasil 2027, evento de inovação e tecnologia voltado à educação.
As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 15 de setembro. A participação contempla estudantes do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e do 1º e 2º anos do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas.
Informação: InterMídia Comunicação Integrada

















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