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Assembleia Legislativa do Maranhão

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Três anos após ser flagrado dirigindo o Porsche que pertencia ao empresário Eike Batista e havia sido apreendido pela Justiça, o juiz federal Flávio Roberto de Souza foi condenado a 52 anos e dois meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro, em dois processos que tramitaram na Justiça Federal no Rio de Janeiro.

As decisões foram emitidas na sexta-feira e na segunda-feira pelo juiz Gustavo Pontes Mazzocchi, da2ª Vara Federal Criminal da capital fluminense. Além da prisão, a sentença determina a perda do cargo de magistrado e o pagamento de multa de R$ 599 mil.

“Consequências gravíssimas, não apenas pelo desaparecimento de autos processuais – que acabaram por ser parcialmente restaurados -, mas pela desmoralização absoluta do Poder Judiciário como um todo e, especialmente, da Justiça Federal e da magistratura, decorrência dos atos criminosos perpetrados por aquele que deveria aplicar a lei. Poucas vezes se teve notícia de agente damagistratura que tenha conseguido achincalhar e ridicularizar de forma tão grave um dos poderes do Estado”, afirmou o juiz em sua sentença condenatória.

Segundo Mazzocchi, enquanto era juiz da 3ª Vara Federal Criminal, o réu desviou R$ 106 mil obtidos com a venda do carro do traficante espanhol Oliver Ortiz, preso em uma operação da Polícia Federal. Por essa conduta, Souza foi condenado por peculato.

O outro processo tratou do desvio de R$ 290,5 mil de uma conta da Justiça Federal por Souza para acompra de um Land Rover Discovery. O Ministério Público Federal (MPF) acusou ainda o então titular da 3ª Vara Federal Criminal de se apropriar de US$ 105,6 mil e 108,1 mil euros, convertidos em reais e usados para a aquisição de um apartamento na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio). Paratentar esconder a manobra, segundo o MPF, Souza criou decisões falsas, destruiu provas e partes do processo. Ele foi condenado por lavagem de dinheiro.

Até a noite desta terça-feira, 20, a reportagem não havia conseguido contato com os advogados deSouza.

A Prefeitura de São Luís tem intensificado o serviço de capina e roçagem nos bairros. Desde o início do período chuvoso, o cronograma de serviços elaborado pelo Comitê Gestor de Limpeza Urbana, incluiu os bairros Vila Luizão, Chácara Itapiracó, Cohab, Calhau, Vivendas do Turu, Santa Rosa e Centro, entre outros. Atualmente, as equipes de capina e roçagem estão na Avenida dos Holandeses e em seguida elas trabalharão nas avenidas Colares Moreira e Jerônimo de Albuquerque. O objetivo é manter a cidade limpa, eliminar possíveis focos transmissores de doenças e, ao mesmo tempo, contribuir para melhorar ainda mais a qualidade de vida da população.

Além de ruas e avenidas, o trabalho de capina e roçagem é realizado, também, em praças, escolas e nas avenidas de São Luís. As avenidas dos Franceses, Africanos e Vitorino Freire estão entre as que já receberam as equipes de capina, roçagem e varrição nas últimas semanas. No íncio do mês o trabalho foi intensificado na região central da cidade, passando por áreas como Praça Nauro Machado, Anel Viário, Praça dos Catraeiros, Madre Deus e bairros próximos.

O trabalho de capina e roçagem é feito diariamente pelos agentes da Prefeitura de São Luís. Durante o serviço é retirada a vegetação daninha pela raiz, com a intenção de conter o seu crescimento. Desse modo, é possível desobstruir os mecanismos de drenagem rápida de água da chuva. Além disso, o serviço aprimora o aproveitamento de espaços habitados na cidade, além de garantir o embelezamento das áreas públicas. Remover as matérias vegetais tidas como daninhas também ajuda a evitar que bocas de lobo, ramais e galerias ao redor do terreno fiquem entupidas.

A manutenção deste trabalho contribui ainda para afastar a possibilidade de esconderijo de pragas e vetores urbanos de doenças como a dengue, a chikungunya e a febre amarela. Segundo a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, é fundamental intensificar esses serviços, sobretudo no período de chuvas. "Com a umidade, o crescimento da vegetação nas vias públicas acontece em maior proporção, requerendo a realização de operações para o controle do problema", observa ela.

INTENSIFICAÇÃO DOS TRABALHOS


Os bairros São Raimundo e Tibiri também receberão os trabalhos ainda este mês. Uma das principais áreas para a prática de atividades físicas em São Luís, o Parque do Bom Menino também terá equipes de capina e varrição.

Os bairros Turu, Radional e Parque Athenas também estão na programação dos serviços de capina e roçagem. Na área Itaqui-Bacanga os serviços já estão programados para acontecer no bairro Sá Viana. Será feito ainda plantio de árvores nas escolas municipais Tancredo Neves, na Cidade Operária, e Recanto dos Pássaros, no bairro Jardim América.

Carolina Moraes Estrela destaca que o trabalho de roçagem é realizado diariamente e é parte do programa de limpeza cidade. "No período chuvoso, o trabalho, que já é realizado todos os dias, é intensificado. Isso porque com a plantação baixa há melhor escoamento das águas pluviais e é possível evitar alagamentos e prejuízos à população", enfatizou.
O quê? Lançamento do Projeto Voto Jovem: Participação, Cidadania e Democracia do TRE-MA 
Quando? 21 de fevereiro (quarta-feira)
Horário? 15h
Local? Centro Integrado do Rio Anil - CINTRA.
Porta-vozes? Desembargador presidente Ricardo Duailibe, diretor geral Flávio Costa e juiz Alexandre Abreu. 

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, lança no dia 21 de fevereiro, às 15h, no CINTRA (Centro Integrado do Rio Anil), o projeto Voto Jovem: participação, cidadania e democracia.

O objetivo é estimular a participação democrática dos jovens eleitores da capital e do interior, promovendo abordagem diferenciada para compreensão do processo eleitoral e ainda fomentar a discussão sobre o papel dos adolescentes na sociedade, com destaque para a importância da atuação do jovem na escolha de representantes.

Serão envolvidos jovens na faixa etária de 16 e 17 anos que discutirão propostas com temas de relevância social, além de eleição simulada com uso de urna eletrônica para escolha da melhor proposta que atenderá aos interesses da comunidade. Também haverá o alistamento dos jovens na escola.
As exposições 'Prelúdio das Certezas: a linearidade das indiferenças', de Dan Frei, e 'Inspiração', de Patrícia Menezes, foram prorrogadas até às 19h da próxima segunda-feira (26), na Galeria Trapiche Santo Ângelo. A Galeria é um equipamento municipal de cultura e fica localizada na Praia Grande, em frente ao Terminal de Integração. A visitação acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 19h.

Dan Frei retrata as divergências sociais e o cotidiano sob uma ótica surrealista, apresentando situações de adversidade, envolvimento e contrastes, sem deixar de transmitir o lado poético. A mostra 'Prelúdio das Certezas: a linearidade das indiferenças' é composta por 17 obras, confeccionadas com a técnica de grafite sobre o papel, carvão e objetos modelados em argila, o que contribui para uma visão tridimensional das experiências retratadas.

Além disso, cenários e referências de São Luís são usados como ponto de partida, relacionando a distinção entre o conservador e o contemporâneo. A mostra propõe ainda a discussão sobre as relações de trabalho e outras formas de sobrevivência na cidade. "É a primeira vez que exponho o meu trabalho e a minha expectativa é que cada pessoa veja o reflexo do seu dia a dia, da superação de cada momento de dificuldade em sua rotina", revela o artista Dan Frei.

Já em 'Inspiração', de Patrícia Menezes, cores, formas e elementos compõem a exposição com imagens abstratas, indefinidas e figurativas. Entre tintas e pincéis, a artista plástica trabalha pintura sobre telas levantando questionamentos sobre sonhos, desejos, persistência e outras indagações que a movem. A exposição conta com 20 obras de autoria da artista e dos alunos do Centro de Criações Artísticas (Criart).


CHAMADA PÚBLICA

As exposições são resultado da Chamada Pública Nacional de Ocupação Artística, lançada no ano passado. Camila Grimaldi, diretora da Galeria Trapiche Santo Ângelo frisa que esta é a sexta e última edição da Ocupação Trapiche, que selecionou 12 trabalhos e atraiu a participação de artistas de todo o país com interesse em expor em qualquer categoria do campo das artes visuais. Esta mostra apresenta duas exposições do trabalho individual de linguagem de cada artista, cada um com sua história e técnicas diferentes.

Segundo a diretora, o principal objetivo da Ocupação foi atender à política cultural municipal que incentiva o fomento às artes visuais por meio de atividades de circulação de obras e intercâmbio do trabalho de artistas de diferentes regiões. "No ano passado, conseguimos expor 10 trabalhos de janeiro a dezembro. Algumas aconteceram simultaneamente para preencher todo nosso espaço. O nome Ocupação foi para estimular na população a vontade de também propor novos formatos e ideias de exposição para a galeria", completou.

Para selecionar os trabalhos da Chamada Pública Nacional de Ocupação Artística foram avaliadas a criatividade, originalidade, contemporaneidade e qualidade técnica de cada proposta, bem como adequação da proposta às instalações da Galeria Trapiche, o estímulo ao conhecimento, a valorização da pluralidade social e cultural e o currículo artístico do proponente.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Após questão de ordem apresentada pelo deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), na segunda-feira (19), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que garantiu que enquanto durar a intervenção federal no estado do Rio de Janeiro, estão suspeitas votações de qualquer Proposta de Emenda à Constituição (PEC). “A decisão da casa não podia ficar apenas em notas de imprensa e em fatos extraoficiais”, defendeu o parlamentar.

Ao presidente da Câmara, Rubens Júnior explicou que para que a Constituição Federal seja altera, é necessário normalidade no país. “Se há um grave comprometimento da ordem pública, a ensejar uma intervenção, o ideal é que fique suspenso o andamento de todas as PECs que estão tramitando na Casa, começando pela Reforma da Previdência”, complementou.

Ao defender a aprovação pela Câmara do decreto que determina intervenção federal no estado do Rio de Janeiro, o presidente Rodrigo Maia afirmou que há várias teses sobre a tramitação de PECs durante períodos de intervenção, mas afirmou ter clareza de que não se pode votar nada.

Reforma da Previdência

Maia afirmou ser muito difícil a votação da reforma da Previdência (PEC 287/16) antes das eleições deste ano. Segundo ele, o mês de fevereiro era o limite para aprovação do texto. O presidente da Câmara avalia que a votação da reforma da Previdência após o processo eleitoral só é possível se o presidente eleito em outubro entender que a matéria deva ser pautada antes de sua posse, “para que não pareça estelionato eleitoral”.

Projeto será desenvolvido nas áreas assistenciais e no ambulatório de cardiologia

O Hospital Universitário da UFMA – HU-UFMA, vinculado a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh, iniciará neste mês a implementação de um Programa de Boas Práticas Clínicas em Cardiologia (BPCC), adaptado do programa Get with the Guidelines, da American Heart Association (GWTG®) e do Programa de Melhoria de Qualidade Assistencial do Hospital do Coração - HCor.

O Programa tem por objetivo avaliar as taxas de adesão às Diretrizes Assistenciais de Síndrome Coronariana Aguda (SCA), Insuficiência Cardíaca (IC) e Fibrilação Atrial (FA) da Sociedade Brasileira de Cardiologia em instituições do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o cardiologista José Albuquerque Figueiredo Neto (investigador principal), com a implementação do programa espera-se que os hospitais melhorem as taxas de adesão às diretrizes de cardiologia, idealmente atingindo uma meta 85% de adesão global às recomendações. “Refletindo, assim, na otimização da utilização de recursos hospitalares, melhorando a prática assistencial e contribuindo para redução das readmissões hospitalares e morbi-mortalidade do paciente”, avaliou.

O projeto será desenvolvido nas áreas assistenciais e no ambulatório de cardiologia, mas, principalmente, na Clínica Médica e UTI Cárdio, onde acontece a maioria das admissões por insuficiência cardíaca. No momento está sendo feito o recrutamento com a coleta de dados. A equipe de implantação é formada ainda pelas enfermeiras Tânia Pavão Rocha e Adriana Macau, pela farmacêutica Renata Melo, e pelo coordenador discente da Liga Acadêmica de Transplante e Insuficiência Cardíaca, William Penha.

Nascida em 13 de setembro de 1969, em São Luís do Maranhão, Ana Cristina Vieira da Silva, filha mais velha da lavadeira Dona Maria Lourdimar Santos Vieira e do motorista Arnold Dias Vieira, sempre foi dedicada aos estudos. Com o ensino médio completo, Ana fez o curso de magistério, pois sua mãe sempre sonhou em ser professora e queria realizar seu sonho através da filha. Em 1986, Ana dava aulas particulares na cozinha de sua casa, e nesta época realizou seu primeiro curso no Senac. Com 18 anos, passou no concurso do Estado para professora e começou a trabalhar com alfabetização para adultos, almejando crescer profissionalmente, Ana viajou para São Paulo em 1989 e foi morar com sua tia. O início não foi bem como imaginou, passou fome e vergonha, pois a tia que a recebeu queria que ela fosse babá de seus filhos e a tratava com indiferença. Mas Ana não se abalou, conseguiu um emprego como operadora de caixa de supermercado e depois disso só cresceu profissionalmente e com 15 dias em São Paulo tornou-se bancária do Itaú. Em 1992, Ana retornou a São Luís junto com Lunguimar Diniz da Silva, o grande amor de sua vida que encontrou em São Paulo, que na época precisou retornar para São Luís a trabalho.


Ana Cristina exerceu a atividade de enfermeira por alguns anos, mas depois de um tempo percebeu que não gostava da área da saúde em que só se via o sofrimento das pessoas, mas sim da área que deixava as pessoas felizes, e a partir de então começou a se aperfeiçoar em estética. Hoje, a mãe de Hallefy Breendo Vieira da Silva e Hallayne Brenna Vieira da Silva, possui mais de 10 cursos pelo Senac, e é dona do seu próprio negócio: o Centro Estético Sol Bronzeamento, Estética e Beleza, no bairro do São Bernardo. Apaixonada pelo que faz, Ana não quer parar por aí, deseja continuar se qualificando para atender melhor seus clientes.

Como foi a sua infância?
Praticamente criei todos os meus irmãos, como naquela época era muito rigoroso e nossos pais não permitiam nada, então você fazia aquilo que eles mandavam. Eu cuidava sempre dos meus irmãos, dava banho, levava para a escola e fazia a comida porque mamãe passava o dia lavando roupa. Com 8 anos de idade, eu ajudava a minha mãe fazendo a entrega das roupas que ela lavava para suas clientes. Naquele tempo, por qualquer coisa se apanhava bastante, lembro que meu pai era alcoólatra e não gostava de feijão, sempre que chegava em casa e encontrava feijão ele jogava fora no quintal e batia em todos da casa, minha mãe, meus irmãos, todos apanhavam. Não tenho trauma, tive uma vida difícil, mas nada que me revolte e também não me envergonho de nada do que passei, tenho é orgulho, pois pelo que passei, pelo que batalhei para o que eu sou hoje, só tenho que ter orgulho. Passava muita fome, tinha dia que ia para a escola e só tomava café, não almoçava e nem jantava porque não tinha nada para comer, então meu pai me colocava para subir no pé de mamão e eu apanhava e nós comíamos ele cozido com água e sal, era aí que a gente se alimentava. Meu pai pegava o dinheiro que recebia e gastava todo na rua, então quem mais sustentava a casa era a minha mãe, lavando roupa. Depois mamãe começou a fazer unha, nisso que ela começou a fazer unha, eu já estava com 12 ou 13 anos de idade, ela aprendeu sozinha e me colocou para fazer junto.

O que você sonhava em ser quando era criança?
Médica, sempre gostei da área da saúde. Mas eu era invocada com beleza, maquiava e sempre era a chefe, eu comandava, fazia desfile, era um dom. Sempre gostei dessa área.

Em que momento da sua vida você decidiu seguir a profissão que exerce hoje?
Quando voltei de São Paulo, por volta dos anos 90, e deparei com a triste realidade da falta de oportunidade de emprego.

Quem a incentivou? Alguém foi contra? O que fez você ter certeza sobre a profissão?
O incentivo veio através da minha cunhada, que viu em mim o perfil de profissional da beleza e também habilidade para desenvolver o trabalho. Não houve nenhuma objeção por ninguém. Muito pelo contrário, só tive incentivos dos familiares e amigos.

Como você conheceu o Senac e porque o escolheu para se qualificar?
Conheci o Senac através de uma amiga que na época tinha um conhecimento mais amplo, e já havia feito cursos nessa instituição. Escolhi o Senac para me qualificar por ser uma instituição de renome, qualificada e que abre as portas para outras empresas nos acolher. Nos dá prestígio quando nos referimos que fizemos cursos no Senac. A credibilidade é grande e o respeito é garantido.

Qual foi o primeiro curso que fez na instituição?  
O primeiro curso feito no Senac foi o de Telex, Operadora de Teleimpressora, em 1986.

Quantos cursos tem pelo Senac?
Muitos, entre eles tenho de Oficina de moda e beleza (1998); Limpeza de pele (1998);  Atualização para cabeleireiro (1998);  Colorimetria (1998);  Automaquiagem (1998); Atualização em corte e escova (1998); Oficina de penteados (1998); Estética facial (1999);  Alisamento e permanente (1998); Depilador (1998); Introdução a microinformática (2006); Design de sobrancelha com henna (2017) e o último que fiz foi o de Massagem relaxante (2018).  

O que mudou em sua vida após ter a qualificação do Senac?
Mudou tudo! Foi através dos cursos e certificados que eu tenho pelo Senac que as portas de emprego se abriram a mim. Foi a garantia e o diferencial, que tive ao me apresentar no Banco Itaú em São Paulo em 1989. Graças aos cursos que havia feito na época de Telex e Datilógrafo que me destaquei entre os demais concorrentes e garanti minha vaga de emprego como operadora de caixa.

Durante sua trajetória, você enfrentou muitas coisas para conseguir ser bem-sucedida profissionalmente, conte qual foi a maior decepção de sua vida e o que fez para se reerguer.  
Na verdade tive vários aborrecimentos, não diria decepções, mas ensinamentos. Um dos fatos é a minha casa que caiu duas vezes. Perdi uma casa primeiro, que até foi por isso que eu não paguei a última parcela do curso de estética no Senac, nesse tempo eu morava numa casa de taipa e ela desabou, quase em cima de mim, foi a época que eu estava fazendo o curso, fiz todas as provas, mas não tive condição de pagar a última parcela, eu comecei a trabalhar, mas não tinha condição de comprar nenhum material. Aí que entrou a parte de cabeleireiro, e eu comecei a ganhar dinheiro com o cabelo, que começou a suprir minhas necessidades. Em uma outra vez, em 2008, veio uma chuva e alagou a minha casa inteira, ficou 1,30 de altura, perdi tudo, passei uma semana vestindo roupa emprestada, perdi meus documentos, mas não perdi os certificados dos cursos que fiz, tem certificados que estão intactos. Foram perdas de bens materiais, causados pela natureza, algo que me levou a pensar no quão Deus é maravilhoso, fazendo com que eu reconquistasse tudo novamente, em pouco espaço de tempo, e redobrando minha fé e crença no Senhor Jesus.

Quando decidiu abrir seu próprio negócio?  
Decidi abrir meu próprio negócio quando voltei de São Paulo e tive muita dificuldade em me empregar, logo procurei um meio de ganhar dinheiro e poder me manter. Foi aí que abri uma lanchonete e também vendia confecções. E no decorrer do tempo, surgiram oportunidades e incentivos para que eu partisse para um outro ramo de negócio, cujo este, estava voltado para a área da beleza. Comprei a idéia, investi, me especializei, me dediquei e me identifiquei por completo. Uni o gosto, a vontade e a oportunidade.  Hoje amo o que faço e tenho total orgulho do que desempenho atualmente.

Você teve alguma dificuldade para criar sua empresa?
Graças a Deus não. Até porque sou bem determinada no que quero e no que faço. Foi tranquilo, também houve ajuda de amigos para eu dar mais esse passo em minha vida.

Como se sente quando ouve falarem bem do seu trabalho?
Sinto-me lisonjeada e agradecida aos meus clientes e a Deus. É algo gratificante e maravilhoso; poder fazer o que se gosta e poder atribuir auto estima a outras pessoas. Posso dizer que é magnânimo.

Quais seus planos para o futuro?
Terminar minha faculdade, liderar uma equipe com mais profissionais qualificados, aumentar meu espaço de trabalho e ser referência na área em que atuo.

Se fosse agradecer a alguém por tudo que possui hoje, a quem agradeceria?
Agradeço a Deus! Tudo o que construí e conquistei foi permitido e traçado por Deus, e ainda tenho muito a conquistar, pois minha fé, gratidão e respeito a Deus são infinitos.

Como você descreve sua profissão?
Descrevo como algo essencial na vida das pessoas. Todos nós queremos e amamos ser bem cuidados, agraciados e bonitos interior e externamente. A beleza humana está no que ele transmite e o que é belo é bem aceito. Amo fazer parte da beleza de cada cliente que tenho e de cada pessoa que me conhece.

O que você falaria para seus funcionários como incentivo à profissão? 
Diria e digo sempre: Nunca desistam dos seus sonhos, mas acima de tudo tenham muita fé em Deus e acredite no seu potencial, se qualifique, se especialize, se recicle e ame o que faz, pois conhecimento e amor à profissão te faz diferente. O diferencial é sua arma no mercado de trabalho e na competitividade dos negócios, conhecimento nunca é demais e humildade é a chave de tudo.

Se você fosse indicar o Senac para alguém, o que diria?
Diria que é uma instituição séria, de total credibilidade, que te dá suporte, conhecimento adequado e chances de poder ter um emprego, abrir seu próprio negócio, ajudando muito a todos que buscam conhecimentos em muitas áreas e que queiram vencer na vida. O Senac é uma instituição “mãezona” em incentivos e formações profissionais.

Uma frase para finalizar.  
Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos.

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