Nessa terça-feira (28), o Instituto BRK realizará o lançamento do Projeto Fonte de Futuro em mais uma escola maranhense.
A iniciativa leva água potável gratuita e educação ambiental a comunidades sem acesso à rede pública de abastecimento e fora da área de atuação da concessionária.
O evento acontece às 13h, na Escola Municipal Bernardo Sérgio da Cunha, no bairro Bom Jardim, em São José de Ribamar, e contará com a presença, entre outros convidados, do CEO da BRK, Alexandre Thiollier; do presidente do Instituto BRK, Carlos Almiro; da diretora da BRK Maranhão, Sandra Leal; e da gerente de Relações Institucionais e Comunicação do Instituto Trata Brasil, Cintia Torquetto.
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A Diretora da BRK Maranhão Sandra Leal falando a alunos de Paço do Lumiar em recente evento do Projeto Fonte de Futuro. |
Outro destaque é a participação da equipe de documentaristas da ONU — formada por Matthew Shirts, Pedro Saad, Luciano Oreggia, Heitor Cavalheiro e Ricardo Cardozo — que estará na cidade para registrar imagens e depoimentos para um documentário da Organização das Nações Unidas sobre os impactos sociais de iniciativas voltadas ao acesso à água e à educação.
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| A alegria dos alunos da Escola Municipal São Paulo, uma das beneficiadas pelo projeto no Maranhão, bebendo água tratada. |
Com a expansão, o Projeto Fonte de Futuro passa a beneficiar 52 instituições em todo o país, sendo 10 delas no Maranhão. Em São José de Ribamar, além das três escolas já atendidas, passam a integrar a iniciativa a própria Escola Municipal Bernardo Sérgio da Cunha e o Jardim de Infância Pequeno Polegar.
Informação: InterMídia Comunicação Integrada
Movimento impulsiona discussão sobre mudanças na cadeia produtiva da moda
SÃO LUÍS – O Serviço Nacional da Indústria do Maranhão (SENAI-MA) promoveu ações da Semana Fashion Revolution, campanha mundial de moda ativista que promove eventos anualmente com o objetivo de discutir e impulsionar mudanças sociais e ecológicas no setor. As atividades aconteceram nos dias 23 e 24 de abril, na unidade do SENAI Monte Castelo.
Com o apoio da instituição desde 2023, nesta edição a iniciativa conta com o tema “Fortalecer ecossistemas da moda”, que busca mostrar novas possibilidades para a cadeia produtiva do setor. Foram dois dias de programação com oficinas que discutiram e colocaram em prática técnicas que valorizam a moda sustentável e reuso criativo.
A designer e multiartista Fernanda Bayma conduziu a oficina de estamparia, com uma programação que abordou técnicas de estêncil, serigrafia e patchwork, estimulando as participantes a criarem suas próprias composições a partir de retalhos. “Trabalhamos o reuso de materiais que seriam descartados, promovendo a conscientização sobre a sustentabilidade no empreendedorismo. O Maranhão pulsa cultura e economia criativa, e este é um espaço que reforça a possibilidade de produzir artesanato e cuidar do meio ambiente ao mesmo tempo”, ressaltou Fernanda.
Outro destaque da programação, a oficina de iniciação ao crochê foi ministrada pela artesã e empresária Gisa Martins. Ex-aluna do SENAI-MA, Gisa enfatiza que o evento é um espaço de valorização para o potencial criativo do estado. "Possuímos uma riqueza imensa em técnicas artesanais e matérias-primas locais, e aqui essas práticas são colocadas em evidência”, afirmou.
Para a participante Josenilde Sousa e Silva, aluna do curso de Modelagem, Corte e Costura do SENAI-MA, a oficina fez aumentar seu interesse pelo reaproveitamento de materiais. “Os ensinamentos ampliam as possibilidades do que antes era visto como descarte. Com a oficina consigo imaginar novas formas de dar vida útil a itens que eu já possuía e que estavam parados”, disse.
Naissa Silva Costa, instrutora da área tecnológica de Vestuário do SENAI-MA e docente embaixadora do Fashion Revolution na instituição, destacou a importância da iniciativa para incentivar o pensamento crítico, social e ecológico no setor de vestuário. “Como referência na capacitação para a indústria, nosso papel é garantir que esses futuros profissionais tenham uma visão que vai além do conteúdo técnico. Queremos que eles repensem os processos de sustentabilidade, ética e responsabilidade”, concluiu.
Informação: Fiema
Programa conecta formação e oportunidade
SÃO LUÍS — A aprendizagem profissional ganhou destaque nesta sexta-feira (24), durante programação promovida pelo Instituto Euvaldo Lodi no Maranhão (IEL-MA), que reuniu jovens, especialistas e representantes institucionais para discutir caminhos de inserção no mercado de trabalho. A iniciativa marcou o Dia Internacional da Aprendizagem Profissional, instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), e evidenciou o papel estratégico da qualificação na construção de trajetórias profissionais.
No Brasil, a modalidade alcançou, em novembro de 2025, o maior patamar já registrado, com 715.277 aprendizes ativos. Apenas no primeiro semestre do mesmo ano, foram firmados mais de 69 mil contratos, crescimento de 18,6% em relação ao período anterior. O perfil revela predominância feminina, com 52,9%, enquanto 47,1% são do sexo masculino. A maioria tem até 17 anos (380.944), seguida por jovens entre 18 e 24 anos (310.938).
No Maranhão, dados da Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária (SETRES) indicam a participação de 1.762 empresas e filiais no programa, alcançando 7.629 aprendizes por ano em 135 municípios. O alcance demonstra a capilaridade da política pública e sua relevância na inclusão produtiva da juventude.
A chefe da Assessoria de Planejamento, Orçamento e Ações Estratégicas da SETRES, Joilene Maria Pereira de Araújo, destacou a função social da aprendizagem. “A política pública garante que adolescentes e jovens ingressem no mercado com direitos assegurados, respeitando princípios constitucionais e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Trata-se de uma alternativa que concilia formação e atividade profissional com dignidade”, afirmou. Segundo ela, a iniciativa também fortalece a atuação integrada entre órgãos públicos, setor produtivo e entidades formadoras.
Durante a abertura, o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), Celso Gonçalo, ressaltou a importância do investimento no capital humano. Ele defendeu a atuação do Sistema S como ferramenta essencial para o desenvolvimento econômico. “Não há crescimento consistente sem qualificação. A aprendizagem representa uma resposta concreta ao desemprego, ao oferecer formação técnica aliada à prática”, declarou.
A coordenadora regional do IEL-MA, Michele Frota, enfatizou os resultados recentes do programa. “Somente em 2026, cerca de 20 jovens formados pelo IEL-MA já foram contratados por empresas parceiras. Esse número reflete a confiança do setor produtivo na preparação oferecida e evidencia o impacto direto da aprendizagem na geração de oportunidades”, disse.
Representando o setor empresarial, Carolina Oliveira, coordenadora de Recursos Humanos da Montisol, destacou a experiência positiva com o programa. “Mantemos aprendizes em diferentes unidades e acompanhamos de perto o desenvolvimento deles. Alguns já foram efetivados, o que demonstra o valor da formação estruturada e o alinhamento com as demandas das empresas”, afirmou.Já Dheymonn Douglas Souza Nascimento, assistente de RH do Colégio Marista, relatou a própria trajetória. “Iniciei como aprendiz entre 2022 e 2023. Em 2025, fui contratado. A experiência uniu teoria e prática, facilitando minha adaptação ao ambiente corporativo e consolidando minha escolha profissional”, declarou.
Entre os participantes, a jovem Yasmin Vitória, de 20 anos, descreveu a primeira experiência formal como aprendizado contínuo. Atuando na área administrativa, ela auxilia na elaboração de relatórios e organização de processos internos. “Tenho aproveitado cada oportunidade para crescer profissionalmente”, afirmou. Pedro Lucas, de 19 anos, também destacou a relevância da vivência. “A atuação administrativa amplia minha visão e contribui para o desenvolvimento de competências que serão úteis ao longo da carreira”, disse.
A programação incluiu palestras e atividades culturais. O mágico, ator e escritor Marco Zanqueta conduziu a apresentação “Você é o protagonista deste palco”, utilizando abordagem lúdica para estimular autonomia e visão de futuro. “A ideia é mostrar que resultados não surgem de forma imediata, mas a partir de habilidades desenvolvidas com dedicação”, explicou.
Também estiveram presentes a procuradora regional do trabalho, Virginia de Azevedo Neves, os diretores da FIEMA, Tânia Miyake e Adenio Queiroga, além do superintendente da entidade, César Miranda.
Informação: Fiema
Programação contou com palestras, apresentação de casos de sucesso e oficinas de empregabilidade
SÃO LUÍS – O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Maranhão (SENAI-MA) celebrou, nesta sexta-feira (24), o Dia do Jovem Aprendiz com uma programação voltada à valorização dos estudantes que buscam a primeira oportunidade profissional. Em todo o estado, a instituição já soma 2.115 alunos vinculados ao programa de aprendizagem neste ano.
Para o gerente do SENAI Monte Castelo, Marcos Aurélio Coutinho, a trajetória da aprendizagem profissional consolida um direito de inserção social e econômica para jovens que buscam ingressar no mercado de trabalho. "O jovem aprendiz ganha condições reais de evoluir profissionalmente enquanto transforma a sua realidade. É uma via de mão dupla: a indústria recebe talentos dispostos e cheios de ideias, e o jovem conquista seu espaço no mercado", pontuou.
A programação do evento incluiu a palestra da auditora fiscal do trabalho e coordenadora de Prevenção e Combate ao Trabalho Infantil da Superintendência Regional do Trabalho do Maranhão (SRTb/MA), Léa Cristina Leda, que destacou a importância do programa de aprendizagem como um instrumento de proteção social e inserção digna dos jovens no mercado de trabalho. Segundo a auditora cerca de 80 mil crianças e adolescentes estão em situação de trabalho infantil no Maranhão.
“O contrato de aprendizagem é a maneira mais segura, digna e qualificada de inserção do jovem no mercado de trabalho. É um direito que assegura proteção e profissionalização, permitindo que eles saiam de situações de vulnerabilidade e tenham condições reais de transformar suas vidas”, afirmou.
Além da palestra, foram realizadas também oficinas de empregabilidade, focadas no desenvolvimento de competências práticas para a permanência dos jovens no mercado, com o objetivo de fortalecer a autonomia e preparar os estudantes para os desafios reais do mundo do trabalho.
O momento também abriu espaço para o compartilhamento de histórias reais, como a de Maxwel Pereira, 20 anos. Egresso do curso de aprendizagem em Gestão Industrial do SENAI-MA, ele hoje atua como amarrador de navios na mineradora Vale. O jovem compartilhou sua trajetória, que começou precocemente até encontrar no programa a oportunidade de uma transição segura para o trabalho. “A educação mudou minha história", relatou.
A trajetória de Maxwel é um reflexo do impacto da aprendizagem. Uma pesquisa realizada pela instituição registra que 58,9% dos egressos do SENAI já estão inseridos no mercado de trabalho industrial maranhense.
O evento em comemoração ao Dia do Jovem Aprendiz contou ainda com a participação de empresas parceiras que integram o programa de aprendizagem. A analista de RH do Grupo Mateus, Bianca Santos, destacou que a parceria com a instituição tem garantido resultados expressivos de efetivação dos aprendizes após o programa.
Para a supervisora pedagógica e interlocutora do programa no SENAI Monte Castelo, Rita de Cássia, o programa representa um avanço significativo para a juventude maranhense. "É uma oportunidade que eles têm de acessar o mundo do trabalho, especialmente para jovens entre 14 e 24 anos que, muitas vezes, estão tendo esse primeiro contato profissional", concluiu a supervisora.
Estabelecido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o dia 24 de abril marca o Dia Internacional do Jovem Aprendiz. Amparado pela Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000), o programa de aprendizagem atua como um elo entre empresas e estudantes, realizando a seleção, capacitação e acompanhamento dos estudantes durante sua jornada profissional.
Informação: Fiema
Debate na Câmara aborda regras de uso do solo e outorga onerosa
SÃO LUÍS — A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) participou, nesta semana, de audiência pública na Câmara Municipal de São Luís que discutiu dois projetos de lei enviados pelo Executivo voltados à organização do espaço urbano. As propostas tratam da outorga onerosa do direito de construir (PL nº 0076/2026) e da nova Lei de Zoneamento, Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo (PL nº 0077/2026).
As matérias integram a atualização das normas urbanísticas da capital após a aprovação do Plano Diretor, em 2023. Segundo a Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação, os textos resultam de debates conduzidos no Conselho Municipal da Cidade, com participação de diferentes segmentos da sociedade.
A presidente do Instituto da Cidade, Pesquisa e Planejamento Urbano e Rural (INCID), Patrícia Trinta, apresentou os principais pontos das propostas. No caso da Lei de Zoneamento, o objetivo é estabelecer critérios para ocupação territorial, definindo áreas e parâmetros para uso do solo. A legislação vigente data de 1992, o que, segundo técnicos, exige revisão diante das transformações urbanas.
Já a outorga onerosa prevê a possibilidade de construções acima do limite básico permitido, mediante contrapartida financeira. Os recursos arrecadados poderão ser destinados a projetos de interesse coletivo, com aplicação definida pela gestão municipal. O modelo também prevê isenções para equipamentos como creches e unidades de saúde, além de incentivos à reocupação de áreas específicas.
Durante o debate, vereadores apresentaram questionamentos e críticas. Entre os pontos levantados, estiveram a insegurança jurídica em áreas industriais, a ausência de medidas ambientais no entorno de zonas produtivas, a necessidade de garantir retorno social dos recursos arrecadados .
O presidente em exercício da FIEMA, Celso Gonçalo, destacou a relevância da discussão para o desenvolvimento econômico. “A atualização das regras urbanísticas é fundamental para assegurar previsibilidade e segurança jurídica aos empreendimentos. Um ambiente regulatório claro contribui para atrair investimentos, estimular a atividade produtiva e promover crescimento com planejamento”, afirmou.
A audiência foi presidida pelo vereador Astro de Ogum (PCdoB) e contou com a participação de representantes do Executivo, especialistas e parlamentares. Como próximos passos, os projetos seguem em tramitação na Câmara, onde devem receber contribuições antes da votação.
A Prefeitura também lançou a cartilha “Zoneamento Descomplicado”, com o objetivo de facilitar a compreensão das mudanças propostas e ampliar o acesso da população às informações sobre o tema.
Informação: Fiema
Evento é promovido pela ABEEMAR em parceria com a Federação e Sebrae para debater desenvolvimento sustentável, inovação e oportunidades na economia marítima
SÃO LUÍS - A capital maranhense será palco do 7° Seminário Economia do Mar (SEM São Luís), que acontece no dia 14 de maio, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA). O evento, organizado pela Associação Brasileira das Empresas da Economia do Mar (ABEEMAR) em parceria com a Federação e Sebrae, reunirá representantes do setor produtivo, especialistas, autoridades públicas e instituições para discutir os caminhos estratégicos para alavancar a economia do mar no estado do Maranhão.
Com uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico, o SEM São Luís se posiciona como um espaço de articulação entre diferentes atores da cadeia marítima. O seminário abordará temas como Margem Equatorial, logística portuária, apoio marítimo, transição energética, bioeconomia, tecnologia e empreendedorismo, além das oportunidades de negócios ligadas ao uso sustentável dos recursos oceânicos e a importância do ‘Selo Azul – Cidades Costeiras’ para o desenvolvimento local.
“O seminário é uma oportunidade estratégica para alinhar visões, compartilhar conhecimento e construir soluções que fortaleçam a economia do mar no Brasil, especialmente em regiões com grande potencial como o Maranhão”, destaca João Azeredo, presidente da ABEEMAR. O Seminário de São Luís é a sétima edição do evento, consolidando uma trajetória marcada pela realização de encontros estratégicos em diferentes regiões do país. Ao longo de sua história, o seminário já passou pelo Rio Grande do Sul, por Macapá e contou com quatro edições realizadas no estado do Rio de Janeiro, evidenciando sua capilaridade e relevância no debate dos temas propostos.
A realização do 7° Seminário Economia do Mar evidencia o papel estratégico de São Luís no cenário nacional, considerando sua localização privilegiada e relevância para operações portuárias e offshore. A iniciativa busca ampliar o debate sobre políticas públicas, investimentos e soluções tecnológicas capazes de impulsionar o setor no país.
Luiz Fernando Renner, vice-presidente executivo da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão, falou que a economia do mar é a nova fronteira de desenvolvimento do estado e que o tema deve unir governo, academia, setor produtivo e sociedade em torno de um litoral próspero e compartilhado. “O Maranhão possui ativos estratégicos, como o segundo maior litoral do Brasil, com640 km de extensão, com mais de 30 municípios costeiros e posição central nas rotas globais. Além disso, a Margem Equatorial tem potencial estimado entre 20 e 30 bilhões de barris de petróleo com capacidade para injetar mais de R$ 10 bilhões no PIB estadual e reduzir desigualdades regionais via investimentos em portos e plataformas offshore”, lembrou Renner.
Já para o presidente do Conselho Deliberativo do SEBRAE Maranhão e vice-presidente executivo da FIEMA, Celso Gonçalo, a economia do mar abre um leque de oportunidades para o empreendedorismo, especialmente em regiões com forte vocação costeira como o Maranhão. “O Sebrae atua para preparar os pequenos negócios para esse cenário, incentivando a inovação, o acesso a mercados e a sustentabilidade. O Selo Azul é um exemplo de iniciativa que contribui para estruturar os territórios, estimular a geração de negócios e ampliar a capacidade dos municípios de atrair investimentos de forma sustentável”, disse.
No contexto do ‘Selo Azul – Cidades Costeiras’, a proposta ganha destaque ao ser direcionada aos municípios situados na Margem Equatorial brasileira, considerada uma nova fronteira de desenvolvimento energético e econômico. A iniciativa visa apoiar as gestões municipais na implementação de práticas estruturadas de governança, sustentabilidade e estímulo a negócios vinculados à economia azul, fortalecendo a capacidade local de atrair investimentos e promover desenvolvimento sustentável.
O seminário é promovido pela ABEEMAR, entidade que representa empresas de apoio marítimo no Brasil e atua na defesa de um ambiente regulatório mais eficiente e competitivo. A associação tem ampliado sua atuação institucional por meio de eventos e iniciativas que conectam indústria, governo e academia. O SEM São Luís é correalizado pelo Sebrae e FIEMA e conta com o apoio da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro, do Instituto CO.NFLUIR, da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) e do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).
As inscrições para o 7° Seminário Economia do Mar já estão abertas e devem ser feitas no Sympla pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/sem-seminario-economia-do-mar-edicao-nacional-em-sao-luiz-ma/3396568.
Informação: Fiema
O município de Caxias deu um passo histórico rumo à ampliação de sua infraestrutura de bem-estar e desenvolvimento social. Nesta quarta-feira (22), o presidente do Sistema Fecomércio-MA, Maurício Feijó, e a diretora regional do Sesc Maranhão, Rutineia Amaral, realizaram a cerimônia de lançamento das obras da nova unidade do Sesc na cidade. A solenidade reuniu autoridades políticas, lideranças empresariais e membros da diretoria do Sistema.
Com um investimento robusto, que ultrapassa a marca dos R$ 50 milhões, o complexo moderno será um dos maiores polos de promoção de qualidade de vida do interior do estado, oferecendo serviços de excelência em educação, saúde, cultura, lazer e assistência.
A cerimônia contou com a participação do prefeito de Caxias, Gentil Neto, reforçando a parceria entre o poder público e o Sistema S. Também prestigiaram o evento o presidente do Sindilojas Caxias e diretor da Fecomércio, Ivan Ferreira, os deputados estaduais Adelmo Soares e Cláudia Coutinho, além de uma comitiva formada pelos gestores da Fecomércio-MA, Sesc, Senac e conselheiros do Sesc e Senac.
Durante a solenidade, o presidente da Fecomércio Maranhão, Maurício Feijó, destacou que o lançamento desta grandiosa obra reafirma o compromisso do Sistema Comércio em converter o esforço do empresariado do setor em um legado de bem-estar, progresso e oportunidades concretas para os trabalhadores do comércio e suas famílias.
"Com esta nova estrutura, vamos potencializar nosso alcance e levar a excelência dos nossos serviços. Nossa presença em Caxias, consolidada desde a década de 50, ganha agora um novo capítulo. Estamos entregando um equipamento moderno, pensado estrategicamente para promover cidadania e transformar a realidade da comunidade caxiense.", declarou a diretora regional do Sesc Maranhão, Rutineia Amaral.
Nova sede
A nova sede, localizada no endereço Praça Magalhães e Almeida, nº 800, Bairro Centro, apresenta terreno superior a 4.400 m², o projeto prevê mais de 9.300 m² de área construída, dobrando a capacidade de atendimento e modernizando os serviços oferecidos aos trabalhadores do comércio, seus dependentes e à comunidade em geral.
A nova unidade foi projetada para ser um centro de referência em diversas áreas. A estrutura oferecerá um moderno Cine Teatro com capacidade para 240 pessoas, consultórios odontológicos de última geração, ginásio poliesportivo, um parque aquático completo (adulto e infantil), salas para Educação Infantil, espaços dedicados a atividades para a terceira idade e um restaurante industrial de ponta para atender às demandas locais. A previsão de entrega do empreendimento é de três anos.
Informação: Sesc MA

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