Equilíbrio ecológico é condição básica para a sobrevivência econômica no munícipio
RAPOSA - Cercada por manguezais, igarapés, praias, braços de mar e áreas de pesca artesanal, a cidade de Raposa, na Região Metropolitana da Grande São Luís, construiu sua história e sua economia a partir de uma relação intensa com a natureza. O turismo de base comunitária, a pesca e a mariscagem influenciam o modo de vida local e ao mesmo tempo tornam o território vulnerável a impactos ambientais, como o causado por descarte inadequado de resíduos. Juntos, SENAI-MA e Petrobras abraçaram a comunidade com o objetivo de transformar resíduos da juçara e do coco verde em empreendedorismo social.
O projeto “Fortalecimento de Cadeias Produtivas do Amapá, Pará e Maranhão para a Promoção da Bioeconomia na Amazônia Legal”, uma realização do SENAI em parceria com a Petrobras, tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico sustentável nesses estados. A iniciativa tem como público-alvo comunidades características de cada localidade atendida, como pescadores, quilombolas, povos indígenas e tradicionais.
No Maranhão, as ações atendem comunidades do Maracanã e Estiva, em São Luís; da Pindoba, em Paço do Lumiar, e da Raposa com atividades produtivas relacionadas ao coco verde e à juçara. As capacitações são em áreas como Educação Ambiental; Boas Práticas de Fabricação de Alimentos; Processos Construtivos de Alvenaria; Técnicas de Panificação e Produção de Biscoitos, além de Empreendedorismo Social e Economia Circular.
TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICA - Além das capacitações, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Maranhão (SENAI-MA) está desenvolvendo tecnologias sustentáveis e inovadoras a partir dos resíduos do coco verde e da juçara. Essas soluções serão transferidas para as comunidades assistidas. Entre os produtos estão: pasta coagulante para tratamento de água produzida a partir da casca do coco verde; filtro ecológico com resíduos do coco e da juçara; pães elaborados com o mesocarpo do coco verde, pães funcionais produzidos com água de coco e biscoito artesanal de juçara; além de tijolos ecológicos sem queima produzidos a partir da resina natural do coco e com queima utilizando cinzas do coco e os caroços da juçara.
Moradores do município de Raposa foram certificados na quarta turma de Educação Ambiental do projeto. O ecossistema costeiro característico da cidade molda o jeito de vida da comunidade e ao mesmo tempo que revela potencial gera preocupação quanto a questões ambientais. Empreendedora no setor de turismo há mais de uma década, Silvia Regina dos Santos Rocha descreve Raposa como um território formado por manguezais contínuos, croas, praias e ilhas acessadas por pequenas embarcações, onde cada parada do passeio que ela e outros pequenos empresários realizam depende da qualidade ambiental do local. “Sem preservação, não tem passeio, não tem peixe e não tem sustento”, resume.
A percepção se repete na fala da pescadora Cíntia Reis dos Santos, que aponta a redução de espécies como sarnambi, sururu, camarão e peixe nos últimos anos. Para ela, que integrou a turma de Educação Ambiental, a escassez está associada tanto às mudanças naturais do ambiente quanto à ação humana, especialmente ao acúmulo de lixo nas praias e nos mangues. Em um ecossistema dinâmico com grande variação nos níveis das marés, o plástico e outros resíduos passam a interferir diretamente na reprodução das espécies e na segurança alimentar da população.
MULTIPLICAÇÃO DE SABERES - O que aprendem nos cursos, as alunas unem a saberes prévios repassados pelos seus avós e pais e devolvem à comunidade. É o caso da pedagoga Josiane da Silva Rodrigues, que ampliou esse olhar ao conectar meio ambiente e educação. Moradora de Raposa há quase três décadas, ela relata que o curso de Educação Ambiental despertou uma nova consciência sobre o papel de espécies nativas, como a juçara e o buriti, na manutenção da qualidade da água. O aprendizado se transformou em ação prática.
“Entendi por que a água ficou escassa nas terras do meu pai, que reside em outro município, e por isso já começamos o replantio de juçara. Também ampliei o meu olhar sobre o reaproveitamento de resíduos e na transmissão de conhecimento aos meus alunos da educação infantil, que passam a reconhecer o cuidado ambiental como parte do cotidiano”, resumiu a pedagoga.
Esses relatos ajudam a desenhar o mosaico ambiental de Raposa: um município costeiro em que manguezais funcionam como berçários naturais, o mar sustenta trabalho e cultura, e o equilíbrio ecológico é condição básica para a sobrevivência econômica. Também evidenciam um desafio comum: a cultura do descarte, intensificada nos últimos anos, que ameaça a base natural da cidade.
A instrutora do SENAI‑MA na área de Alimentos, Kellen Luz, explica que cada território atendido pelo projeto possui características próprias. Enquanto o Maracanã, em São Luís, tem na juçara um marco cultural e produtivo, Raposa apresenta uma identidade fortemente ligada ao coco verde, presente tanto nos coqueirais quanto no comércio de água de coco e no setor de serviços ligados à praia. “Entender essas diferenças é essencial para que as soluções tecnológicas desenvolvidas dialoguem com o território e fortaleçam as vocações locais”, explicou Kellen.
No curso de Educação Ambiental, que funciona como porta de entrada do projeto, os participantes são convidados a repensar a relação com os resíduos. Cascas de coco, caroços de juçara e materiais plásticos anteriormente descartados passam a ser discutidos como insumos para novos produtos. A formação aborda desde noções de preservação dos manguezais até economia circular, reaproveitamento de materiais e possibilidades de empreendedorismo comunitário.
Para as alunas da Raposa, o impacto mais profundo do projeto está na circulação do conhecimento. A informação recebida no curso não permanece restrita à sala de aula. É levada para o barco, para a escola, para casa, para a igreja e para a vizinhança. O aprendizado se transforma em orientação aos turistas, em atividade pedagógica com crianças, em conversa entre pescadores e em pequenas mudanças de hábito que, somadas, ajudam a proteger o território. Em Raposa, onde a vida depende diretamente da saúde dos manguezais, do mar e das praias, a transmissão de conhecimento ajuda a garantir trabalho, renda e um futuro mais sustentável sem romper com a identidade do lugar.
O projeto “Fortalecimento das Cadeias Produtivas do AP, PA e MA para a Promoção da Bioeconomia na Amazônia Legal” é uma iniciativa em parceria com a Petrobras, por meio do seu Programa Petrobras Socioambiental, que apoia iniciativas socioambientais voltadas à promoção da inclusão produtiva, da sustentabilidade e do desenvolvimento local.
Informação: Fiema
Premiação inédita acontecerá no dia 06 de maio e reunirá cultura, gastronomia e impacto social, com renda destinada ao Favela 3D, da Gerando Falcões
O Centro de Promoção Artesanal do Maranhão (Ceprama), em São Luís, será palco de um evento beneficente que celebra o protagonismo feminino no empreendedorismo cultural. Idealizada pela empreendedora social Thaynara OG, a iniciativa acontece em 06 de maio e é uma das novidades da edição deste ano do São João da Thay. A homenagem reverenciará, de forma simbólica e permanente, o legado de Zelinda Lima, escritora e pesquisadora do folclore e da cultura popular do Maranhão. O encontro reunirá convidados para uma noite especial de homenagens, experiências gastronômicas e apresentações culturais, com início às 20h e término previsto para meia-noite.
Com 100% da renda arrecadada destinada para a ONG Gerando Falcões, que atua na transformação de favelas, o evento contará ainda com a presença do fundador da organização, o empreendedor social Edu Lyra, reforçando o propósito solidário da iniciativa.
A programação inclui, além de Zelinda, homenagens à Rosa Reis, Regina Avelar e Maria do Amparo, três mulheres empreendedoras da cultura, que serão reconhecidas por suas trajetórias e contribuições. Durante a cerimônia, uma delas será escolhida pelo público para receber um troféu especial.
Além das premiações, a noite contará com um jantar temático assinado pela chef Celia Rossetti, com foco na culinária maranhense, valorizando ingredientes e tradições locais. A programação cultural inclui apresentação do Boi de Morros, um dos mais tradicionais e reconhecidos grupos de bumba meu boi do Maranhão, e um pocket show especial com as artistas Lucy Alves e Alcione.
“O evento nasce com o propósito de reconhecer mulheres que transformam a cultura por meio do empreendedorismo, ao mesmo tempo em que promove impacto social concreto. É uma celebração com propósito, onde cada detalhe contribui para uma causa maior”, destaca Thaynara OG, fundadora do evento e do São João da Thay.
Para Edu Lyra, Fundador e CEO da ONG Gerando Falcões, a parceria vai além do apoio financeiro e representa a chance real de transformar vidas. “O Favela 3D nasceu para romper o ciclo da pobreza, promovendo dignidade, desenvolvimento e oportunidades concretas para as famílias das favelas e periferias. Ver a cultura e a solidariedade se unirem em prol dessa causa no Maranhão reforça a certeza de que, juntos, podemos acelerar a construção de um país mais justo e humano”, comenta Edu Lyra.
A iniciativa reforça o compromisso do São João da Thay com ações que unem cultura, solidariedade e transformação social, ampliando o alcance de causas relevantes por meio de experiências memoráveis.
Vale lembrar que, pela primeira vez, o SJT será em Imperatriz, sul do Maranhão, em um movimento de Thaynara para dar visibilidade e incentivo a outras regiões do estado.
Informação: Assessoria de Comunicação
SÃO LUÍS- O Maranhão será palco de uma grande mobilização esportiva na próxima sexta-feira (1º), com a realização da 2ª Corrida Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI), que acontecerá simultaneamente em cinco municípios: São José de Ribamar, Açailândia, Caxias, Imperatriz e Rosário. A iniciativa integra uma ação nacional promovida em 25 estados e no Distrito Federal, reunindo mais de 60 mil participantes em todo o país.
Com o tema “Correr é para todos”, a edição de 2026 reforça a proposta de inclusão, incentivo à prática de atividade física e promoção da saúde entre trabalhadores da indústria e a comunidade em geral. No estado, a programação contempla provas de 5 km e 10 km, além de caminhada de 3 km, permitindo a participação de diferentes perfis, desde iniciantes até atletas mais experientes.
A corrida também estimula o engajamento do setor produtivo, com reconhecimento às empresas que mobilizarem maior número de colaboradores inscritos, conforme critérios definidos pelo Departamento Regional. A ação fortalece a integração entre indústria e iniciativas voltadas ao bem-estar coletivo.
Outro destaque é o caráter social do evento. Os alimentos arrecadados durante a mobilização serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade. Na edição anterior, a iniciativa resultou na arrecadação de mais de 59 toneladas de mantimentos, beneficiando mais de 100 instituições em todo o Brasil.
A realização é do Conselho Nacional do SESI (CN-SESI), em parceria com os Departamentos Regionais, consolidando uma atuação articulada do Sistema Indústria.
SERVIÇO
Evento: 2ª Corrida Nacional do SESI
Data: 1º de maio de 2026 (sexta-feira) – Dia do Trabalhador
Horário das largadas: 6h30
Cidades participantes no Maranhão: São José de Ribamar; Açailândia; Caxias; Imperatriz e Rosário
São José de Ribamar
Largada: Unidade de Promoção da Saúde SESI Araçagi
Endereço: Avenida dos Marinheiros, s/n – Araçagi
Entrevistados: Edilson Baldez, diretor regional do SESI-MA e presidente da FIEMA; Regina Sodré, superintendente regional da FIEMA e competidores industriários e comunidade
Açailândia
Largada: SESI Açailândia
Endereço: Rua Alzino Pereira de Oliveira, s/n – Vila Bom Jardim
Entrevistados: Patrícia Barros, gerente do SESI Açailândia e competidores industriários e comunidade
Caxias
Largada: SESI Caxias
Endereço: Rua Loreto, s/n – Residencial Hélio Queiroz
Entrevistados: Deliane Mendes, gerente do SESI Caxias e competidores industriários e comunidade
Imperatriz
Largada: Praça da Bíblia
Endereço: s/n – Bairro Bacuri
Entrevistados: Amparo Alencar, gerente do SESI Imperatriz e competidores industriários e comunidade
Rosário
Largada: Câmara Municipal de Rosário
Endereço: Praça Getúlio Vargas
Entrevistados: Leidyane Coelho, gerente do SESI Rosário e competidores industriários e comunidade
Informação: Fiema
O Senac Maranhão realizou, na última terça-feira (27), o Encontro com o Mercado, evento que marcou a apresentação do projeto integrador e o encerramento da turma do curso de Cozinheiro. A iniciativa reuniu empresários da gastronomia, hotelaria e turismo no Restaurante-Escola, promovendo um ambiente de diálogo entre o setor produtivo e novos profissionais preparados para ingressar no mercado.
Durante a programação, os alunos apresentaram projetos desenvolvidos a partir da metodologia do projeto integrador, que articula teoria e prática na solução de desafios reais. A culminância evidenciou não apenas o domínio técnico, mas também a capacidade de inovação e visão profissional dos concludentes, reforçando o compromisso da instituição com uma formação alinhada às demandas contemporâneas.
Com o tema “Do excesso ao essencial: o novo olhar sobre o açúcar e o sal”, o projeto trouxe uma abordagem voltada à alimentação mais equilibrada, destacando o uso consciente desses ingredientes na cozinha. Como resultado, os alunos elaboraram e prepararam um cardápio de degustação com redução de até 2/3 de sal e açúcar, sem comprometer sabor e qualidade. Foram servidos como entrada uma salada de quinoa — um mix nutritivo de grãos de quinoa real com vegetais sazonais e ervas frescas; como prato principal, supremo de frango grelhado, preservando sua maciez natural e finalizado com ervas aromáticas; e, nas sobremesas, bolo de banana e mousse de sapoti, fruta regional de textura aveludada.
O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac no Maranhão, Maurício Feijó, destacou a relevância da qualificação profissional como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico, ressaltando que o investimento contínuo em educação fortalece a competitividade do setor e amplia oportunidades para profissionais capacitados.
Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira no Maranhão (ABIH/MA), Joaquim Neto, enfatizou a importância da aproximação entre instituições de ensino e o mercado, apontando que a crescente demanda por mão de obra qualificada torna iniciativas como essa fundamentais para suprir as necessidades do setor e impulsionar a excelência dos serviços.
As oportunidades são destinadas para estudantes de diferentes níveis de ensino
SÃO LUÍS – O Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MA) está com 132 vagas de estágio abertas para os níveis médio, técnico e superior. Com o objetivo de promover a inserção de estudantes no mercado de trabalho, as oportunidades contemplam instituições em Açailândia, Balsas, Imperatriz, São José de Ribamar e São Luís.
As vagas abrangem diversos eixos de formação superior e técnica, com bolsas-auxílio entre R$ 500,00 e R$ 1.686,00. Entre os destaques estão as áreas de gestão e comunicação, com vagas para alunos de Administração, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Marketing, Relações Públicas, Comunicação Social, Gestão Comercial e de Recursos Humanos, Gestão Financeira.
Para o setor tecnológico e de infraestrutura, as vagas incluem Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, Arquitetura e Urbanismo, além de Engenharia Civil. Também há oportunidades para as áreas de Logística e Processos Gerenciais, Arquivologia e Museologia, Direito, Pedagogia, Enfermagem, Educação Física, Segurança do Trabalho. As áreas de Mecânica, Elétrica, Eletromecânica, Eletrônica e/ou Eletrotécnica também estão contempladas.
Para participar, o estudante deve acessar o portal IEL Carreiras. Na plataforma oficial, estão disponíveis todas as informações sobre o processo seletivo, como o perfil das empresas, horários de estágio e os pré-requisitos para cada vaga.
Informação: Fiema
Ação nacional movimenta o Dia do Trabalhador
São Luís - O Maranhão entra no circuito da 2ª Corrida Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI) com programação simultânea em cinco municípios no próximo dia 1º de maio. A iniciativa, que marca o Dia do Trabalhador, será realizada em São José de Ribamar, Açailândia, Caxias, Imperatriz e Rosário, consolidando o estado como um dos polos de mobilização da atividade no país.
Com mais de 60 mil inscritos em todo o território nacional, a ação ocorre de forma integrada em 25 estados e no Distrito Federal. A proposta é ampliar o acesso ao esporte, estimular hábitos saudáveis e fortalecer a qualidade de vida de trabalhadores e da população em geral.
No Maranhão, as largadas estão previstas para as 6h30, com percursos de 5 km e 10 km, além de caminhada de 3 km, contemplando diferentes perfis de participantes. A diversidade de modalidades busca incentivar desde iniciantes até corredores experientes, promovendo inclusão e engajamento social.
A edição de 2026 traz como lema “Correr é para todos”, reforçando o compromisso com a democratização da prática esportiva. A mobilização também envolve empresas industriais, que serão reconhecidas conforme o número de colaboradores inscritos, fortalecendo a integração entre setor produtivo e ações de bem-estar.
Outro eixo relevante da iniciativa é o impacto social. Os alimentos arrecadados durante o evento serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade. Na primeira edição, a campanha nacional resultou na doação de mais de 59 toneladas de mantimentos, beneficiando diversas instituições.
Para a superintendente regional do SESI-MA, Regina Sodré, a realização simultânea nas cidades maranhenses amplia o alcance da proposta. “A Corrida Nacional do SESI representa mais do que uma atividade esportiva. É uma ação que conecta saúde, inclusão e solidariedade. No Maranhão, conseguimos levar esse movimento a diferentes regiões, incentivando a participação da indústria e da comunidade em um propósito coletivo de qualidade de vida”, destacou.
A Corrida Nacional do SESI é correalizada pelo Conselho Nacional do SESI e pelos Departamentos Regionais, evidenciando a atuação integrada do Sistema Indústria em todo o país.
Informação: Fiema
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) informa que, nesta sexta-feira (1º de maio), feriado do Dia do Trabalho, o comércio lojista de São Luís estará fechado.
A decisão segue o que está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre a Fecomércio-MA e o sindicato da categoria, com o objetivo de garantir o descanso dos trabalhadores e permitir as comemorações da data.
Regras para atividades essenciais como farmácias, supermercados e postos de combustíveis devem ser consultadas com os sindicatos das categorias.
Informação: Fecomércio-MA
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