quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Fernando Bosner, da importadora de vinhos Hannover, que veio do RS para o evento, entre os anfitriões Beto Soares e Werter Bandêira.

Uma noite de celebração, memórias e agradecimentos marcou os 13 anos da Villa do Vinho Bistrô. O empresário Werter Bandêira, à frente da casa, reuniu parceiros, colaboradores e alguns de seus principais clientes para comemorar, em clima intimista, a trajetória do restaurante, loja de vinhos e espaço de eventos que se consolidou no mercado de São Luís.

Werter Bandêira e Beto Soares com o competente staff da Villa do Vinho Bistrô, celebrando os 13 anos do restaurante.

A programação começou com a exibição de um emocionante vídeo-documentário que revisitou momentos importantes da história da Villa do Vinho e marcada pela inovação, pela capacidade de adaptação e pela superação de desafios.

Beto Soares e Werter Bandêira recebendo o casal José Domingues e Danielle Vieira, Nedilson Machado e Adriana Vieira nos 13 anos do restaurante.

Entre os capítulos relembrados esteve o pioneirismo da Villa do Vinho na realização dos mini weddings, formato que ganhou espaço e virou tendência na cidade. O documentário também recordou um dos períodos mais desafiadores para o setor de gastronomia: a pandemia da Covid-19. Mesmo com o fechamento temporário do restaurante, Werter conseguiu, com trabalho e determinação, manter o negócio e atravessar aquele período sem demitir nenhum funcionário.

Jackson Moura e Werter Bandêira.

A celebração reservada aos convidados contou ainda com uma degustação exclusiva de vinhos da Hannover Importadora. A ocasião ganhou um significado especial com a presença de Fernando Bosner, da Hannover Importadora (RS), primeiro parceiro comercial da Villa do Vinho, que veio especialmente a São Luís para participar da comemoração e celebrar os 13 anos de sucesso da casa.

O empresário Werter Bandêira com a cliente especial Mayara Castro, agraciada com um espumante personalizado.

Outro momento da noite foi dedicado aos agradecimentos. Werter Bandêira e Beto Soares reconheceram a confiança dos principais clientes corporativos, a importância de parceiros comerciais, como o iFood, e a dedicação dos colaboradores que fazem parte dessa história.

Os anfitriões da Villa do Vinho Beto Soares e Werter Bandêira entre os pastores Cícero Veras e Janaína Cristine.

A música também esteve presente na celebração. O saxofonista Edu Sax abriu as apresentações musicais, seguido por um pocket show do cantor Mário Filho, completando a programação preparada para os convidados.

Marcos Menezes e Gabrielle Castro.
Ynnis Carvalho (IFood) e Elmo Gedeon.
A cerimonialista Simone Castilho com a irmã Gisela Brandão.

 

Informação: InterMídia Comunicação Integrada 

 Os realizadores do Expolog Day São Luís: Carlos Maia (Termaco Logística), Enid Câmara (Prática Eventos), Rakel Murad (Pres. ZPE-MA) e Cauã Aragão (Pres. Investe Maranhão).


A posição estratégica do Maranhão no Arco Norte, a infraestrutura diferenciada do Porto do Itaqui e a implantação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE MA) colocaram o Estado no centro das discussões sobre novos corredores logísticos, atração de investimentos e ampliação da competitividade brasileira durante o Expolog Day São Luís, realizado na última terça-feira (1º), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA).
Ted Lago e José Domingues Neto, Secretário Adjunto da SEDEPE.

Realizado pela Prática Eventos de Enid Câmara, com patrocínio da Termaco Logística e Tecer Terminais e apoio local da ZPE Maranhão, Investe Maranhão, FIEMA e EMAP – Porto do Itaqui, o encontro reuniu executivos, empresários, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas para uma tarde de debates sobre os caminhos para conectar de forma ainda mais competitiva Maranhão, Ceará, Brasil e mercado internacional.

 Jefferson Bandeira e André Carmelo (Operadora Maxx).

O Expolog Day São Luís antecede a grande feira Expolog 2026, que será realizada em novembro, no Ceará, numa promoção do Diário do Nordeste, Instituto Future e Setcarce, com realização da Prática Eventos e correalização da Câmara Brasil Portugal no Ceará.

Membros da recém-criada Câmara de Comércio Brasil – Portugal: Ted Lago (Conselheiro Fiscal), o Presidente Júlio Moreira Gomes Filho, Adriana Vieira (Dir. Comunicação e MKT), Paulo Salvador (Dir. Planejamento Estratégico) e Nuno Gustavo (Dir. Vice Presidente).

O encontro em São Luís marcou a primeira realização de uma edição do Expolog Day fora do Ceará e buscou aproximar dois Estados que ocupam posições relevantes na estrutura logística do Nordeste.

O Presidente do SEBRAE-MA Celso Gonçalo com a Ger. de Planejamento e Negócios do Porto do Itaqui Luciana Kuzolitz.

A Presidente da EMAP – Porto do Itaqui Oquerlina Costa com as irmãs Danielle e Adriana Vieira (InterMídia).

Benjamin Alves (Termaco) e Rogério Ferreira (Investe Maranhão).

Daniel Filho, Benjamin Alves e Fernando Duailibe.

Roberto Bastos (FIEMA) com Francisco Perez Soares.

 

Informação: InterMídia Comunicação Integrada 

FOTOS – DIVULGAÇÃO (INTERMÍDIA)

Realizado no município de Raposa, “Alinhavando Memórias” reúne rendeiras, bordadeiras, artesãos, estudantes e comunidade; primeira ação do projeto já foi realizada em agosto.

RAPOSA – O Tecendo Redes Culturais nasce do reconhecimento de uma rede cultural que já existe e se movimenta nos territórios maranhenses. Realizado pelo Pontão de Cultura Instituto Maranhão Sustentável (IMAS) + Casa d’Arte, o projeto atua em São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e Alcântara, aproximando iniciativas, grupos, coletivos e pessoas que produzem e mantêm a cultura viva em suas comunidades.

Selecionado pelo Edital nº 008/2025/SECMA/PNAB – Fomento a Projetos Continuados de Pontões de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão, o projeto integra a política de fortalecimento da Rede Cultura Viva e propõe ações de formação, intercâmbio, comunicação e produção de memória a partir das experiências já existentes nos territórios.

A dimensão dessa rede ajuda a compreender a importância desse movimento. Dados atualizados pelo Ministério da Cultura em agosto de 2026 apontam que o Brasil possui 16.817 Pontos de Cultura e 892 Pontões de Cultura, totalizando 17.709 iniciativas certificadas. No Maranhão, o projeto registra atualmente 857 Pontos e Pontões de Cultura cadastrados, reunindo experiências ligadas às culturas populares, conhecimentos tradicionais, cultura e educação, juventude, mulheres, direitos humanos, meio ambiente, economia criativa e outras áreas.

É nesse cenário que acontece a próxima ação do Tecendo Redes Culturais. No dia 12 de setembro, o Casa d’Arte, no município de Raposa, recebe o Encontro de Saberes – Alinhavando Memórias, das 8h às 12h, que reunirá mulheres guardiãs de saberes tradicionais, artesãos, estudantes e comunidade para compartilhar técnicas, histórias e conhecimentos transmitidos entre gerações.

“O que nossas mãos aprenderam com quem veio antes?” é a pergunta que atravessa a atividade. Renda, bordado, tessituras e diferentes modos de fazer serão apresentados não apenas como técnicas, mas como conhecimentos que carregam histórias, identidades e memórias dos territórios.

Participam do encontro integrantes da Associação das Rendeiras Bilro de Ouro, bordadeiras do Boi da Floresta e do Bumba Meu Boi de Leonardo, além dos artesãos convidados Graça Maria, Telma Lopes e Marcos Ferreira, da Desalinho, e representantes da comunidade.

A proposta não é realizar uma oficina convencional. Participantes e estudantes poderão circular, observar, conversar e conhecer diferentes processos, materiais, técnicas e modos de fazer diretamente com quem mantém essas práticas vivas.

A programação também contará com uma roda de articulação cultural e uma conversa sobre produção, comercialização, geração de renda e sustentabilidade das práticas culturais. A ideia é colocar em diálogo diferentes experiências e identificar demandas comuns, possibilidades de parceria e caminhos para fortalecer a circulação desses saberes.

Um projeto que já começou

O encontro de setembro será a segunda ação do Tecendo Redes Culturais. A primeira já foi realizada em agosto, também no município de Raposa, com a oficina “Cinema e comunicação originária: formas de recriar a existência”, na Escola Municipal Maria Rosa Reis Trindade.

Conduzida por Layo Amõkanewy, indígena da etnia Kariú Kariri, cineasta, mestre em Cartografia Social e Política da Amazônia, Dubohery e professor de cultura e língua indígena, a atividade reuniu estudantes em uma experiência de formação sobre comunicação, audiovisual e produção de narrativas a partir do próprio território.

Durante a oficina, os participantes tiveram contato com noções básicas de comunicação e produção audiovisual e trabalharam a elaboração de roteiros conectados às histórias reais do cotidiano. Pessoas, lugares, acontecimentos e memórias próximas de suas experiências foram utilizadas como ponto de partida para pensar o território como matéria-prima para o cinema e para a comunicação.

A atividade também provocou uma reflexão sobre quem conta as histórias dos territórios e como essas histórias são representadas, valorizando as perspectivas de quem vive essas realidades.

Para Luzenice Macedo, coordenadora geral do projeto, o objetivo é fortalecer experiências culturais que já existem nas comunidades. “A Cultura Viva já acontece nos territórios. O que queremos é fortalecer essas experiências, criar oportunidades para que elas dialoguem e fazer com que os saberes produzidos por esses grupos possam ser reconhecidos, registrados e compartilhados”, explica.

Essa perspectiva também orienta a metodologia do projeto. Para Claudia Marreiros, coordenadora metodológica, cada atividade deve produzir algo que permaneça depois do encontro. “Não queríamos trabalhar com oficinas que terminassem quando a atividade acabasse. A ideia é que cada encontro seja também um espaço de produção de conhecimento, de fortalecimento dos vínculos e de construção de registros que possam continuar circulando e inspirando outras comunidades”, afirma.

Entre memória, território e futuro

A sequência das primeiras ações revela o percurso proposto pelo Tecendo Redes Culturais. Em agosto, estudantes foram convidados a olhar para o próprio território e transformá-lo em narrativa por meio do audiovisual. Em setembro, a proposta é aproximar diferentes gerações para conhecer os saberes que atravessam o tempo e permanecem vivos nas mãos de quem os pratica.

Formação, comunicação, memória e intercâmbio fazem parte de um mesmo movimento: reconhecer o que já existe, aproximar quem faz cultura e criar espaços para que os conhecimentos produzidos nos territórios continuem circulando.

Ao conectar São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e Alcântara, o projeto busca fortalecer vínculos entre diferentes experiências culturais e ampliar as possibilidades de colaboração entre grupos, coletivos, mestres, mestras, estudantes e comunidades.

No município de Raposa, essa articulação ganha uma nova forma em setembro. Muitos dos conhecimentos que ajudam a contar a história cultural do Maranhão não estão apenas nos livros ou nos arquivos. Estão nas práticas cotidianas, nas histórias compartilhadas e nos saberes transmitidos entre gerações.

É a partir dessa perspectiva que o Tecendo Redes Culturais realiza sua próxima atividade, reunindo diferentes gerações em torno da valorização e da transmissão desses conhecimentos. A ação integra a programação do projeto e amplia o espaço para a escuta, a troca de experiências e o reconhecimento das práticas culturais presentes no território. A proposta é entender como esses saberes continuam sendo produzidos, compartilhados e transformados no presente.


SERVIÇO

Projeto: Tecendo Redes Culturais;

Ação: Encontro de Saberes – Alinhavando Memórias;

Data: sábado, dia 12 de setembro de 2026, das 8h às 12h;

Local: Casa d’Arte – município de Raposa (MA);

Participantes: Associação das Rendeiras Bilro de Ouro; bordadeiras do Boi da Floresta e do Bumba Meu Boi de Leonardo; artesãos Graça Maria, Telma Lopes e Marcos Ferreira, da Desalinho; estudantes e comunidade;

Área de abrangência do projeto: São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e Alcântara;

Realização: Instituto Maranhão Sustentável (IMAS) e Casa d’Arte;

Comitê Gestor: Instituto Maranhão Sustentável (IMAS), Casa d’Arte, Grêmio Recreativo Libertos na Noite, Tapete Criações Cênicas, Grupo Passo Livre e Sociedade Junina Turma de São João Batista – Boi da Floresta;

Objetivo: Fortalecer a Rede Cultura Viva por meio de ações de formação, encontros territoriais, laboratórios colaborativos, comunicação e produção de memória;

Primeira ação realizada: Oficina “Cinema e comunicação originária: formas de recriar a existência”, realizada em agosto na Escola Municipal Maria Rosa Reis Trindade, no município de Raposa;

Fomento: Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Edital nº 008/2025/SECMA/PNAB – Fomento a Projetos Continuados de Pontões de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão;

Coordenação de Comunicação: Lanna Luz;

Informação: Assessoria de Imprensa 

Interpretar sintomas sem avaliação profissional aumenta o risco de automedicação, ansiedade e atraso no tratamento 

Você digita uma lista de sintomas em uma ferramenta de  inteligência artificial e, em segundos, recebe uma lista de possíveis doenças. A rapidez e a praticidade fizeram da IA uma espécie de "médico de bolso" para muitas pessoas. Pode parecer uma forma prática de entender o que está acontecendo com o corpo, mas o problema começa quando essas respostas passam a ser tratadas como um diagnóstico e substituem a avaliação de um profissional de saúde. 

A enfermeira e professora do IDOMED São Luís, Erika Chirley Chaib Araújo, explica que a inteligência artificial pode até fornecer informações úteis, mas não consegue considerar todos os aspectos necessários para identificar uma doença com segurança. “A inteligência artificial não substitui a avaliação clínica. Entre os principais riscos estão as interpretações incorretas dos sintomas, a falta de consideração do histórico de saúde e dos fatores individuais, além da possibilidade de gerar ansiedade desnecessária por um diagnóstico incorreto ou transmitir uma falsa segurança por minimizar uma situação que é de risco”, explica.

Ou seja: a falsa sensação de segurança oferecida pelo “diagnóstico” da IA pode fazer com que a pessoa adie a procura por atendimento, permitindo que uma doença avance sem o tratamento adequado. Por outro lado, a apresentação de várias hipóteses graves também pode aumentar a preocupação diante de sintomas que podem muito bem estar relacionados a condições mais simples.

Outro risco do autodiagnóstico é que muitos sintomas são considerados inespecíficos. Febre, cansaço, dor de cabeça e dor no peito, por exemplo, podem aparecer tanto em situações leves quanto em problemas que exigem atendimento imediato.

Para chegar a um diagnóstico, o profissional avalia não apenas o sintoma relatado, mas também o histórico clínico, a idade, os fatores de risco, o uso de medicamentos e os resultados do exame físico. Dependendo do caso, também podem ser solicitados exames complementares. “Essas informações permitem uma avaliação individualizada, algo que uma ferramenta de inteligência artificial, isoladamente, não consegue realizar”, destaca Erika.

AUTOMEDICAÇÃO

Outro risco é que, ao acreditar que já identificou o problema, a pessoa também pode recorrer a medicamentos por conta própria. Segundo a professora, essa prática pode mascarar sintomas, causar reações adversas, provocar interações medicamentosas e até agravar a doença. Além disso, o atraso na procura por atendimento pode favorecer a progressão do quadro, aumentar o risco de complicações e reduzir as chances de um tratamento eficaz.

Isso não significa que a inteligência artificial não possa ser utilizada para buscar informações sobre saúde. A tecnologia pode ajudar na educação em saúde, no esclarecimento de dúvidas e na identificação da necessidade de procurar atendimento. No entanto, as informações recebidas devem ser vistas como orientações gerais, e não como uma conclusão médica.

Alguns sintomas não devem ser avaliados apenas por ferramentas digitais. É necessário buscar atendimento de urgência diante de sinais como dor intensa no peito, falta de ar, perda de consciência, convulsões, sangramento intenso, fraqueza súbita ou dificuldade para falar. Febre persistente acompanhada de piora do estado geral, assim como qualquer sintoma grave ou que evolua rapidamente, também exige avaliação profissional.

“A inteligência artificial nunca deve substituir a consulta. Em situações de urgência, o atendimento não pode ser adiado”, conclui a professora.

Informação: Cores Comunicação

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Em cartaz na Galeria Trapiche até o final do mês, iniciativa patrocinada pela Petrobras realiza intervenções gratuitas com renomados artistas amazônicos sobre arte, território e meio ambiente.

SÃO LUÍS — As vozes e as inquietações criativas da Amazônia Legal ganham destaque especial na capital maranhense. Apresentado pelo Ministério da Cultura e viabilizado com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, o projeto da exposição itinerante "Além dos Verdes" anuncia uma programação imperdível para esta quinta-feira, dia 10 de setembro (10/09), promovendo uma conexão sensível e reflexiva com a salvaguarda e a biodiversidade de nossos territórios.

A agenda de atividades formativas e artísticas terá início às 14h com a instigante Performance Cultural "Quem matou nossa mãe?", protagonizada pela multiartista e pesquisadora cênica Débora Bararuá e pelo escritor e ator Inácio Sena. Por meio de uma linguagem física e teatral densa, a performance coloca em xeque as ações humanas devastadoras que ameaçam a integridade da floresta e de suas comunidades tradicionais.

Dando sequência aos debates ecológicos e estéticos, às 15h, Débora Bararuá ministrará a palestra "Arte, Amazônia, meio ambiente, patrimônio e identidades culturais". Durante o encontro, a artista afro-ameríndia debaterá a potência das visualidades regionais e das práticas populares como formas vivas de resistência, pertencimento e reflexão sobre a crise climática global.

A exposição Além dos Verdes segue em exibição na Galeria Trapiche até o dia 30 de setembro, com visitação totalmente gratuita e aberta ao público geral. A mostra abriga 37 produções impactantes de 24 criadores da região amazônica, traçando um panorama rico e plural de linguagens que envolvem de pinturas a videoartes.

Para participar da palestra no dia 10/09, as inscrições estão abertas e são totalmente gratuitas, podendo ser efetuadas diretamente através do portal oficial: alemdosverdes.com.br. A performance não precisa de inscrição prévia. Garantindo a democratização do acesso cultural, todas as atividades do dia contarão com a disponibilização de recursos de acessibilidade, incluindo tradução e interpretação simultânea em Libras e equipe de mediação inclusiva.


SERVIÇO:

O quê: Performance "Quem matou nossa mãe?" (14h) e Palestra sobre Arte e Patrimônio (15h)

Quando: 10/09  (quinta-feira), a partir das 14h

Onde: Galeria Trapiche (Av. Pedro II, 241 - Centro, São Luís/MA)

Inscrições para a palestra: https://alemdosverdes.com.br/cursos-e-incricoes/

Classificação: Livre

Informações: https://alemdosverdes.com.br | Instagram: @alemdosverdes 

Informação: Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Especialista do HU-UFMA afirma que tratamento adequado, acompanhamento multiprofissional e atividade física ajudam pacientes a conviver melhor com a doença

São Luís (MA) – Entre 2014 e 2015, Aldenora Ribeiro da Silva, mãe de Milena Silva dos Santos, recebeu o diagnóstico de fibrose cística da filha. Até então, ela nunca havia ouvido falar da condição. “Levei um tempo para aceitar que minha filha tinha uma doença rara. Hoje, já aprendi a conviver, assim como minha filha. Na época, ela tinha 4 anos; hoje, já está com 16. Não é fácil nem para o paciente nem para os familiares. Às vezes, ela se acha cansada, e eu também, mas não devemos perder a esperança”, afirma.

Antes de descobrir o que ela tinha, foram quatro anos de muitas idas e vindas a hospitais de diferentes cidades do Maranhão, diante de quadros de pneumonias que se repetiam desde o nascimento. O diagnóstico correto e o acompanhamento especializado possibilitaram mais qualidade de vida para Milena e sua família.

No Brasil, a incidência da fibrose cística é estimada em cerca de um caso para cada 7 mil nascidos vivos. Segundo dados do Registro Brasileiro de Fibrose Cística, 5.930 pacientes estão cadastrados na plataforma e em acompanhamento nos centros de referência para o tratamento da doença, entre eles, hospitais da HU Brasil.

Além do Dia Mundial da Fibrose Cística, celebrado em 8 de setembro, o mês passa a ser dedicado à conscientização sobre a doença genética que compromete, principalmente, os sistemas respiratório e digestivo.

Entenda a fibrose cística

Lenisse Amorim, pneumologista pediátrica do Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA), onde Milena faz seu acompanhamento, explica que a fibrose cística é causada por alterações no canal CFTR, presente nas células e responsável pelo transporte de água e sal.

“Como esse canal não funciona corretamente, as secreções do corpo ficam com pouca água e, consequentemente, mais espessas. Isso dificulta sua eliminação e, no caso dos pulmões, favorece o crescimento de bactérias, que podem levar à destruição do tecido pulmonar”, explica. A doença pode apresentar manifestações diferentes de uma pessoa para outra. “Existem mais de 2 mil mutações associadas à fibrose cística, levando a diferentes graus de comprometimento da função da proteína CFTR”, ressalta.

Ainda segundo Lenisse, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza um medicamento modulador da CFTR, que atua diretamente sobre a proteína defeituosa, potencializando seu efeito.

Teste do suor é exame padrão-ouro para diagnóstico

Alguns sinais podem levantar a suspeita da doença. Entre eles estão tosse crônica, pneumonias de repetição, inflamação crônica dos seios da face, diarreia recorrente, dificuldade para ganhar peso, baixa estatura e desidratação hipoclorêmica por perda de cloretos no suor, que é muito salgado.

O diagnóstico precoce, feito por meio do teste do suor, considerado o exame padrão-ouro, evita a destruição dos pulmões, pois possibilita prevenir e tratar adequadamente as infecções.

Pessoas com fibrose cística apresentam maior risco de desenvolver infecções pulmonares causadas por microrganismos específicos. Por isso, é fundamental manter a vacinação em dia, adotar medidas de higiene e evitar o contato entre pacientes com fibrose cística, devido ao risco de transmissão desses microrganismos.

Atividade física como aliada

A prática de exercícios físicos também pode contribuir para melhorar a função pulmonar e favorecer a eliminação das secreções respiratórias, auxiliando na limpeza dos pulmões.

Por outro lado, crianças com maior comprometimento pulmonar relacionado à doença podem precisar realizar atividades supervisionadas, devido ao risco de piora dos sintomas, dificuldade respiratória e redução da oxigenação do sangue durante o exercício físico.

É importante ainda fazer o acompanhamento regular em serviços especializados, com equipe multiprofissional formada por médicos, como pneumologistas, gastroenterologistas e pediatras, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais.

Sobre a HU Brasil

O HU-UFMA integra a Rede HU Brasil desde 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação.

Informação: HU-UFMA

Programação digital reúne conteúdos sobre cultura, literatura e curiosidades de São Luís ao longo do mês

Para comemorar os 414 anos de São Luís, o São Luís Shopping promove a campanha digital “São Luís é feita de histórias, lugares e memórias". E o São Luís Shopping faz parte delas”. Ao longo de setembro, pelo menos 11 conteúdos serão publicados nas redes sociais do empreendimento, com histórias, depoimentos e informações que valorizam a cultura e a identidade ludovicense.

Um dos primeiros vídeos da campanha apresenta a escritora infantil Nayra Gomes, autora de A Irmã Mais Velha. O livro está entre os títulos disponíveis na Academia Maranhense de Escritores Independentes (AMEI), espaço que reúne obras de autores maranhenses no São Luís Shopping.

“A campanha aposta na nostalgia para relembrar experiências que fazem parte da memória dos moradores e mostrar como espaços da cidade se transformam em cenários de encontros e momentos afetivos. A proposta também reforça o shopping como um espaço de convivência e de acolhimento à produção cultural local”, afirma o gerente de marketing do São Luís Shopping, Igor Quartin.

Igor reforça que o shopping tem uma relação profunda com a capital maranhense e sua cultura, a começar pelo nome da cidade São Luís dada ao empreendimento comercial. “Carregar o nome da cidade também é carregar um pouco do que ela representa”, reforça a campanha. 

Igor Quartin disse que a identidade entre o São Luís Shopping e a cidade pode ser percebida a partir dos espaços no empreendimento que reforçam, valorizam e acolhem sua cultura. Ele cita como exemplo a Livraria AMEI destinada a escritores e publicações maranhenses, que já recebeu o lançamento e exposição de grandes autores. Para ele, a ideia é levar o ludovicense a despertar o sentimento de orgulho de pertencer a São Luís. Outro destaque é a galeria do artista plástico Waldemar Barros, localizada no 1º piso do São Luís Shopping, repleta de obras autorais e releituras de grandes artistas.

Informação: WComunicação - Assessoria e Consultoria