quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Foi realizada nessa segunda-feira, 25, na Universidade Federal do Maranhão, a assinatura do convênio firmado entre a UFMA e o Hospital de Santa Casa de Misericórdia de Cururupu, que formalizou a doação de equipamentos e insumos para unidade hospitalar, viabilizada por meio de um programa do MEC, que permite o repasse de recursos destinados para todas as cidades adquirirem equipamentos de proteção individuais (EPIs) para os cursos de Medicina, onde não existem hospitais universitários.

A reunião contou com a presença do reitor Natalino Salgado, do vice-reitor Marcos Fábio Belo Matos, do diretor do hospital Alcides Tavares e do prefeito de Cururupu, Aldo Lopes. Na ocasião, foram concretizados dois atos: a doação de equipamentos que possibilitará a modernização e ampliação do serviço da Santa Casa de Misericórdia de Cururupu e a celebração de uma nova unidade concedente para o campo de prática, que é o Santa Casa de Cururupu, o qual um polo de estágio para os estudantes da área da saúde da UFMA, câmpus de Pinheiro.

“Esse convênio visa atender uma demanda do nosso curso de Medicina, câmpus de Pinheiro e de outros cursos da área da saúde do câmpus da universidade, incluindo Enfermagem e Educação Física. Só os espaços que temos em Pinheiro, Santa Helena e São Bento são poucos como unidades de campo de prática para os alunos, por isso a demanda de estender para outros municípios, e Cururupu, pela proximidade que tem, e também por ter uma Casa de Misericórdia, que é filantrópica, com uma bela estrutura, fizemos o convênio, para que lá seja um campo de prática para os estudantes, estágio, internato, desenvolvimento de pesquisa, e o que for necessário”, destacou o reitor Natalino Salgado.

Além disso, o reitor frisou ainda que o convênio permite também que se ofereça à Santa Casa, assim como já foi feito com os hospitais de Pinheiro, a transferência de equipamentos do Hospital Universitário de São Luís, que já não são mais utilizados. “Os materiais são tombados, passam por um processo de avaliação pela Procuradoria, e como o sistema do SUS é integrado, é feita a cessão desses equipamentos. Esse tipo de ação permite que a UFMA esteja presente em mais cidades”, detalhou.

Entre os equipamentos que foram doados ao hospital Santa Casa de Misericórdia de Cururupu, estão inclusos aparelho de fototerapia, berço aquecido, longarina quatro lugares, latão de lixo em inox, secadora 100 kg, secadora 50 kg, aparelho de raio x fixo, além de materiais para proteção contra à covid-19.

De acordo com o diretor do hospital, Alcides Tavares, a Santa Casa de Misericórdia possui uma estrutura física de cem leitos e atende uma boa parte da população local, por isso a necessidade da parceria com a UFMA. “É uma honra muito grande para a Santa Casa, para Cururupu e toda a região. Esse convênio vem somar com a UFMA em um trabalho social muito grande na região, além de contribuir para a formação de profissionais nas áreas de Medicina, Enfermagem, Educação Física. Então, só temos a agradecer muito pela parceria que vai ajudar, com certeza, a nossa área”, declarou.

No mesmo sentido, o prefeito de Cururupu lembrou a importância da parceria firmada. “Hoje marca um momento especial para o município de Cururupu, assim como para outros oito municípios que compõem a nossa região. Quero agradecer ao reitor Natalino Salgado e também ao diretor da Santa Casa por levar, a Cururupu, o corpo acadêmico que utilizará o hospital para a realização de aulas práticas, no qual os acadêmicos da saúde, aprenderão no dia a dia a rotina de um hospital, e é claro, acompanhados dos seus professores. Isso significa que teremos mais profissionais no município, atendendo a população carente, pois sabemos da dificuldade de deslocação e também financeira”, pontuou o prefeito Aldo Lopes.

Informação: UFMA 

Programa do BNDES estimula a desestatização dos parques

Mosaico do Jalapão

Seis estados aderiram ao Programa de Estruturação de Concessões de Parques Naturais, lançado no final do ano passado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). São eles Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins. 

O programa prevê a oferta, pelo BNDES, de apoio a processos de desestatização de serviços de visitação dos parques naturais. O banco oferecerá ainda avaliação, estruturação e implementação de projetos visando a concessão dos parques. Será concedido à iniciativa privada, inicialmente, um conjunto de 26 unidades de conservação e outros ativos correlatos.

O superintendente de Governo e Relacionamento Institucional do BNDES, Pedro Bruno Barros de Souza, diz acreditar que o programa de concessões de unidades de conservação vai atrair investimentos que servirão para aprimorar a qualidade dos serviços prestados em cada parque, melhorando, em consequência, a experiência dos visitantes. “Os contratos vão prever melhorias desde investimentos básicos em infraestrutura, como banheiros, sinalização ao longo das trilhas e aparelhamento dos centros de visitantes, até o desenvolvimento de novos atrativos e equipamentos de recreação, de acordo com a vocação de cada parque e com foco no ecoturismo e conservação ambiental”, explicou.

Benefícios

Para os estados que vão promover as concessões, os benefícios ultrapassarão a preservação das unidades, segundo o BNDES. O banco estima que as parcerias atrairão investimentos pelo operador privado que irão desonerar os cofres públicos, estimulando, por outro lado, o turismo sustentável, além de desenvolver as economias locais nas áreas de influência de cada parque.

Os estudos do BNDES para viabilização de alternativas que conjuguem boas práticas ambientais com geração de renda terão como foco no Tocantins, por exemplo, o Parque Estadual do Jalapão e do Cantão. Esses parques protegem deltas e a vegetação de cerrado que compõem a região, abrigando também cachoeiras, montanhas e nascentes naturais, ou fervedouros. Já o Mato Grosso do Sul deverá conceder cinco parques.

Mosaico do Jalapão

O secretário-adjunto de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar do Mato Grosso do Sul, Ricardo Senna, avaliou que a parceria do governo do estado com o BNDES cria “uma nova perspectiva de uso público e, consequentemente, uma nova oportunidade de negócios sustentáveis”. Completou que a iniciativa “reposiciona o Mato Grosso do Sul, e também o país, numa trajetória inovadora de desenvolvimento sustentável e cria uma nova e conciliadora narrativa para políticas de conservação ambiental aliadas ao desenvolvimento econômico".

Para Antônio Malard, diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF), órgão do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) de Minas Gerais, o modelo de concessão proposto pelo BNDES “faz com que possamos focar nossos esforços naquilo que fazemos tão bem, que é a gestão da conservação de nossas unidades, transferindo a visitação para uma entidade que atuará nestas atividades administrativas muito melhor do que o estado. Então, ganha Minas Gerais, a conservação ambiental, o turismo, a economia, mas ganham, principalmente, os mineiros", manifestou.

Estudo setorial

Parceiro no processo, o Instituto Semeia vai financiar, junto com outros parceiros privados, um estudo setorial a ser desenvolvido com o BNDES. O instituto e o banco farão, em conjunto, a interlocução com potenciais investidores, como operadores de parques atuais, além de capacitar agentes públicos para a gestão futura dos contratos de concessão. 

De acordo com o BNDES, as concessões de parques existem no Brasil há décadas, mas ainda são em pequeno número, considerando-se o extenso universo de unidades de conservação em todas as regiões do país. Fundado em 2011, o Instituto Semeia desenvolve projetos de apoio à estruturação de parcerias público-privadas para a gestão de áreas protegidas, como unidades de conservação e parques urbanos.

Apesar de seus inúmeros atrativos naturais, o Brasil ocupa o 32º lugar no ranking Travel & Tourism Competitiviness Index 2019, embora seja o segundo em recursos naturais, atrás apenas do México. O Índice de Competitividade Turística foi desenvolvido e publicado pela primeira vez em 2007 pelo Fórum Econômico Mundial, reunindo 124 países. Publicado bienalmente, o ranking divulgado em 2019 envolveu 140 economias. Pesquisa do Instituto Semeia do mesmo ano revela que 55% dos parques brasileiros ainda não têm estrutura de apoio à visitação ou que garanta as necessidades básicas dos visitantes.

O Programa do BNDES para parques vai trazer investimentos na profissionalização dos agentes, na ampliação das opções de lazer e na exploração dos potenciais turísticos locais, que são fundamentais para atração de visitantes e investidores.

O apoio do BNDES envolve parques naturais, que são unidades de conservação de proteção integral reguladas pela Lei 9.985/2000, cujos recursos só podem ser utilizados de forma indireta, em atividades como pesquisa científica e turismo ecológico. No Brasil existem cerca de 450 unidades de conservação caracterizadas como parques, muitas apresentando problemas de regularização fundiária, infraestrutura precária para visitação, além de falta de recursos para conservação das áreas protegidas. Essas unidades contam com um volume de 15 milhões de visitantes por ano, contra mais de 300 milhões/ano nos Estados Unidos, informou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa.

Informação: Agência Brasil 

Voos vindos do Reino Unido e África do Sul também foram proibidos

Navio Silver Shadow passou por Itajaí (SC) antes de seguir para o Nordeste

A Presidência da República publicou hoje (26) uma portaria restringindo a entrada de estrangeiros no país por terra e por água. A restrição vale para todas as nacionalidades, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para adoção da medida, o governo brasileiro considerou o surgimento de variantes do novo coronavírus no Reino Unido, Irlanda do Norte e na África do Sul.

“Considerando o impacto epidemiológico que a nova variante do coronavírus, identificada no Reino Unido e na República da África do Sul, pode causar no cenário atual vivenciado no País […] Fica restringida a entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário”, diz um trecho da portaria

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de países e territórios onde já foi detectada a variante britânica pode passar de 50 e a variante identificada na África do Sul surgiu em 20, mas a organização considera que esta avaliação pode estar subestimada.

Existem exceções, como no caso de imigrante com residência fixa no Brasil; cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro e estrangeiro a serviço de organismo internacional, residentes fronteiriços de cidades-gêmeas. Essas exceções não se aplicam aos venezuelanos.

Aeroportos

A chegada de estrangeiros pelos aeroportos não está proibida, salvo de voos que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido, Irlanda do Norte e África do Sul. Para o caso de voos vindos de outros países, deverão ser cumpridos os requisitos migratórios.

O estrangeiro que quiser vir de avião para o Brasil deverá apresentar documento provando a realização de teste RT-PCR realizado em até 72 horas antes do embarque, com resultado negativo ou não-reagente.

FILE PHOTO: A British Airways plane taxis past tail fins of parked aircraft at Heathrow Airport in London

Aqueles que descumprirem o disposto na portaria serão repatriados ou deportados imediatamente, além de ser responsabilizados civil e penalmente. A portaria foi assinada pelos ministros Braga Netto, da Casa Civil; André Mendonça, da Justiça e Segurança Pública; e Eduardo Pazuello, da Saúde.

Assista na TV Brasil:

Informação: Agência Brasil 

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Em menos de 2 anos da separação da pasta da cultura, a Secretaria de Estado do Turismo tem se destacado com recordes em diversas setores e criação de novos programas.

Na gestão do secretário Catulé Júnior em 2020, o Cadastur teve 641 empresas formalizadas, o Mais Qualificação capacitou 1350 pessoas, Mais Infância Mais Turismo sensibilizou mais de 2.200 crianças, 392 novos artesãos cadastrados e mais de 11 mil atendimentos aos turistas.

“Logo no começo da pandemia fomos pioneiros na publicação de editais de auxílio ao trade e finalizamos o ano com o lançamento do programa “Destino Lençóis e Delta” que vai injetar 20 milhões de reais em obras e ações para nossos polos turísticos” pontuou Catulé Junior.

Planejamento e Premiações

Nos dias 21 e 22 de janeiro aconteceu o seminário interno de prestação de contas e planejamento das áreas que compõem a secretaria. “Bons resultados são frutos de parcerias, técnicos empenhados e gestão comprometida” pontuou o gestor Catulé Júnior.

O bom trabalho da Setur rendeu premiações importantes ao gestor da pasta como o reconhecimento feito no Rally dos Sertões, a Medalha Simão Estácio da Silveira a autoridades que tenham prestado serviços relevantes à cidade de São Luís, no prêmio ‘The Best Solidário’ organizado por Nedilson Machado, e também pelo “Incentivo, bom diálogo e apoio ao turístico maranhense em 2019” na premiação organizada pelo jornalista Reginaldo Cazumbá

Informação: Turismo.MA 

Estimular a atividade econômica, a habitação e a preservação do patrimônio histórico de São Luís. Esses são alguns dos objetivos que integram o Aluguel no Centro, projeto que faz parte do conjunto de ações do programa Nosso Centro, iniciativa estadual coordenada pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma), que contempla estratégias nos eixos habitação, comércio, entretenimento, cultura e promoção de obras diversas.

O cronograma e as regras para participação do Aluguel no Centro foram apresentados nesta terça-feira (26), em coletiva de imprensa virtual com os secretários estaduais: Anderson Lindoso (Cultura), Márcio Jerry (Cidades e Desenvolvimento Urbano) e Diego Galdino (Governo), este último, titular da pasta responsável pela execução do projeto.

Durante a entrevista, Diego Galdino explicou os critérios para participação do projeto habitacional e como os interessados poderão se inscrever na inciativa, que vai garantir o custeio de 80% do pagamento do aluguel de moradias históricas, para os beneficiados selecionados.

“Foi muita luta conseguir apresentar esse projeto, que pretende revolucionar o Centro Histórico de São Luís e acredito que seja um projeto referência para o Brasil”, frisou Galdino.

Na ocasião, o secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid), Márcio Jerry, também apresentou os dois novos editais lançados pelo projeto Adote um Casarão, que tem como foco os polos comercial e cultural do Nosso Centro.

Quem pode ser beneficiado

De acordo com Galdino, o público-alvo da iniciativa são servidores públicos das esferas federal, estadual e municipal (de São Luís), comerciantes com CNPJ ativo e trabalhadores com carteira assinada.

Como um dos motes do projeto é favorecer a mobilidade urbana, viabilizando a moradia perto do trabalho, serão priorizadas pessoas que comprovem que trabalham no centro da cidade.

“Essas pessoas terão a oportunidade de se inscrever e escolher um casarão ao qual pretendem morar e o Governo do Estado irá apoiar”, pontuou Diego Galdino.

Como funcionará o Aluguel no Centro

O projeto Aluguel no Centro funcionará da seguinte forma: o Governo do Maranhão pagará para os contemplados, 80% do valor do aluguel de imóveis pré-selecionados pela Secretaria de Estado de Governo (Segov) e que estejam em condições de habitação no centro de São Luís.

Segundo Galdino, serão três faixas estimadas de alugueis: R$ 600, R$ 1.000 e R$ 1.500, de acordo com a categoria do imóvel. 

“Vou dar um exemplo: no caso de um imóvel que o aluguel for de R$ 1.000, o beneficiário pagará R$ 200 e o Governo do Estado arcará com R$ 800 para que a pessoa more nesse casarão. O repasse será feito do Governo do Estado para o beneficiário”, detalhou Galdino.

Ainda de acordo com Galdino, a Segov já fez o levantamento de 387 imóveis do Centro Histórico de São Luís que estão disponíveis e aptos para o projeto. Já em abril, cerca de 100 casarões já deverão ser entregues para locação por meio do Aluguel no Centro. 

Cronograma

A primeira fase do Aluguel no Centro será iniciada nesta quarta-feira (27), quando serão abertas as inscrições para os interessados em participar da iniciativa. As inscrições poderão ser realizadas, via internet, no site www.aluguelnocentro.ma.gov.br ou de forma presencial na sede da Segov, localizada no Edifício João Goulart, Praça Pedro II, Centro de São Luís.

A partir do dia 1° de março, a Segov disponibilizará a relação de imóveis que poderão ser locados por meio do projeto. As inscrições estão abertas até o dia 8 de março, data em que será feita a validação dos beneficiários habilitados ao projeto. No dia seguinte, 9 de março, a Segov deverá divulgar o resultado com o nome dos selecionados.

“A gente acredita que a partir de março teremos esse programa concluído com pessoas já podendo morar nesses casarões”, avaliou Diego Galdino.

Regras de participação

Diego Galdino explicou ainda que a duração do benefício do Aluguel no Centro pode ser de até 5 anos – com a possibilidade de ampliação -, mas os contratos serão assinados anualmente e dependerão, por exemplo, da comprovação de adimplência, que será um dos critérios de desempate.

Caso mais de um inscrito tenha interesse no aluguel do mesmo imóvel, a Segov realizará sorteio online para garantir a isonomia do processo.

“Caso todos os critérios sejam iguais, para sermos justos, faremos sorteio ao vivo pela internet”, ressaltou Galdino.

Se o imóvel precisar de reparos, o Governo do Estado realizará todas as intervenções necessárias antes de entregas ao locador beneficiário do projeto. 

“Caso seja necessária a reforma, em 30 dias entregaremos o imóvel recuperado, sendo que esse prazo dependerá das condições da edificação”, destacou o secretário.

Adote um Casarão: novos editais

Durante a coletiva, o secretário Márcio Jerry (Secid) aproveitou para registrar o lançamento de mais dois editais públicos do projeto Adote um Casarão, que também integra o programa Nosso Centro. 

A ideia do Adote um Casarão é fomentar o empreendedorismo local e ocupar os imóveis públicos ociosos ou subocupados de propriedade do Estado com atividades que promovam o desenvolvimento sustentável do Centro Histórico aliado à preservação do patrimônio histórico.

De acordo com Jerry, em 2020 o Adote um Casarão já disponibilizou 10 casarões, sendo que dois estão em obras, com previsão de entrega para o próximo mês, e quatro estão em tramitação para aprovação no Departamento de Patrimônio. A meta do projeto é entregar 15 casarões para interessados em investir na região central da cidade. 

“Quero chamar atenção para a importância e a simplicidade deste programa. O Governo do Estado disponibiliza para quem possa adotar esses prédios para revitalizá-los, para cuidar bem deles, de maneira que a gente possa cuidar do nosso acervo arquitetônico e assegurar atividades econômicas permanentes”, salientou Márcio Jerry. 

Entre os novos editais abertos pelo Adote um Casarão está o prédio que abrigou o antigo “Motobar”, localizado na Praça João Lisboa, nº. 153, Centro Histórico. O espaço fica em uma área privilegiada da cidade e é lembrado por reunir intelectuais ludovicenses, em meados do século XX. 

O outro imóvel trata-se da antiga sede do Iterma, localizado na Rua Rio Branco (Rua dos Remédios), 279, quadra 52, Centro Histórico.  

Os interessados em obter informações sobre o certame devem acessar o site da Secid, no endereço eletrônico www.secid.ma.gov.br, clicar na aba Nosso Centro e conferir a íntegra dos editais. 

Desenvolvimento sustentável

Para o secretário de Cultura, Anderson Lindoso, o Aluguel Social é mais uma oportunidade para garantir o desenvolvimento sustentável para uma região com uma riqueza única para São Luís e para o Maranhão. 

“O Nosso Centro tem investimentos sustentáveis e corretos, para que nós possamos fazer desse local um local de habitação, um local de trânsito de pessoas, e com ele nós podemos revitalizar e sustentar cada vez mais essa região tão importante da nossa cidade”, afirmou Anderson Lindoso.

A previsão da Segov é que os investimentos com o projeto Aluguel no Centro girem em torno de R$ 800.000,00 a R$ 1.000.000,00, recurso já disponível em caixa e oriundo do Tesouro Estadual.

Informação: MA.gov 

A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) está desenvolvendo ações destinadas para quem utiliza bicicletas dentro do perímetro urbano da capital, seja como meio de transporte, esporte ou lazer.  Além do projeto de implantação de ciclofaixas em alguns pontos da cidade, que já está sendo executado pelo órgão, a SMTT também vai continuar ofertando aos grupos de pedal da cidade apoio à prática esportiva, principalmente no período noturno, garantindo a estrutura do espaço para passeio, demarcados e sinalizados, bem como o acompanhamento dos agentes de trânsito do órgão, durante todo o percurso.

“O nosso objetivo é fomentar na população, novas práticas de mobilidade no trânsito de São Luís, favorecendo melhores condições de trafegabilidade para todos, priorizando a segurança e a integridade física de motoristas, pedestres e ciclistas”, reforçou o secretário da SMTT, Cláudio Ribeiro.

Para o agente de trânsito Moreira, o apoio dado aos grupos de pedal também garante o cumprimento dos deveres dos ciclistas durante as pedaladas. Segundo ele, quem participa da atividade esportiva precisa evitar determinadas situações que coloquem em risco a segurança dos demais.

“O acompanhamento realizado pelos agentes da SMTT agrega muitos pontos positivos, não só para os ciclistas, mas também para motoristas e pedestres. Durante todo o trajeto, realizamos o bloqueio das rotatórias, cruzamento e saídas de veículos, garantindo as indicações e sinalizações necessárias durante o percurso. São observadas, ainda, práticas básicas que devem ser obedecidas pelos grupos como, por exemplo, o uso de equipamentos de segurança, bem como campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral, dentre outras”, explicou Moreira.

Pensamento semelhante tem o coordenador do grupo Pedal Bike Club, Denes Veloso. “O apoio dos agentes da SMTT é essencial para a garantia de um trânsito e um pedal mais seguro. Os agentes são excelentes no trabalho que fazem e sem o apoio desses profissionais os ciclistas se tornariam mais vulneráveis no trânsito e o risco de acidentes seria maior”, afirmou.

Saiba mais

As solicitações de apoio da SMTT para os eventos promovidos pelos grupos de pedal de São Luís podem ser enviadas para o e-mail sutranssmtt@gmail.com, disponibilizado pela secretaria. No documento, deverá conter as principais informações do circuito como, por exemplo, data, horário, local, quantitativo de pessoas, além do percurso. O prazo para envio é de, no mínimo, 10 dias antes da programação.

Informação: Agência São Luís 

Durante encontro, que teve a presença o ministro Gilson Machado Neto, foi aprovado o Plano de Ação do grupo

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O Ministério do Turismo realizou nesta terça-feira (26.01) a 1ª reunião ordinária do Comitê de Governança, Riscos e Controles (CGRC) da Pasta. Durante o encontro, além da aprovação do plano de ação do CGRC, foram apresentadas as matrizes de governança referentes a programas e medidas adotadas pelo MTur e pela Secretaria Especial da Cultura (Secult), especialmente em relação a destinação de recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) e da Lei Aldir Blanc. O Comitê se reunirá trimestralmente de forma ordinária, além de poder ser convocado também extraordinariamente. 

Estiveram presentes o secretário executivo, Daniel Nepomuceno; o secretário executivo adjunto, Higino Brito Vieira; a secretária especial de Cultura adjunta, Andréia Paes Leme; o secretário nacional de Infraestrutura Turística, Vicentinho Alves; o secretário nacional de Atração de Investimentos Parcerias e Concessões, Lucas Fiuza; o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade; William França; além do presidente da Embratur, Carlos Brito.

O Comitê foi instituído pela Portaria 753, de 10 de novembro de 2020, com o objetivo de adotar medidas para a sistematização de práticas relacionadas à gestão de riscos, controles internos e governança no Ministério do Turismo. Dentre suas competências, a promoção de práticas e princípios de conduta e padrões de comportamento; garantia da aderência às regulamentações, leis, códigos, normas e padrões, com vistas à condução das políticas e à prestação de serviços de interesse público; integração dos agentes responsáveis por essas ações.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, o Comitê de Governança, Riscos e Controles é muito importante para dar transparência aos processos e garantir que os recursos públicos sejam utilizados da melhor maneira possível. “Eu não tenho dúvidas de que nós temos uma responsabilidade muito grande. Nós temos que andar sempre consultando a nossa controladoria, o nosso jurídico, e sempre de mãos dadas com o Tribunal de Contas de União (TCU). Para que esse ministério se torne e seja exemplo desse governo do presidente Jair Bolsonaro”, disse.

Informação: Ministério do Turismo