sábado, 21 de março de 2026

Evento reúne lideranças, empresários e instituições em Teresina, com apoio do Sebrae, e amplia conexões para geração de negócios no setor

A segunda edição da Fetur foi aberta no início da tarde desta quinta-feira (19) em Teresina, com grande movimentação de público e presença de delegações de diversos estados brasileiros, como Ceará, Paraíba, Paraná, Maranhão, Roraima e Rondônia. O evento reforça seu papel como espaço estratégico de integração entre mercado, conhecimento e oportunidades no turismo.

A feira é realizada pelo Sistema Fecomércio Sesc Senac no Piauí, com patrocínio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Turismo, e conta com a parceria do Sebrae, que participa ativamente com ações voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios do setor.

Integração para o desenvolvimento do turismo

Durante a abertura, o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac no Piauí, Valdeci Cavalcante, destacou a importância da união entre os diversos atores para o avanço do turismo no estado.

“A Fetur nasce com esse propósito de integrar, de unir esforços e de criar um ambiente favorável para o desenvolvimento do turismo. Quando governo, instituições e iniciativa privada caminham juntos, quem ganha é a economia e a sociedade”, afirmou.

O diretor técnico do Sebrae no Piauí, Delano Rocha, reforçou o compromisso da instituição com o desenvolvimento estruturado do setor.

“O Sebrae atua no fortalecimento do turismo com foco nos pequenos negócios, promovendo qualificação, acesso a mercado, governança e valorização das identidades locais, especialmente por meio da gastronomia e das experiências”, destacou.

Dados apontam crescimento do setor

O secretário de Turismo do Piauí, Daniel Oliveira, apresentou dados que evidenciam o avanço da atividade no estado. Segundo ele, o turismo já responde por cerca de 23 mil empregos formais, o que representa aproximadamente 5% do total.

Pequenos negócios no centro da estratégia

O governador Rafael Fonteles enfatizou que o turismo é impulsionado, principalmente, pelos pequenos negócios, que formam a base da atividade no Brasil.

“O turismo é um setor que se sustenta nos pequenos negócios. São eles que geram emprego, renda e oportunidades em todo o território. Por isso, apoiar esses empreendedores é essencial para consolidar o crescimento do setor”, afirmou.

Fonteles também destacou a importância da integração entre poder público e iniciativa privada para garantir avanços consistentes, especialmente em áreas como infraestrutura, qualificação e promoção turística.

Sebrae apresenta projetos e soluções para o turismo

Durante a Fetur, o Sebrae apresenta seu portfólio de soluções voltadas ao turismo, com destaque para projetos de estruturação de rotas, fortalecimento da governança, qualificação de empreendedores e valorização da gastronomia regional como diferencial competitivo.

A instituição também atua em iniciativas estratégicas como a Rota das Emoções e ações no Polo Serra da Capivara, além de apoiar empreendedores na melhoria de produtos, serviços e experiências turísticas.

Plano Brasis será lançado durante a programação da Fetur

Como parte das ações estratégicas para o setor, será lançado nesta sexta-feira (20), o Plano Brasis, iniciativa da Embratur, com apoio do Sebrae e do Governo do Estado. O plano tem como objetivo ampliar a promoção internacional dos destinos brasileiros, fortalecendo a presença do país no mercado global.

Na tarde de hoje (19), aconteceu uma reunião de alinhamento sobre o Plano Brasis. Estiveram presentes o diretor técnico do Sebrae no Piauí, Delano Rocha; a gerente da Unidade de Competitividade e Inteligência de Negócios e a analista da instituição, Luana Nogueira e Vanessa Baptista, respectivamente; a coordenadora de articulação com o trade nacional da Embratur, Carina Câmara; e o gerente de Negócios e Estratégias para o Mercado Internacional da Embratur, Alexandre Nakagawa.

“O Plano Brasis aponta caminhos estratégicos para que o turismo do Piauí se fortaleça ainda mais. Com esse plano poderemos atuar de forma mais direcionada, compreendendo os principais mercados que têm muito mais potencial para vender ainda mais os nossos produtos turísticos”, destaca o diretor técnico do Sebrae no Piauí, Delano Rocha.

Para a a coordenadora de articulação com o trade nacional da Embratur, Carina Câmara o Plano Brasis foi construído para dar o direcionamento para os estados de como promover os destinos turísticos no exterior de forma mais assertiva.

Ambiente de negócios e promoção do destino

Com programação que inclui rodadas de negócios, palestras, exposições e apresentações de destinos, a Fetur se consolida como um espaço relevante para geração de oportunidades e fortalecimento do turismo no Piauí.

A segunda edição do evento reafirma o potencial do estado como destino em expansão e evidencia o papel das parcerias institucionais na construção de um turismo mais competitivo, integrado e sustentável.

Informação: Sebrae PI

sexta-feira, 20 de março de 2026

 Iniciativa busca reduzir riscos e ampliar regularização

 

SÃO LUÍS — A capital maranhense recebe, a partir desta quinta-feira (19), a Caravana “Conexão Bebida Legal: Educação Sanitária”, com programação até domingo (22), no Complexo Trapiche Santo Ângelo, no Centro Histórico. A iniciativa reúne órgãos públicos e entidades privadas para orientar comerciantes, produtores e consumidores sobre regularização, segurança sanitária e consumo responsável.

A programação incluiu abertura institucional, palestras técnicas e atividades em campo, com dinâmicas participativas e troca de experiências. A proposta foi aproximar o conteúdo especializado da rotina de quem atua no segmento, abordando desde produção e registro até comercialização e consumo consciente.

A ação faz parte do Inova Indústria, projeto da FIEMA em parceria institucional com o Sebrae-MA. A organização ficou a cargo do Sindicato das Indústrias de Bebidas, Refrigerantes, Água Mineral e Aguardente do Maranhão (Sindibebidas), Prefeitura de São Luís, por meio da Semapa, Ministério Público e Ministério da Agricultura e Pecuária e além das parcerias com o SENAI e instituições governamentais.

Um dos pontos centrais foi a orientação sobre identificação de produtos regularizados, com destaque para selo oficial, rotulagem adequada e procedência comprovada. A medida busca reduzir a circulação de itens clandestinos e mitigar riscos à saúde.

Diretor do Sindibebidas, Jorge Ximenes afirmou que a falsificação e a adulteração ainda são desafios relevantes no mercado. Segundo ele, práticas como o envase de bebidas de menor valor em embalagens de marcas premium e a adição de substâncias tóxicas, como o metanol, elevam o risco ao consumidor. “O objetivo é informar toda a cadeia e reforçar que o comprador também tem papel decisivo ao exigir nota fiscal e registro”, disse.

O superintendente federal de Agricultura e Pecuária no Maranhão, Yata Anderson Gonzaga Masulo, destacou o caráter itinerante da estratégia. De acordo com ele, a ação amplia o alcance das orientações e forma multiplicadores, fortalecendo diferentes cadeias produtivas. O gestor ressaltou que iniciativas preventivas ganharam relevância após episódios registrados no país envolvendo contaminação por metanol.

Na avaliação da secretária municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Alessandra Pontes, a complexidade do setor exige atuação integrada. Ela afirmou que a prioridade inicial é orientar trabalhadores e empreendedores, além de incentivar a regularização de quem ainda opera fora das normas.

Entre os participantes, o empresário Erick Lobato, fabricante de hidromel, ressaltou a importância do registro para garantir qualidade e segurança. Ele explicou que o produto, conhecido como “vinho de mel”, requer controle rigoroso em todas as etapas de produção. “O selo do Ministério da Agricultura assegura que houve fiscalização e reduz riscos de contaminação”, afirmou.

Para Gabriel Santos, empresário do segmento, ações educativas contribuem para o crescimento sustentável das marcas. Ele avaliou que o acesso à informação qualificada fortalece o setor e amplia a competitividade no mercado local e nacional.

Informação: Fiema 

Parceria com FINEP e SEBRAE detalha acesso a recursos e crédito para empresas

SÃO LUÍS – A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), promoveu no estado o programa Finep pelo Brasil, com a apresentação de editais que somam R$ 3,3 bilhões em recursos para inovação em todo o país. A iniciativa, conduzida pela FIEMA em uma ação do Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), reuniu empresários, startups e instituições em Imperatriz (19) e São Luís (20).

O pacote reúne subvenções econômicas — recursos não reembolsáveis para projetos de risco tecnológico desenvolvidos em parceria com instituições de ciência e tecnologia (ICTs) —, além de linhas de crédito com taxas a partir de TR + 2,5% ao ano, prazos longos de amortização e apoio à infraestrutura de pesquisa. Embora o volume total seja nacional, há chamadas específicas para o Nordeste, ampliando a participação da região nos investimentos em inovação.

APROXIMANDO EMPRESAS – Em Imperatriz, o presidente do Sinduscon Oeste, Richard Seba, que representou a FIEMA, destacou o potencial da Região Tocantina. “A região tem mostrado capacidade de desenvolver projetos relevantes. Nosso papel é garantir que mais empresas tenham acesso à informação e consigam transformar ideias em inovação”, afirmou.

Entre os exemplos apresentados pela FINEP está o da Aço Verde do Brasil, em Açailândia, que teve o financiamento de cerca de R$ 150 milhões aprovado para iniciativas voltadas à descarbonização da produção de aço, incluindo reaproveitamento de resíduos e geração de biocarbono.

O assessor da diretoria de inovação da FINEP, Ronaldo Carmona, destacou o alcance da nova rodada de editais. “São 13 chamadas de subvenção econômica que totalizam R$ 3,3 bilhões, recursos não reembolsáveis para projetos de risco tecnológico”, disse. Segundo ele, há ainda crédito com “custo incomparavelmente baixo” e prazos longos. “Entre 2023 e 2025, foram R$ 265 milhões no Maranhão, 16 vezes mais que no período anterior”, afirmou.

Entre os participantes em Imperatriz, a empresária do setor de vestuário, Andreia Oliveira, avaliou o encontro como esclarecedor. “Quando a gente vê números e exemplos daqui, fica mais claro que é possível. O evento ajudou a entender melhor os caminhos”, disse.

Na região tocantina, o evento também contou com a parceria do SEBRAE e da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII).

DETALHAMENTO TÉCNICO – Na etapa de São Luís, os financiamentos foram apresentados por Ronaldo Carmona e detalhados pelas analistas financeiras da regional Nordeste, Rafaelly Fortunato e Cristina Damasceno, que explicaram as modalidades de acesso aos recursos e orientaram os participantes.

A abertura contou com a participação do vice-presidente executivo da FIEMA, Celso Gonçalo, que representou o presidente Edilson Baldez no evento, além do também vice-presidente executivo Fábio Nahuz, da diretora Tânia Miyake e do superintendente da entidade, César Miranda.

“Estamos reunindo empresários e gestores de empresas públicas e privadas para mostrar como as empresas e instituições podem acessar esses recursos disponibilizados pela FINEP e investir em inovação no Maranhão”, afirmou Celso Gonçalo.

Também presente, o gerente de PD&I da Aia Context, Fabrício Saul, empresa maranhense contemplada em edital anterior, destacou a competitividade local. “Só o fato de uma empresa maranhense ter sido aprovada em um edital nacional mostra que temos relevância e podemos fazer a diferença”, afirmou. O projeto aprovado pela empresa conta com mais de R$ 4 milhões em recursos da FINEP.

A programação incluiu atendimento direto aos participantes, com orientações individualizadas sobre editais e financiamentos — estratégia que busca ampliar a participação de empresas maranhenses nos programas de apoio à inovação e fortalecer o ambiente de desenvolvimento tecnológico no estado.

Informação: Fiema 

O objetivo é aproveitar a vocação marítima do Maranhão, a exemplo do Rio de Janeiro, onde o setor representa mais da metade do PIB

SÃO LUÍS – Para responder à pergunta se a Economia do Mar é o novo horizonte da indústria maranhense, a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) promoveu palestra sobre as “Políticas públicas que o Rio de Janeiro vem implementando por meio da Secretaria de Energia e Economia do Mar do Estado do Rio de Janeiro”. A discussão desse tema ocorreu na última quinta-feira (19/03) durante a 1ª reunião anual do Conselho Temático de Desenvolvimento Industrial e Inovação (CODIN), da Federação, e foi uma sugestão do grupo ‘Pensar o Maranhão’.

O Rio de Janeiro possui o terceiro maior litoral do Brasil, atrás da Bahia e do Maranhão. O vice‑presidente executivo da FIEMA e presidente do CODIN, Luiz Fernando Renner, frisou que o Maranhão tem aproximadamente 640 km de costa litorânea e cerca de 30 municípios costeiros com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).  “Essas cidades demandam por políticas públicas e apoio para promover crescimento inclusivo. A exploração sustentável das atividades econômicas que envolvem o mar pode ser um novo horizonte para a indústria maranhense e, consequentemente, para a melhoria das condições de vida dessa população”, explicou.

Renner citou como vetores fundamentais da Economia do Mar: o Porto do Itaqui, o quarto maior porto público do país; a exploração das duas bacias da Margem Equatorial localizadas em território maranhense; a implantação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE Bacabeira) e o Arco Norte como oportunidades que podem agregar valor ao Produto Interno Bruto (PIB) estadual, gerar empregos e fomentar novas cadeias produtivas ligadas ao mar.

O presidente da FIEMA, Edilson Baldez, disse que com discussões como essa a Federação cumpre papel importante ao trazer o tema à tona e estimular debates que possam resultar em políticas públicas e iniciativas empresariais voltadas à Economia do Mar. Como proposta prática, a FIEMA sugere a articulação entre governo, academia, setor empresarial e sociedade civil para criar uma coordenação de ações voltadas ao desenvolvimento sustentável das atividades marítimas. E nesse sentido, a experiência do Rio de Janeiro é muito relevante. 

ECONOMIA DO MAR – Extração de petróleo e gás, construção e reparo naval, logística portuária, turismo costeiro, pesca e aquicultura são algumas das atividades que fazem parte da Economia do Mar. Para falar sobre o assunto, a FIEMA convidou o ex-subsecretário adjunto da Secretaria de Energia e Economia do Mar do Estado do Rio de Janeiro (SEENEMAR), Marcelo Felipe Alexandre, e o advogado João Leal, especialista em Economia do Mar e coordenador de Energia Nuclear na SEENEMAR.

Marcelo, oficial superior da Reserva da Marinha do Brasil, disse que o mar é um vetor de desenvolvimento econômico ainda subexplorado pelo Brasil. Com 33 anos de experiência na Marinha, Marcelo destacou que a Economia do Mar engloba todas as atividades que agregam valor envolvendo o oceano, do transporte e pesca à indústria naval e mineração offshore, e alertou para o desconhecimento generalizado da população sobre essas potencialidades.

Marcelo citou setores com grande capacidade de crescimento, como a indústria naval, a transição energética (energia eólica e aproveitamento das marés) e a mineração offshore, ressaltando que o Maranhão, com extenso litoral, tem potencial para se tornar uma nova “margem” produtiva, similar ao desenvolvimento observado no Rio de Janeiro.

Para o palestrante, políticas públicas e incentivos foram determinantes para o avanço do setor no Rio. Inovações tecnológicas, incentivos fiscais e a atração de investidores impulsionaram essa cadeia produtiva, gerando emprego e fortalecendo estaleiros e atividades correlatas. Ele mencionou a Lei da Economia do Mar (2021) e a criação de comissões estaduais como marcos que articularam governo, academia e setor privado para destravar projetos e fomentar o desenvolvimento marítimo.

“O setor industrial e associações como a FIEMA têm papel central na construção dessa agenda no Maranhão. Investimentos em estaleiros e em desenvolvimento industrial, mesmo via iniciativa privada, são estratégicos para soberania e geração de empregos. É necessário planejamento, gestão costeira e políticas públicas específicas para que o litoral maranhense transforme seu potencial em desenvolvimento socioeconômico concreto”, orientou Marcelo. João Leal disse não ter dúvida de que grandes ações virão para potencializar, no Maranhão, essa vertical de desenvolvimento econômico sustentável que é a Economia do Mar.

Participaram da reunião sobre Economia do Mar representantes do SENAI, Sagrima, EMAP, MAPA. UEMA, UFMA, Marinha do Brasil, Sedepe, Sebrae, Sindipan, Tegram, Granel Química, BNB, Investe Maranhão, Internacional Marítima, entre outras empresas e instituições.

Informação: Fiema 

Reunião institucional tratou de ações conjuntas, eventos e participação na Expo Indústria 2027

SÃO LUÍS - A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) realizou, nesta quarta-feira (19), uma reunião institucional com representantes da Axia Energia, antiga Eletrobras, com o objetivo de estreitar o relacionamento e identificar oportunidades de atuação conjunta no setor de energia no estado.

Participaram do encontro Leonardo Cardoso Naves, da área de Relacionamento com Clientes CMC, e Márcio Pinto, gerente executivo de Relacionamento da Axia Energia. Pela FIEMA, estiveram presentes o superintendente César Miranda, a coordenadora técnica-executiva Roberta Tanús, a coordenadora do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF Maranhão), Camila Belo, o gestor do Núcleo de Associativismo e Negócios (NAN), Thiago Pontes, e o engenheiro elétrico do Sistema FIEMA, Ciro Lopes.

Durante a reunião, foram discutidas possibilidades de fortalecimento das relações institucionais e a construção de parcerias estratégicas voltadas ao desenvolvimento industrial do Maranhão. Entre os encaminhamentos, estão a promoção de ações conjuntas, a realização de eventos e a participação da empresa na Expo Indústria Maranhão 2027, feira promovida pelo Sistema FIEMA, que busca impulsionar a competitividade e a integração do setor produtivo no estado.

Informação: Fiema 

Assinatura de Ordens de Serviço impulsiona educação no Maranhão

BRASÍLIA- O 1º secretário da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), Pedro Robson Costa, representou o presidente da Federação, Edilson Baldez, na cerimônia de assinatura das Ordens de Serviço destinadas à edificação dos novos campi do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), nos municípios de Amarante, Balsas e Chapadinha, marco importante para expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica no Estado do Maranhão.

O evento foi comandado pelo reitor do IFMA, professor Carlos Cesar Teixeira Ferreira, e contou com a participação de autoridades, acadêmicos e docentes.

Informação: Fiema 

Evento reúne autoridades e destaca importância estratégica do centro aeroespacial

Alcântara - A diretora da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), Tânia Miyake, esteve presente representando o presidente da Federação, Edilson Baldez, na cerimônia militar em comemoração aos 43 anos de criação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), realizada na quinta-feira (19), no Pátio de Solenidades do Centro Técnico da unidade.

A solenidade foi conduzida pelo diretor-geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, tenente-brigadeiro do ar Ricardo Augusto Fonseca Neubert, e contou com a presença do coronel aviador Adalberto de Rezende Rocha Junior. O evento celebrou mais de quatro décadas de atuação estratégica do CLA para o desenvolvimento do setor aeroespacial brasileiro, destacando sua importância para a soberania nacional e para o avanço científico e tecnológico do país.

Informação: Fiema