O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial no Maranhão (Senac/MA) está com inscrições abertas para o Programa Especial de Bolsa de Estágio, que oferece seis vagas para contratação imediata e 50 para formação de cadastro de reserva, com oportunidades nas cidades de São Luís e Imperatriz.
As vagas são destinadas a estudantes dos cursos de Biblioteconomia, Pedagogia e de cursos relacionados à Comunicação Social, como Jornalismo, Rádio/TV, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda, que, no início do estágio, estejam cursando entre o segundo e o antepenúltimo período do curso.
O estágio tem carga horária de 4 horas diárias, totalizando 20 horas semanais, e o valor da bolsa é calculado tendo como referência o percentual de 60% do salário-mínimo vigente no período. Atualmente, o benefício está no valor de R$ 972,60 (novecentos e setenta e dois reais e sessenta centavos). Além da bolsa, o candidato contratado receberá auxílio-transporte e cobertura por apólice de Seguro de Acidentes Pessoais.
As inscrições poderão ser realizadas das 00h00min do dia 19/09/2026 às 23h59min do dia 02/10/2026, exclusivamente pelo site portal.senacma.selecao.site. O processo seletivo será composto pelas etapas de análise curricular, prova objetiva presencial e entrevista. As informações detalhadas devem ser consultadas no edital, disponível no site oficial do processo seletivo.
O resultado final está previsto para ser divulgado no dia 04/11/2026, por meio de lista nominal, contendo a classificação final dos candidatos. É de inteira responsabilidade dos inscritos acompanhar a divulgação de todos os atos, avisos, comunicados e demais informações pertinentes à seleção, que serão divulgados no site oficial do processo seletivo.
O prazo de validade do processo seletivo será de 1 (um) ano, contado a partir da publicação oficial da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério do SENAC/MA. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail processo.seletivo@ma.senac.br.
Quadro de Serviços:
Inscrições: 19/09/2026 a 02/10/2026
Taxa de inscrição: gratuita
Site: portal.senacma.selecao.site
Contato: processo.seletivo@ma.senac.br
Cronograma completo: disponível no site do processo seletivo
Informação: Informação: Assessoria de Comunicação - Senac/MA
Com apoio do Sebrae, a 29ª Exposição Agropecuária de Pinheiro reuniu produtores, expositores, instituições e visitantes em uma programação voltada ao fortalecimento do agronegócio.
Depois de 27 anos, a Exposição Agropecuária de Pinheiro (EXPOAP) voltou a movimentar o setor produtivo do município de Pinheiro e região. Realizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Pinheiro (SINPRORURAL) e Faema, com o apoio do Sebrae, a 29ª edição reuniu produtores rurais, pecuaristas, expositores, instituições, estudantes, caravanas e visitantes em três dias de programação, com palestras, vitrines tecnológicas, oficinas, encontros técnicos, exposição de animais, vaquejada e apresentações culturais. O evento movimentou R$ 370 mil em negócios, demonstrando a força econômica da iniciativa.
Realizada no Parque e Haras JP, no povoado Segredo, zona rural do município de Pinheiro, a EXPOAP criou um espaço de conexão entre quem produz, quem busca conhecimento e quem oferece soluções para o campo. Para o produtor de açaí Raimundo Estrela, visitante do evento, a retomada representa uma oportunidade que faltava ao setor.
“Uma exposição nesse padrão fazia mais de 20 anos que a gente não tinha. Tínhamos essa necessidade de ver os produtores mostrarem seus produtos, poder expor os nossos e conhecer novas tecnologias. Me sinto motivado a me preparar para ser expositor no ano que vem”, contou.
A programação foi estruturada para aproximar o produtor das novas tecnologias, da assistência técnica e das ferramentas de gestão. Entre os destaques estiveram o encontro de produtores, rodadas técnicas sobre fruticultura, piscicultura, bovinocultura de corte e ovinocaprinocultura, além de vitrines e oficinas. Também foram abordados temas como mercado de trabalho no agro, desafios da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) e gestão da propriedade rural.
Um parceiro para incentivo ao empreendedorismo rural
O Sebrae Maranhão participou como parceiro estratégico da iniciativa, levando conhecimento e experiências voltadas à gestão dos negócios rurais. Para o coordenador da estadual do Agro do Sebrae Maranhão, Maurício Leite, o objetivo é contribuir para que o produtor avance da produção para uma visão empresarial.
“As ações do Sebrae são voltadas para que o produtor rural se torne um empreendedor rural, quando passa a ter noção de gestão e a gerenciar melhor o seu negócio. A partir daí, aumenta sua lucratividade”, explicou.
As palestras conduzidas por consultores do Sebrae ampliaram o acesso dos produtores a informações voltadas à gestão, profissionalização e novas oportunidades no meio rural. Entre os temas abordados estiveram “Mercado de Emprego no Agro”, “O Campo como Empresa – Como o Sebrae transforma a realidade do pequeno produtor”, “Produtor ou Empreendedor Rural, o que faz a diferença?” e “AGRO DELAS: Mulheres que Empreendem”. Os conteúdos trouxeram reflexões sobre gestão da propriedade, comportamento empreendedor, mercado de trabalho e protagonismo feminino, reforçando a importância do conhecimento para transformar desafios do campo em oportunidades de negócio.
Durante a EXPOAP, o Sebrae também apresentou produtores atendidos pela instituição como exemplos de experiências que podem ser adaptadas à realidade de outros negócios.
“Trazemos aqueles produtores que são atendidos, aqueles cases de sucesso, para mostrar como fazer e de que forma alcançar melhores resultados. Este evento é um ganho para toda a região”, acrescentou Maurício.
Para a gerente da Unidade Regional do Sebrae na Baixada-Litoral Ocidental, com sede em Pinheiro, Rosa Amélia Borges, a realização da exposição representa um avanço para toda a cadeia produtiva.
“A EXPOAP veio fortalecer essa categoria de produtores e pecuaristas de Pinheiro e região, dando oportunidade para que mostrem seus produtos e demonstrando o quanto o agro é forte na nossa região. Foi uma união de esforços entre Sindicato, Sebrae, Senar e parceiros que culminou nesse resultado”, afirmou.
Conhecimento que vira oportunidade
Para os expositores, a feira também funcionou como uma vitrine comercial. José Eleotério Campos Seguins, produtor rural de São Bento, levou mudas de açaí para apresentar ao público e ampliar sua rede de clientes.
“É uma oportunidade de ganhar conhecimento, ganhar clientes e mostrar o nosso produto para a região. O açaí está se expandindo porque tem sido muito lucrativo, então a EXPOAP foi uma oportunidade para mostrar o nosso trabalho”, contou o produtor.
Na programação técnica, o Senar também contribuiu para ampliar o acesso dos produtores a informações e experiências aplicáveis ao dia a dia do campo. As atividades incluíram vitrines tecnológicas, demonstrações e palestras que trouxeram referências e práticas do setor. A programação foi complementada por uma rodada técnica com produtores e técnicos, reunindo conhecimentos e troca de experiências nas áreas de fruticultura, piscicultura, bovinocultura de corte e ovinocaprinocultura.
De Turiaçu, o produtor Silas da Silva Cardoso participou como expositor de abacaxi e destacou a possibilidade de unir comercialização e aprendizado.
“Além de ter a oportunidade de expor o nosso produto, estamos aprendendo com as palestras e as vitrines, podendo ver como funcionam algumas tecnologias que podem servir para as nossas propriedades”, relatou.
A troca de experiências também foi destacada por quem participou como visitante. O odontólogo e produtor rural de Pinheiro, André Luis Ribeiro Dias, ressaltou que o encontro possibilitou aos produtores compartilharem desafios e conhecerem novas possibilidades para o desenvolvimento das propriedades.
“Às vezes, o produtor sozinho não tem a oportunidade de compartilhar seus desafios e suas dúvidas. Ele encontra aqui a oportunidade ideal, com pessoas que passam pelos mesmos problemas e limitações”, avaliou.
Realizada pelo SINPRORURAL e Faema, com apoio do Sebrae, Senar, Prefeitura e Pinheiro e parceiros, a 29ª EXPOAP também ampliou o espaço de participação das mulheres no setor, com o Encontro das Mulheres no Agro, que abordou liderança, protagonismo e empreendedorismo feminino, além de histórias inspiradoras e apresentação do programa Terra para Elas. A programação contou ainda com visita de escolas e caravanas, aproximando diferentes públicos da realidade do campo.
Para o presidente do SINPRORURAL, Francisco Guterres, o resultado superou as expectativas. “O sentimento é de dever cumprido. Está sendo uma grande feira, tudo o que planejamos está acontecendo. As pessoas que estão participando estão sendo engrandecidas porque estão vendendo seus produtos”, afirmou.
Ao reunir negócios, conhecimento, tecnologia e relacionamento em um mesmo espaço, a EXPOAP encerrou sua 29ª edição mostrando a importância de iniciativas que aproximam produtores das oportunidades e fortalecem o ambiente de negócios no campo. Para quem participou, o desafio agora é transformar os contatos, conhecimentos e experiências conquistados durante os três dias em novos negócios e resultados para o meio rural de Pinheiro e região.
Plataforma reúne conteúdos de ciência, cultura e educação produzidos pela emissora e amplia o acesso público a parte de seu acervo histórico
A história da Rádio Universidade FM é contada por meio de vozes, entrevistas, músicas, pesquisas e relatos que, ao longo de décadas, ajudaram a registrar a produção cultural e científica do Maranhão. Parte desse patrimônio sonoro passa a estar reunida na Radioteca 106, plataforma digital criada para preservar e ampliar o acesso ao acervo da emissora.
A iniciativa reúne edições dos programas Rádio Ciência, Janela Cultural e Acústico Santo de Casa, produções que registram, respectivamente, conteúdos relacionados à ciência, à cultura e à música maranhense. Os materiais, produzidos ao longo de mais de duas décadas, passam a ser disponibilizados ao público em formato digital.
Coordenadora do projeto e diretora da Rádio Universidade FM, a professora Josie Bastos destaca que a proposta também está relacionada à própria natureza da Universidade Federal do Maranhão, que produz conhecimento e busca compartilhá-lo com a sociedade. “Essa ideia de a gente fazer pesquisa e isso se tornar material para pesquisa, consulta, para informação, isso faz parte da nossa natureza como professores”, explica.
Segundo Josie, a Radioteca integra um conjunto de ações relacionadas aos 40 anos da Rádio Universidade FM e aos 60 anos da UFMA. O projeto conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) e busca transformar parte da produção histórica da emissora em uma ferramenta de pesquisa e consulta.
Memória que vira acesso
Ao longo de sua trajetória, a Rádio Universidade produziu programas, entrevistas e documentários sobre diferentes aspectos da sociedade. Para Josie Bastos, esse conteúdo representa uma fonte importante para conhecer a história do Maranhão e de São Luís. “A gente pode usar como uma ferramenta para conhecer a história do Maranhão, porque cultura é história”, afirma.
A proposta também contribui para superar uma dificuldade comum aos acervos sonoros: a conservação e o acesso às mídias físicas. Parte dos conteúdos históricos da Rádio Universidade foi armazenada em CDs e DVDs. Com a digitalização e a organização dos conteúdos, a Radioteca amplia as possibilidades de utilização desse material por estudantes, pesquisadores, professores e pelo público em geral.
A pró-reitora de Extensão e Cultura da UFMA, professora Zefinha Bentivi, considera que iniciativas como a Radioteca ajudam a democratizar o conhecimento produzido pela Universidade. “É uma iniciativa que democratiza o saber. É uma iniciativa que aproxima a Universidade da sociedade em geral”, destaca.
Para ela, o acervo também apresenta potencial educativo e científico, ao permitir que diferentes públicos tenham contato com registros da cultura, da ciência e da história.
Uma biblioteca sonora
A Radioteca 106,9 funciona, nesse sentido, como uma espécie de biblioteca sonora. O conteúdo produzido pela Rádio Universidade deixa de estar restrito aos arquivos internos da emissora e passa a ser disponibilizado para consulta pública.
A diretora Josie Bastos ressalta que a organização do material envolve etapas de catalogação, curadoria e construção de uma plataforma de fácil navegação. “A gente tem que fazer de uma forma fácil para que você, que não entende nada, que ainda não foi à Rádio Universidade, possa fazer esse manuseio da maneira mais didática possível”, explica.
A ideia é que a plataforma permita ao público encontrar conteúdos de diferentes períodos e temas, tornando o acervo uma fonte permanente de consulta e conhecimento.
Mais do que recuperar registros do passado, a iniciativa busca garantir que essas vozes continuem acessíveis às próximas gerações.
Ciência e cultura em um só lugar
A criação da Radioteca 106,9 ganha um significado especial no momento em que a Rádio Universidade se aproxima de quatro décadas no ar. Criada pela UFMA em 1982, a emissora iniciou suas transmissões em 21 de outubro de 1986, na frequência 106,9 MHz.
Ao reunir parte da produção construída ao longo dessa trajetória, a plataforma preserva registros de diferentes momentos da cultura, da ciência e da sociedade maranhense.
Para Zefinha Bentivi, preservar essa memória também significa fortalecer o papel do rádio como instrumento de comunicação e formação. “Antes de chegar, inclusive, a uma escola, a rádio chega e educa”, afirma.
A Radioteca 106,9 está disponível gratuitamente em radioteca106.ufma.br. O público pode acessar os conteúdos e conhecer parte da produção histórica da Rádio Universidade FM.
Informação: UFMA
"Sopas, Saladas & Molhos" é realizado por Cadu Ferreira, com apoio de Eat Fit e Verde Urbano, e reúne 12 preparações funcionais em encontro no Calhau
São Luís recebe, no dia 26 de setembro, o workshop "Sopas, Saladas & Molhos", voltado à alimentação saudável e com foco em receitas práticas para incorporar ao cardápio do dia a dia. O encontro é assinado pelo nutricionista clínico funcional Cadu Ferreira, com apoio da Eat Fit e do Verde Urbano, e acontece das 8h às 10h30, no espaço do Verde Urbano, no bairro do Calhau.
Com proposta prática, a atividade ensina o passo a passo de 12 preparações, organizadas em três categorias: quatro tipos de salada, cinco molhos e antepastos, e três caldos. O objetivo é mostrar que é possível variar o cardápio e manter uma alimentação equilibrada sem abrir mão de sabor e praticidade no preparo.
Entre as saladas ensinadas estão a de acelga com shoyu, cebola, salmão graviolax e gergelim preto e branco, a caesar, a mediterrânea — com abobrinha, berinjela, cenoura em lascas, azeitona roxa e queijo coalho — e o salpicão fresco ralado. Já a categoria de molhos e antepastos reúne pesto, homus, muhammara, chutney de manga e pasta de alho. Completam a programação três caldos: feijão-fradinho proteico vegano, caldo verde de vinagreira e gaspacho, a sopa fria de tomate.
Os participantes recebem material didático com todas as receitas, degustam as preparações ao longo do encontro e são certificados ao final. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas diretamente com a organização do evento.
SERVIÇO
O quê: Workshop "Sopas, Saladas & Molhos", com receitas práticas e funcionais
Quando: 26 de setembro (sábado), das 8h às 10h30
Onde: Verde Urbano — Empório do Campo, bairro do Calhau, São Luís (MA)
Ministrante: Cadu Ferreira, nutricionista clínico funcional
Apoio: Eat Fit e Verde Urbano
Investimento: R$ 70 (individual) ou R$ 55 por pessoa (dupla)
Inclui: material didático, degustação e certificado
Vagas: limitadas — inscrições pelo direct do Verde Urbano ou Eat Fit
SOBRE CADU FERREIRA
Cadu Ferreira é nutricionista clínico, professor universitário e pós-graduado em nutrição funcional e fitoterapia, atualmente mestrando em educação para a saúde. Ao longo da trajetória profissional, tem se dedicado a aproximar a gastronomia da nutrição, utilizando a cozinha como estratégia de educação alimentar dentro e fora do consultório e priorizando o alimento como forma de cuidado. Defensor da culinária saudável e sustentável, valoriza o uso de ingredientes frescos e orgânicos em suas receitas e compartilha experiências e estudos em cursos e palestras pelo país.
Cadu Ferreira está disponível para entrevistas antes e durante o evento.
Informação: Assessora de Imprensa
Público poderá acompanhar espetáculos de teatro, dança e circo, além de participar de oficinas e atividades de reflexão
O 2º Festival Palco Giratório segue com programação diversificada no Maranhão. De 21 a 27 de setembro, o público poderá acompanhar espetáculos de teatro, dança e circo, além de participar de oficinas e atividades de reflexão sobre diferentes temas ligados às artes cênicas.
Realizado pelo Sesc Maranhão como parte das comemorações pelos 80 anos da instituição, o festival integra a 28ª edição nacional do Palco Giratório, projeto que há quase três décadas promove a circulação da produção artística brasileira e amplia o acesso à cultura em diferentes regiões do país.
Nesta segunda-feira (21), às 9h, acontece a oficina “Brinquedos-sucata de formas animadas”, ministrada pelo Grupo Artilharia Cênica (MG), no Departamento de Artes Cênicas da UFMA. A atividade une arte, meio ambiente e imaginação ao propor a criação de brinquedos e elementos cênicos a partir de materiais recicláveis. A oficina tem carga horária de quatro horas.
À tarde, às 15h, o público infantil poderá conferir o espetáculo “No Coração da Lua”, do Grupo Estação de Teatro (RN), no Teatro Sesc. A montagem acompanha Luana, uma menina alegre que, de repente, perde a vontade de levantar, comer e brincar. Com a ajuda do amigo Juca, ela parte em busca de respostas e encontra seres fantásticos que a conduzem por uma jornada de descobertas. A peça aborda a infância e a saúde mental de forma lúdica e sensível.
Encerrando a programação do dia, às 17h, a Praça Deodoro recebe “Bando”, do Grupo Máscara EnCena (RS). Em formato de cortejo, a performance urbana se inspira nos pombos-correios para criar uma intervenção poética sobre memória, reencontro e esperança. As cartas distribuídas durante o percurso foram escritas por pessoas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul.
Pensamento Giratório
Na terça-feira (22), às 10h, o Cinema Sesc recebe o Pensamento Giratório “Criança Também Sente: Diálogos sobre Saúde Mental na Infância”, com o Grupo Estação de Teatro (RN) e mediação de Rebeca Carneiro. A atividade propõe uma reflexão sobre o bem-estar emocional das crianças, a partir das questões apresentadas no espetáculo “No Coração da Lua”, destacando também o papel da família e da escola na prevenção e no cuidado com a saúde mental.
Às 15h, no Teatro Sesc, será apresentado o espetáculo “Dandara na Terra dos Palmares”, da Arte Sintonia Companhia de Teatro (BA). A montagem acompanha uma menina negra que passa a rejeitar seu próprio nome após sofrer bullying e racismo na escola. Em um sonho, ela encontra seus ancestrais e a guerreira Dandara dos Palmares, em uma jornada de reconexão com suas raízes e sua identidade. De forma lúdica e poética, o espetáculo aborda o racismo na infância e o poder da ancestralidade.
A noite de terça-feira será dedicada à dança, com “Corpos de Tambor”, do Coletivo Croa (PA), às 19h30, no Teatro Luiz Pazzini. A obra reúne referências de manifestações populares paraenses, como o carimbó e o lundum marajoara, com elementos das danças urbanas, como breaking, house, dancehall e krump. O resultado é uma experiência marcada por movimento, musicalidade e ancestralidade.
Reflexão
Na quarta-feira (23), às 10h, o Auditório do CCH/UFMA recebe o Pensamento Giratório “A Cena como Território de Resistência”, da Arte Sintonia Companhia de Teatro (BA), com mediação de Fernanda Costa. O encontro propõe uma reflexão sobre identidade cultural, ancestralidade, racismo, resistência e os processos criativos da companhia, valorizando a cultura afro-brasileira e o pensamento crítico.
Na quinta-feira (24), às 14h, será realizado um intercâmbio entre o Coletivo Croa (PA) e o Núcleo Atmosfera (MA), na Sala de Dança do Sesc Deodoro. O encontro é exclusivo para os grupos participantes e promove o compartilhamento de ideias, experiências, técnicas, metodologias e processos criativos.
Às 19h30, o Teatro Sesc recebe “Eduardo: O Rei das Praças”, de Eduardo Show da Vida e Alysson Lemos (CE). A montagem mergulha na trajetória de um dos artistas de rua de maior destaque do país e celebra 45 anos de carreira, além de homenagear artistas que fazem do espaço público seu território de criação, encontro e resistência.
Diálogo
Na sexta-feira (25), às 19h30, o Teatro Luiz Pazzini recebe “Bumba Meu Ball”, da Trava Produções (MA). O espetáculo aproxima a cultura Ballroom e o bumba meu boi do Maranhão, explorando dança, performance, música e identidade. A montagem destaca artistas maranhenses negras, periféricas e LGBTQIA+ e promove um diálogo entre manifestações culturais e diferentes formas de expressão de gênero e identidade.
No sábado (26), às 10h, o Teatro Sesc recebe o espetáculo “No Armário Não Cabe Ninguém”, do Grupo de Pesquisa em Teatro para Infância (PR). Com bonecos e objetos manipulados, a história acompanha Pi e Tatá, dois monstros que vivem uma rotina repetitiva até serem surpreendidos pela chegada de uma criatura desconhecida. A partir desse encontro, surgem reflexões sobre identidade, parentalidade, tolerância e convivência com as diferenças, em uma narrativa marcada pela diversão e pela ludicidade.
Às 19h30, também no Teatro Sesc, será apresentado “Peça Única”, da House of Hands Up MS (MS). Primeiro espetáculo do coletivo sul-mato-grossense, a obra reúne nove performers em uma investigação sobre beleza, imagem e identidade a partir da cultura ballroom, da dança vogue e da moda. O trabalho também explora o improviso, a precariedade e a experimentação como elementos da criação artística.
Intercâmbio
Encerrando a programação da segunda semana, no domingo (27), às 14h, será realizado um novo intercâmbio entre grupos participantes, desta vez entre a Trava Produções (MA) e a House of Hands Up MS (MS). A atividade acontece na Sala de Dança do Sesc Deodoro e é exclusiva para os grupos participantes.
Com artistas e coletivos de diferentes regiões do país, o 2º Festival Palco Giratório Sesc amplia os espaços de circulação, encontro e diálogo entre diferentes linguagens artísticas. A programação da segunda semana também destaca temas como infância, saúde mental, memória, ancestralidade, identidade, resistência, cultura popular e diferentes formas de expressão.
Toda a programação é gratuita, e os ingressos podem ser retirados uma hora antes de cada apresentação. O roteiro completo do 2º Festival Palco Giratório Sesc pode ser conferido em palco.sescma.com.br
Informação: Sesc MA
E+ Reciclagem já evitou o corte de mais de 18,3 mil árvores somente em 2026 e promove benefícios ambientais, sociais e econômicos
O Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro, reforça a importância da preservação dos recursos naturais e da adoção de práticas que contribuam para um futuro mais sustentável. No Maranhão, a Equatorial desenvolve iniciativas voltadas à sustentabilidade e ao consumo consciente, que ajudam a reduzir impactos ambientais e estimular a participação da sociedade na preservação do meio ambiente.
Um dos exemplos é o E+ Reciclagem, projeto integrado ao Programa de Eficiência Energética da Equatorial Maranhão, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em 2026, a iniciativa completa 15 anos transformando a destinação correta de resíduos recicláveis em benefícios ambientais, sociais e econômicos para consumidores e comunidades.
De janeiro a julho deste ano, o E+ Reciclagem já recolheu mais de 2 mil toneladas de materiais recicláveis em todo o estado. A destinação adequada desses resíduos contribuiu para evitar a emissão estimada de 6,9 mil toneladas de CO₂, além de representar uma economia de aproximadamente 163,6 milhões de litros de água e 7,6 mil MWh de energia. Outro resultado importante é a preservação de cerca de 18,3 mil árvores, que deixaram de ser cortadas em razão da reciclagem dos materiais coletados.
Além dos ganhos ambientais, o projeto também gera benefícios diretos para os participantes. No período, a iniciativa proporcionou R$ 69,3 mil em bônus na conta de energia, beneficiando 3.223 clientes e 67 instituições.
Para a Analista de Projetos do Programa de Eficiência Energética da Equatorial Maranhão, Rosângela Martins, os resultados demonstram como atitudes simples podem contribuir para a preservação ambiental e, ao mesmo tempo, gerar benefícios para a população.
“Cada material que deixa de ser descartado de forma inadequada e retorna ao ciclo produtivo representa uma oportunidade de preservar recursos naturais. Quando o consumidor participa do E+ Reciclagem, ele contribui para a redução do consumo de água e energia, para a diminuição das emissões de CO₂ e também para a preservação das árvores. É uma ação que mostra, na prática, que sustentabilidade é uma construção coletiva”, destaca Rosângela.
15 anos de resultados
Ao longo de sua trajetória, o E+ Reciclagem já recolheu mais de 55,3 mil toneladas de materiais recicláveis no Maranhão. A iniciativa contribuiu para evitar a emissão estimada de 176,4 mil toneladas de CO₂ e para a preservação de recursos naturais.
O projeto também transforma a participação dos consumidores em benefícios econômicos. Desde sua implantação, já foram concedidos mais de R$ 2,6 milhões em bônus na conta de energia, beneficiando 51.263 clientes, além do apoio a instituições sociais.
A atuação ambiental da Equatorial Maranhão integra uma estratégia que busca estimular o consumo consciente e o uso eficiente dos recursos naturais. Por meio de projetos de eficiência energética, reciclagem e educação para o consumo responsável, a Distribuidora busca ampliar a conscientização da população e contribuir para a construção de cidades mais sustentáveis.
No Dia da Árvore, a mensagem é também um convite à participação: preservar o meio ambiente depende de escolhas feitas diariamente, desde a correta separação e destinação dos resíduos até o uso consciente da energia e dos recursos naturais. Pequenas atitudes, quando multiplicadas, ajudam a proteger o presente e a construir um futuro mais sustentável.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
Projeto da Prefeitura de São Luís aproxima estudantes e professores das manifestações culturais e do patrimônio da cidade, com participação de mestres, mestras e brincantes do Tambor de Crioula e da Capoeira
A educação patrimonial está chegando cada vez mais perto dos estudantes da rede municipal de São Luís por meio do projeto “O Patrimônio nas Escolas”, desenvolvido pela Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico (FUMPH), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SEMED).
Atualmente, o projeto está presente em 97 escolas da rede municipal, alcançando milhares de estudantes e professores. A iniciativa contempla turmas do Ensino Fundamental, especialmente do 6º ao 9º ano, e também estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ampliando o acesso às ações de valorização da memória, da cultura e do patrimônio de São Luís.
A proposta é levar para o ambiente escolar conhecimentos relacionados ao patrimônio cultural da cidade, aproximando os alunos de manifestações que fazem parte da identidade maranhense, como a música, a dança, a culinária e as tradições populares, além de estimular o reconhecimento e a valorização do Centro Histórico de São Luís.
Para a prefeita de São Luís, Esmênia Miranda, o projeto contribui para fortalecer a relação dos estudantes com a cidade e com as manifestações culturais que fazem parte da história de São Luís. “São Luís tem um patrimônio cultural reconhecido mundialmente e uma riqueza de saberes que precisa ser conhecida e valorizada pelas novas gerações. O Patrimônio nas Escolas aproxima a cultura da educação e permite que nossos estudantes compreendam que o patrimônio está presente no território, nas manifestações, nas pessoas e nas tradições que fazem parte da nossa história. É uma forma de fortalecer o pertencimento e contribuir para a preservação da nossa identidade”, afirmou.
Para a presidente da FUMPH, Kátia Bogéa, a proposta é fazer da escola um espaço de aproximação entre as novas gerações e os conhecimentos que constituem a história e a identidade de São Luís. “O Patrimônio nas Escolas parte da compreensão de que preservar também significa transmitir conhecimento. Quando levamos mestres, mestras e brincantes para dentro das escolas, estamos criando condições para que os estudantes conheçam essas manifestações a partir de quem vive e mantém esses saberes. É uma ação de educação patrimonial, mas também de valorização das pessoas que fazem a cultura de São Luís acontecer.”
Um dos diferenciais do projeto é a participação direta dos detentores dos saberes tradicionais. No caso do Tambor de Crioula, mestres, mestras, coreiras e coreiros são envolvidos nas atividades, contribuindo para que os conhecimentos sejam transmitidos a partir da experiência de quem mantém viva essa manifestação cultural. A mestra popular, coordenadora do Boi da Floresta, e coreira, Nadir Cruz, ministrou aula na Unidade de Educação Básica (UEB) Ministro Mário Andreazza. “Falar para a minha própria comunidade sobre os nossos costumes e raízes é realmente emocionante e importante para aa continuação dessas manifestações folclóricas”, disse.
Formação prepara mestres e brincantes para atuação nas escolas
Antes da chegada do projeto às unidades de ensino, foi realizada a Oficina Formativa “Patrimônio Vivo em Movimento: O Tambor de Crioula Vai às Escolas”, no Espaço Humberto de Maracanã, localizado no Complexo Trapiche Santo Ângelo. A formação reuniu mais de 230 representantes de grupos de Tambor de Crioula e teve como objetivo preparar mestres, mestras, coreiras e coreiros para a transmissão dos saberes tradicionais no espaço escolar.
A iniciativa fortalece a educação patrimonial como instrumento de preservação, valorização e difusão do Tambor de Crioula, reconhecendo os próprios fazedores da cultura como protagonistas desse processo. Ao todo, a ação prevê a participação de 57 grupos de Tambor de Crioula. Na segunda etapa do programa, serão contemplados 40 grupos de Capoeira, ampliando a presença das manifestações culturais tradicionais no cotidiano das escolas municipais.
Cultura e educação caminham juntas
A iniciativa também reforça a integração entre as políticas de patrimônio cultural e educação desenvolvidas pelo Município. Para a Secretaria Municipal de Educação, Anna Caroline Marques Pinheiro, trabalhar a cultura local no ambiente escolar contribui para que os estudantes reconheçam o território onde vivem e compreendam a importância de sua preservação. “A escola é um espaço fundamental para fortalecer o sentimento de pertencimento. Ao aproximar nossos estudantes dos mestres, mestras e brincantes, possibilitamos que eles conheçam a cultura de São Luís não apenas pelos livros, mas também pela experiência, pela oralidade, pela música, pela dança e pelas histórias de quem constrói essa cultura. A inclusão da EJA também é muito importante porque reconhece que a educação patrimonial deve alcançar diferentes gerações.”
A iniciativa também dialoga diretamente com a necessidade de garantir a continuidade dos saberes tradicionais. Ao inserir mestres, mestras e brincantes no processo educativo, o projeto cria espaços de transmissão da cultura e estimula o contato entre diferentes gerações. Além do conhecimento sobre o patrimônio material, representado especialmente pelo conjunto histórico e arquitetônico da cidade, o projeto amplia o olhar para o patrimônio imaterial, valorizando práticas, celebrações, conhecimentos e modos de fazer que constituem a identidade cultural de São Luís.
Tambor de Crioula e Capoeira
Nesta etapa, o Tambor de Crioula ocupa lugar de destaque. A partir da formação realizada com mais de 230 representantes, 57 grupos serão envolvidos nas ações desenvolvidas junto às escolas. A metodologia busca respeitar os modos próprios de transmissão dos saberes, valorizando a oralidade, a experiência dos mestres e mestras e a participação dos brincantes.
Na sequência, a segunda etapa do programa será dedicada à Capoeira, com a participação de 40 grupos, ampliando o repertório de manifestações culturais trabalhadas no ambiente escolar. Com a integração entre FUMPH, SEMED, escolas, estudantes, professores e detentores dos saberes tradicionais, “O Patrimônio nas Escolas” consolida uma proposta de educação patrimonial que ultrapassa os limites da sala de aula e estabelece uma relação direta entre cultura, memória, território e pertencimento. Mais do que apresentar o patrimônio aos estudantes, o projeto busca criar condições para que crianças, adolescentes e jovens reconheçam a cultura local como parte de suas próprias histórias e compreendam seu papel na preservação das tradições de São Luís.
Informação: Inspire & Comunique


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