terça-feira, 15 de setembro de 2026


Há 50 anos atuando na luta contra o câncer no Maranhão, a Fundação Antonio Dino, mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Bello, em São Luís (MA), do Hospital do Câncer Dr. Antonio Dino, em Pinheiro (MA), e do primeiro hospital especializado em tratamento oncológico de Santa Inês, recomenda ao público interno e externo a leitura do livro Como Venci um Tumor Maligno: Testemunho Impactante do Agir de Deus, de Neyderman de Almeida Amorim.

Na publicação, o autor destaca que a cura é uma dádiva que todos aspiramos alcançar, independentemente da área em que dela necessitamos. “Em algum momento de nossas vidas, inevitavelmente, iremos precisar dela. Este livro, no entanto, não é apenas um compêndio de conhecimento. É uma vida, um testemunho que ilustra o agir de Deus, que pode ser vivenciado e aplicado tanto na saúde física quanto em qualquer outra área, seja ela financeira, empresarial, familiar, matrimonial ou legal”, afirma Amorim.

Segundo ele, Deus é o autor, arquiteto, engenheiro e executor de tudo o que existe e tem planos bem definidos para cada pessoa. “No entanto, é necessário conhecê-Lo e andar alinhado a Ele para entender a Sua vontade. Está escrito: ‘Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, declara o Senhor. Planos de fazê-los prosperar, não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro’ (Jeremias 29:11 – NVI)”, afirma Amorim.

Em Como Venci um Tumor Maligno, o leitor é convidado a crer, confiar, ter fé, ânimo e força, independentemente das circunstâncias ou dos desafios que esteja enfrentando. A obra apresenta o testemunho pessoal do autor e sua experiência de enfrentamento da doença, destacando a fé como elemento central de sua trajetória. “Saiba que Deus não nos deixaria ser tentados além de nossas forças, de modo que Ele sempre providencia uma saída”, conclui o autor.

Acolhimento e cuidado - Há cinco décadas, a Fundação Antonio Dino se dedica ao apoio e ao tratamento de pacientes com câncer no Maranhão. Sem fins lucrativos, a instituição tem como missão proporcionar atendimento humanizado, acolhimento e suporte aos pacientes e suas famílias, contribuindo para que enfrentem, com dignidade e esperança, os desafios impostos pela doença. Para adquirir o livro, acesse: https://www.amazon.com.br/Como-Venci-Tumor-Maligno-Testemunho/dp/6553080151.

Informação: PW 

A atração Jump Around um super castelo inflável, o maior da América Latina promete diversão para toda a família! A atração, de 2.500m², terá início neste domingo, 13 no estacionamento do Shopping da Ilha. Essa grande novidade, que é sucesso por onde passa, tem escorregadores gigantes, pula-pulas, estruturas de escaladas e pistas de obstáculos. No melhor estilo ‘parkour’ infantil, o público ainda porá desafiar os limites nas várias pistas, em um ambiente lúdico, colorido e seguro, com monitores a cada sessão. A ordem para o público é a diversão! A animação para adultos e crianças não tem limite de idade!

Para ter acesso ao super Jump Around é necessário atenção para algumas orientações como retirar sapatos, jóias, piercings e demais objetos que possam comprometer a segurança dos participantes além do uso obrigatório de meias. A atração permite crianças a partir de 2 anos (crianças menores de 6 anos precisam de um acompanhante adulto responsável). As sessões de diversão duram 30 minutos, com horário marcado.

A partir de 13 de setembro o Jump Around irá receber o público com infláveis, obstáculos e desafios para crianças e adultos no estacionamento do Shopping da Ilha. Será uma brincadeira gigante!


Serviço:

Início: 13.09

Local: Estacionamento Shopping da Ilha (em frente ao Mateus)

Jump Around - Conheça o maior castelo inflável da América Latina!

Acesso: Ingressos estão à venda por R$54,90 (meia entrada) na bilheteria local ou no site da Fever (valor do ingresso + taxa da plataforma). A cada minuto extra, será cobrado R$2,00 em dias úteis e R$3,00 aos fins de de semana. Pessoas com deficiência (PCD) pagam preço promocional de R$27,45, sendo permitida a entrada de um acompanhante sem custo. (Necessária apresentação de laudo ou carteirinha que comprove a condição). A capacidade é limitada e sujeita a lotação. 

FUNCIONAMENTO: Sexta a domingo, das 15h às 21h.

Informação: Assessoria de Imprensa 

Projeto prevê a substituição de aparelhos de ar-condicionado por equipamentos mais eficientes e contribui para a redução do consumo de energia na universidade

A Equatorial Maranhão e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) firmaram, nesta segunda-feira (14), na sede da Distribuidora, em São Luís, o Termo de Cooperação Técnica para a execução do Projeto de Eficientização da UFMA, contemplado na Chamada Pública de 2025 do Programa de Eficiência Energética (PEE). Com investimento de R$ 583.734,71, a iniciativa tem como objetivo modernizar o sistema de climatização da instituição, promovendo maior eficiência energética, economia de energia e sustentabilidade.

A cerimônia de assinatura contou com a participação do Presidente da Equatorial Maranhão, Sérvio Túlio, e do reitor da UFMA, Fernando Carvalho Silva, além de representantes das duas instituições.

O projeto prevê a substituição de 38 aparelhos de ar-condicionado antigos por novos equipamentos do modelo Split High Wall Inverter, com capacidades de 18.000 BTUs e 24.000 BTUs. A modernização será realizada principalmente no prédio pedagógico Paulo Freire, contribuindo para a melhoria da eficiência energética e das condições de climatização dos espaços utilizados pela comunidade acadêmica.

Para o reitor da UFMA, Fernando Carvalho Silva, a parceria representa um avanço importante para a universidade. “Estamos aqui para assinar nosso termo de cooperação do projeto de eficientização energética em que a UFMA foi contemplada. Esse projeto tem como objetivo a troca de 38 aparelhos de ar-condicionado, possibilitando melhorar a nossa eficiência energética, voltada principalmente ao nosso prédio pedagógico Paulo Freire”, destacou.

O Presidente da Equatorial Maranhão, Sérvio Túlio, ressaltou a relevância da UFMA para o desenvolvimento do estado e destacou outras iniciativas de infraestrutura e eficiência energética que vêm sendo desenvolvidas em parceria com a instituição. “A UFMA tem uma importância vital para a educação do Maranhão e do país. Hoje, recebemos aqui toda a estrutura da Reitoria e estamos trazendo um novo projeto para a universidade, que envolve a construção de uma subestação de 69 mil volts, garantindo energia suficiente para todos os projetos de ampliação, inteligência artificial, novos blocos e também para a eficientização energética”, afirmou.

Sérvio Túlio também destacou a assinatura do projeto de modernização dos equipamentos de climatização. “Em seguida, assinamos a aprovação do projeto de eficientização da UFMA, nesta primeira etapa, implementando a inovação com a substituição dos aparelhos de ar-condicionado de vários prédios da instituição. Estamos felizes porque a UFMA, assim como a Equatorial, são duas entidades presentes no desenvolvimento do Maranhão”, completou.

Eficiência energética e sustentabilidade

Gerido pela Superintendência de Digital, Inovação e Projetos Estratégicos da Equatorial Maranhão, o projeto está alinhado aos pilares estratégicos do Programa de Eficiência Energética (PEE), que incluem sustentabilidade, apoio ao poder público, ações em comunidades, educação e geração de renda.

Além da substituição dos equipamentos, a iniciativa contempla ações de medição de consumo, capacitação das equipes envolvidas e descarte ambientalmente adequado dos aparelhos antigos, reforçando o compromisso com a sustentabilidade durante todo o processo.

A UFMA será a instituição beneficiária e ficará responsável pelo apoio ao acompanhamento local. A Equatorial Maranhão atuará na condição de financiadora, gestora, auditora e fiscalizadora do projeto.

Cronograma

As etapas de execução do projeto estão previstas para ocorrer entre setembro de 2026 e abril de 2027. Após a assinatura do Termo de Cooperação Técnica, realizada nesta segunda-feira (14), a entrega dos novos equipamentos e a medição inicial de consumo estão programadas para outubro. A substituição dos aparelhos será realizada em janeiro de 2027. Em seguida, estão previstas a capacitação das equipes e o descarte ecológico dos equipamentos antigos. Já em março serão realizadas a medição final de consumo e a cerimônia de entrega do projeto, com previsão de conclusão em abril, com a emissão e aprovação do relatório final.

A parceria entre a Equatorial Maranhão e a UFMA reforça o compromisso das duas instituições com a promoção de soluções que aliem inovação, eficiência energética e sustentabilidade. Por meio do Programa de Eficiência Energética, a iniciativa contribui para modernizar a infraestrutura da universidade, otimizar o uso da energia e gerar benefícios para toda a comunidade acadêmica, fortalecendo ações que colaboram para o desenvolvimento sustentável do Maranhão.

Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão 

“Minha escrita é o desenho” reúne cerca de 80 trabalhos e aproxima o público dos saberes, das memórias e da cosmologia do povo Pataxoop

SÃO LUÍS — O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) apresenta, de 23 de setembro de 2026 a 22 de maio de 2027, “Liça Pataxoop: Minha escrita é o desenho”, primeira exposição da artista, educadora e liderança indígena Pataxoop. A mostra reúne cerca de 80 desenhos realizados por Liça e por jovens da aldeia Muã Mimatxi, em Itapecerica (MG), além de vídeos e uma instalação imersiva. Os trabalhos, chamados por Liça de têhêys de pescaria de conhecimentos, são desenhos que funcionam como uma forma de escrita e registram saberes, memórias, histórias e relações do povo Pataxoop com seu território.

A palavra têhêy originalmente designa um instrumento de pesca confeccionado pelas mulheres e crianças Pataxoop com tucum e cipó. No trabalho de Liça, o termo ganha novo significado: o têhêy se transforma em uma ferramenta para “pescar” conhecimentos da vida e transmitir, por meio de imagens, ensinamentos entre gerações.

“Desde o tempo ancestral, nós ensinamos e aprendemos pelo olhar, o escutar e tudo que fazemos na terra. O têhêy é um pescador de conhecimento da vida, uma escrita do aprendizado que vem da tradição”, afirma a artista. “É o meu livro em que apresento a minha leitura da memória, a escrita do meu aprendizado na escola da vida em que me formei.”

Nascida em Barra Velha, no sul da Bahia, Liça cresceu em contato com os saberes de seu povo e com a Mata Atlântica. Em 2006, ao lado de seu companheiro Kanatyo Pataxoop e de sua família, participou da fundação da aldeia Muã Mimatxi, onde a reconstrução da floresta e do território está ligada à restauração da vida e ao fortalecimento dos conhecimentos Pataxoop. Educadora da Escola Estadual Indígena Muã Mimatxi, Liça atua na construção de uma educação específica, intercultural e multilíngue.

Com curadoria de Felipe Carnevalli de Brot, Paula Lobato e Paulo Maia, a exposição é, embora leve o nome de Liça, essencialmente coletiva. Seus têhêys nascem de uma rede de relações que inclui família, comunidade, animais, plantas, rios, mar, ancestrais e os yãmixoop, seres-espíritos que integram a cosmologia Pataxoop.

“Cada obra apresentada aqui nasce dessa rede de relações. Seus têhêys de pescaria de conhecimento não são imagens isoladas, mas lugares de encontro entre a ancestralidade e os valores importantes da vivência pataxoop. São imagens que contam, lembram e, principalmente, ensinam”, afirmam os curadores.

Ao reunir arte, educação e território, a mostra propõe ao público o contato com uma perspectiva indígena sobre a produção e a transmissão do conhecimento. A expografia incorpora princípios de sustentabilidade e recursos de acessibilidade, ampliando o acesso de diferentes públicos aos conteúdos da exposição.

A noite de abertura da exposição acontece no dia 22 de setembro (terça-feira), às 19h, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), com a presença da artista. O evento é aberto ao público, que terá a oportunidade de visitar os espaços da mostra em primeira mão. Receber “Liça Pataxoop: minha escrita é o desenho” é uma realização para o CCVM enquanto instituição:

“A cultura indígena, ainda mais dentro do campo da educação, é um dos eixos de trabalho do CCVM. Durante seis edições, nós fizemos um seminário especialmente dedicado à educação indígena. A exposição de Liça Pataxoop, como uma amostra do pensamento formativo pataxoop, criado por ela a partir das bases do território, vem coroar todo esse processo de trabalho e abrir novos caminhos e frentes para a discussão das questões da educação.São novos caminhos e frentes para uma educação libertária”, celebra Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão.

Conheça Artista e Curadores

Liça Pataxoop é educadora e liderança da aldeia Muã Mimatxi, em Itapecerica (MG). Atua na Escola Estadual Indígena Muã Mimatxi e, por meio dos têhêys, que considera uma forma de escrita, transmite aos jovens os conhecimentos, histórias e ensinamentos de seu povo.

Paulo Maia é antropólogo e professor associado da Faculdade de Educação da UFMG, com atuação em antropologia, etnologia, pedagogia, educação escolar indígena e cinema.

Felipe Carnevalli de Brot é arquiteto e urbanista, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG e em Antropologia pela EHESS, em Paris. Foi designer do Instituto Tomie Ohtake, co-editor da revista PISEAGRAMA e é fundador do estúdio Cosmopolíticas Editoriais, que trabalha com a aldeia Muã Mimatxi na produção de livros de autoria Pataxoop.

Paula Lobato é arquiteta e urbanista e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. Foi designer do Instituto Tomie Ohtake, co-editora da revista PISEAGRAMA e é fundadora do estúdio Cosmopolíticas Editoriais. Também atuou no BDMG Cultural como coordenadora de projetos.

Conheça o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Rouanet, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.


Serviço

Liça Pataxoop: Minha escrita é o desenho

Curadoria: Felipe Carnevalli de Brot, Paula Lobato e Paulo Maia

Abertura: 22 de setembro de 2026, às 19h

Visitação: 23 de setembro de 2026 a 22 de maio de 2027

Terça-feira a sábado, das 10h às 19h

Entrada: gratuita | Classificação: livre

Local: Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) — Rua Direita, 149 – Centro – São Luís (MA)

Informação: Assessoria de Comunicação

No Dia do Cliente, pequenos negócios encontram no relacionamento uma estratégia para estimular a fidelidade

Para qualquer negócio, o cliente é essencial. Ele é o responsável por gerar vendas, mas principalmente, por contribuir para a construção da reputação, da sustentabilidade e do crescimento da empresa. O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, é uma oportunidade para os empreendedores reforçarem essa relação e pensarem em estratégias que vão além das tradicionais promoções.

Na prática, conquistar o consumidor pode até começar pelo preço, mas fazer com que ele volte exige outros ingredientes: qualidade, bom atendimento, identificação com a marca e uma experiência capaz de criar conexão.

Foi a partir dessa percepção que a Maranhezza, marca maranhense dedicada à moda autoral e a peças que valorizam elementos da cultura do Maranhão, construiu sua relação com o público. Criada em 2014 pela empresária e designer de moda Nat Maciel, a marca começou pequena, com seis modelos de camisetas e um vestido, e foi crescendo junto com a própria trajetória da empreendedora.

“Para mim, cliente fiel é aquela pessoa que não compra só uma camiseta, um vestido ou uma canga: ela compra uma ideia, uma identidade, um jeito de ser. E, na Maranhezza, isso tem um valor enorme”, afirma Nat Maciel, CEO da marca.

Segundo ela, um dos sinais dessa fidelização aparece justamente quando o cliente retorna espontaneamente, seja para comprar para si ou para presentear alguém.

“A gente fica muito feliz quando uma pessoa que já comprou com a gente chama no WhatsApp querendo saber quais peças estão disponíveis, seja para dar de presente ou para si mesma, porque significa que ela se identificou com a marca e, de alguma forma, passou a fazer parte dessa história também”, conta a empreendedora.

Para a gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae Maranhão, Renata Costa, essa conexão é cada vez mais importante em um mercado no qual o consumidor tem acesso a inúmeras opções e consegue comparar preços e produtos com facilidade.

“Hoje, o consumidor está mais informado, mais exigente e tem muito mais opções para escolher. Por isso, a decisão de compra não depende apenas do preço. O cliente quer ser bem atendido, encontrar uma solução que faça sentido para ele e perceber que a empresa se importa com sua experiência. O desconto pode atrair, mas, sozinho, não garante que a pessoa volte. Para construir fidelização, é preciso oferecer qualidade, cumprir o que foi prometido, manter um relacionamento próximo e criar valor antes, durante e depois da compra”, reflete  Renata Costa. 

Experiência que faz voltar

Para Nat, preço, qualidade e experiência caminham juntos, mas é a experiência que pode determinar a permanência do consumidor.

“Preço chama atenção, qualidade faz a pessoa confiar, mas é a experiência que faz ela querer voltar. Na Maranhezza, a gente quer que a pessoa compre e pense: ‘Isso tem a minha cara!’. E, quando ela gosta de uma peça e ainda acontece uma boa conversa, a gente dá risada junto ou descobre uma história por trás daquela estampa, a compra deixa de ser só uma compra e vira uma experiência”, explica Nat Maciel.

É justamente nessa jornada que o pequeno negócio pode encontrar oportunidades para se diferenciar. Atendimento, embalagem, prazo de entrega, facilidade de pagamento, pós-venda e pequenos gestos de cuidado também fazem parte da experiência oferecida ao consumidor.

Para Renata Costa, a humanização é um dos caminhos para transformar o atendimento em diferencial competitivo. “Hoje, o cliente não avalia apenas o produto que comprou, mas toda a experiência que teve com a empresa, desde o primeiro contato até o pós-venda. Por isso, é importante oferecer um atendimento humanizado, ouvir com atenção, entender as necessidades de cada pessoa e demonstrar que ela é importante para o negócio. Pequenos cuidados, como responder com agilidade, cumprir os prazos, facilitar a troca e manter o contato depois da compra, podem fazer uma grande diferença. Quando o cliente se sente respeitado e bem cuidado em todas as etapas, aumenta a possibilidade de voltar e também de recomendar a empresa para outras pessoas”, explica Renata.

Na Maranhezza, esse cuidado aparece em detalhes que, segundo Nat, ajudam a construir uma relação que ultrapassa a venda. “O principal cuidado é tratar cada cliente como uma pessoa, e não como um número de venda. A gente conversa, escuta, tenta entender o que aquela pessoa gosta e, muitas vezes, acaba criando ali um ambiente que vai além da compra”, relata.

Ela acrescenta que pequenos gestos também ajudam a tornar a experiência mais especial. “Uma embalagem bem cuidada, um mimozinho para acompanhar, como nossos adesivos, ou um chaveirinho, uma conversa agradável. Essas coisas parecem simples, mas fazem diferença. E, no fim, acho que é isso: essa troca com o cliente, e não simplesmente um atendimento.”

Conhecer para personalizar

A proximidade com o consumidor também permite ao empreendedor conhecer melhor seus hábitos, preferências e necessidades. Com o apoio de ferramentas digitais, dados de vendas e sistemas de relacionamento com o cliente, é possível transformar essas informações em ações mais personalizadas.

Ferramentas de CRM e recursos de inteligência artificial, por exemplo, podem ajudar a identificar perfis e comportamentos e a direcionar ofertas de maneira mais assertiva, evitando a lógica de enviar a mesma promoção para toda a base.

Para pequenos negócios, entretanto, a personalização não significa necessariamente investir em tecnologias complexas. Conhecer os clientes, registrar suas preferências, observar o histórico de compras e manter canais de comunicação próximos já pode gerar informações importantes.

“Personalizar não significa, necessariamente, investir em ferramentas caras e complexas. O pequeno negócio pode começar conhecendo melhor o próprio cliente, registrando informações básicas, como preferências, histórico de compras e datas importantes, e usando esses dados para oferecer produtos e condições mais adequados a cada perfil. Uma planilha bem organizada ou um sistema simples de cadastro já pode ajudar bastante. O mais importante é transformar essas informações em relacionamento, sempre respeitando a privacidade do consumidor e evitando uma comunicação excessiva ou invasiva.”

As redes sociais e os aplicativos de mensagens também podem ser utilizados para fortalecer essa relação. Mais do que vitrines para divulgar produtos, esses canais permitem ouvir o consumidor, receber sugestões, responder dúvidas e criar uma comunicação mais humana.

Esse diálogo também pode ajudar o empreendedor a reconhecer outras formas de engajamento, como avaliações, indicações e interações constantes com a marca, transformando compradores em uma comunidade em torno do negócio.

Dia do Cliente pode ir além do desconto

No calendário do comércio, o dia 15 de setembro costuma ser associado a promoções e condições especiais. Mas, para Nat, a data pode ser uma oportunidade de agradecer e estreitar os laços com quem já escolheu a marca.

“Desconto é sempre bem-vindo, né? Mas eu acredito que o Dia do Cliente pode ser muito mais do que baixar preço. Gosto da ideia de criar benefícios que aproximem o cliente da marca, seja uma condição especial, um mimo, uma novidade ou uma experiência diferente”, afirma.

Para ela, o mais importante é demonstrar reconhecimento. “Se a pessoa já escolheu estar com a Maranhezza, quero aproveitar a data para agradecer e fortalecer essa relação. No fim das contas, o cliente gosta de se sentir lembrado. E quem não gosta de ganhar um carinho de vez em quando?”

Na avaliação do Sebrae, uma estratégia para a data é justamente evitar que toda a ação fique concentrada em descontos agressivos. Kits e combos podem aumentar o valor percebido da compra, enquanto descontos progressivos, frete grátis, cashback e brindes podem ser utilizados de acordo com o perfil do negócio e do público.

Outra possibilidade é transformar o Dia do Cliente em uma Semana ou até um Mês do Cliente, distribuindo as ações e criando diferentes oportunidades de contato com a base.

“Uma alternativa é criar uma programação ao longo da Semana ou do Mês do Cliente, com ações diferentes a cada período, em vez de concentrar tudo em um único dia. O empreendedor pode oferecer um brinde em compras acima de determinado valor, montar kits com produtos complementares, criar descontos progressivos ou disponibilizar condições especiais para clientes que já compraram anteriormente. Também é possível investir em benefícios que não reduzam diretamente a margem, como frete grátis a partir de um valor mínimo, cashback para uma próxima compra, acesso antecipado a lançamentos ou um atendimento personalizado. O mais importante é planejar a ação de acordo com o perfil do público e calcular os custos antes de divulgar, para que a estratégia gere valor para o cliente sem comprometer a saúde financeira do negócio.”

O cliente também constrói a marca

A fidelização, porém, não acontece apenas quando a empresa oferece benefícios. Ela também depende da capacidade de ouvir e aprender com quem está do outro lado do balcão, da tela ou do WhatsApp.

Essa é uma das principais lições que Nat Maciel diz ter levado da própria trajetória como empreendedora. “Os clientes me ensinaram a ouvir. E ouvir de verdade. Às vezes a gente, como empreendedora e criadora, se apaixona por uma ideia e acha que sabe exatamente o que as pessoas querem. Aí vem o cliente e mostra outro caminho”, afirma.

Segundo ela, o consumidor também participa da construção da identidade da marca. “Aprendi que a marca não é só de quem cria. Ela também é construída por quem compra, veste, presenteia, comenta, critica, sugere”, avalia.

O aprendizado, conta Nat, já provocou mudanças concretas na Maranhezza. “Escutando os clientes já mudei produtos, repensei ideias e vi outras possibilidades que provavelmente sozinha não enxergasse. A gente adora ter feedbacks dos nossos clientes.”

Para a empreendedora, essa troca é parte do próprio processo de empreender. “Acho que esse é um dos maiores presentes de empreender: perceber que, enquanto a gente constrói uma marca, também vai sendo transformada pelas pessoas que passam por ela.”

Para Renata Costa, esse entendimento ajuda a mudar a perspectiva sobre fidelização: mais do que criar mecanismos para fazer o cliente comprar novamente, é preciso construir uma relação em que ele perceba valor em continuar próximo da marca.

“Mais do que oferecer uma promoção em uma data específica, o Dia do Cliente deve servir como um lembrete de que a fidelização é construída todos os dias. O consumidor precisa se sentir ouvido, respeitado e valorizado em cada etapa da jornada, desde o primeiro contato até o pós-venda. Quando o empreendedor conhece o seu público, entrega qualidade, cumpre o que promete e mantém uma relação próxima, ele deixa de disputar apenas por preço e passa a construir confiança. E é essa confiança que faz o cliente voltar, recomendar a marca e permanecer conectado ao negócio ao longo do tempo”, conclui Renata Costa.

Informação: Sebrae MA

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Ex-presidente José Sarney (96) foi internado no último domingo (13), mas quadro é estável; infecção exige cuidados especiais na terceira idade

Febre alta, tosse e dor no peito estão entre os sintomas mais conhecidos da pneumonia. Em pessoas idosas, porém, a infecção pode se manifestar de outras formas, inclusive com confusão mental, fraqueza e perda repentina de autonomia. O tema ganhou repercussão após o ex-presidente José Sarney, de 96 anos, ter sido internado com a doença no último domingo (13). Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, Sarney apresenta condição clínica estável, com pressão arterial controlada, respira em ar ambiente, isto é, sem auxílio de aparelhos, e recebe tratamento com antimicrobianos por via intravenosa. Até o momento, não há previsão de alta.

De maneira geral, casos de pneumonia em pessoas com idade avançada exigem acompanhamento mais cuidadoso. Isso ocorre porque o envelhecimento provoca alterações nas defesas naturais utilizadas pelo organismo para enfrentar uma infecção.

“Com o passar dos anos, ocorre uma redução da eficiência de algumas respostas imunológicas, além de alterações na capacidade dos pulmões de eliminar secreções e partículas por meio da tosse e dos mecanismos de defesa das vias respiratórias”, explica a enfermeira Erika Chaib, especialista em Urgência e Emergência e professora do IDOMED São Luís.

Outro fator é a chamada reserva fisiológica, que corresponde à capacidade do organismo de se adaptar a situações de maior exigência, como uma doença. Essa reserva tende a diminuir conforme a pessoa envelhece. Assim, uma infecção que seria mais facilmente tolerada por uma pessoa jovem pode causar maior impacto em um idoso, principalmente quando há fragilidade ou outras condições de saúde.

Erika explica ainda que a pneumonia pode ter repercussões além dos pulmões. Nos quadros mais intensos, pode haver redução da oxigenação, desidratação, alterações da pressão arterial, insuficiência renal, descompensação de doenças preexistentes e sepse. “A idade avançada é considerada um importante fator de risco, embora ela, sozinha, não determine a gravidade da doença”, ressalta.

FEBRE? NEM SEMPRE

Um dos desafios é que a pneumonia nem sempre se manifesta na pessoa idosa da maneira mais conhecida. Febre alta, tosse intensa e dor no peito podem estar presentes, mas a resposta inflamatória pode ser menos evidente e os primeiros sinais percebidos pela família podem parecer pouco relacionados aos pulmões.

Confusão mental ou desorientação que surgem de repente, sonolência fora do habitual, perda repentina de autonomia, fraqueza, dificuldade para caminhar, falta de apetite e piora do estado geral estão entre as alterações que merecem atenção. Respiração mais rápida, falta de ar, piora de uma tosse já existente, secreção respiratória e redução da saturação de oxigênio também podem ocorrer.

“Às vezes, o que acontece primeiro é a família perceber que a pessoa não está como de costume. Isso pode ocorrer antes mesmo de se identificar um sintoma respiratório evidente. Uma mudança súbita de comportamento ou funcionalidade em um idoso pode ser um sinal de alerta”, afirma a professora. Ela destaca ainda que a ausência de febre não descarta a possibilidade de pneumonia.

COMORBIDADES

A presença de doenças crônicas é outro aspecto considerado na avaliação. Problemas pulmonares, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), podem comprometer ainda mais a troca de oxigênio. Doenças cardíacas reduzem a capacidade do coração de responder ao aumento da demanda provocado pela infecção. Já o diabetes pode deixar o organismo mais vulnerável a infecções, além de dificultar a recuperação nos casos em que há descontrole da glicemia.

Problemas neurológicos, histórico de acidente vascular cerebral (AVC) e alterações da deglutição também podem aumentar o risco de broncoaspiração. Nesses casos, alimentos, líquidos ou secreções entram nas vias respiratórias e podem contribuir para o desenvolvimento de infecções. “É justamente essa possibilidade de uma infecção respiratória desencadear problemas em outros órgãos que faz com que a pneumonia em um idoso seja acompanhada com maior atenção”, explica Erika.

QUANDO PROCURAR ATENDIMENTO

Em pessoas idosas, principalmente naquelas que apresentam fragilidade ou doenças crônicas, a orientação é não esperar pelo aparecimento de todos os sintomas clássicos para buscar avaliação.

Falta de ar, respiração acelerada, dor no peito, queda da saturação de oxigênio, confusão mental recente, sonolência excessiva, dificuldade para comer ou beber, fraqueza intensa e piora rápida do estado geral justificam a procura por atendimento. Dificuldade importante para respirar, alteração da consciência, lábios arroxeados ou deterioração rápida exigem assistência imediata.

A prevenção passa por cuidados cotidianos. Manter as vacinas recomendadas para a faixa etária atualizadas, incluindo as indicadas contra influenza e pneumococo, acompanhar adequadamente doenças crônicas, cuidar da alimentação e da hidratação e preservar a atividade física dentro das possibilidades individuais ajudam a proteger a saúde do idoso.

A higiene bucal também é importante, assim como a atenção a dificuldades para engolir ou episódios frequentes de engasgo. Nesses casos, uma avaliação profissional pode ajudar a reduzir o risco de broncoaspiração. Higienizar as mãos e diminuir a exposição a pessoas com infecções respiratórias completam os cuidados.

“A pneumonia pode ser particularmente perigosa no idoso não apenas porque o sistema imunológico envelhece, mas porque o organismo passa a ter menos reserva para enfrentar uma infecção. E, muitas vezes, o primeiro sinal não é uma febre alta ou uma tosse intensa: pode ser uma confusão mental, uma fraqueza repentina ou uma mudança no comportamento”, conclui Erika.

Informação: Cores Comunicação

Programação gratuita reuniu diferentes gerações neste domingo (13), com circo, atividades infantis, bumba meu boi e um concerto especial da Orquestra Ilha Sinfônica com Flávia Bittencourt e Nando Cordel

Uma tarde para se divertir, uma noite para cantar e um parque inteiro transformado em espaço de grandes encontros culturais e musicais. Foi assim o festival “Vale no parque”, realizado neste domingo (13), no Parque do Rangedor, em São Luís. Com programação gratuita, o evento reuniu famílias, crianças, jovens e idosos em uma experiência marcada pela leveza, pela participação ativa do público e pela conexão entre diferentes expressões artísticas do Maranhão e do Brasil.

Apresentado e patrocinado pela Vale, com realização da Interart Produção Criativa, o festival ocupou o espaço público com uma programação pensada para diferentes gerações, reunindo arte, cultura, sustentabilidade e convivência. E o público não ficou apenas na condição de espectador. Desde o início da tarde, a proposta foi convidar as pessoas a fazer parte de tudo o que acontecia.

Abrindo a programação, por volta das 16h30, o cortejo do coletivo “O Circo Tá na Rua”, acompanhado pela charanga e pelos mascotes “Os Recicladores”, percorreu o parque chamando especialmente as crianças e suas famílias para entrar na brincadeira, com arte e educação ambiental em cena.. Depois, os personagens e artistas circenses realizaram oficinas de circo, com experiências de malabarismo, equilibrismo e acrobacias. 

Na sequência, o grupo Vem Brincar se apresentou no palco do festival, com um repertório que passeou por clássicos infantis das décadas de 80, 90 e anos 2000 até chegar à atualidade. Dessa maneira, as famílias se divertiram juntas desde o início da programação.

Do circo ao bumba meu boi

Já no fim da tarde, o som, as cores e a ancestralidade da cultura popular maranhense tomaram conta do Rangedor com o Boi da Floresta. Couro, matracas, pandeirões, dança e memória levaram ao parque uma manifestação que atravessa gerações e ajuda a contar a própria história do Maranhão.

Para o diretor da Interart Produção Criativa, Emanuel Jesus, a resposta do público traduziu a essência imaginada para o projeto.

“Queríamos criar uma experiência em que as pessoas não viessem apenas para assistir a um show, mas para viver o parque, encontrar outras pessoas e transitar por diferentes expressões artísticas. Foi muito bonito perceber crianças, seus pais e mães, jovens e idosos participando da mesma programação, cada um encontrando alialgo que o tocava. Quando cultura e espaço público se encontram dessa forma, o evento ganha uma dimensão muito maior”, destaca Emanuel Jesus.

Um concerto de encontros

À noite, o palco recebeu um dos momentos mais aguardados da programação. Sob a regência do maestro Jairo Moraes, a Orquestra Ilha Sinfônica protagonizou um concerto concebido para aproximar universos: música sinfônica e popular, Maranhão, Nordeste e Brasil, tradição e contemporaneidade. Flávia Bittencourt e Nando Cordel foram os convidados especiais, em uma apresentação que contou, ainda, com a participação de integrantes da Cia Encantar e do Boi de Maracanã.

A abertura do concerto foi também uma declaração de amor à capital maranhense. “Louvação a São Luís” iniciou a apresentação, conectando a música à cidade que recebeu o espetáculo.

Flávia Bittencourt levou ao palco canções como “Ilha Bela”, “Vazio”, “Que Faço Eu da Vida Sem Você”, “Mar de Rosa” e “Boi de Lágrimas”, esta última com participação da Cia Encantar. A Orquestra Ilha Sinfônica também apresentou “Ilha Magnética”.

Para Flávia, cantar em São Luís, ao ar livre e diante de um público tão diverso, deu um significado especial à apresentação. “Cantar em casa sempre mexe comigo de um jeito diferente. E estar no Parque do Rangedor, vendo tantas famílias reunidas, crianças acompanhando, pessoas cantando junto, torna tudo ainda mais especial. Foi um encontro muito bonito entre a música, a cidade e a nossa identidade. Quando a gente vê uma orquestra dialogando com a música popular e com elementos tão nossos, percebe o quanto a cultura maranhense é potente e pode ocupar todos os palcos”, ressalta Flávia Bittencourt.

Depois da apresentação de Flávia, o público foi brindado por duas canções instrumentais que são verdadeiros hinos da cultura maranhense: “Ilha Magnética”, de autoria do compositor César Nascimento, e “Maranhão, meu Tesouro, meu Torrão”, de Humberto de Maracanã.

A chegada de Nando Cordel ampliou esse passeio musical pelo Nordeste brasileiro. O cantor e compositor pernambucano apresentou músicas que atravessam gerações, como “Aconchego”, “Gostoso Demais”, “Você Endoideceu Meu Coração” e “Minha Doce Estrela”.

“Foi uma noite de muito carinho. Música tem essa força de aproximar as pessoas. São Luís me recebeu com uma energia linda, e dividir esse momento com Flávia, com a orquestra e com o público tornou tudo ainda mais emocionante”, comenta Nando Cordel.

Um dos símbolos desse espírito de encontro veio justamente na reta final da apresentação: Flávia Bittencourt e Nando Cordel dividiram o palco em “Terra à Vista” e “Isso Aqui Tá Bom Demais”, reunindo duas trajetórias profundamente ligadas às raízes nordestinas.

Cultura, convivência e sustentabilidade

Além da diversidade artística, o festival “Vale no parque” foi concebido para receber diferentes públicos e promover uma experiência de convivência no espaço público, que contou com intervenções para tornar o evento mais inclusivo. Alguns dos recursos de acessibilidade foram a montagem de uma plataforma para pessoas com deficiência, rampas de acesso para facilitar o deslocamento de cadeiras de rodas, banheiros adaptados, abafadores de ruído para pessoas com hipersensibilidade sonora, audiodescrição para deficientes visuais, entre outros.

Para Débora Ferreira, gerente de Territórios da Vale no Maranhão, iniciativas como essa aproximam cultura, comunidade e território. “Isso é o que a gente almeja: ver os territórios repletos de vida. Ver o Parque do Rangedor ocupado por famílias, crianças, artistas e pessoas de diferentes idades, compartilhando uma programação gratuita, mostra a força que a cultura tem para criar esses vínculos. Para a Vale, apoiar iniciativas como esta é contribuir para ampliar o acesso à cultura e proporcionar experiências que valorizem o território e as pessoas”, destaca Débora Ferreira.

O concerto da Orquestra Ilha Sinfônica teve regência do maestro Jairo Moraes, arranjos de Elder Ferreira e Jesiel Bives, produção executiva de Ellen Soares e direção geral de Emanuel Jesus, por meio da Interart Produção Criativa.

Ao final, ficou uma imagem capaz de resumir o domingo de homenagem aos 414 anos de São Luís: diferentes gerações dividindo o mesmo parque, cantando, brincando, dançando e descobrindo juntas que, quando arte, cultura e convivência ocupam os espaços públicos, a cidade inteira ganha.

Informação: Assessoria de Comunicação