terça-feira, 14 de abril de 2026

Projeto do SENAI-MA, em parceria com a Petrobras, aponta caminhos para sustentabilidade, bioeconomia e empreendedorismo comunitário 

SÃO LUÍS – O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Maranhão (SENAI-MA) certificou moradores do bairro Maracanã, em São Luís, no curso de Educação Ambiental na semana passada. A formação integra o projeto “Fortalecimento de Cadeias Produtivas do Amapá, Pará e Maranhão para a Promoção da Bioeconomia na Amazônia Legal”, desenvolvido em parceria com a Petrobras e voltado a comunidades com forte relação com recursos naturais. Os juçarais do Maracanã e os resíduos provenientes da produção da juçara são foco da iniciativa no território que é conhecido pela produção do fruto.

O Maracanã reúne história, cultura popular e áreas ambientais sensíveis, como juçarais, brejos e nascentes. Nesse território, a juçara ocupa papel central na alimentação, na economia local e na identidade comunitária. Também concentra desafios ligados ao descarte de resíduos, à pressão urbana e à perda gradual de áreas naturais. A proposta da formação nesse território partiu dessa realidade. Ao invés de apresentar soluções distantes do cotidiano local, a formação tratou do uso responsável da juçara, do reaproveitamento de resíduos e de práticas simples de cuidado com solo e água. A ideia é mostrar que preservação ambiental e a geração de renda podem caminhar juntas, desde que haja conhecimento e organização.

CONHECER PARA PRESERVAR - Guia local e pesquisador do território, Adriano Algarves destacou que o Maracanã concentra nascentes que alimentam rios importantes da Ilha de São Luís. Segundo ele, a juçareira funciona como indicador ambiental, pois sua presença aponta áreas de recarga hídrica. “Onde há juçara, há água. Quando o juçaral some, a nascente enfraquece”, explicou durante a visita técnica realizada com os alunos. Adriano também relembrou que boa parte do seu conhecimento ambiental da região nasceu da observação e da prática comunitária. Trilhas, lagos e áreas preservadas mostram alternativas ao uso predatório do território. Para ele, educação ambiental passa pelo reconhecimento do valor do que já existe.

A presidente da União de Moradores do bairro Alegria Maracanã e conselheira do Conselho Gestor da APA Maracanã, Adelina Ferraz avaliou o curso como uma oportunidade de dar visibilidade aos juçarais e à cultura local. Ela ressaltou a relação direta entre preservação ambiental e a continuidade da Festa da Juçara, que acontece em outubro desde 1970 e integra o calendário cultural de São Luís.  

Segundo Adelina, a formação trouxe discussões práticas sobre resíduos e possibilidades de reaproveitamento do caroço da juçara. Ela citou ações como compostagem, produção de biojoias e a busca por alternativas que transformem descarte em matéria-prima para novos processos. Para a aluna e líder comunitária, falta acesso a equipamentos e parcerias que permitam ampliar essas iniciativas. Daí a relevância de iniciativas como essa do SENAI-MA em parceria com a Petrobras.

ALTERNATIVAS ECONÔMICAS - A dimensão social do curso é muito evidente no relato de Joelma da Paz Queiroz Cordeiro, marisqueira e uma das alunas certificadas. Ela relatou que já produzia sabão e outros produtos de limpeza a partir do reaproveitamento de óleo usado. No curso, encontrou respaldo técnico para o que já fazia na prática. Joelma chamou atenção para o impacto do descarte irregular de lixo e do esgoto a céu aberto que impactam rios do Maracanã. Para ela, a educação ambiental ajuda a comunidade a entender que o dano atinge todos os moradores. “Se a gente não cuida do lugar onde vive, ninguém vai cuidar”, afirmou.

Instrutora do SENAI-MA, Kellen Luz explicou que o curso buscou ampliar a visão dos alunos sobre a cadeia da juçara. Até então, a exploração local se concentrava quase exclusivamente na polpa do fruto. O caroço, que demora a se degradar, costuma ser queimado ou jogado em áreas abertas, o que gera poluição e contaminação do solo.

Com a formação, os participantes passaram a enxergar o resíduo como insumo. Entre as possibilidades apresentadas estão o uso do caroço na produção de filtros para tratamento de água, aplicação em biofertilizantes e incorporação em processos da construção civil, como tijolos ecológicos, cuja produção tem menor impacto ambiental. A proposta não substitui saberes locais, mas adiciona técnica e segurança ao que já existe.  A juçara também é base para produtos alimentícios e artesanais, capazes de gerar renda ao longo do ano e não apenas durante a safra. “A lógica apresentada aos alunos foi simples: aproveitar melhor o que o território oferece, reduzir desperdícios e criar alternativas econômicas vinculadas à preservação”, falou Kellen.

Além do Maracanã, o SENAI-MA já certificou em Educação Ambiental moradores da Pindoba, no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. As formações, que inclui cursos como Processos Construtivos nessas e em outras comunidades, representa mais que uma certificação. É um passo dentro de uma estratégia maior de bioeconomia, construída com apoio da Petrobras, que conecta educação profissional, tecnologia e protagonismo comunitário. No Maranhão, a juçara e o coco verde concentram grande parte dessa atenção por sua abundância e relevância social.

O projeto “Fortalecimento de Cadeias Produtivas do Amapá, Pará e Maranhão para a Promoção da Bioeconomia da Amazônia” é desenvolvido em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que investe em iniciativas voltadas à conservação ambiental, desenvolvimento sustentável, inclusão produtiva e ao fortalecimento das comunidades.

Informação: Fiema 

Com quatro dias, é possível conhecer os principais atrativos turísticos da cidade e aproveitar sem pressa a estrutura do Oiti Beach Resort, referência em hospedagem na região

Com a aproximação do feriado de Tiradentes, 21 de abril, a busca por destinos de viagem que unam tranquilidade, natureza exuberante e boa estrutura hoteleira ganha força. Localizada entre os Pequenos Lençóis Maranhenses e o Delta do Rio Parnaíba, a cidade de Tutóia (MA) vem se consolidando como um destino estratégico na Rota das Emoções devido ao acesso facilitado a uma das regiões mais ricas em biodiversidade do Brasil, oferecendo um roteiro equilibrado para quem dispõe de quatro dias de descanso.

O destaque da hotelaria na região é o Oiti Beach Resort, hospedagem com a maior piscina à beira-mar da cidade. O empreendimento oferece ainda espaço fitness, área infantil, estacionamento coberto e unidade do renomado restaurante Casa de Juja, com visão panorâmica do mar. A estrutura proporciona conveniência e conforto necessários a dias intensos de passeios pelas dunas, ilhas, igarapés e manguezais da região.

Como chegar

A facilidade de acesso é um dos diferenciais de Tutóia. Partindo de São Luís ou de cidades como Barreirinhas (MA), o viajante possui diversas opções de deslocamento. Para quem busca autonomia, o acesso com carro próprio ou alugado a partir da capital é feito pela BR-135 e MA-402, em estradas que permitem contemplar a mudança da vegetação local. Já para os que preferem comodidade, o resort indica transfers coletivos ou privativos. Outra opção viável é o transporte rodoviário, com ônibus de linha partindo diariamente da capital maranhense.

Roteiro de viagem

A sugestão é que o primeiro dia de viagem, sábado (18), seja dedicado ao deslocamento para Tutóia, que pode ocorrer pela manhã, e a momentos de lazer e descanso no Oiti Beach Resort. O check-in na hospedagem é realizado a partir das 14h, mas os hóspedes que chegarem antes desse horário podem deixar as malas na recepção e almoçar no restaurante Casa de Juja, situado dentro do hotel, enquanto aguardam.

O passeio pelos Pequenos Lençóis Tutoienses pode ficar reservado para o segundo dia (19). Com duração de quatro horas e saídas pela manhã e à tarde, é uma atividade guiada feita em buggy, quadriciclo ou caminhonete, com paradas para banho e contemplação no Arpoador, Praia do Amor, coqueirais e em mirante que permite apreciar uma vista privilegiada das belezas naturais da região.

Na segunda-feira (20), a recomendação é conhecer o famoso Delta do Rio Parnaíba pela perspectiva maranhense. Além de fazer paradas em ilhas que integram o delta, o passeio de barco passa por navio encalhado na década de 80 e por outros dois da época da Segunda Guerra Mundial, com a devida contextualização histórica feita pelo guia. A experiência é finalizada com a revoada dos guarás ao pôr do sol. Atualmente, o passeio está acontecendo no período da tarde, com retorno ao hotel previsto para o início da noite.

O último dia, terça-feira (21), é voltado ao retorno à cidade de origem, mas não sem antes aproveitar mais um pouco da piscina do resort com vista para o mar. O check-out acontece até as 12h.

Informação: Vieira - Assessoria de Imprensa 

Com foco em experiência, qualidade e origem, cafés especiais atraem consumidores mais jovens e impulsionam novas oportunidades de negócio.

Na xícara, o café vai além de parte do ritual que desperta os brasileiros todas as manhãs. Entre aromas, histórias e experiências, a bebida se transforma em expressão cultural — e também em oportunidade de negócio. 

Celebrado em 14 de abril, o Dia Mundial do Café reforça a importância da bebida não apenas como tradição, mas também como um produto que historicamente fomenta a economia do país. O movimento revela a força de um mercado que, para quem deseja empreender, oferece caminhos apoiados por instituições como o Sebrae.

O que diferencia um produto nesse segmento cada vez mais competitivo, segundo a analista técnica do Sebrae Maranhão, Paula Waldira, é a soma de elementos que vão além da qualidade da bebida. “Um cardápio diferenciado, a qualidade dos grãos e a oferta de outros serviços fazem diferença, como cursos, degustações e até exposições de arte”, explica.

Consumo em alta e novas tendências

A força desse mercado também aparece nos números. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café, 95% dos brasileiros consomem a bebida. O Brasil é ainda o segundo maior consumidor mundial, com cerca de 13% da demanda global, o equivalente a aproximadamente 21 milhões de sacas por ano.

Mesmo com a predominância do café tradicional, o segmento premium tem avançado de forma mais acelerada. Hoje, representa entre 5% e 10% do consumo total, mas cresce cerca de 15% ao ano — ritmo superior ao do café convencional, que registra crescimento médio de 3,5%.

Esse avanço é percebido por quem está no dia a dia do setor. Empreendedor à frente da cafeteria Doc Brown, especializada em cafés especiais, Thiago Gléria conta que foi a experiência proporcionada pela bebida que o motivou a entrar nesse mercado. 

“Os cafés especiais despertam sensações bem diferentes do que simplesmente tomar um café para se saciar ou ir a uma cafeteria para conversar com um amigo. É uma experiência sensorial bem diferente”, explica. 

Segundo ele, há todo um cuidado no processo. “Tem atenção com o grão, a torra é controlada, a gente não carboniza o café. Enfim, isso acabou despertando na gente esse interesse”, afirma. A partir daí, veio também uma reflexão. “A gente se perguntava: como o Brasil, sendo um grande produtor, ainda conhece tão pouco sobre café? Então decidimos trazer esse negócio para a cidade, ajudando a formar essa cultura de consumo”, completa.

O café como protagonista

Pode parecer óbvio, mas é  justamente isso que garante a diferenciação no mercado local. Segundo Thiago, a ideia desde o início foi construir um negócio em que a bebida fosse protagonista. “A gente não é uma lanchonete que vende café. Nosso carro-chefe é o café. Somos uma cafeteria especializada, com foco total na qualidade”, afirma. Ele explica que, enquanto muitos estabelecimentos tratam o café como complemento, o modelo da casa segue o caminho oposto. 

“Nosso cardápio de acompanhamento é pequeno. Já o de café é amplo: temos os clássicos, cafés filtrados, diferentes grãos, bebidas à base de café, drinks com e sem álcool. Tudo gira em torno do café de qualidade”, destaca.

Cada vez mais, o público busca não apenas a bebida, mas uma experiência completa, que envolve ambiente, atendimento, métodos de preparo e, principalmente, a história por trás do produto. Entre os novos consumidores, chama atenção a presença crescente de jovens, que se interessam por diferentes formas de preparo, valorizam a estética das cafeterias e demonstram preocupação com origem e sustentabilidade.

“Hoje, as pessoas que procuram esse tipo de espaço já entendem que não se trata apenas de uma cafeteria comum. A gente fala em cafeterias especializadas, que são lugares que trabalham com cuidado, com cafés de qualidade, buscando extrair o melhor do produto e oferecer uma experiência completa”, explica Thiago.

Esse modelo ainda está em consolidação em cidades como São Luís, o que abre espaço, mas também exige preparo. “Existe potencial, até porque ainda são poucas cafeterias. Mas é um mercado que exige profissionais especializados, gente que entenda as características do café para garantir que ele seja preparado da melhor forma possível”, afirma.

O empreendedor também destaca que a cafeteria atua com um braço educacional, promovendo workshops para consumidores e profissionais do setor. “Acreditamos que isso ajuda a mudar a cultura da cidade e do estado em relação ao café. Por isso, trazemos cursos e workshops para ampliar o conhecimento das pessoas”, explica.

O empreendedor acredita que esse processo contribui diretamente para a evolução do mercado. “Quando as pessoas passam a entender mais sobre café, elas conseguem identificar qualidade, fazem críticas mais qualificadas e ajudam a elevar o nível do setor. Isso acaba pressionando o próprio mercado a melhorar”, afirma.

Conhecimento que vira negócio

Atuar no mercado de cafés especiais exige preparo em diferentes frentes, que vão desde a escolha do ponto comercial até a capacitação da equipe. Segundo a analista técnica do Sebrae Maranhão, Paula Waldira, a localização é um dos primeiros fatores a serem considerados, priorizando áreas de fácil acesso e com potencial público consumidor. Outro ponto essencial é a estrutura do espaço, que deve ser acolhedora, confortável e com identidade visual bem definida, já que a experiência do cliente começa antes mesmo do cardápio. 

“É importante que o empreendedor passe por capacitações em gestão financeira antes de abrir o negócio e também durante o funcionamento da empresa, para manter uma boa organização e sustentabilidade”, explica a analista técnica do Sebrae Maranhão, Paula Waldira.

Ela destaca ainda a importância de formações voltadas à tecnologia e marketing, além da participação em eventos. “Cursos que envolvem ferramentas como cardápio digital, programas de fidelidade e autoatendimento ajudam a modernizar o atendimento e melhorar a experiência do cliente. Estar presente em eventos temáticos também é uma forma de divulgar a marca, apresentar o produto e fortalecer o posicionamento no mercado”, completa.

Para garantir o sucesso, entender o produto, os processos e a gestão do negócio é fundamental para acompanhar o nível de exigência do consumidor. Para Thiago, na prática, esse preparo faz diferença. “Eu fiz curso de barista, de torra, para entender de fato o produto que eu estava vendendo. Depois, busquei capacitações voltadas para gestão de cafeterias e torrefações, porque são negócios com particularidades diferentes de um restaurante ou de um bar”, conta.

O empreendedor destaca ainda o papel do Sebrae nesse processo. “O Sebrae foi muito importante, principalmente na construção da marca. A gente tinha só um nome, e a partir do trabalho de branding conseguimos desenvolver identidade, posicionamento e a forma de pensar o negócio. Isso ajudou a reforçar aquilo que a gente acreditava e a dar mais consistência ao que a gente entrega”, afirma.

Procure o Sebrae - Para mais informações sobre as iniciativas desenvolvidas pelo Sebrae, procure a Unidade de Negócios do Sebrae em São Luís, localizada no Multicenter Negócios e Eventos, ou a Central de Atendimento, no 0800 570 0800 (telefone e WhatsApp). Acompanhe ainda os canais digitais do Sebrae no Maranhão: Instagram (@sebraemaranhao) e YouTube (https://www.youtube.com/sebraemaranhao).

Informação: Sebrae MA 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Programa do Governo Federal executado pela Equatorial Maranhão vai garantir 2.358 mil novas ligações na região

Ampliar o acesso à energia elétrica é essencial para promover desenvolvimento e transformar realidades. No Sul do estado, a Equatorial Maranhão, em parceria com o Governo Federal, avança com o Programa “Luz Para Todos”, intensificando a expansão da rede elétrica para alcançar novas comunidades. Somente em 2026, os investimentos destinados à região já somam R$ 124,5 milhões, viabilizando a ampliação da rede elétrica em áreas rurais e localidades de difícil acesso. Além disso, estão previstas 2.358 novas ligações de energia, beneficiando famílias que passam a contar com mais qualidade de vida e novas oportunidades por meio do acesso à energia elétrica.

A ampliação do serviço leva mais dignidade, segurança e qualidade de vida para 40 municípios do Sul maranhense, como Imperatriz, Açailândia, Balsas e Grajaú. A chegada da energia elétrica transforma a rotina das comunidades, garantindo mais conforto e melhores condições de vida, além de impulsionar o desenvolvimento econômico local, fortalecendo atividades produtivas, pequenos negócios e a geração de renda.

Os impactos também se refletem em áreas como educação e saúde, com melhores condições para o funcionamento de escolas, unidades de atendimento e serviços públicos, além de ampliar o acesso à informação e à tecnologia. A execução das obras também contribui para a economia regional, com a geração de empregos e a contratação de empresas e trabalhadores locais.

Lorrania Rocha, moradora da zona rural de Senador La Rocque, é a primeira da família a ingressar no ensino superior. Com a ampliação e a melhoria da rede elétrica na região, ela passou a ter melhores condições para estudar em casa, especialmente no período da noite. A energia elétrica permite que Lorrania utilize o celular e o computador para acessar conteúdos, assistir aulas online e realizar trabalhos acadêmicos, tornando sua rotina de estudos mais organizada e produtiva. "Cursar Psicologia sempre foi um sonho pra mim, e hoje a energia faz parte disso. Morando na zona rural, poder estudar à noite, acessar os conteúdos da faculdade e me organizar melhor em casa fez toda diferença. Meus pais sempre me apoiaram e agora sinto que estou cada vez mais perto de conquistar meu futuro", destacou.

Para o Gerente de Relacionamento com o Cliente da Equatorial Maranhão, Rainilton Andrade, os investimentos e obras previstos para a região Sul têm impacto significativo na vida da população, especialmente nas localidades de difícil acesso. "Levar energia elétrica é mais do que executar uma obra, é transformar a realidade das pessoas. Cada nova ligação representa mais dignidade, mais oportunidades e melhores condições de vida para as famílias.

É isso que nos move: proporcionar que o desenvolvimento chegue a todos, especialmente a quem mais precisa", afirmou Andrade.

O Programa "Luz Para Todos" vai beneficiar os 217 municípios maranhenses. Ao todo, serão investidos R$ 720 milhões na expansão da rede elétrica, com a implantação de cerca de 10 mil quilômetros de rede e a realização de 19.047 novas ligações.

Confira os números do programa no Maranhão:

• Investimento total: R$ 720 milhões

• Novas ligações: 19.047

• Extensão de rede: 10 mil km

• Pessoas beneficiadas: mais de 76 mil maranhenses 


O avanço das obras reforça o esforço conjunto entre a Distribuidora e o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), para garantir que o desenvolvimento chegue a todas as regiões. Mais do que quilômetros de rede, o programa está acendendo possibilidades, fortalecendo comunidades e abrindo novas portas para o futuro.

Todo esse trabalho conta com o apoio imprescindível do Governo do Estado e das prefeituras municipais, reforçando a atuação integrada para garantir que a energia elétrica chegue para todos, inclusive nas áreas mais remotas e de difícil acesso. Atualmente, a Equatorial Maranhão atende mais de 2,9 milhões de clientes, levando energia com qualidade para residências, comércios, indústrias e serviços públicos. Onde a energia chega, chegam também mais oportunidades, inclusão e qualidade de vida.

Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Premiação reconhece as unidades produtivas de artesanato mais criativas e competitivas de todo o Brasil. As inscrições vão até o dia 26 de abril.

O artesanato brasileiro e o maranhense, em particular, reconhecidos por sua riqueza cultural e técnica, ganham um novo capítulo de valorização. O Sebrae anunciou a abertura das inscrições para a 6ª edição do Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato, iniciativa que identifica e premia as 100 unidades de produção artesanal mais competitivas e inovadoras do país.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 26 de abril de 2026 através do portal oficial: sebrae.com.br/top100artesanato

Foco em gestão e mercado

Diferente de concursos puramente artísticos, o TOP 100 avalia o equilíbrio entre a excelência técnica e a capacidade de gestão das unidades de produção artesanal formalizadas, com CNPJ ativo.

Para a premiação, são consideradas unidades de produção e pessoas jurídicas de direito privado (formalizadas), que criam, produzem e comercializam produtos artesanais. Conforme Flávia Nadler, gestora de projetos de Turismo e Cultura do Sebrae no Maranhão,  “a participação é exclusiva de unidades de produção artesanal legalmente constituídas, com CNPJ válido, sejam elas microempresa, empresa de pequeno porte, cooperativa, associação, MEI, desde que produzam artesanato”.

Premiação exclusiva para unidades de produção com CNPJ ativo

A participação é exclusiva de unidades de produção artesanal formalizadas com CNPJ. Artesãos individuais e oficinas de artesanato poderão participar desde que estejam vinculados a uma unidade formalizada e realizem a inscrição por meio dela. Já no caso de associações e cooperativas, será aceita apenas uma inscrição por CNPJ.

Flávia Nadler ressalta que a atividade econômica (CNAE) influencia a participação. “A atividade principal da empresa deve ser compatível com a produção artesanal, conforme orientações do Anexo de CNAEs constantes no site do Prêmio, podendo ser verificada durante o processo de inscrição e avaliação”.

As unidades selecionadas recebem reconhecimento nacional e podem usar, por três anos, o selo “Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato - 6ª Edição”. Também passam a integrar o catálogo oficial do TOP 100, ampliando a visibilidade por meio de divulgação institucional, e participam de feiras nacionais e de ações de mercado exclusivas. 

Os selecionados ainda têm direito à participação no evento nacional de premiação, com viagem e hospedagem custeadas para a cerimônia oficial de entrega do prêmio.

“O prêmio se consolidou como uma plataforma de aceleração. Ele oferece ao artesão o reconhecimento nacional por meio de um selo de qualidade que abre portas em novos mercados, principalmente no exterior, além da participação em grandes eventos de comercialização do artesanato em todo o país”, destaca a gestora. 

Como se inscrever

Os interessados devem preencher a ficha de inscrição online, enviar três fotos de cada produto (frente, lateral e embalagem) e um texto descritivo de até 200 palavras sobre a origem e a proposta das peças, lembrando que é fundamental que a atividade econômica (CNAE) da empresa seja compatível com a produção artesanal.

A unidade produtiva deve inscrever obrigatoriamente três produtos que demonstrem domínio de técnicas tradicionais, identidade própria e que apresentem transformação significativa da matéria-prima.

Não são considerados artesanais a personalização de produtos industrializados; a aplicação de técnicas complementares (exemplo, pintura, estamparia sem transformação), a montagem ou revenda de peças prontas em que predomine processos industriais, cópias de produtos existentes e a produção exclusivamente artística sem reprodução.

Maranhão em destaque - Criado em 2006, o prêmio se consolidou como uma das principais iniciativas de valorização do artesanato na América Latina, ampliando a visibilidade do setor e abrindo novas oportunidades de mercado. No Maranhão, em 2016, a artesã especializada na produção de cerâmicas inspiradas na azulejaria do Maranhão, Julieta Abreu Ferreira, integrou o TOP 100 do Prêmio Sebrae de Artesanato. 

“Além das premiações atrativas, o Top 100 se consolidou como uma iniciativa de valorização do artesanato brasileiro e do Maranhão, dando visibilidade às técnicas, produtos e possibilitando o acesso a novos mercados, além de fortalecer a gestão e posicionamento comercial do artesanato”, frisou Flávia Nadler. 

Regulamento e dúvidas - O regulamento completo da premiação está disponível no link https://bit.ly/4sG0w6Q. Dúvidas e esclarecimentos devem ser encaminhados à coordenação nacional, pelo e-mail  top100@sebrae.com.br. 


SERVIÇO


6º Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato.

Inscrições: Até 26 de abril de 2026.

Público: Unidades de produção artesanal formalizadas como MEI, Microempresa ou Empresas de Pequeno Porte (com CNPJ ativo).

Onde se inscrever: www.sebrae.com.br/top100artesanato

Informação: Sebrae MA 

Intervenções são planejadas com antecedência e permitem manutenção, modernização e expansão da rede elétrica 

Para assegurar a eficiência do sistema elétrico e a qualidade do fornecimento de energia em todo o estado, a Equatorial Maranhão realiza, de forma periódica, manutenções preventivas na rede. Essas ações, chamadas de Desligamento Programado, são previamente organizadas para possibilitar intervenções seguras, tanto para as equipes técnicas quanto para a população, além de contribuírem para a modernização e ampliação da infraestrutura elétrica.

As interrupções temporárias no fornecimento integram um planejamento estratégico voltado à manutenção e ao aprimoramento da rede elétrica. Essas ações permitem a realização de intervenções preventivas e estruturais, contribuindo para a redução de falhas e o aumento da estabilidade no fornecimento de energia aos clientes.

De acordo com o Gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Maranhão, Ivan Nachtigall, o Desligamento Programado é uma etapa indispensável para a execução de serviços que não podem ser realizados com a rede energizada, especialmente em intervenções mais complexas. "Esse tipo de ação é necessário para que as equipes possam acessar a rede com segurança e realizar atividades como substituição de estruturas, adequações técnicas e interligações entre trechos. Além disso, essas intervenções viabilizam  melhorias estruturais e a ampliação do sistema, o que é essencial para acompanhar o crescimento da demanda nas localidades", explicou Ivan.

As principais atividades de manutenção envolvem:

• Substituição de transformadores com foco na ampliação da capacidade de potência da rede; 

• Podas preventivas de árvores próximas à rede elétrica; 

• Implantação de equipamentos de manobra e proteção, incluindo soluções telecomandadas, que reforçam o uso de tecnologia e aumentam a agilidade operacional; 

• Modernização da rede elétrica por meio da substituição dos condutores existentes por cabos de maior capacidade; Durante o período de Desligamento Programado, é fundamental que a população não realize serviços elétricos em residências, comércios ou qualquer outro tipo de instalação.

Isso porque o fornecimento de energia pode ser restabelecido a qualquer momento, inclusive antes do horário previsto, o que pode provocar acidentes graves caso haja manipulação nas instalações elétricas internas durante o reestabelecimento. A orientação visa garantir a segurança de todos, prevenindo situações de risco tanto para moradores quanto para profissionais.

Os clientes impactados são comunicados previamente sobre as interrupções, com informações detalhadas como data, horário e localidades afetadas. Esse aviso é feito por meio de correspondências entregues nas residências, além de divulgações em rádios, carros de som e no site oficial da Distribuidora, https://ma.equatorialenergia.com.br/desligamento-programado/, onde é possível consultar os desligamentos por município.

Em situações excepcionais, especialmente diante de ocorrências emergenciais no sistema elétrico, o cronograma dos desligamentos programados pode passar por ajustes. Nesses casos, as informações são atualizadas e uma nova data é divulgada para a realização dos serviços, permitindo que os clientes se organizem com antecedência e minimizem possíveis impactos na rotina.

Movimento “VC + Seguro”

As ações integram o movimento "VC+ Seguro", uma campanha voltada à ampliação do acesso à informação e à conscientização da população sobre os riscos associados ao uso da energia elétrica. A iniciativa reforça o compromisso com a promoção da segurança, a prevenção de acidentes e a valorização do bem-estar da comunidade, por meio de orientações educativas e ações informativas contínuas.

Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão 

A oportunidade é para a unidade de Rosário 


SÃO LUÍS – O Serviço Social da Indústria do Maranhão (SESI-MA) está com o Processo Seletivo nº 09/2026 aberto para preenchimento de vaga no cargo de Analista Superior – Bibliotecário, em Rosário. As inscrições seguem abertas até o dia 19 de abril, exclusivamente pelo site do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), responsável pela execução da seleção.

A oportunidade é voltada a profissionais com nível superior em Biblioteconomia, sendo exigida experiência mínima de seis meses comprovada na área de atuação. Com carga horária de 220 horas mensais, o contrato possui prazo determinado por 5 meses. Além da remuneração no valor de R$4.380,11, são oferecidos benefícios como auxílio-alimentação, plano de assistência médica, seguro de vida e vale transporte.

Para efetuar a inscrição o candidato deve realizar pagamento da taxa no valor de R$ 90,00. Outras informações sobre o processo podem ser acessadas no edital, disponível no site oficial do IEL-MA.

Informação: Fiema