Distribuidora amplia ações preventivas e reforça o monitoramento do sistema elétrico durante os jogos
A Equatorial Maranhão elaborou um Plano Operacional especial para o período de transmissão dos jogos da Copa do Mundo 2026, com foco em garantir a continuidade e a confiabilidade do sistema elétrico durante toda a competição. Realizada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, a Copa do Mundo é um período em que tradicionalmente se registra um aumento significativo no consumo de energia elétrica, devido à maior utilização simultânea de televisores, aparelhos de climatização e outros equipamentos elétricos em residências e estabelecimentos comerciais. Diante desse cenário, a Distribuidora também reforça a importância dos cuidados com a segurança no uso da energia elétrica.
Como parte das ações preventivas, a Distribuidora ampliará em cerca de 30% o número de equipes de atendimento noturno na Região Metropolitana de São Luís e em mais de 15% nas demais regiões do Maranhão. Além disso, haverá reforço dos plantões operacionais e intensificação do monitoramento em tempo real do sistema elétrico.
Estratégias de prevenção e acompanhamento técnico
Antes do início da Copa, a Equatorial Maranhão intensificou ações de manutenção preventiva em pontos estratégicos do estado, especialmente em áreas com maior concentração de público e transmissão dos jogos. Entre as medidas adotadas estão inspeções na rede elétrica, limpeza de equipamentos, substituição de componentes e poda preventiva de árvores próximas à fiação.
Além disso, equipes técnicas estarão posicionadas em locais estratégicos, definidos em parceria com prefeituras e órgãos estaduais, realizando o monitoramento contínuo do sistema elétrico durante toda a competição. A iniciativa tem como objetivo garantir maior agilidade no atendimento de eventuais ocorrências e reforçar a confiabilidade do fornecimento de energia durante os jogos.
Durante todo o período de transmissão dos jogos da Copa do Mundo 2026, a Equatorial Maranhão manterá seus canais de atendimento funcionando 24 horas por dia. Os clientes poderão entrar em contato pelo WhatsApp, por meio da assistente virtual Clara, no número (98) 2055-0116, ou pela Central de Atendimento 116, com ligação gratuita.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
As imagens que circulam diariamente nas redes sociais impressionam. Filas de veículos nos acessos aos atrativos, lagoas tomadas por visitantes, dunas repletas de pessoas e cidades inteiras funcionando no limite de sua capacidade para atender uma demanda turística que não para de crescer.
O sucesso dos Lençóis Maranhenses é inegável. O destino consolidou-se como um dos mais desejados do Brasil e do mundo. O reconhecimento como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO ampliou ainda mais sua visibilidade internacional, atraindo visitantes de todos os continentes para conhecer uma paisagem única no planeta.
Mas junto com o sucesso surgem preocupações que não podem mais ser ignoradas.
A pressão sobre o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses já não se restringe ao ambiente natural. Seus reflexos são percebidos nas cidades que servem de porta de entrada para o destino, especialmente Barreirinhas, mas também em Santo Amaro, Atins e outras comunidades da região.
Em Barreirinhas, durante feriados prolongados e períodos de alta temporada, o trânsito torna-se caótico. Ruas congestionadas, dificuldade de estacionamento, serviços públicos sobrecarregados e preços cada vez mais elevados fazem parte da realidade local. Moradores convivem com os impactos de um crescimento acelerado que nem sempre foi acompanhado pelo devido planejamento urbano.
Os efeitos também alcançam as rodovias de acesso. A BR-402, a MA-315 e diversas estradas municipais não foram projetadas para suportar o volume de veículos que hoje circulam diariamente rumo aos Lençóis Maranhenses. O desgaste da infraestrutura é evidente e os problemas de mobilidade tornam-se cada vez mais frequentes.
Dentro do parque, a preocupação é igualmente legítima.
A quantidade de pessoas utilizando simultaneamente os principais atrativos levanta questionamentos sobre a capacidade de carga ambiental, a segurança dos visitantes e a conservação de um dos mais importantes patrimônios naturais do país.
Não se trata de ser contra o turismo. Muito pelo contrário.
O turismo gera empregos, movimenta a economia, fortalece pequenos negócios e transforma a realidade de centenas de famílias que vivem direta ou indiretamente dessa atividade. O que se questiona é a ausência de um debate público mais amplo sobre os limites e a sustentabilidade desse crescimento.
Qual é a capacidade de carga dos principais atrativos dos Lençóis Maranhenses?
Quantas pessoas podem visitar diariamente determinadas lagoas sem comprometer o ambiente?
Qual é o limite de veículos que podem circular nas áreas sensíveis do parque?
Como garantir segurança aos visitantes diante do aumento constante do fluxo turístico?
São perguntas que precisam ser respondidas.
Por isso, torna-se urgente uma ação articulada entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Governo do Maranhão, as prefeituras municipais, o setor empresarial e as entidades ligadas ao turismo.
É necessário discutir o ordenamento da visitação, o monitoramento dos impactos ambientais, a melhoria da infraestrutura, a mobilidade urbana, a segurança e a definição de critérios claros para o uso racional dos atrativos.
Os Lençóis Maranhenses são um patrimônio do Maranhão, do Brasil e do mundo.
E justamente por sua importância, não podem ser vistos apenas como um produto turístico ou uma fonte de receita. São um patrimônio natural que precisa ser preservado para as futuras gerações.
O crescimento do turismo é uma conquista. Mas crescer sem planejamento pode transformar um caso de sucesso em um problema de difícil solução.
A pergunta que fica é simples e necessária:
Será que os Lençóis Maranhenses continuarão encantando o mundo da mesma forma daqui a dez, vinte ou trinta anos se nada for feito para disciplinar o uso de um dos mais extraordinários cenários naturais do planeta?
A resposta depende das decisões que começarmos a tomar agora.
Também foi lançada a cartilha educativa em formato Braille e Libras, fortalecendo a inclusão, a acessibilidade e a permanência estudantil na Universidade
Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio da Diretoria de Diversidade, Inclusão e Ações Afirmativas (DIDAAF), da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (PROAES) e da ONG Meninas que Brilham, realizou, na última quarta-feira, 3 de junho, o lançamento da Campanha Dignidade Menstrual 2026. A iniciativa busca promover a conscientização da comunidade acadêmica sobre a pobreza menstrual e ampliar políticas de equidade, direitos humanos e inclusão social.
A coordenadora de Gênero e Diversidade da UFMA, professora Gisa Carvalho, destacou o importante papel da campanha no enfrentamento à pobreza menstrual na instituição. “Nós sabemos de pessoas em situação de pobreza menstrual que frequentam as universidades, que são estudantes. Então, nós mobilizamos a comunidade para arrecadar absorventes e distribuí-los pelos banheiros, para que essas meninas e mulheres possam ter segurança em usá-los sem constrangimento. Também estamos trabalhando com a perspectiva da informação sobre os programas federais voltados para a dignidade menstrual. Uma vez que a gente trabalha com a informação, estamos levando conhecimento e transformação para fora da Universidade, promovendo a dignidade menstrual para todo o estado”, afirmou.
Durante o evento, também foi lançada a Cartilha da Dignidade Menstrual nas versões em Braille e em Libras, contendo orientações adaptadas para pessoas com deficiência visual e auditiva. A estudante de Jornalismo da UFMA Viviane Costa Silva destacou a importância da inclusão de pessoas com deficiência. “As pessoas com deficiência visual não conseguem ler em quadros ou em datashow. Já quando a gente encontra um caderno ou algo que tem relevo em Braille, que a gente consegue entender o que está escrito, é uma forma de inclusão muito importante. Porque, a partir do momento em que a gente vê que é incluído, a gente se sente bem; é uma forma de a nossa voz ser ouvida”, destacou.
A cartilha em formato digital pode ser acessada gratuitamente clicando aqui.
A versão em Libras está disponível no canal oficial da UFMA no YouTube e pode ser acessada neste link.
Programa Dignidade Menstrual
É uma iniciativa do Governo Federal para promover equidade de gênero, justiça social e garantia de direitos para meninas, mulheres e todas as pessoas que menstruam. Desde 2024, o programa oferta absorventes gratuitamente a quem vive em vulnerabilidade por meio do Programa Farmácia Popular do Brasil e desenvolve educação em saúde menstrual para agentes públicos, profissionais de saúde e toda a população, a fim de combater os estigmas e a desinformação sobre o ciclo menstrual. Saiba mais.
Mobilização coletiva
Na UFMA, a iniciativa é realizada em parceria com a ONG Meninas que Brilham, que atua em ações de conscientização e enfrentamento à pobreza menstrual. Para a fundadora da ONG e discente do curso de Serviço Social da UFMA, Bia Diniz, a campanha vai além da solidariedade a pessoas em vulnerabilidade social e torna-se um instrumento de permanência estudantil.
“Quando uma estudante falta às aulas por 40 dias, por causa de não ter um item básico no período menstrual, não é um caso só biológico, mas de saúde pública. Então hoje a UFMA dá esse pontapé junto à ONG Meninas que Brilham para fazer esse trabalho junto às organizações da sociedade civil, de alertar, de indicar os principais meios, de acompanhar essas meninas. Mas também para que a gente, de fato, implemente uma política institucional de dignidade menstrual na Universidade, não só dos corpos menstruantes ligados à mulher, mas também aos homens trans e pessoas não binárias que menstruam e precisam ser olhados com essa visão de permanência estudantil”.
Pontos de coleta na UFMA
Os pontos de arrecadação em São Luís estão localizados no prédio da Reitoria, no Restaurante Universitário (RU) e no prédio da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (PROAES). Nos câmpus do interior, os espaços de informação também estão funcionando como pontos estratégicos de arrecadação de absorventes, que, posteriormente, serão disponibilizados nos banheiros da Universidade, fortalecendo as ações de acolhimento e permanência.
Câmpus de Balsas: O ponto de coleta funciona no prédio administrativo.
Câmpus de Imperatriz: Na Sala de Assistência Estudantil (Unidades Centro e Bom Jesus).
Câmpus de Grajaú: Na Sala do Núcleo de Assistência Estudantil (NAE).
Estudantes que queiram ser incluídos no Programa Dignidade Menstrual, do Governo Federal, podem procurar a sede da DIDAAF, localizada no Câmpus São Luís, ou entrar em contato pelo e-mail: diged.didaaf@ufma.br
Com a realização da campanha da Dignidade Menstrual 2026 em parceria com a ONG Meninas que Brilham, a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) reafirma seu compromisso com a construção de políticas institucionais cada vez mais fortes, promovendo inclusão, equidade e um ambiente universitário justo para todos.
Informação: UFMA
Às vésperas da Copa 2026, o Sebrae orienta pequenos negócios sobre como entrar no clima da torcida, aumentar o faturamento e evitar erros relacionados ao uso de símbolos protegidos.
A bola finalmente vai rolar e o comércio maranhense já está vestido de verde e amarelo para a estreia do Brasil na Copa do Mundo esta semana. De olho na paixão nacional pelo futebol, pequenos empreendedores correm contra o tempo para planejar promoções, estoques e produtos temáticos. O otimismo não é à toa: na última edição do torneio, em 2022, o comércio brasileiro movimentou R$ 1,48 bilhão, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O problema é que, na pressa para conquistar o cliente, muitos negócios entram em campo sem conhecer as regras jurídicas do jogo. Para evitar que a festa termine em prejuízo financeiro e processos judiciais, o Sebrae Maranhão orienta empreendedores sobre os limites legais no uso de elementos visuais e termos ligados ao torneio.
A regra fundamental que muitos desconhecem é que expressões oficiais, logotipos, mascotes e artes promocionais possuem proteção legal rígida. A utilização dessas propriedades intelectuais sem autorização prévia costuma resultar em notificações, derrubada imediata de lojas virtuais e remoção de anúncios nas redes sociais.
Um dos erros mais comuns é acreditar que pequenos negócios passam despercebidos pelos mecanismos de fiscalização, explica Augusto Antunes Pires Júnior, gerente da Assessoria Jurídica do Sebrae Maranhão.
“A FIFA investe bilhões em seus eventos e possui um sistema estruturado de proteção de marcas. Hoje, grande parte do monitoramento ocorre pela internet, especialmente em redes sociais, marketplaces, sites, anúncios patrocinados e plataformas de comércio eletrônico”, detalha.
O que pode render uma falta?
O erro mais comum entre empreendedores é acreditar que apenas o logotipo oficial da competição está protegido. Na prática, a lista de itens monitorados é muito mais ampla, envolvendo desde a famosa taça e suas representações estilizadas até os mascotes, cartazes e artes promocionais criadas pelos organizadores. Emblemas, selos, identidades visuais e slogans oficiais da temporada também exigem autorização prévia para uso comercial.
As regras se estendem ao ambiente digital. Aplicativos, figurinhas e qualquer material virtual produzido pelos detentores dos direitos do torneio não podem ser replicados em páginas de empresas. O monitoramento alcança até mesmo as tradicionais tabelas de jogos: se o material utilizar marcas, símbolos ou qualquer elemento gráfico associado oficialmente à competição, o negócio pode ser acionado judicialmente por marketing de emboscada.
“A taça é um dos ativos mais protegidos do torneio. Mesmo versões estilizadas, caricaturas ou desenhos podem gerar questionamentos. O mesmo vale para mascotes, artes oficiais e produtos que imitam o padrão visual do evento sem autorização”, alerta o gerente da Assessoria Jurídica do Sebrae Maranhão.
Como marcar um gol sem impedimento
A boa notícia é que os empreendedores não precisam ficar no banco de reservas durante a Copa. O especialista explica que é possível aproveitar toda a atmosfera do futebol sem utilizar marcas protegidas.
“O segredo é trabalhar com o tema da torcida, da confraternização e dos dias de jogos, sem usar símbolos, palavras ou frases que identifiquem oficialmente o torneio”, orienta Augusto.
Expressões como “Promoção da Torcida”, “Combo do Torcedor”, “Esquenta Verde e Amarelo”, “Festival do Futebol”, “Clima de Torcida”, “Bora Brasil” e “Rumo ao Hexa” costumam ser alternativas seguras.
A decoração também pode explorar elementos genéricos ligados ao esporte, como bolas, redes, campos, chuteiras, apitos, bandeirinhas e as tradicionais cores verde e amarela.
Jogando dentro das regras
No Maranhão, o artista plástico e estilista Origes mostra que é possível aproveitar o clima da Copa sem abrir mão da originalidade. Conhecido por utilizar elementos da cultura maranhense para construir a identidade visual de sua coleção de camisetas, que se tornou uma febre em São Luís e já vestiu artistas de projeção nacional, ele lançou, em maio, dois modelos especiais para quem quer curtir a Copa de 2026 com estilo.
As novas estampas começaram a ser planejadas muito antes da proximidade do Mundial. Segundo o estilista, os modelos foram criados há cerca de um ano e meio, quando ele desenvolveu outras peças inspiradas em territórios e identidades culturais.
“Assim que eu fiz as duas primeiras camisas da Jamaica Brasileira e a que era inspirada na bandeira do Maranhão, eu também fiz a do Brasil. Só que entendi que não seria o momento ideal para lançá-la. Então, as primeiras foram lançadas antes, com o intuito de ter algo mais local e nacional sobre território e cultura. A do Brasil ficou para o momento mais propício, que é agora, na Copa do Mundo de 2026”, conta.
Para a coleção, Origes buscou inspiração nas cores da bandeira brasileira e também na história dos uniformes da seleção ao longo das Copas.
“As referências que eu utilizei para fazer essa estampa foi trazer as cores da bandeira do Brasil em uma versão que contempla todas as cores: o verde, o amarelo, o azul e o branco. E uma segunda opção trazendo algo mais tradicional, que são as cores verde e amarela”, explica.
O estilista revela que os aspectos jurídicos também foram considerados durante o processo criativo. A preocupação era criar produtos conectados à copa sem reproduzir elementos que pudessem remeter a símbolos oficiais.
“Eu não queria trazer símbolos que já são presentes nas camisas tradicionais, como o brasão do Brasil e toda aquela estética. Então trouxe meus próprios elementos, minha própria logo, meu próprio nome, e fiz nesse sentido de não colocar nada que lembrasse tanto a camisa do Brasil, a não ser as cores da bandeira. Por isso, não utilizei elementos oficiais da CBF nas camisas, tanto por essas questões jurídicas quanto pela própria estética da marca”, destaca.
O resultado é um exemplo prático de como criatividade, identidade própria e atenção às regras podem jogar no mesmo time quando o assunto é aproveitar as oportunidades criadas pela Copa do Mundo.
“A regra é simples: você pode aproveitar o interesse das pessoas pelo futebol, pela torcida e pelos dias de jogo. O que não pode é utilizar marcas, símbolos ou elementos que façam o consumidor acreditar que seu negócio é patrocinador, parceiro ou licenciado oficialmente pelo evento”, finaliza Augusto Antunes.
Procure o Sebrae – Para mais informações sobre as iniciativas desenvolvidas pelo Sebrae, procure a Unidade de Negócios do Sebrae em São Luís, localizada no Multicenter Negócios e Eventos, ou a Central de Atendimento, no 0800 570 0800 (telefone e WhatsApp). Acompanhe ainda os canais digitais do Sebrae no Maranhão: Instagram (@sebraemaranhao) e YouTube (https://www.youtube.com/sebraemaranhao).
Informação: Sebrae MA
Idealizado pelo EQT Lab, em parceria com a Oracle, programa oferece capacitação gratuita em tecnologia, inteligência artificial e inovação para jovens e adultos de todo o país.
O CapaciTech, programa idealizado pelo EQT Lab, laboratório e hub de inovação do Grupo Equatorial, em parceria com a Oracle, chega à sua 3ª edição ampliando ainda mais seu alcance: agora, jovens e adultos de todo o Brasil poderão participar da jornada de capacitação gratuita voltada ao universo da tecnologia, inovação e inteligência artificial. Com foco no desenvolvimento de talentos e na aproximação com o mercado de trabalho, o programa busca conectar aprendizado, prática e novas oportunidades profissionais, oferecendo uma experiência formativa alinhada às demandas do presente e do futuro.
Ao longo da jornada, os participantes terão acesso a conteúdos sobre inteligência artificial, agentes inteligentes, automação de fluxos e inovação tecnológica, além de mentorias exclusivas, networking com pessoas de diferentes regiões do país e certificações reconhecidas. O programa também proporciona uma experiência prática de desenvolvimento, passando por diferentes etapas de aprendizagem, incluindo desafios colaborativos em formato de hackathon para aplicação dos conhecimentos adquiridos.
Transformando trajetórias
Além da formação técnica, o CapaciTech tem impulsionado histórias de transformação profissional. Foi o caso de Joana Dayse Silva de Lima, participante da edição 2024/2025, que conheceu o programa por meio de um familiar. Antes do CapaciTech, Joana já havia tentado ingressar em outros programas de formação em tecnologia, mas encontrou barreiras relacionadas ao acesso e à complexidade dos processos seletivos. A oportunidade de estudar por meio da plataforma Alura, referência na área, foi um dos fatores decisivos para sua inscrição. “Sempre tive vontade de estudar pela plataforma, mas os valores estavam muito longe da minha realidade naquele momento. O CapaciTech acabou abrindo uma porta muito importante para mim”, conta.
Ao longo da formação, Joana enfrentou os desafios do ensino online com disciplina e dedicação. Seu desempenho a levou a uma conquista importante: ao final do programa, participou do processo seletivo para estágio e conquistou uma oportunidade alinhada ao seu perfil profissional. Outro marco da sua trajetória foi a participação no projeto de conclusão do curso, no qual ela e outra colega foram as únicas mulheres a apresentar o trabalho, conquistando o 3º lugar na competição.
Hoje, Joana atua como Desenvolvedora Júnior no EQT Lab, contribuindo em diferentes frentes tecnológicas, como projetos, sistemas de reservas de salas e a calculadora de TRL, reforçando o potencial do programa em aproximar formação e mercado de trabalho. “Hoje trabalho em um time com 11 desenvolvedores, sendo a única mulher da equipe. Me sinto realizada por ocupar esse espaço e espero que minha trajetória possa inspirar outras meninas a acreditarem que elas também pertencem à tecnologia”, destaca.
O que os participantes encontrarão nesta 3ª edição?
• Mentorias exclusivas;
• Cursos sobre tecnologia, IA e inovação;
• Networking com participantes de todo o Brasil;
• Hackathon com desafios práticos;
• Certificações com assinatura One Oracle Next Education.
Quem pode participar?
Pessoas com 18 anos ou mais, que tenham cursado o Ensino Médio em escola pública, de qualquer região do Brasil.
Inscrições
As inscrições ocorrerão entre 1º e 13 de junho de 2026.
Para participar, basta acessar https://carrera.aluracursos.com/imersao-one-br e realizar o cadastro no site da Oracle, preenchendo as informações solicitadas. Na pergunta “De qual empresa você vem?”, selecione a opção EQUATORIAL.
Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão
A comunidade católica de Vitória do Mearim viveu um momento especial na noite desse domingo (7), durante uma missa em ação de graças na Igreja Nossa Senhora de Nazaré. A celebração marcou o reconhecimento oficial do Festejo de Nossa Senhora de Nazaré como Patrimônio Cultural e Imaterial do Maranhão, por meio da Lei nº 12.885/2026, de autoria do deputado estadual Catulé Júnior.
A cerimônia reuniu fiéis, moradores e o parlamentar, em um momento considerado histórico para a preservação de uma das mais tradicionais manifestações de fé da região. Realizado anualmente entre 29 de agosto e 8 de setembro, o festejo reúne romeiros e visitantes em uma programação de novenas, missas e romarias que fortalecem a religiosidade e a identidade cultural do povo vitoriense.
Para o vitoriense Washington Cantanhede, o reconhecimento garante a preservação da manifestação para as futuras gerações, fortalecendo a identidade local e a fé católica. A Paróquia Nossa Senhora de Nazaré também agradeceu ao deputado pela iniciativa e pela contribuição à valorização do patrimônio espiritual, cultural e histórico da cidade.
Ao deixar uma mensagem aos devotos, Catulé Júnior destacou a importância do reconhecimento oficial do festejo. “Cada vez mais, em ações como essa, percebo o sentido da missão de ser deputado e representar a voz do povo do Maranhão. Com essa lei, o Estado apenas reconhece oficialmente algo que já faz parte da história e do coração de todos os vitorienses. A grandiosidade dessa festa, construída ao longo de gerações, merece ser preservada e valorizada para que continue fortalecendo a fé e a cultura do nosso povo”, afirmou o parlamentar.
Informação: ASCOM/ Dep. Catulé Júnior
Nomes importantes da cena cultural do Maranhão foram celebrados no palco do Teatro Sesc Napoleão Ewerton na última sexta-feira (5).
“Recebo esta homenagem com muita alegria e uma felicidade imensa. Um reconhecimento desses, entre tantos mestres e mestras, e a gente ser acolhido e reconhecido, é de uma grande bênção”, comemorou Maria José Costa Pacheco, mais conhecida por Mãe Duca, do Bumba-meu-boi Mimo de Santo Antônio - uma das mestras celebradas por sua importância cultural na noite de abertura da edição 2026 do Balaio de Sotaques, realizada na última sexta-feira (5), com a “Homenagem aos Mestres e Mestras da Cultura Maranhense”, promovida pelo Sesc-MA.
Com carreira marcada pelo sotaque da Baixada, a Mestra Mãe Duca se juntou a Maria Luiza Santos Abreu, bordadeira do Bumba-meu-boi Rama Santa (sotaque Costa de Mão), ao Mestre Tunico (Antônio Ribeiro), do Tambor de Crioula da Fé em Deus e ao Mestre Gilmar Rocha (Gilmar Rocha Ribeiro), da Dança do Lelê de São Simão, para celebração de suas contribuições culturais em noite emocionante no palco do Teatro Sesc Napoleão Ewerton.
Cada homenageado recebeu um incentivo simbólico de R$ 5 mil (cinco mil reais), ressaltando a importância da preservação desses saberes que são transmitidos de geração em geração e constituem parte essencial da identidade cultural maranhense.
“Uma homenagem necessária, que foi histórica para o legado do Sesc-MA. Celebrar nomes que, por muitas vezes, não estão tão visíveis socialmente, por estarem no interior do estado ou nas periferias das cidades, nós escolhemos, reconhecemos e difundimos essa arte como um fomento e incentivo à preservação da nossa identidade cultural ancestral”, declarou Rutineia Amaral, diretora regional do Sesc Maranhão.
Cerimônia inédita na programação do Balaio de Sotaques, a homenagem ressaltou o tom de reconhecimento e valorização dos saberes ancestrais proposto pelo Sesc na edição de 2026 - bastante elogiado por todos os homenageados, como destaca o Mestre Tunico, do Tambor de Crioula da Fé em Deus.
“A gente só está recebendo esta homenagem por conta do nosso trabalho, que foi bom, foi sincero e com honestidade, que nos fez chegar a este grande momento proposto pelo Sesc-MA e que nos deixam sem palavras e muito emocionados”, celebrou o Mestre Tunico.
Ainda na programação, algumas surpresas, como a exibição de um vídeo especial em referência aos quatro homenageados e a homenagem dupla que a bordadeira Maria Luiza Santos Abreu, do Bumba-meu-boi Rama Santa, recebeu - tanto do Balaio de Sotaques, quanto do marido, o cantador João Tolentino. “Eu vim bem acompanhado/de uma mulher guerreira/ Que na arte de bordar, é uma grande bordadeira/ Na verdade, é minha fiel companheira”, versou o artista.
“Esse momento eu escolhi fazer uma homenagem em público para demonstrar o quanto ela é especial. E também especial pra mim!”, declarou João Tolentino ao celebrar o talento de Maria Luiza, que também foi só agradecimentos ao Sesc-MA e ao marido: “Estou muito feliz mesmo, por todas as homenagens. Só posso agradecer a Deus por tudo”.
A noite contou, também, com discotecagem de abertura da jornalista, pesquisadora musical, curadora e DJ maranhense Vanessa Serra e show de encerramento do cantor, compositor e violonista maranhense Roberto Ricci. Para mais informações sobre a programação completa do Balaio de Sotaques 2026, acesse o site do Sesc-MA: https://www.sescma.com.br/.
Balaio de Sotaques 2026
Promovido pelo Sesc-MA, o Balaio de Sotaques está consolidado desde a década de 1980 como um dos principais eventos do calendário junino do Maranhão, e se configura como uma grande celebração da cultura do estado, com uma proposta descentralizada, que além do Teatro Napoleão Everton, do Sesc Deodoro e do Sesc Olho D’Água, atenderá várias comunidades com apresentações culturais, ampliando o acesso e garantindo que mais pessoas possam vivenciar e se conectar com as tradições locais.
Gratuita e reunindo uma ampla diversidade de manifestações culturais, a programação da edição 2026 está bastante diversificada, com apresentações de bumba-meu-boi em seus diferentes sotaques, além de tambor de crioula, cacuriá, quadrilhas juninas, dança do lelê, shows de artistas populares e a Dança de São Gonçalo, do município de Viana, novidade deste ano.
No Sesc Deodoro e no Sesc Olho D’Água, a programação acontece de 18 a 20 de junho. No Sesc Comunidade, na Raposa, o já tradicional arraial acontece no dia 21 de junho. Além disso, a programação conta, também, com o Arraial das Gerações no dia 17 de junho (Trabalho Social com Pessoas Idosas) e ações juninas também no Sesc Itapecuru, na Quadra Poliesportiva da unidade, nos dias 15 e 16 de junho, e no Sesc Caxias, no Caxias Shopping Center, nos dias 18 e 19 de junho.
Informação: Sesc MA

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