terça-feira, 31 de março de 2020
Ação faz parte de Termo de Compromisso assinado entre governador Flávio Dino e diretor-presidente da Vale Eduardo Bartolomeo em reconhecimento ao serviço prestado pela corporação à população do estado.

A Vale fará a entrega de cinco novas viaturas de salvamento e combate a incêndio ao Corpo de Bombeiros Militares do Maranhão (CBMMA) nas primeiras semanas de abril. Os caminhões estão a caminho de São Luís e podem ser inseridos de forma imediata na frota da corporação aumentando a capacidade de atendimento dos bombeiros aos maranhenses.   

Essa entrega é mais uma etapa de doações do Termo de Compromisso assinado entre Vale e o Governo do Maranhão em 2019. O valor total das doações chegará a R$8,14 milhões e tem como propósito reconhecer os serviços prestados pela corporação à população do estado.

"As novas viaturas representam a continuidade da nossa parceria e reconhecimento ao trabalho do Corpo de Bombeiros do Maranhão. Importante frisar que os caminhões já estão equipados e poderão ser usados de maneira imediata para beneficiar os maranhenses", afirmou João Falcão, representante da Vale.   

Os veículos são modelos do tipo Auto Bomba Tanque Salvamento (ABTS) e contam, dentre outras coisas, com tanques de água de 5 mil litros, cabine dupla, bomba de incêndio e canhão monitor. Além de atender às funções de combate a incêndios de pequeno e grande portes, eles também podem ser utilizados como veículos de suporte de água, para escadas e plataformas.

"Esse apoio é fundamental para que o CBMMA continue prestando um trabalho de qualidade aos maranhenses e serão muito úteis em diversas situações, inclusive agora, durante a pandemia do Corona vírus, afirmou o coronel Célio Roberto, comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão.

As viaturas já saíram de Santa Cruz do Sul no Rio Grande do Sul - onde se encontra a montadora - e devem chegar a São Luis ainda nas primeiras semanas de abril. A entrega técnica e o treinamento operacional serão realizados nas instalações do CBMMA, pela equipe da própria empresa responsável pela fabricação.


Outras doações já entregues pela Vale ao Corpo de Bombeiros do Maranhão

Ainda inserido no Termo Compromisso que foi assinado, a Vale já entregou em 2019 ao CBMMA cinco novas ambulâncias, dois quadriciclos, cinco jet skis, 10 botes com motor, além de equipamentos como roupas de combate a incêndio, capacetes e botas.

Informação: Vale
Unir sem nos reunir!


O mundo todo vem sofrendo com a crise do novo coronavírus, tanto no que diz respeito às condições de saúde da população, quanto aos impactos provocados na economia, como pode ser verificado em artigo publicado na plataforma. Em atenção especial ao segmento do Turismo no Brasil, ressalta-se que as cidades que estão em torno do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses têm sofrido diretamente com esses impactos. Como é o caso das cidades de Barreirinhas e de Santos Amaro, que têm no turismo uma das principais fontes de renda da população, bem como as demais atividades de apoio como, alimentos e bebidas, hospedagem, condutores e guias de turismo, transportes, inclusive o comércio local.

Nos próximos meses, época em que o período chuvoso começa a ceder espaço aos calorosos dias de sol, essas cidades normalmente passariam a receber um expressivo número de visitantes, atraídos especialmente pela natureza única do parque, que atualmente se encontra suspenso para visitação, levando em consideração a necessidade de adotar medidas para minimizar o avanço da pandemia. Desse modo, diversos profissionais que dependem essencialmente do turismo vêm perdendo sua fonte de renda, o que motivou um grupo de pessoas da comunidade local a realizarem campanhas de arrecadação de alimentos para beneficiar as famílias em condição de vulnerabilidade social.  

"As campanhas realizadas pelo Grupo SOS já ocorrem há algum um tempo, fizemos a ação do 'Aniversário de Barreirinhas', na qual arrecadamos alimentos à comunidade em situação de vulnerabilidade social. Mas a gente continua! Não colocamos um ponto de arrecadação específico para evitar aglomeração, então a pessoa que deseja fazer uma doação só precisa nos comunicar que iremos buscar na sua própria residência. Solicitamos ao menos 1kg de alimento não perecível, mas as pessoas podem doar o que estiver ao seu alcance". Relatou Fernanda Santos, uma das organizadoras do grupo.

A primeira ação intulada Aniversário Solidário, ocorreu no período que antecedeu o aniversário de 82 anos da cidade Barreirinhas, dia 29 de março de 2020, beneficiando centenas de pessoas necessitadas.  O aniversário passou, mas a campanha continua na Páscoa Solidária, contando com a mobilização de diversas pessoas da comunidade e o apoio do Portal Barreirinhas. Ajude-nos em mais essa ação de solidariedade e amparo ao turismo local, sua participação será muito bem vinda. 

Informação: Portal Barreirinhas 

Equipamentos como respiradores, máscaras, termômetros e álcool 70 foram algumas das doações recebidas pelo Governo do Maranhão de diversas empresas. A ação, articulada pela Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), faz parte da luta para combater e prevenir o Covid-19. 

O principal objetivo dos empresários é apoiar o poder público na atuação contra a pandemia. O movimento está concentrado na aquisição de aparelhos de ventilação pulmonar e respiração assistida e em soluções de álcool 70, e máscaras, indicadas a profissionais de saúde e suspeitos de contaminação.

Ao todo foram arrecadados mais de R$ 10 milhões para a compra de máscaras, termômetros, testes rápidos e respiradores doados por empresas de diversos segmentos, como Alumar, Alfa Engenharia, Canopus, Centro Elétrico, COC, Comercial Rofe, Constans, Dínamo Engenharia, Dimensão, Eneva, EDP Transmissão de Energia, Escudo, Fribal, Faculdade ISL Myden, Gera Maranhão, Grupo Mateus, LavroNorte, Lua Nova, Omega, Potiguar, Revest Comércio e Serviços, Roque Aço e Cimento, RJ Distribuições, RBC Construções, Silveira Engenharia, Sinduscon e Suzano. 

Já as empresas Agro Serra, Ambev, Grupo Maratá, FC Oliveira, Guaraná Psiu e Solar Coca-Cola se uniram e estão doando mais de 500 mil litros de álcool que serão destinados para unidades de saúde do estado. 

O secretário da Seinc, Simplício Araújo, explica que as doações são um grande ato de união e solidariedade. “O setor público e a iniciativa privada estão trabalhando juntos para que possamos combater o mais breve possível esse vírus. Esses insumos se somam às esforços do governador Flávio Dino e ajudam na celeridade do combate e prevenção da doença”, disse Araújo.

Mais doações

Empresas da área de mídia também estão engajadas na luta contra o Covid-19 junto com o Governo do Maranhão. A JC Decaux doou R$ 150 mil em mobiliários urbanos; a Novagraf, R$ 20 mil para produção de cartazes e a Brasil Balões R$ 6.600 para mídia e blimps. 

Outro reforço veio da 99 Tecnologia, que doou 4 mil corridas de táxi para profissionais de saúde do Governo do Maranhão.

Informação: MA.gov 
4 programas foram lançados para auxiliar setores turísticos durante pandemia


Além de São Luís, o Governo do Estado anunciou que vai comprar diárias de meios de hospedagem, para utilização pós-pandemia, nas cidades de Barreirinhas, Santo Amaro, Tutóia, Carolina e Riachão. A ação é organizada pela Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão (Setur) por meio do programa “PRESSTRIP – DESVENDA MARANHÃO” que está com edital aberto para credenciamento de serviços de hospedagem até 06 de abril.

Os vouchers serão utilizados através de viagens promocionais com artistas, blogueiros, digital influencers, jornalistas, imprensa nacional e internacional.

Será contratado o fornecimento de hospedagem com café-da-manhã no quantitativo de 400 vouchers no valor de R$ 100 (cem reais) referente à diárias em meios de hospedagem nas cidades de Barreirinhas (220), Santo Amaro (50), Tutóia (40), Carolina (60) e Riachão (30) dos seguintes Polos Turísticos: Lençóis Maranhenses, Delta das Américas e Chapada das Mesas.

CREDENCIAMENTO

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no período de 01 a 06 de abril, exclusivamente pelo e-mail: editais.seturma@gmail.com. O candidato deverá enviar por e-mail a ficha de inscrição, disponível no Anexo I do edital, devidamente preenchida e assinada, assim como a documentação exigida de forma digitalizada, conforme consta no EDITAL.

Para o credenciamento, o estabelecimento, que quiser concorrer, deverá estar com a inscrição regular e atualizada no CADASTUR; enviar 05 fotos das áreas do restaurante, onde serão produzidas e servidas as refeições; ter Certidão Negativa de Débito junto a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão – CAEMA (ou “Declaração de Não Usuário” fornecida pela CAEMA, caso o inscrito não seja usuário dos serviços desta; não constar nenhuma questão de debito no Cadastro Estadual de Inadimplentes; Possuir conta corrente bancária da pessoa jurídica, dentre outros.

SELEÇÃO

A seleção dos trabalhos ficará a cargo da Comissão que será composta por representantes da SETUR que irá analisar os critérios de seleção e pontuação conforme os requisitos de avaliação contidos no edital. O resultado da análise documental do credenciamento será divulgado no site da SETUR/MA: turismo.ma.gov.br e no Diário Oficial no dia 09 de abril.

PRAZOS

ATIVIDADESPRAZO
Publicação do Edital31 de março de 2020
Publicação da Comissão de Seleção31 de março de 2020
Período de Inscrições01 a 06 de abril de 2020
Análise da documentação07 a 08 de abril de 2020
Divulgação do resultado final09 de abril de 2020

Informação: Turismo.MA 
Setor terá que "torrar” US$ 61 bi de suas reservas


A queda do número de passageiros e as restrições que os governos impuseram ao transporte aéreo para tentar retardar a disseminação do novo coronavírus (covid-19) causarão um prejuízo líquido de cerca de US$ 39 bilhões às empresas do setor no mundo, apenas entre abril e junho deste ano.

A estimativa é da Associação Internacional de Transporte Aéreo (da sigla em inglês, Iata) e foi divulgada hoje (31). Com o dólar negociado a R$ 5,19, o prejuízo global do setor pode superar, em reais, os R$ 202 bi. A título de comparação, o valor representa quase um terço dos R$ 700 bi que o governo federal planeja injetar na economia brasileira com as ações já anunciadas para tentar reduzir os danos provocados pelo coronavírus.

Segundo o diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac, a dimensão da crise está além de tudo o que o setor já havia experimentado antes. “Estamos trabalhando em um cenário de severas restrições de viagem, com [a perspectiva de] duração de três meses. [Ao longo do ano] Isso reduzirá as receitas da indústria em US$ 252 bi [ou mais de de R$ 1,3 trilhões] em comparação a 2019”, disse Juniac, durante uma teleconferência que reuniu executivos do setor.

Uso de caixa

Ainda segundo o diretor-geral da entidade que representa as empresas aéreas em nível global, as companhias do setor vão ter que “torrar” US$ 61 bi (R$ 316 bilhões) de suas reservas de caixa para fazer frente a suas obrigações durante o segundo trimestre do ano. “É uma queda vertiginosa nos saldos de caixa”, acrescentou Juniac, enfatizando que as companhias enfrentam dificuldades cada vez maiores para se manter. “Quando 70% da sua empresa desaparece da noite para o dia, não há redução de custos que possa preencher adequadamente estas lacunas.”

Juniac afirma que a situação só não é pior porque o transporte de carga não foi integralmente afetado, embora esteja operando em níveis reduzidos. “A única parte da indústria que continua a operar é o setor de cargas, que está lutando para atender à demanda [porque] as operações de passageiros foram reduzidas tão drasticamente que simplesmente não há capacidade no sistema para atender até os níveis reduzidos de carga aérea – o que inclui remessas médicas vitais das quais a vida das pessoas depende.”

Após traçar o diagnóstico e as perspectivas negativas do setor, o executivo pediu que os governos adotem medidas para ajudar o setor. “Quando a crise da saúde pública atingir um nível em que seja seguro retomarmos a economia, as companhias aéreas deverão estar prontas para voar. A recuperação [das atividades produtivas] será mais lenta e muito mais dolorosa se as empresas aéreas não puderem apoiar o comércio e o turismo” disse Juniac, elogiando a iniciativa de países que já anunciaram ajuda financeira ou a flexibilização das regras de proteção aos consumidores.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as empresas norte-americanas e o governo negociam um pacote de benefícios que pode chegar a US$ 50 bi (R$ cerca de R$ 259 bilhões). Segundo a Iata, Colômbia, Cingapura, Austrália, China, Noruega e Nova Zelândia também adotaram medidas para socorrer suas companhias. E para Juniac, Canadá, Colômbia e Holanda adotaram medida exemplar ao permitir que, em vez de serem obrigadas a ressarcir os clientes que não puderem usar os bilhetes aéreos comprados antes do início da crise ou mesmo aqueles cujos voos forem cancelados, as aéreas possam emitir vouchers que as pessoas usariam como créditos após o fim da crise.

“Isso permitirá que as companhias preservem o dinheiro necessário para manterem as operações de carga e preservarem a capacidade de estar totalmente operacional quando puderem retomar suas operações com segurança”, defendeu Juniac, argumentando que grande parte dos voos programados foram cancelados devido às restrições impostas pelos governos de diversos países.

Segundo o diretor-geral da Iata, estima-se que, somadas, as empresas aéreas já devem cerca de US$ 35 bi (R$ 181 bi) a clientes que fazem jus ao ressarcimento de despesas.

Informação: Agência Brasil 
Se existia uma previsão de crescimento do turismo global entre 3 e 4% em 2020, já se pode estimar uma queda entre 20 a 30% nas viagens e uma perda de US$ 300 a 450 bilhões nos gastos dos viajantes internacionais.

Agora é o momento de colocar o bem estar das pessoas em primeiro lugar, não há dúvidas em relação a essa responsabilidade, que é global. No caso da indústria de viagens e turismo, uma das mais impactadas diante da pandemia, sabemos que ela vive um cenário totalmente inédito e sem precedentes; simplesmente as pessoas pararam de se locomover. Dos deslocamentos mais simples, dentro das cidades, até as longas viagens internacionais estão todos em casa se protegendo e evitando a ampliação do contágio. Embora seja muito cedo para qualquer conclusão, e ainda estejamos todos avaliando e tentando entender o que ocorre e quais serão os novos horizontes, já podemos computar um prejuízo enorme no setor, desde pequenas empresas até grandes empreendimentos. Somente as empresas aéreas já projetam uma perda de US$ 252 bilhões em 2020, segundo a IATA são US$ 39 bilhões de bilhetes comprados e não voados que são responsabilidade das companhias.

Se existia uma previsão de crescimento do turismo global entre 3 e 4% em 2020, já se pode estimar uma queda entre 20 a 30% nas viagens e uma perda de US$ 300 a 450 bilhões nos gastos dos viajantes internacionais, segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT). Ainda segundo a entidade, podemos levar de 5 a 7 anos para recuperar as perdas de 2020. Somente para termos uma ideia, em 2009, com a crise econômica global, as chegadas de turistas internacionais caíram 4% e durante a SARS, a queda foi somente de 0,4% em 2003. Aqui no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (ABEAR), na semana de 23 de março desse ano as empresas associadas já apresentaram uma redução de 75% na demanda nacional e de 95% na internacional em relação a igual período de 2019.

Mesmo sendo uma crise inédita e um panorama nebuloso, penso ser importante trocarmos ideias e projetar futuros cenários; não tentando imaginar, mas buscando tatear quais transformações podem ocorrer em nossa indústria. A única certeza é de que já não somos mais o mesmo negócio, e que, provavelmente as respostas para nossas atuais perguntas ainda estejam em plena mutação. Mas vamos lá, pensar agora e reavaliar continuamente, assim, reflito sobre 5 temas que podemos começar a trocar ideias:

1- Assim como vivenciamos depois do 11 de setembro, muitas novas medidas de restrições e segurança sanitária devem passar a fazer parte das jornadas de viagens. Sendo a segurança uma preocupação de viajantes e de autoridades de fronteira, todos irão buscar viajar com proteção e evitar possíveis contágios. Tendo a segurança como uma prioridade, o desafio de autoridades e de empresários será garantir que as medidas de proteção sejam tomadas sem prejudicar os deslocamentos, poupando tempo e garantindo o livre trânsito de pessoas;

2- A depender de como a pandemia evolui em cada país e continente, e ainda como são os diferentes hábitos e formas de viajar em cada país e cultura, podemos presenciar num primeiro momento o predomínio das viagens domésticas. Em seus países as pessoas possuem mais informação, sentem-se mais seguras e assim ficam mais à vontade para fazer deslocamentos a negócios e a lazer. Suponho que a retomada das viagens internacionais irá variar muito de acordo com o país, sua realidade, com a progressiva oferta de voos e a situação de toda a cadeia do setor de viagens e turismo local. Como o turismo é uma atividade que tem mostrado ao longo de décadas uma grande capacidade de recuperação, vamos observar como será o comportamento do consumidor no final de 2020 e nos períodos de alta temporada de cada continente para entender o passo da retomada paulatina;

3- Necessidade urgente de diálogo entre autoridades públicas e empresários para minimizar impactos e garantir a sobrevivência de empresas, empregos e a recuperação de um setor que é responsável por 1 em cada 10 empregos no planeta. Dependendo do tamanho da empresa, da duração (imprevisível ainda) da crise e das paralisações de viagens, e do segmento de atuação, são necessárias medidas que possam monitorar diariamente o cenário e que, objetivamente, auxiliem e apoiem as empresas para a manutenção de empregos e o enfrentamento da crise. Diversas entidades mundiais e nacionais já divulgaram recomendações e orientações que ajudam a entender os tipos de medidas que podem ser tomadas;

4- Mudança de hábitos do consumidor é outra tendência que podemos esperar, mesmo que ainda sendo ainda cedo para entender como irá ocorrer. Talvez siga adiante (mas por outros motivos) a ideia de evitar lugares com muitas pessoas, evitar o overtourism; a exigência de atitudes sustentáveis também poderá ser elevada, buscando destinos aonde o respeito ao meio ambiente se traduzirá em mais segurança sanitária em todos os aspectos (meios de hospedagem, alimentação, praias, natureza, respeito à cultura local, dentre outros). Talvez ainda, vivenciemos alteração de períodos de férias, quando poderá ocorrer a busca de viajar em baixa temporada. Infelizmente também poderemos presenciar preconceitos com a procedência de turistas, trazendo um comportamento preconceituoso ou pejorativo por parte de comunidades locais ou até de profissionais. Nem imaginamos ainda as mudanças, mas certamente o cliente será cada vez mais o protagonista de suas decisões, na busca de experiências mais autênticas, porém mais seguras e com uma interação ainda mais engajada em todas as etapas de sua viagem;

Adaptação e imagem das empresas, esses certamente serão aspectos que temos que focar nossa atenção no cenário pós pandemia. As empresas terão que avaliar rapidamente as mudanças e fazer adaptações para garantir sua competitividade, lembrando que mais do que adaptações de gestão serão importantes aquelas que irão entender e atender às necessidades dos clientes. Isso está diretamente relacionado à imagem de sua marca, ela terá que passar ainda mais segurança, transmitir valores reais e demonstrar sua dedicação à respostas rápidas e precisas ao consumidor. Isso vale para empresas e também para destinos, que terão novos desafios de comunicação e marketing. Como será a promoção de destinos no novo cenário em que a segurança terá uma dimensão ainda mais ampla e exigente? O que e como comunicar? Como falar das experiências e realmente fazer o turista sentir-se parte de algo que irá satisfazer novas necessidades?

Informação: Blog Panrotas 
Por ser considerado serviço essencial, as ações de limpeza da cidade estão sendo executadas pela gestão do prefeito Edivaldo como forma de manter um ambiente limpo, muito importante nestes tempos de combate ao coronavírus


A Prefeitura de São Luís, por meio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, segue com o cronograma de execução, nesta semana, de serviços de conservação e manutenção de espaços públicos, especialmente nos principais corredores de trânsito da cidade. São serviços de capina e roçagem com maquinário que se somam a outros como lavagem de espaços públicos e colocação de lixeiras em vias da capital. A ação segue orientação do prefeito Edivaldo Holanda Junior que mantém os serviços essenciais neste período de isolamento social quando foram necessárias mudanças na rotina de trabalho de várias secretarias.  

Nesta segunda-feira (30), as equipes de manutenção da Prefeitura realizaram capina nas avenida dos Portugueses, que é uma importante via da cidade, uma extensão da BR-135 que corta a área Itaqui-Bacanga, desde o Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), passando por bairros como Vila Bacanga e Anjo da Guarda.

A capina também ocorreu na Avenida Ferreira Goulart, que margeia bairros como Jaracati e Ilhinha. O serviço também beneficiou a Avenida Lourenço Vieira da Silva, na região do Jardim São Cristóvão; Avenida dos Holandeses (que dá acesso a bairros com Calhau e Olho d’Água); Avenida Vitorino Freire (bairro Areinha) e Avenida Colares Moreira (bairros São Francisco e Renascença).


Além dos serviços de capina, a Prefeitura também realiza operações de roçagem com trator, na Avenida Litorânea e também na rotatória do Complexo Viário do Aterro do Bacanga, próximo à área onde é montada a Passarela do Samba. O local serve de ligação a importantes corredores de trânsito do Centro, como a Avenida Beira-Mar, a Rua das Cajazeiras, Avenida Vitorino Freire e Avenida dos Portugueses (caminho para a UFMA).


COLETA

Na semana passada, a Prefeitura de São Luís informou que a coleta regular domiciliar de lixo segue sendo prestada sem alterações, mas cuidados especiais passaram a ser tomados, considerando a importância da limpeza das ruas e o recolhimento dos resíduos. Já os serviços de coleta seletiva foram suspensos por prazo indeterminado, assim como os serviços de transporte e de manejo nas instalações de recuperação de resíduos recicláveis.

No caso dos Ecopontos, os equipamentos em operação passaram a receber apenas os resíduos de podas, volumosos e entulhos por prazo indeterminado. A recomendação é que o cidadão acondicione os recicláveis (papel/papelão, plásticos, metais e vidros) em casa para recolhimento por meio da coleta seletiva por agendamento ou recebimento nos Ecopontos assim que for possível retomar estes serviços.

LIMPEZA


Prefeitura de São Luís tem realizado frentes de limpeza em vários espaços públicos, além de outras medidas essenciais, seguindo as recomendações de órgãos de saúde nacional e internacional. A desinfecção de áreas públicas, por meio de lavagem, também tem sido realizada no entorno de hospitais, assim como em ruas e perímetros de bancos. Também está ocorrendo higienização em mercados públicos, ônibus e pontos de embarque e desembarque de transporte urbano – ambientes por onde há circulação de pessoas, mesmo com a suspensão do funcionamento de diversos setores da economia.

Também integra as ações de limpeza da cidade a implantação de 10 mil novas lixeiras para evitar o descarte irregular de lixo e outros transtornos pela cidade, como o entupimento de bueiros por resíduos, o que impossibilita o escoamento da água, causando alagamentos e favorecendo proliferação de doenças. As novas lixeiras que estão sendo instaladas nas principais avenidas e espaços públicos da capital têm um formato tubular e sem tampa, mais acessível à população.

Informação: Agência São Luís