quarta-feira, 24 de junho de 2026

Parceria com a Virtu GNL marca nova etapa do transporte de cargas e já movimentou mais de 1,3 mil toneladas de produtos

Em meio ao avanço da agenda ESG no setor logístico, alternativas energéticas de menor impacto ambiental vêm ganhando espaço no transporte de cargas brasileiro. Nesse cenário, a Brado Logística passou a operar no Maranhão com caminhões movidos a Gás Natural Liquefeito, em parceria com a Virtu GNL. Atualmente, a frente conta com 81 veículos homologados, a expectativa é ampliar gradualmente o uso da tecnologia, atendendo mais rotas previstas nos próximos ciclos de expansão.

A gerente executiva de Inovação, Processos e Supply da Brado, Michelle Braga, explica que, neste momento, a iniciativa está voltada à rota que liga São Luís ao terminal da companhia em Davinópolis, no sul do Maranhão. Desde o início da operação, cerca de 1,3 mil toneladas já foram transportadas com o uso da nova matriz energética.

“Esse novo projeto representa mais um passo da companhia na incorporação de ativos menos poluentes à cadeia logística. Na Brado, entendemos que a descarbonização do transporte passa pela integração de diferentes soluções, e o GNL surge como uma alternativa relevante para tornar a operação rodoviária mais consciente. Quando a multimodalidade se une à inovação energética, conseguimos avançar de forma concreta para a sustentabilidade no setor”, ressalta a executiva.

Ganho ambiental — Entre os principais benefícios para o meio ambiente está a diminuição significativa das emissões atmosféricas em comparação aos veículos movidos a diesel. De acordo com a Virtu GNL, os caminhões movidos a essa alternativa liberam cerca de 25% menos dióxido de carbono (CO₂) e de até 90% menos óxidos de nitrogênio (NOx), além de reduzir a emissão de material particulado na atmosfera. Atualmente, a empresa conta com pontos de abastecimento nas cidades de Balsas e Santo Antônio dos Lopes (MA) e em Parauapebas (PA), atendendo às operações locais. A infraestrutura instalada garante o atendimento contínuo da operação e cria condições para a expansão da tecnologia em corredores logísticos estratégicos da região.

Para Marcelo Tappis, CEO da Virtu GNL, a iniciativa evidencia o potencial da integração entre diferentes soluções logísticas para aumentar a eficiência e a competitividade do transporte de cargas no país.

“A parceria com a Brado demonstra como a combinação entre infraestrutura dedicada, inovação tecnológica e integração multimodal pode gerar ganhos concretos de eficiência, previsibilidade e desempenho operacional para a cadeia logística. O GNL se consolida como uma alternativa capaz de aliar competitividade, segurança de abastecimento e redução de emissões, especialmente em operações de longa distância. Estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados até aqui e ansiosos para ampliar ainda mais essa parceria, expandindo o uso da tecnologia e fortalecendo a integração multimodal em novas rotas e operações nos próximos anos”, destaca o executivo.

Além da utilização de alternativas para o transporte rodoviário, a ferrovia (principal modal utilizado pela Brado) também contribui diretamente para a redução das emissões de GEE. Com a multimodalidade pode-se emitir até 85% menos CO₂ em comparação ao transporte realizado exclusivamente por caminhões movidos a diesel, reforçando os ganhos ambientais proporcionados por esse modelo na cadeia logística.

Operação estratégica no Maranhão — A operação rodoviária entre São Luís e Davinópolis integra um fluxo logístico mais amplo voltado ao abastecimento industrial do Sudeste brasileiro. O terminal da Brado em Davinópolis funciona como ponto de integração multimodal da carga, conectando o transporte rodoviário à operação ferroviária rumo a Sumaré (SP).

A partir do terminal maranhense, cargas industriais e commodities na região seguem por ferrovia em uma rota de aproximadamente 2,7 mil quilômetros, a mais longa ativa no país. No sentido contrário, do sudeste para o nordeste, os principais produtos transportados são bens de consumo.

Sobre a Brado

A Brado é referência nacional em serviços de logística multimodal. Tem estrutura própria composta por 33 locomotivas, cerca de 4,7 mil contêineres e mais de dois mil vagões, equipamentos, armazéns e terminais, complementadas por meio de parcerias estratégicas nos principais centros de consumo do país. Com atuação cada vez mais adaptada às necessidades do mercado de importação, exportação e mercado interno, a empresa preza pela excelência na movimentação de contêineres no Brasil, focada na integração multimodal.

Sobre a Virtu GNL

A Virtu GNL é uma empresa brasileira especializada em soluções logísticas para o transporte de cargas pesadas, combinando eficiência operacional, infraestrutura dedicada e menor intensidade de carbono. Referência nacional no uso de Gás Natural Liquefeito (GNL) para o transporte rodoviário, a companhia desenvolve e opera soluções integradas de energia e logística. Com operações nos estados do Maranhão e do Pará, a empresa atua no desenvolvimento de corredores logísticos estratégicos para o transporte de cargas no Brasil, contribuindo para operações mais eficientes, competitivas e sustentáveis. Saiba mais em www.virtugnl.com.


Informação: Assessoria de Imprensa 

terça-feira, 23 de junho de 2026

Sistema FIEMA discute novas ações para formação de jovens militares

SÃO LUÍS- A diretora da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), Leonor de Carvalho, representando o presidente Edilson Baldez, participou nesta terça-feira (23) de uma reunião no 24º Batalhão de Infantaria de Selva (24º BIS) para apresentação e alinhamento das ações do Projeto Soldado Cidadão Nacional.

O encontro reuniu o coronel de Infantaria João Carlos Duque, comandante do 24º BIS, e o coronel Paulo de Tarso, coordenador nacional do Projeto Soldado Cidadão, além de representantes do Sistema S e instituições parceiras. Durante a reunião, foram apresentados os resultados alcançados em 2025 na formação de jovens do Exército Brasileiro, reforçando a importância da qualificação profissional para ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho após o licenciamento militar.

A maior demanda identificada está relacionada aos cursos profissionalizantes ofertados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Maranhão (SENAI-MA). Já o Serviço Social da Indústria do Maranhão (SESI-MA) poderá contribuir com a formação em educação básica por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de promover ações educativas nas escolas.

Também foi realizado o convite para que o SENAI-MA participe do Simpósio Nacional do Projeto Soldado Cidadão, que acontecerá em outubro, na cidade de Manaus.

Participaram ainda da reunião Rogério Garcês, agente de mercado do SENAI Distrito Industrial; Amilson Durans, coordenador de Educação do SESI-MA; Antonia Cristina Cunha, gerente da Escola SESI São Luís; Alessa Cabral, gerente da Escola SESI Araçagi; representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Maranhão (SENAC-MA) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte do Maranhão (SENAT-MA), além de integrantes do Comando de Operações Terrestres (COTER).

Desenvolvido pelo Ministério da Defesa, o Projeto Soldado Cidadão já qualificou mais de 300 mil militares ao longo de 20 anos, promovendo capacitação, cidadania e novas perspectivas profissionais para os jovens brasileiros.

Informação: Fiema 

Evento reuniu especialistas em prevenção de queimaduras e segurança no trabalho


SÃO LUÍS – A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) sediou esta semana (22), no Auditório do Observatório da Indústria, a palestra “Junho Laranja 2026 - Trabalho Seguro sem Queimaduras: Prevenção é o Melhor Equipamento de Proteção”. A campanha é voltada à conscientização sobre a prevenção de queimaduras e à promoção da segurança no trabalho. O evento reuniu representantes de instituições parceiras, profissionais e especialistas para discutir medidas de proteção, prevenção de acidentes e valorização da vida no ambiente de trabalho.

A palestra foi promovida pela Associação Maranhense de Apoio a Sobreviventes de Queimaduras (AMASQ), pela Sociedade Brasileira de Queimaduras - Seccional Maranhão (SBQ/MA) e pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (ABRACOPEL). Durante a programação, os participantes tiveram acesso a informações sobre prevenção de queimaduras, segurança do trabalho, riscos relacionados à eletricidade e práticas que contribuem para a redução de acidentes em ambientes profissionais.

Segundo Celso Gonçalo, vice-presidente executivo da FIEMA, essa foi uma oportunidade para as pessoas conhecerem o que pode ser feito em relação à prevenção de queimaduras, algo muito recorrente. “Para nós, foi uma oportunidade de saber quem está atuando nessa área. Ficamos satisfeitos em saber que existem instituições cuidando de uma questão tão importante para a população maranhense”, disse.

Informação: Fiema 

Especialista explica como os símbolos culturais emocionam e ajudam a construir identidade

O Brasil tem praias mundialmente conhecidas, uma culinária que mistura influências de vários continentes e festas populares que atraem turistas do mundo inteiro. Ainda assim, poucos símbolos parecem despertar tanto orgulho quanto o Hino Nacional. Prova disso foi a reação dos brasileiros após o jornal norte-americano The New York Times eleger o hino brasileiro como o melhor entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. “Um dos melhores hinos do mundo”, escreveu o jornalista Tim Spiers ao destacar a composição, elogiando especialmente a introdução orquestral de 28 segundos. 

O elogio viralizou nas redes sociais e reacendeu um sentimento conhecido: o orgulho de ser brasileiro. Mas, em um país tão diverso e cercado por tantos outros símbolos culturais, esportivos e digitais, por que uma canção criada há mais de um século continua sendo capaz de emocionar, unir e representar milhões de pessoas?

Para especialistas, o reconhecimento ganha tanta atenção porque fortalece a forma como os próprios brasileiros enxergam sua cultura e seus símbolos nacionais. O publicitário e professor do curso de Deisgn da Estácio, Guilbert Macedo, destaca que os hinos são tão importantes por causa do papel que desempenham na construção da identidade coletiva.

"Os símbolos oficiais funcionam porque são institucionalizados. Ao contrário da culinária ou dos sotaques, que mudam de região para região, esses símbolos foram criados para ficar acima das diferenças locais. Eles constroem o que a sociologia chama de comunidade imaginada: uma identidade única que faz com que milhões de pessoas que não se conhecem sintam que pertencem ao mesmo país e se reconheçam no mundo", explica.

O especialista destaca a percepção que os brasileiros têm de si mesmos, que também é muito influenciada pelo olhar estrangeiro. "A nossa autoimagem como nação depende muito de como o mundo nos enxerga. Quando um símbolo soberano, como o hino, ou grandes conquistas culturais, ganham destaque internacional, ocorre uma legitimação externa. Esse reconhecimento diminui aquela velha tendência de desvalorizarmos o que é nosso e transforma o aplauso estrangeiro em orgulho e união por aqui", avalia. 

A FORÇA DA MÚSICA

Mais do que um símbolo político ou institucional, os hinos também possuem um poderoso componente emocional. A música é capaz de conectar pessoas, criar memórias e despertar sentimentos compartilhados. "Na comunicação, a música é uma das ferramentas mais poderosas para gerar conexão imediata. Ela ativa nossas emoções de forma direta e cria um fenômeno que as ciências sociais descrevem como ‘efervescência coletiva’”, explica Guilbert. 

Isso explica, por exemplo, porque, seja dividindo um fone de ouvido ou cantando em um festival com milhares de desconhecidos, o ritmo e a letra ajudam a despertar a sensação de coletividade. “A música cria a sensação de que todos fazem parte de um único organismo", observa Guilbert. Essa força simbólica costuma ficar ainda mais evidente em eventos esportivos de grande alcance, como Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, quando milhões de pessoas acompanham atletas representando o país e cantam juntas os versos do hino nacional.

Se antes os hinos estavam presentes principalmente em cerimônias oficiais, hoje eles também circulam pelas redes sociais, em vídeos, memes e transmissões esportivas. Para Guilbert, a internet não enfraqueceu esses símbolos, mas transformou a forma como as novas gerações se relacionam com eles.

"A internet e os conteúdos rápidos não mataram os hinos, mas mudaram a forma como os jovens interagem com eles. Hoje, o Hino Nacional aparece nas redes em momentos de nacionalismo performático, como na Copa do Mundo ou nas Olimpíadas. O comportamento digital transformou o hino em conteúdo partilhável, muitas vezes gerando brincadeiras e comparações com músicas populares, por exemplo. Mas o símbolo sobrevive, porque as novas gerações continuam a precisar desses marcos de pertencimento", conclui.

E o Hino do Maranhão?

A discussão também abre espaço para a importância dos símbolos regionais. Embora não exista estudo que o classifique oficialmente como o mais bonito do país, o Hino do Maranhão é frequentemente apontado por músicos e estudiosos da cultura local como uma das composições cívicas mais sofisticadas entre os estados brasileiros, pela riqueza poética da letra e pela elaboração de sua melodia. 

Oficializado há cem anos, em 1926, o Hino do Maranhão tem letra de Antônio Baptista Barbosa de Godóis e música de Antônio Rayol. A composição reúne referências à história, à natureza e ao orgulho do povo maranhense, retratando momentos importantes da formação do estado.

Apesar de seu valor histórico e cultural, o professor acredita que os hinos estaduais enfrentam desafios para permanecerem presentes no cotidiano da população. "Para que um hino estadual fortaleça a cultura de um povo, ele precisa de capilaridade, ou seja, estar presente no dia a dia das pessoas. No Maranhão, o hino oficial compete com manifestações culturais legítimas e espontâneas, como o Bumba Meu Boi”. 

O docente reforça a importância de valorização dos símbolos estaduais para manutenção dessa identidade. “Sem um trabalho forte de educação e divulgação nas escolas e mídias, o hino acaba restrito a eventos burocráticos, enquanto a cultura popular assume o verdadeiro papel de identidade", avalia.

Mais do que melodias executadas em cerimônias oficiais, os hinos continuam funcionando como instrumentos de memória, identidade e conexão coletiva. E, conforme demonstra a imprensa estrangeira, ainda são capazes de emocionar pessoas dentro e fora do do país.

Informação: WComunicação 

Cineteatro Aldo Leite, no Palacete Gentil Braga, recebe programação com 16 longas-metragens que concorrem ao Voto Popular da principal premiação do cinema brasileiro.

SÃO LUÍS – A capital maranhense está entre as 31 cidades brasileiras que receberão a Mostra Prêmio Grande Otelo 2026, iniciativa da Academia Brasileira de Cinema que leva ao público, gratuitamente, os filmes finalistas da categoria Voto Popular da maior premiação do audiovisual nacional. As exibições acontecem entre os dias 2 e 3 de julho e 7 e 10 de julho, no Cineteatro Aldo Leite, no Palacete Gentil Braga, no Centro Histórico de São Luís. 

Ao todo, serão exibidos 16 longas-metragens distribuídos entre as categorias Ficção, Comédia e Documentário. A mostra reúne algumas das principais produções brasileiras lançadas no último ano e oferece ao público a oportunidade de assistir gratuitamente aos filmes que disputam o Prêmio Grande Otelo de Melhor Filme do Júri Popular.

A programação inclui títulos como Homem com H, de Esmir Filho; Manas, de Marianna Brennand; O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho; O Último Azul, de Gabriel Mascaro; Uma Mulher sem Filtro, de Arthur Fontes; Velhos Bandidos, de Claudio Torres; Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa; Ritas, de Oswaldo Santana e Karen Harley, entre outras produções.

As sessões serão realizadas nos turnos da manhã, tarde e noite, permitindo que o público acompanhe diferentes filmes ao longo da programação. A entrada é gratuita.

Além de São Luís, a Mostra Prêmio Grande Otelo será realizada simultaneamente em outras 30 cidades distribuídas por 14 estados brasileiros, ampliando o acesso do público às produções que concorrem ao voto popular da premiação.

O Prêmio Grande Otelo 2026 será realizado no dia 4 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, reunindo profissionais do audiovisual de todo o país. Considerada a principal premiação do cinema brasileiro, a cerimônia reconhecerá os destaques de 32 categorias e celebrará os 25 anos da Academia Brasileira de Cinema.

Programação em São Luís


2 de julho (quinta-feira)

9h30 – O Último Azul

16h – Uma Mulher sem Filtro

19h – Homem com H


3 de julho (sexta-feira)

9h30 – Sexa

16h – Hora do Recreio

19h – Manas


7 de julho (terça-feira)

9h30 – Velhos Bandidos

16h – C.I.C. – Central de Inteligência Cearense

19h – Ritas


8 de julho (quarta-feira)

9h30 – Sonhar com os Leões

16h – Agentes Muito Especiais

19h – Apocalipse nos Trópicos


9 de julho (quinta-feira)

16h – A Queda do Céu

19h – O Agente Secreto


10 de julho (sexta-feira)

16h – Mambembe

19h – O Filho de Mil Homens


Informação: Assessoria de Imprensa

Equipe Unimate conquista duas premiações

SÃO LUÍS- A equipe Unimate, da Escola SESI São Luís, alcançou um feito histórico ao conquistar duas premiações na Canada Cup Robotics, uma das mais importantes competições internacionais de robótica educacional, realizada entre os dias 17 e 20 de junho, no Canadá. O desempenho garantiu ao grupo o melhor resultado já obtido por uma delegação maranhense em torneios internacionais.

Entre cerca de 100 equipes representantes de mais de 30 países, os estudantes conquistaram o segundo lugar no Champions Award, principal reconhecimento da disputa. A premiação avalia aspectos que vão além dos desafios técnicos, considerando inovação, organização, impacto social, colaboração, liderança e alinhamento aos valores da competição.

Além do destaque máximo, a delegação assegurou a terceira colocação na categoria Desempenho do Robô, reconhecimento destinado às equipes que demonstram excelência em estratégia, programação, precisão e execução das missões propostas na arena.

O resultado consolida o crescimento da robótica educacional desenvolvida pelo SESI-MA e projeta os jovens maranhenses no cenário internacional da ciência e da tecnologia.

Para o técnico da equipe, João Mateus Lima, a conquista representa a recompensa de meses de dedicação e aprendizado. “Estamos trazendo para o Brasil duas grandes premiações. É um motivo enorme de orgulho. Foram meses de muito trabalho, aprendizagem e superação. Ver esses estudantes retornarem com esses troféus deixa o coração cheio de felicidade”, afirmou.

A recepção dos competidores na Escola SESI São Luís foi marcada por celebração e reconhecimento. A gerente da unidade, Antonia Cristina Cunha, destacou o papel da educação na trajetória da equipe. “Esse resultado é fruto de um trabalho construído por muitas mãos e demonstra a força de uma educação que transforma vidas. Somos gratos a todos que contribuíram para essa conquista”, disse.

Integrante da Unimate, Nayara Sales ressaltou a importância da experiência internacional e o significado dos troféus conquistados. “Foi uma temporada cheia de desafios, aprendizados e vitórias. Conseguir a segunda colocação geral em uma competição internacional desse porte é algo que levaremos para toda a vida”, declarou.

Também membro da equipe, Kaik Nunes destacou o desenvolvimento pessoal proporcionado pela participação no torneio. “Aprendi que esforço e dedicação fazem diferença. Voltar para casa com esse reconhecimento mostra que todo o trabalho foi realizado da melhor forma possível. Tenho muito orgulho do grupo e acredito no potencial que temos para alcançar objetivos ainda maiores”, afirmou.

A superintendente regional do SESI-MA, Regina Sodré, avaliou que os resultados refletem o compromisso da instituição com uma formação voltada para o futuro. “A robótica desenvolve competências fundamentais para a vida, para a cidadania e para o mercado de trabalho. Essas conquistas demonstram a maturidade, o comprometimento e a responsabilidade dos nossos estudantes. O apoio das famílias e da escola foi essencial para chegarmos a esse momento tão especial”, ressaltou.

A delegação que representou o Maranhão no Canadá foi formada pelos estudantes Nayara Bastos Sales, Kaik Nunes Rodrigues, Ellen Victoria da Silva Fontes, Arthur Filipe Campos da Silva Borges, Clarice Gomes Pereira e Ana Letícia dos Santos Quintanilha. O grupo contou ainda com o acompanhamento dos técnicos João Mateus Lima e Antonino Medeiros, da professora-tutora Jucileide de Morais e da superintendente regional do SESI Maranhão, Regina Sodré.

As conquistas internacionais da robótica maranhense não param por aí. A equipe Gipsy Danger embarca no próximo dia 29 de junho para a Coreia do Sul, onde representará o Brasil na Korea Open Invitational. A competição será realizada entre os dias 3 e 5 de julho, na cidade de Jeonju-si, localizada na província de Jeonbuk-do.

Informação: Fiema 

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do curso de Turismo do Campus São Luís, a Vale e a Social Tech Reapp Mobi, realizaram mais uma etapa do Projeto Rota Guardiões no Parque Botânico São Luís, no Complexo da Vale. A iniciativa fortalece o potencial turístico da região do Itaqui-Bacanga, sob a perspectiva da sustentabilidade estratégica, por meio da formação gratuita de jovens condutores de turismo de base comunitária.

Realizado com metodologia da ReappMobi e assessoria técnica da UFMA, o Rota Guardiões conecta a juventude local com políticas públicas, a exemplo da educação ambiental, valorização cultural, geração de renda e o protagonismo comunitário. A próxima atividade do projeto será um FAMTUR, no dia 31 de julho deste ano. O projeto oferta aos participantes oficinas, visitas técnicas e intervenções temáticas feitas por profissionais do mercado turístico.

 

Criada no Maranhão, a Reapp Mobi promove a conexão de organizações sociais, comunidades, empresas e doadores por meio de uma plataforma digital de captação de recursos, governança territorial e monitoramento de impacto social. Durante três meses, os jovens, todos moradores da região Itaqui-Bacanga, participam de atividades teóricas e técnicas sobre o potencial estratégico do turismo de base comunitária local e estadual.

Para a professora do Curso de Turismo da UFMA, Mônica de Nazaré Araújo, “o Rota Guardiões é um projeto que capacita jovens condutores do Itaqui-Bacanga, com foco no roteiro de visitas ao Sítio do Tamancão e nas praias da Guia, do Amor e Cajueiro, a partir de uma visão comum do uso sustentável da paisagem natural, do senso de pertencimento local e da valorização da cultura”, disse a docente. “Os alunos aprendem ainda sobre a importância da participação comunitária no processo da governança local considerando a gestão territorial e a própria dinâmica do turismo de base comunitária”, concluiu a professora.

Vale - A gerente de Gestão de Territórios na Vale, Débora Ferreira, destacou que, construir uma rota de turismo de base comunitária no Itaqui-Bacanga com jovens moradores é uma oportunidade de desenvolvimento, a partir da convivência da região portuária com a comunidade de forma segura e sustentável. “A iniciativa é muito relevante ao promover ainda a articulação entre a sociedade, UFMA e empresas para apoiar o desenvolvimento a partir de jovens que moram e vivenciam a riqueza do território Itaqui-Bacanga”, afirmou a gestora.

O diretor executivo da ReappMobi, Jovemar Júnior, explicou que o Rota Guardiões: Itaqui-Bacanga nasce para transformar território em potência, juventude em protagonismo e memória local em experiência turística. “O projeto conecta comunidade, perspectivas de sustentabilidade e geração de renda por meio do turismo de base comunitária. Jovens do Itaqui-Bacanga estão sendo preparados para conduzir visitantes por paisagens naturais, histórias e muitos saberes que revelam uma outra São Luís”, finalizou.

Praias e Manguezais - O projeto valoriza o turismo sustentável na região das praias, nos manguezais, as identidades culturais e os modos de vida locais, muitas vezes invisibilizados. Cria ainda uma rota de pertencimento, de cuidado ambiental e de valorização territorial. Uma jornada coletiva para colocar o Itaqui-Bacanga no mapa do turismo sustentável do Maranhão. Aluno do projeto, Yuri El Din, afirmou que, essa experiência está permitindo a ele enxergar a área Itaqui-Bacanga de um modo muito mais profundo e significativo.

 

“A cada atividade, visita técnica e aprendizado, percebo o quanto nosso território é rico em cultura, história, beleza natural e pessoas que carregam saberes valiosos. O impacto na área vai além do fortalecimento do turismo de base comunitária, pois desperta nas comunidades o sentimento de pertencimento, valoriza a identidade local e incentiva a preservação junto aos moradores, movimentando a economia local por meio das iniciativas comunitárias e mostrando que o desenvolvimento pode acontecer sem perder a essência do território. O projeto está plantando sementes de transformação que podem contribuir para um futuro mais sustentável, participativo e valorizado para toda a área Itaqui-Bacanga”, destacou.

A acadêmica do Curso de Turismo da UFMA, Ingrid Privado, disse que a experiência de participar do projeto é muito enriquecedora. "Compreendi mais sobre a importância do turismo de base comunitária e o seu papel no fortalecimento das comunidades locais. Nos permite compartilhar conhecimentos com os guardiões, destacando a importância da preservação do patrimônio natural, cultural e histórico. Essa vivência tem ampliado minha visão sobre o turismo sustentável e a valorização das identidades locais. É uma oportunidade de aprendizado e troca de experiências muito significativa. Estou muito grata por fazer parte dessa ação”, finalizou.

Informação: UFMA