segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Recebi com satisfação o convite da Abrasel para integrar o júri técnico do Festival Nacional Bar em Bar 2026, que acontece de 29 de outubro a 15 de novembro.

Essa participação tem um significado especial. Minha história como jurado em festivais promovidos pela Abrasel começou ainda na primeira edição do Brasil Sabor. De lá para cá, tive a oportunidade de participar de outras iniciativas, como o Festival Prato Feito, o Bar em Bar e outros eventos que valorizam nossa gastronomia.

São experiências que me permitem conhecer de perto a criatividade dos profissionais, a diversidade dos sabores e a qualidade da gastronomia maranhense.

Agradeço à Abrasel pela confiança renovada. Será um prazer participar de mais uma edição, prestigiando quem faz da nossa culinária uma importante expressão da cultura e do turismo do Maranhão.


 Formação prepara pesquisadores e profissionais para aprimorar a comunicação científica

Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), está com inscrições abertas para as duas últimas turmas de 2026 do curso de Media Training, formação voltada ao desenvolvimento de habilidades de comunicação de pesquisadores, extensionistas e profissionais da comunidade acadêmica. As atividades serão realizadas em Bacabal, de 3 a 5 de novembro, e em São Luís, de 23 a 27 de novembro.

A edição de Bacabal é a terceira realização do curso no interior do estado, uma novidade incorporada às atividades do projeto em 2026. A iniciativa busca ampliar o acesso à formação e fortalecer a divulgação científica para além da capital maranhense, contribuindo para que o conhecimento produzido na Universidade alcance diferentes públicos.

As inscrições para as duas turmas estão abertas e podem ser feitas por meio de formulário on-line, clicando aqui. Os interessados também podem realizar a inscrição pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA).

Sobre o Media Training

O curso de Media Training integra o projeto “Estratégias de Comunicação para o Fortalecimento da Divulgação Científica no Maranhão”, desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com a Fapema, que promove ações voltadas ao aprimoramento da comunicação e à ampliação do alcance da produção científica maranhense.

A formação tem por objetivo preparar pesquisadores, professores, estudantes e outros profissionais ligados à comunidade acadêmica para diferentes situações de comunicação, incluindo entrevistas e participações nos meios de comunicação. O curso aborda técnicas e estratégias para aprimorar a expressão verbal e corporal, a postura diante das câmeras e a adaptação de conteúdos científicos para diferentes linguagens e públicos.

Além de ampliar a visibilidade das pesquisas e dos projetos desenvolvidos na Universidade, a iniciativa busca fortalecer o diálogo entre a comunidade acadêmica, a imprensa e a sociedade. A comunicação científica também contribui para dar transparência às atividades realizadas e demonstrar a relevância do conhecimento produzido nas instituições de ensino e pesquisa.


Serviço

·         Media Training em Bacabal: de 3 a 5 de novembro de 2026.

·         Media Training em São Luís: de 23 a 27 de novembro de 2026.

·         Inscrições: formulário on-line ou pelo SIGAA

Informação: UFMA 

Biofábrica São Luís desenvolve sistema para produzir farinha, óleo e outros insumos a partir do Tenebrio molitor, com apoio do Hub SENAI na busca por escala e novas aplicações

SÃO LUÍS – Um inseto de poucos centímetros pode estar na origem de uma nova cadeia industrial no Maranhão. A Biofábrica São Luís desenvolve uma plataforma para produzir proteínas alternativas a partir da criação e do processamento do Tenebrio molitor, conhecido como larva-da-farinha. A fábrica de insetos é uma das empresas residentes do Hub SENAI de Inovação e Tecnologia, em São Luís, capital do estado.

A empresa estrutura a produção no modelo de uma biorrefinaria de insetos, com aproveitamento da biomassa em diferentes etapas e aplicações. A farinha proteica é destinada ao desenvolvimento de alimentos funcionais e produtos de nutrição esportiva. O óleo tem potencial de uso nos setores alimentar, industrial e nutracêutico. Já outros componentes, como quitina e quitosana, podem ser empregados em bioplásticos, bioinsumos agrícolas e materiais biodegradáveis.

A proposta é aproveitar praticamente todo o ciclo produtivo. A criação envolve reprodução, alimentação, manejo, processamento e fracionamento da biomassa. Pupas e outros estágios do ciclo biológico também podem encontrar aplicação em diferentes cadeias.

ECOSSISTEMA – O modelo coloca a Biofábrica diante de um desafio comum a empresas de base tecnológica: transformar uma solução desenvolvida em escala experimental em uma operação industrial. É nesse ponto que a empresa encontrou no Hub SENAI de Inovação e Tecnologia uma estrutura para avançar no desenvolvimento do negócio. Criado pelo SENAI Maranhão, o Hub funciona como ambiente de inovação aberta e conecta indústrias, startups, estudantes, pesquisadores e parceiros. A proposta é aproximar demandas reais do setor produtivo de conhecimento e tecnologia capazes de gerar soluções aplicáveis.

Para Cláudio Urbano, sócio da Biofábrica São Luís, um dos ganhos dessa aproximação é o acesso ao conhecimento e à estrutura do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI-MA), além do contato com outras empresas. A intenção, segundo ele, é aproveitar o ambiente para ampliar as possibilidades de desenvolvimento da tecnologia.

“Já identificamos afinidade com pelo menos três iniciativas do ecossistema”, afirma Urbano. Uma das indústrias é a Cervejaria Dona. O rejeito gerado pela produção de cerveja artesanal pode ser aproveitado na alimentação dos insetos. As outras são a Acerolima, que produz polpa de frutas, e a Sabor da Ilha, que fabrica geleias. Os bagaços e cascas desses processos produtivos podem servir como insumo ou suplementação para os insetos.

A conexão entre as empresas é coerente com a lógica do Hub SENAI de Inovação e Tecnologia, que atua também com pesquisa aplicada, prototipagem e desenvolvimento tecnológico. A estrutura oferece laboratórios de fabricação digital e ambientes de experimentação para o desenvolvimento de produtos e soluções. Para Urbano, a proximidade com outros negócios permite identificar usos para materiais que, em outras cadeias produtivas, seriam tratados como resíduos. Na Biofábrica, eles podem entrar em uma nova etapa da produção.

UMA FÁBRICA DENTRO DA FÁBRICA – A produção de insetos não se resume à obtenção de farinha. O projeto busca criar uma plataforma capaz de separar e direcionar diferentes componentes da biomassa para mercados distintos.

A farinha concentra a fração proteica. O óleo amplia o potencial de aplicação para além da alimentação. Já a quitina e a quitosana abrem possibilidades nos mercados de materiais, agricultura e produtos biodegradáveis. Essa diversificação é relevante para o modelo de biorrefinaria porque permite que diferentes frações da mesma biomassa sejam destinadas a produtos distintos, reduzindo perdas e ampliando o aproveitamento econômico do processo.

A tecnologia está na fase de protótipo funcional e validação em escala piloto, com produção ativa de farinha proteica, óleo e coprodutos. A empresa também comercializa tenébrios vivos, que formam a base do sistema produtivo. E é justamente na passagem entre protótipo e escala que iniciativas de inovação aplicada ganham importância. O Hub SENAI organiza suas ações em seis frentes: transformação digital, aceleração de startups, prototipagem e pesquisa aplicada, capacitação profissional, captação de recursos e fortalecimento da rede de parceiros.

Para empresas como a Biofábrica, a combinação dessas frentes pode aproximar desenvolvimento tecnológico, mercado e fontes de financiamento. Urbano destaca também o valor do “espaço físico” oferecido pelo Hub SENAI e da possibilidade de “troca com outras empresas” residentes no ambiente.

BIOECONOMIA – A economia circular está no centro do modelo da Biofábrica. Em vez de depender exclusivamente de matérias-primas produzidas para alimentar a criação dos insetos, a empresa pode incorporar resíduos orgânicos de outras atividades. A possibilidade de utilizar rejeitos de cervejarias e resíduos de frutas cria uma conexão entre diferentes cadeias produtivas. Também reduz a quantidade de material que precisaria seguir para descarte.

Essa lógica transforma o problema ambiental de uma indústria em oportunidade para outra. O resíduo deixa de ser apenas algo que precisa ser descartado e passa a ter potencial de valor econômico. É uma dinâmica que o Hub SENAI procura estimular ao aproximar empresas de startups, pesquisadores e outros atores do ecossistema de inovação. A intenção é que as conexões avancem para projetos, protótipos e soluções. Na prática, uma empresa pode apresentar uma demanda e encontrar no ambiente do Hub SENAI uma tecnologia ou parceiro capaz de trabalhar sobre ela.

A criação de insetos ainda ocupa um espaço pequeno diante das cadeias tradicionais de proteína animal, mas a tecnologia abre uma frente associada à bioeconomia e ao aproveitamento eficiente de recursos. O interesse da Biofábrica está em transformar essa possibilidade em processo industrial. Para isso, a empresa precisa validar produtos, aprimorar o sistema produtivo e encontrar aplicações comerciais para cada fração da biomassa.

Nesse processo, o Hub SENAI funciona como elo entre a demanda da empresa e o ecossistema de inovação. Para a Biofábrica, a contribuição do ambiente de inovação está menos em oferecer uma resposta pronta do que em ampliar o número de caminhos possíveis. A busca é por conhecimento, infraestrutura e parceiros que ajudem a transformar uma tecnologia em negócio.

O desafio é transformar biomassa em diferentes produtos, conectar cadeias produtivas e levar uma tecnologia que já funciona em escala piloto para uma operação capaz de competir no mercado. No caso da criação de insetos, essa indústria pode começar justamente onde outras enxergam apenas descarte: nos resíduos que sobram da produção de cervejas, frutas e outros alimentos. A aposta da Biofábrica é transformar esse material em alimento para insetos, os insetos em biomassa e a biomassa em uma variedade de produtos. O Hub SENAI entra nessa equação como espaço de conexão para que a ideia avance da escala experimental para uma cadeia industrial.

Informação: Fiema 


Lideranças de diferentes segmentos da sociedade maranhense estão se mobilizando para entregar aos dois candidatos a presidente da República deste ano, um abaixo-assinado convidando-os a assumir o compromisso com a implantação de um Polo Petroquímico no Maranhão. Elas aproveitarão a agenda dos presidenciáveis em São Luís, na terça-feira (20/10), com Luís Inácio Lula da Silva, e quarta-feira (21/10), com Flávio Bolsonaro), para entregar o documento fundamentando a reivindicação. 

Além dos candidatos, a petição será entregue ao governador eleito, Eduardo Braide, para o que inclua em suas ações governamentais.   

A iniciativa é encabeçada pela Associação dos Oficiais e Oficialas de Justiça do Maranhão (AOJE-MA), Conselho Regional de Economia (CORECON), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-MA) e Associação dos Funcionários da Justiça do Estado do Maranhão (ASFUJEMA).

O objetivo é a redução das desigualdades regionais, a geração de trabalho e renda e o fortalecimento da indústria nacional. As condições locais propícias são listadas no documento. A produção de alumínio, a siderurgia e a agroenergia já integram a economia maranhense. O Porto do Itaqui, articulado às ferrovias Carajás e Norte-Sul, conecta o estado às cadeias produtivas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Somam-se a essa estrutura os recursos energéticos. Em agosto de 2026, segundo a ANP, o Maranhão foi o quinto maior produtor brasileiro de gás natural, com cerca de 5,1 milhões de metros cúbicos diários. A produção de petróleo deverá aumentar exponencialmente com a exploração da Margem Equatorial, na qual o estado tem duas bacias.

A área anteriormente destinada à Refinaria Premium I, associada à ZPE de Bacabeira, figura entre as alternativas para o empreendimento, sujeita à avaliação de infraestrutura e viabilidade econômica.

IMPACTO POSITIVO

“Queremos que os jovens maranhenses encontrem aqui condições para estudar, trabalhar e construir suas vidas”, argumenta o presidente da AOJE-MA, Aníbal Lins. “A expansão do ensino técnico e superior ocupa lugar central nesta proposta, ao lado da pesquisa aplicada e da cooperação entre empresas e universidades”, conclui Anibal.  

Já o presidente do CORECON-MA, Roberto Matos, diz que a “formação de fornecedores locais, inclusive micro e pequenas empresas, aproxima o investimento da vida econômica dos municípios, com aprendizagem produtiva e oportunidades de geração de empregos qualificados”.

ASSINATURA VIRTUAL

Para facilitar a assinatura em apoio à instalação do Polo Petroquímico no Maranhão, os organizadores disponibilizaram um QR-Code no Instagram da AOJE-MA (https://www.instagram.com/aoje_ma2/)   e um link (https://www.change.org/Por_um_Polo_Petroquimico_no_Maranhao) que levam diretamente à petição online. 

Informação: Assessoria de Comunicação 

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Com cerca de 21 mil eletricistas em suas sete distribuidoras, Grupo Equatorial mostra como drones, sistemas inteligentes e novas ferramentas estão mudando a rotina dos profissionais que garantem o fornecimento de energia à população

Subir em postes, reparar cabos e restabelecer o fornecimento de energia continuam sendo atividades fundamentais na rotina dos eletricistas. Mas, a profissão mudou significativamente nos últimos anos. Hoje, ferramentas digitais, drones, sistemas de monitoramento em tempo real e equipamentos automatizados fazem parte de uma operação cada vez mais tecnológica. Ao mesmo tempo, a necessidade de atuar em cenários extremos acrescenta novos desafios ao trabalho desses profissionais.

No Dia do Eletricista, celebrado em 17 de outubro, o Grupo Equatorial destaca como essas transformações estão redefinindo uma profissão essencial para o funcionamento das cidades. Com atuação em sete estados brasileiros, o Grupo conta com aproximadamente 21 mil eletricistas. Eles trabalham em atividades de emergência, fiscalização, manutenção, obras e serviços comerciais, enfrentando realidades que vão de grandes centros urbanos a regiões de difícil acesso.

Do trabalho braçal à operação conectada

A evolução tecnológica também mudou os equipamentos utilizados pelas equipes. Entre as ferramentas utilizadas atualmente estão tablets com informações georreferenciadas da rede elétrica, drones para inspeções e sistemas inteligentes que auxiliam na identificação de ocorrências. Uma dessas soluções é o ADMS (Advanced Distribution Management System), plataforma que integra informações da rede e permite aos centros de operações acompanhar sua situação em tempo real.

As mudanças também chegam para a operação em campo. Caminhões com cestos aéreos hidráulicos, alicates hidráulicos e ferramentas elétricas portáteis passaram a apoiar atividades que antes dependiam de maior esforço físico, enquanto equipamentos de automação permitem realizar determinadas manobras na rede sem a necessidade de deslocamento de profissionais.

Segundo Joe Louis Tavares Morra, superintendente de Operações do Grupo Equatorial, essas mudanças exigem um novo conjunto de habilidades dos eletricistas. "Hoje, o profissional precisa ter familiaridade com equipamentos de informática, utilizar tablets e interpretar mapas e imagens da rede elétrica, além de compartilhar informações de campo em tempo real com os centros de operações", explica.

Outro avanço está no uso de drones para inspeções preventivas. Os equipamentos permitem visualizar componentes da rede em áreas de mata, locais alagados e outros pontos de difícil acesso, contribuindo para identificar problemas antes que provoquem interrupções.

Apesar da evolução tecnológica, o trabalho humano permanece indispensável. "Os sistemas remotos aceleram os diagnósticos e permitem isolar trechos com defeito, mas a avaliação técnica das condições encontradas e a execução dos reparos continuam dependendo dos eletricistas", destaca Morra.

Tecnologia também apoia a expansão da rede

Outra frente que evidencia a transformação da profissão é a expansão da infraestrutura elétrica. A construção e ampliação de redes exigem planejamento, precisão e adaptação às características de cada local, especialmente em áreas rurais e regiões de difícil acesso. Nesse trabalho, recursos digitais e informações georreferenciadas passaram a apoiar as equipes na preparação e execução das atividades em campo.

O trabalho envolve desde a implantação de postes e lançamento de cabos até a instalação dos equipamentos necessários para colocar novas estruturas em operação. E as condições do território influenciam diretamente a operação. Em localidades mais afastadas, os deslocamentos podem ser mais longos e o acesso dificultado pelas características das estradas e do terreno. Nessas situações, o uso de informações da rede e de ferramentas de apoio ao planejamento orientam a atuação das equipes antes e durante a execução dos serviços.

Para Fabio Andrade Abreu, eletricista da Equatorial Maranhão na Base de Barra do Corda, participar desse processo está entre as experiências mais marcantes da profissão.

“Um dos momentos que mais marcou a minha trajetória foi trabalhar na expansão da rede elétrica em localidades onde energia ainda não havia chegado. Participar da construção dessas redes e perceber a importância desse trabalho para a população é algo muito significativo para quem exerce essa profissão”, conta.

A tecnologia amplia a capacidade de planejamento e execução das atividades, mas é a atuação dos profissionais em campo que transforma essas informações em novas estruturas. Nas equipes de expansão, são os eletricistas que participam diretamente da implantação e ampliação da rede, acompanhando o crescimento das cidades e as necessidades de comunidades em diferentes regiões.

Segurança como prioridade

Mesmo com o avanço da tecnologia, a segurança continua sendo um dos principais pilares da profissão, especialmente durante ocorrências provocadas por tempestades e enchentes. Antes de iniciar os serviços, os eletricistas seguem um protocolo rigoroso estabelecido pelo Grupo Equatorial de cinco etapas: análise preliminar de riscos, desenergização do circuito, bloqueio e sinalização dos equipamentos, verificação de ausência de tensão e aterramento temporário. São procedimentos que, aliados ao uso de equipamentos de proteção e à capacitação contínua, ajudam a preservar a vida dos profissionais em campo.

A tecnologia continua avançando, mas, por trás dos sistemas inteligentes e de cada ligação restabelecida, há profissionais que enfrentam desafios diariamente para garantir que a energia continue chegando às casas, aos hospitais, às escolas, garantindo o funcionamento de serviços essenciais à população.

Sobre o Grupo Equatorial

O Grupo Equatorial é uma empresa brasileira que se consolidou no cenário nacional como uma holding de empresas de alta performance e grandes resultados. Hoje, é o 3º maior grupo de distribuição do país em número de clientes.

A companhia avançou na consolidação do setor de distribuição de energia no Brasil e, atualmente, atua em sete concessionárias, nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Sul, Amapá e Goiás, atendendo mais de 14 milhões de clientes. A empresaestá presente em 28% do território nacional, atendendo 15% do total de consumidores brasileiros e respondendo por 13% do mercado de distribuição de energia elétrica do país.

O Grupo Equatorial também atua nos setores de serviços, telecom, comercialização, geração distribuída e saneamento, consolidando-se como a primeira empresa multi-utilities do país. Além disso, adquiriu 100% das ações da Echoenergia S.A., ampliando a atuação no setor de renováveis e fortalecendo o posicionamento como um player integrado no segmento de energia.

Informação: Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Ação gratuita integra projeto da FIEMA em parceria com o SEBRAE-MA

SÃO LUÍS – Empresários e líderes de empresas industriais de Imperatriz podem realizar, até o dia 20 de outubro, a pré-inscrição para a Trilha de Desenvolvimento, capacitação gratuita promovida pelo Projeto Inova Indústria, uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), em parceria com o SEBRAE Maranhão. A formação busca desenvolver competências estratégicas e gerenciais, aprimorar a liderança e contribuir para o aumento da produtividade e competitividade da indústria maranhense.

Com carga horária total de 160 horas, será realizado um módulo por mês, entre outubro de 2026 e julho de 2027. A programação está estruturada em dez módulos, cada um com carga horária de 16 horas, distribuídas em quatro dias consecutivos, com aulas de quatro horas diárias, no turno noturno.

A formação contempla conteúdos como: governança, estratégia e sistema de gestão industrial; finanças, custos e formação de preços; marketing estratégico, planejamento comercial e canais digitais; além de gestão de pessoas, competências e desempenho no ambiente industrial.

Também serão abordadas a gestão da produção e a eficiência industrial; a logística e a gestão da cadeia de suprimentos; as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG); a segurança jurídica, o compliance e a gestão de riscos. A programação inclui ainda inteligência artificial aplicada à gestão industrial, inovação para resultados e gestão de projetos industriais.

A proposta é integrar conhecimentos técnicos e ferramentas de gestão aplicáveis à rotina de gestão das empresas, contribuindo para que empresários e lideranças identifiquem oportunidades de melhoria, aprimorem processos e desenvolvam soluções alinhadas às demandas do setor industrial.

PRÉ-INSCRIÇÕES – Os interessados em participar da formação devem preencher gratuitamente o formulário de pré-inscrição até o dia 20 de outubro de 2026, por meio do link: https://app.higestor.com.br/inscricao/19559/itz. O preenchimento do formulário representa uma manifestação de interesse e não garante a participação automática na capacitação. A confirmação das vagas será comunicada individualmente aos interessados.

A Trilha de Desenvolvimento integra as ações do Projeto Inova Indústria, iniciativa da FIEMA em parceria com o SEBRAE Maranhão, voltada ao fortalecimento industrial, ampliação da competitividade das micro e pequenas empresas, além de promover o desenvolvimento econômico sustentável no estado.

Informação: Fiema 


O aniversariante Beto Soares com o parceiro Werter Bandêira. Os dois dividem o comando da Villa do Vinho Bistrô.


Quem andou mudando de idade foi Beto Soares, que divide o comando do restaurante Villa do Vinho Bistrô com Werter Bandêira. E nada mais natural que reunir amigos e familiares para uma celebração nesse restaurante que é um dos points mais charmosos da cidade.

O anfitrião Werter Bandêira, o aniversariante Beto Soares com seus familiares: O pai Paulo da Paz, as tias Lídia e Hulda e a mãe Loide Soares.


A celebração da vida de Beto Soares porém teve caráter intimista, com direito a um almoço regado às delícias da Villa do Vinho, à boa música, ao louvor e o carinho da família e dos amigos mais próximos, tudo organizado com muito esmero e carinho pelo parceiro Werter Bandêira.

 Danielle Vieira, José Domingues Neto e Adriana Vieira brindando à vida do amigo Beto Soares.


A coluna deseja muitas felicidades, saúde e anos de vida ao querido aniversariante.

O casal Eduardo Cabral e Patrícia Anchieta.
 Beto Soares com a Dra. Camila Amorim.
O aniversariante com Sérgio Souza.
Beto Soares, Rodrigo e Paloma Silveira e Werter Bandêira.

O casal Hudson e Loreana Bandeira Rocha com o aniversariante.


Beto Soares com a pastora Ireceuda Felismino.

Informação: InterMídia Comunicação Integrada 

Fotos – Divulgação