sábado, 21 de maio de 2016
Revendo alguns vídeos que marcaram a minha nada constante vida de cinéfilo, mas que tenho fascínio pela sétima arte, não importa o gênero, mas com uma predileção pelos filmes policiais, dramas e comédias. Aqui falo de um que me marcou muito chamado ‘Ai, que vida!’, ambientado nos estados do Maranhão e Piauí e divertiu muita gente, arrebatando uma legião de admiradores em todo Brasil, especialmente aos que vivem ou tem raízes nordestinas.
Quase 10 anos após seu lançamento, o filme ‘Ai Que Vida!’, ainda hoje é uma sensação gostosa e arranca risos do primeiro ao último minuto. Roteirizado e dirigido pelo jornalista e cineasta maranhense Cícero Filho, as filmagens foram feitas nas cidades maranhenses Poção de Pedras, Esperantinópolis, Timon e São Francisco do Maranhão e nas cidades piauienses de Teresina a Amarante e tem como temática do dia a dia, as dificuldades na falta de infraestrutura das cidades interioranas, a política rasteira e oportunista e os amores possíveis e impossíveis. Daí a expressão que deu nome ao filme.
Na época em que assisti ao filme fui pela curiosidade e por ter sido um dos primeiros convidados do amigo Cícero. Assisti a película no Cine Praia Grande, no dia, na sala de exibição tinha talvez 15 ou não mais que 20 espectadores, que foram assistir por terem sido convidados ou por não ter tido nenhum outro programa naquela noite de quarta feira em São Luís. Acredito que muito mais pessoas foram convidadas e não deram importância e perderam uma exibição fantástica, de uma produção “Marapiauiense”, que arrancou risos do começo ao fim.
Desde aquele dia, decidi percorrer algumas locações do filme para ter uma ideia do ambiente e como se deu as locações do ‘Ai que Vida!’. Assim fiz. Me surpreendi com o tão pouco recurso e equipamentos utilizados, com a simplicidade em que foi produzido e gravado e que nas mãos de Cícero e os atores, que deram vida a personagens inesquecíveis, foi possível realização do filme, que foi e continua a ser um sucesso.
Quem não lembra as personagens Charlene, Xica do Pote, Mona Gerald, Zé Leitão, Valdir, o jumento do início do filme já dá o tom da película e o encapetado menino da laranja e outros. Tem até uma colega de faculdade, Aline Sipauba, que andou sumida na época da sala de aula e para mim foi surpresa ao vê-la na telona. Sorri demais. Ai que vida! Ai que saudades!
Quem ainda não assistiu tenha a chance agora e quem já assistiu reveja abaixo:
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