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São João do Maranhão 2019

quarta-feira, 15 de maio de 2019

O Turismo brasileiro ainda é carente na oferta de produtos personalizados e capacitação voltada para a comunidade LGBT. O conhecimento é a peça-chave não para segregar esse consumidor, mas para integrá-los com as devidas atenções e cuidados.

Durante o Dia Internacional da Luta contra a LGBTfobia promovido hoje pela Accor, em São Paulo, especialistas reuniram dicas de como atender melhor a comunidade, especialmente na indústria de viagens. Não é necessário criar um produto exclusivo, mas se preocupar com questões de comunicação, respeito e segurança na indicação de experiências.

“A primeira tarefa é fazer a lição de casa. Não basta apenas mudar a identidade visual da empresa com a bandeira do arco-íris, mas é necessário apoiar durante o ano inteiro. Não dá para acertar 100% na primeira vez e quando se age de dentro para fora tudo acontece de maneira mais natural. São detalhes que fazem a diferença”, explica o blogueiro do Viaja Bi, Rafael Leick.

“A Accor realiza vários treinamentos e fazemos bem o papel de acolher. Nossa tarefa enquanto hoteleiros é identificar a necessidade do cliente e ter um olhar apurado. Não é ofensivo perguntar e, dessa maneira, conseguimos atender expectativas e necessidades dos viajantes”, explica a gerente geral do Hotel Belas Artes (SP), Juliana Bueno.

POR QUE VÁRIAS SIGLAS?

O uso de LGBT, LGBT+, LGBTQ ou demais variações depende do país, empresa ou do órgão em questão. Para muitas pessoas é algo confuso de se entender, mas de maneira geral inclui a comunidade formada por lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. No entanto, a diversidade vai além dessas poucas letras.

“Vamos chegar a um ponto em que as letras da sigla vão perder o sentido. Essas letras, no fundo, acabam não identificando, mas massificando. Devemos passar para um outro plano e começar a discutir a questão de maneira menos afirmativa e mais propositiva. Por exemplo, as paradas não são exclusivas para LGBTs e são celebrações de pessoas, que ensinam a outras que todos temos o direito de amar”, sugere o escritor e ativista João Silvério Trevisan.

Fonte: Panrotas 

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