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quarta-feira, 26 de junho de 2019
O São João do Maranhão, além de beleza e diversão, proporciona espaço e visibilidade ao trabalho minucioso do artesão que retrata a cultura do estado com a criatividade nos bordados, na arte e na habilidade para reproduzir peças de personagens de uma cultura cheia de brilhos, ritmos e encantos. No arraial do Ipem, os artesãos maranhenses aproveitam o movimento intenso para aquecer a venda de mercadorias para diversos públicos.

No período junino, as barracas de artesanato maranhense podem ser encontradas nos arraiais do Ipem e Maria Aragão até 30 de junho.

“Esse espaço e apoio cedido pelo Governo do Maranhão é um grande presente para nós, artesãos; aqui temos a oportunidade de divulgar o nosso trabalho para turistas e maranhenses que gostam da cultura do nosso estado”, disse Mailir Lopes, artesã do Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama).

Cerca de 40 profissionais estão distribuídos em 17 barracas em um espaço reservado para o artesanato. As atrações começam a se apresentar no início da noite e, antes da festança esquentar, já tem visitante passeando pelas barracas e aproveitando para comprar artesanatos tipicamente do Maranhão, no chamado mercado criativo.

Quem gosta da arte de bordar, tem as peças em crochê. Tem, também, artesanato com penas coloridas, boizinhos em camurça, chapéus de fitas, tiaras, camisas estilizadas, bonecas de pano, figuras em gesso, pulseiras, colares, laços para os cabelos, canecas e azulejos de todos os tamanhos e temas variados.

Na barraca da família Bumba Arte é possível encontrar chapéus bordados com canutilhos e camisas do bumba meu boi. “Nós somos uma família de bordadeiras, estamos felizes em expor os nossos produtos na festa mais popular do Maranhão. É gratificante ver as pessoas encantadas com o nosso trabalho e nossa cultura”, declarou a artesã Dayane Castro.

No arraial do Ipem, o espaço destinado ao artesanato ainda conta com sete barracas do projeto “Cultura Viva”, os pontos de cultura são projetos de entidades, grupos e coletivos que desenvolvem ações de impacto sociocultural em suas comunidades.

George Duarte representa o Boi da Maioba. Ele e a comunidade dessa área rural de São Luís, estão com uma barraca de produção de canecas e porcelanas. “Produzimos, na hora, a caneca e porcelanas com temas da cultura do Maranhão. É um trabalho personalizado que está atendendo ao grande público devido a oportunidade dada no São João do Maranhão”, declarou.

Fonte: Sectur 

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