quinta-feira, 5 de março de 2026

Infraestrutura, Margem Equatorial e exportação estão entre os temas debatidos

SÃO LUÍS - A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) e o Centro das Indústrias do Estado do Maranhão (CIEMA) reuniram nesta quarta-feira (4) deputados estaduais em um encontro de trabalho voltado à construção de uma agenda comum para acelerar projetos considerados estratégicos ao desenvolvimento do Maranhão. Promovida por meio do Conselho de Assuntos Legislativos da Federação, a reunião buscou ampliar o diálogo institucional com a Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA), com foco em temas estruturantes para a indústria local, como infraestrutura e exploração da Margem Equatorial. 

Na ocasião, o presidente da FIEMA, Edilson Baldez, apresentou aos parlamentares as entidades que compõem o Sistema FIEMA (SESI, SENAI, IEL, CIEMA e FIEMA) detalhando o papel de cada uma na promoção da saúde, da qualificação profissional, na inovação, na defesa de interesses do setor e no incentivo à competitividade industrial.

Segundo Baldez, a proposta do encontro foi organizar uma pauta ampla com projetos que, na avaliação do setor industrial, precisam de maior prioridade e agilidade por parte do poder público. “Hoje estamos trazendo uma pauta com os projetos que precisamos acelerar e priorizar. A Assembleia Legislativa, o Governo do Estado, a Federação e todos os segmentos organizados precisam unir esforços para destravar esses temas com mais velocidade”, afirmou.

PROJETOS RELEVANTES - Entre os assuntos apresentados pela indústria está a criação da Reserva Extrativista Tauá-Mirim (Resex), tema de forte repercussão econômica. De acordo com Baldez, caso seja efetivada nos moldes propostos, a medida impactará negativamente o desenvolvimento industrial, logístico e econômico de São Luís ao restringir a instalação de novos empreendimentos e limitar a expansão de plantas industriais já existentes na região. O presidente destacou que a criação da unidade de conservação poderia atingir empresas instaladas no entorno do Distrito Industrial da capital, incluindo operações ligadas ao Porto do Itaqui.

Outro projeto citado foi a Zona de Processamento de Exportação do Maranhão (ZPE Bacabeira), considerada pela FIEMA um instrumento estratégico para impulsionar o desenvolvimento estadual. O complexo, planejado para atrair investimentos voltados à exportação, tem potencial para ampliar a atividade industrial, gerar empregos e fortalecer a inserção do Maranhão no comércio internacional.

Baldez também ressaltou o potencial econômico da exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial brasileira, especialmente nas bacias Pará-Maranhão e de Barreirinhas. Segundo ele, a atividade pode representar uma importante alavanca para o crescimento econômico regional caso os projetos avancem com segurança regulatória e ambiental.

Outro ponto defendido pelo setor produtivo foi a implantação do Terminal Marítimo São Luís–Alcântara, projeto aguardado há décadas. A estrutura deverá permitir ligação marítima permanente entre os dois municípios, funcionando 24 horas por dia e facilitando o acesso ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Para a indústria, a iniciativa também será fundamental para viabilizar a criação de um complexo aeroespacial no Maranhão.

Na área de infraestrutura logística, a FIEMA voltou a defender a duplicação da BR-135 no trecho entre Santa Rita e Entroncamento. A obra, considerada essencial para o escoamento da produção estadual, encontra-se paralisada devido a uma ação judicial. Empresários argumentam que a ampliação da rodovia é necessária para melhorar o fluxo de cargas e aumentar a segurança no transporte.

Outro investimento apontado como prioritário pelo setor produtivo é a construção do viaduto de acesso à Vila Maranhão. A intervenção, segundo representantes da indústria, terá papel importante na segurança viária e na melhoria do tráfego de caminhões que seguem em direção ao Porto do Itaqui.

APOIO POLÍTICO - Para o vice-presidente executivo da FIEMA e presidente do CIEMA, Cláudio Azevedo, a articulação institucional é essencial para destravar iniciativas estratégicas. “Apresentamos projetos que precisam avançar. A Margem Equatorial, a ZPE, a duplicação da BR-135 são temas que dependem de apoio político para ganhar força. Quando nos unimos, quem ganha é o Maranhão”, disse.

A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale, destacou a importância da aproximação entre o Legislativo e o setor produtivo. “Participamos de um momento de diálogo com a FIEMA, com empresários e representantes da indústria, um setor que gera emprego, renda e desenvolvimento. A Assembleia é a casa do povo do Maranhão e o diálogo é a nossa marca. Precisamos caminhar juntos para fortalecer a economia e ampliar oportunidades no estado”, afirmou.

Ao final do encontro, foi formalizado um termo de cooperação técnica entre a FIEMA e a Assembleia Legislativa. O documento estabelece ações institucionais conjuntas voltadas ao fortalecimento do diálogo, à promoção de iniciativas de interesse comum e ao apoio técnico em temas relacionados ao desenvolvimento industrial do Maranhão. Participaram da reunião integrantes da diretoria do Sistema FIEMA, deputados estaduais, empresários, lideranças do setor produtivo e representantes de entidades empresariais.

Informação: Fiema 

Iniciativa apoiada pela Vale, por meio da Lei Rouanet, promove oficinas, roda de conversa e apresentações culturais neste sábado (7), na Praia Grande

Banda Agojies Quilombolas

O Centro Cultural e Educacional Mandingueiros do Amanhã lança o Projeto Agojies Quilombolas – Nos Batuques Imateriais neste sábado, 7 de março, em São Luís, com patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, e realização do Ministério da Cultura. A programação, com apresentações culturais e de oficinas gratuitas, acontece a partir das 8h30, na sede dos Mandingueiros do Amanhã, na Rua da Estrela, nº 163, Praia Grande.

Programação reúne oficinas, roda de conversa e apresentações

A programação começa às 8h30 com a oficina de Capoeira Angola, ministrada pela contramestra Érida Ferreira, do Instituto Aluandê (RJ). Historiadora formada pela UERJ, produtora cultural e liderança comunitária — atualmente em seu segundo mandato como presidente fundadora da Associação da Comunidade do Quilombo Urbano Ferreira Diniz — Érida também é mãe de duas filhas e Makota de Nkosi. A oficina oferece 100 vagas e é aberta ao público. 

Ainda na manhã do sábado, às 11h, o Mestre Bamba, ministrará uma oficina de percussão. Bamba recebeu o reconhecimento Mestre da Cultura Popular pelo Ministério da Cultura e é um dos fundadores do Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã.

À tarde, das 15h às 17h, será realizada roda de conversa com o tema “Equidade de Gênero na Capoeira”, com participação da Mestra Valdira, professora da Uema, Dra. em Políticas Públicas; Contramestra Érida (RJ); da Coordenadora da Instituição Olga Barros e das jovens oriundas dos quilombolos do interior maranhense, entre elas as Treinelas (discipulado na Capoeira Angola), Josielma Rodrigues, do Quilombo Santa Joana, e Nádia dos Santos, do Quilombo Santa Luzia.

A partir das 18h30, o público acompanha a apresentação da Banda Agojies Quilombolas, formada integralmente por mulheres, seguida de Tambor de Crioula dos Mandingueiros do Amanhã, reforçando a conexão entre ancestralidade, resistência e protagonismo feminino. 

Como surgiu a ideia do projeto

A iniciativa nasce de uma trajetória construída há mais de 30 anos pelo Centro Cultural e Educacional Mandingueiros do Amanhã, associação fundada em 1996, com forte atuação na difusão da Capoeira Angola e de manifestações como Tambor de Crioula e Bumba Meu Boi em São Luís e em comunidades quilombolas de Itapecuru-Mirim e Santa Rita. A coordenadora geral do projeto, Olga Maria Barros Lopes, explica que a proposta surge da observação de uma desigualdade histórica dentro das próprias práticas culturais.

Tambor de Crioula Mandingueiros do Amanhã

Segundo Olga Barros, ao longo dos anos foi possível perceber que muitas meninas se afastavam da cultura ao chegar à vida adulta, seja por questões estruturais, seja pela divisão desigual de funções dentro das rodas de capoeira. A organizadora destaca que o projeto foi pensado justamente para enfrentar essa desigualdade de gênero e garantir que as jovens quilombolas se reconheçam como protagonistas e fazedoras de cultura.

Protagonismo feminino e herança ancestral

O nome “Agojies” faz referência às guerreiras do antigo Reino do Daomé, símbolo de força e resistência. A proposta também dialoga com a história da Rainha Ná Agontimé, figura ligada à formação de manifestações afro-brasileiras no Maranhão, como o Tambor de Mina. A ideia é criar um espelhamento entre essas referências históricas e as jovens atendidas pelo projeto.

De acordo com Olga Barros, o foco central é a produção e circulação do espetáculo musical Agojies Quilombolas, protagonizado por jovens mulheres quilombolas, aliado à realização de oficinas formativas em capoeira, tambor de crioula, samba e bumba meu boi, além da confecção artesanal de instrumentos como berimbaus e reco-recos.

O projeto pretende beneficiar diretamente 25 jovens mulheres quilombolas, de 14 a 25 anos, das comunidades de Santa Joana, Santa Luzia, Vila Fé em Deus e Cantagalo, além de alcançar, de forma indireta, estudantes, professores e comunidades em geral no Maranhão e no Rio de Janeiro.

Para Geisa Cristina Santana Muniz, 25 anos, do Quilombo Vila Fé em Deus (Santa Rita/MA), integrante da Banda Agojies Quilombolas, o projeto representa transformação. “A importância do Projeto Agojies Quilombolas para os jovens nos ajuda muito. Ele fortalece a nossa identidade, valoriza a nossa história e cultura e mostra que temos voz, espaço e força na sociedade”, afirma Geisa Cristina. Ela reforça: “A gente sabe que tem vez, tem voz e pode estar onde quiser estar, sendo segura de nós mesmas”.

Já Nádia dos Santos, 25 anos, cantora e percussionista do Quilombo Santa Luzia, destaca o impacto na identidade das participantes. “A importância do Projeto Agojies para jovens quilombolas é que ele ajudou na questão da gente se identificar mais ainda como negras pretas quilombolas que lutam pelos seus objetivos com força e resistência. A gente não está representando só a gente, mas todas as negras quilombolas”, declara Nádia dos Santos.


Serviço

O quê: Lançamento do Projeto Agojies Quilombolas – Nos Batuques Imateriais

Quando: 7 de março de 2026 (sábado)

Oficina de Capoeira Angola

Horário: 8h30 às 12h


Tambor de Crioula dos Mandingueiros do Amanhã 

Horário: 19:30 

Onde: Centro Cultural e Educacional Mandingueiros do Amanhã – Rua da Estrela, 163, Praia Grande, São Luís (MA)

Entrada: Gratuita, sem necessidade de inscrição prévia, porém a ordem de chegada será importante para a garantia de vaga.

Capacidade do espaço: 150 pessoas


Informação: Assessoria de Comunicação 

Produção reúne artistas de diversos países, tecnologia de ponta e uma megaestrutura de 800 toneladas para oferecer ao público uma experiência circense moderna, imersiva e cheia de emoção

A magia do circo ganha uma dimensão ainda mais grandiosa em São Luís a partir desta quinta-feira (05), quando o Circo Americano inicia sua temporada na capital maranhense com um espetáculo internacional que promete surpreender o público. A superprodução será apresentada na área externa do Shopping da Ilha e reúne artistas de diversos países em uma experiência que combina tradição circense, tecnologia de ponta e grandes efeitos visuais.

Em turnê pela América Latina desde 2021, o Circo Americano é considerado um dos maiores espetáculos itinerantes da atualidade. Sob a imponente Grande Tenda, o público é conduzido a um universo de cores, trilhas sonoras envolventes e performances que desafiam os limites da gravidade. O espetáculo reúne acrobacias aéreas, números radicais, dança, teatro e momentos de interação que tornam cada sessão dinâmica e emocionante.

A proposta vai além de uma simples apresentação. Durante cerca de 1h50 de espetáculo, crianças e adultos vivenciam uma experiência imersiva, com cenários impactantes, iluminação cênica e uma narrativa que conecta diferentes números artísticos em uma sequência de surpresas e emoções.

A grandiosidade também está na estrutura do circo. São 800 toneladas de equipamentos, transportados por 40 carretas, além de uma equipe com cerca de 200 profissionais, entre artistas, técnicos e produtores. A tenda é totalmente climatizada e conta com moderno sistema de som e iluminação, garantindo conforto e qualidade ao público durante toda a apresentação. O espaço ainda oferece toilettes climatizados, ampla praça de alimentação e áreas de conveniência.

Para assistir ao espetáculo, o público pode escolher entre quatro setores: Camarote, Central VIP, Lateral e Promocional, ampliando as opções de acesso à experiência.

De acordo com Robert Stevanovich, diretor e idealizador do Circo Americano, a relação com São Luís sempre foi especial.

“São Luís sempre nos recebe com muito carinho. Existe uma energia diferente aqui, um público participativo e apaixonado pelo espetáculo. Isso nos motiva a voltar sempre trazendo novidades”, afirma. Segundo ele, a temporada na capital maranhense contará com números inéditos e momentos ainda mais interativos, reforçando a conexão entre artistas e plateia.

Após a estreia nesta quinta-feira (05), às 20h30, o espetáculo seguirá com sessões de segunda a sexta-feira às 20h30, e aos sábados, domingos e feriados às 15h30, 18h e 20h30, oferecendo diversas opções para que famílias e grupos de amigos possam viver essa experiência.

Os ingressos podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do circo ou pela internet.


SERVIÇO

Circo Americano em São Luís

Local: Área externa do Shopping da Ilha

Estreia: Quinta-feira (05), às 20h30

Sessões:

• Segunda a sexta-feira: 20h30

• Sábados, domingos e feriados: 15h30 | 18h | 20h30

Vendas online e informações:

www.circoamericano.com.br

Duração do espetáculo: 1h50

Portões abrem 50 minutos antes da sessão

O espetáculo inicia pontualmente no horário indicado no ingresso

Crianças de 2 a 11 anos pagam meia-entrada

Instagram: @CircoAmericano

Imagens do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=_TNmLrFkL7Q


Informação: Tudo comunicação 

Imagine um mundo onde cada pincelada, cada nota musical ou cada fotografia se tornam a voz de uma identidade traduzindo, por meio da arte, histórias cheias de esperança que podem transformar a sua própria realidade. Nesse cenário que inspira, o Instituto de Apoio ao Desenvolvimento Humano (IADVH) se destaca, promovendo iniciativas que capacitam crianças e jovens a explorar sua criatividade e reafirmar suas raízes culturais.

A ação mais recente “Luz, Câmera, Amor em Ação”, que já conta com cinco edições em parceria com o Instituto Abraçar, em São Luís do Maranhão, é um exemplo da importância de acreditar no poder da criatividade e arte, por meio dos olhinhos atentos e curiosos das crianças. Com tantas histórias para contar, os pequenos do bairro Coroadinho, já participaram de oficinas práticas de fotografias, mergulhando no mundo audiovisual com carinho e afeto.

Proporcionar um espaço seguro para que as crianças expressem o que sentem e sonham, foi o destaque da iniciativa do IADVH. A arte é uma forma de comunicação que transcende palavras. Ela permite que as pessoas expressem suas emoções, experiências e visões de mundo. Para muitos, a prática artística é uma maneira de se conectar com suas raízes e com a cultura. Por isso, se envolver em atividades artísticas, não é apenas explorar sua criatividade, mas também reafirmar sua identidade cultural.

“Acreditamos que a arte é uma poderosa ferramenta de transformação. Quando criamos e nos envolvemos em projetos que destacam a expressão artística, estamos não apenas promovendo a cultura, mas também fortalecendo a identidade e a autoestima de jovens e adultos. A arte nos conecta, nos inspira e nos transforma, e é um privilégio ver o impacto positivo que nossas iniciativas têm na comunidade”, afirma o presidente do IADVH, Geová Santos.

Sem dúvidas, a arte é uma ponte que conecta pessoas, culturas e histórias. E contribuir para que mais pontes como essa possam ser construídas faz parte do compromisso do Instituto com as pessoas. “Ao incentivar a arte dentro de projetos, não apenas celebramos a cultura, mas também pavimentamos o caminho para um futuro mais inclusivo e dinâmico para todos nós”, reforça Geová.

Sobre o IADVH

O Instituto  atua com projetos sociais voltados para a educação, inclusão e desenvolvimento humano, promovendo iniciativas que impactam positivamente a comunidade e reduzem desigualdades.

Informação: Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 4 de março de 2026

Iniciativa abriu espaço para a apresentação de demandas, sugestões e propostas

A presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (Alema), deputada Iracema Vale (MDB), participou, nesta quarta-feira (04), do “Encontro de Trabalho e Almoço com Deputados Estaduais”, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema).

Durante o evento, a presidente da Alema ressaltou o compromisso do Legislativo estadual em atuar de forma integrada com o setor produtivo.

“Nosso papel é garantir que os projetos que estimulem a geração de emprego, renda e oportunidades que avancem com responsabilidade. Quando fortalecemos a indústria e o comércio, estamos beneficiando diretamente a população maranhense”, afirmou.

A iniciativa também abriu espaço para a apresentação de demandas, sugestões e propostas voltadas ao crescimento econômico sustentável do estado.

O presidente da Fiema, Edilson Baldez, destacou a importância da parceria com o Parlamento Estadual para impulsionar o desempenho da indústria e do comércio. Ele enfatizou que a harmonia entre os poderes é fundamental para melhorar os indicadores econômicos do Maranhão.

Na programação, foram apresentadas pautas estratégicas e desafios a serem enfrentados, como os avanços na Zona de Processamento de Exportação de Bacabeira, a exploração da Margem Equatorial de petróleo e gás e o Terminal Marítimo de Alcântara, projetos considerados estruturantes para ampliar a capacidade logística e produtiva do estado.

O presidente do Centro das Indústrias do Estado do Maranhão (Ciema), Cláudio Azevedo, pontuou os avanços alcançados pelo setor nos últimos anos e destacou perspectivas positivas para o crescimento industrial.

Na ocasião, foi assinado um termo de cooperação técnica entre a Assembleia Legislativa e a Fiema voltado ao fortalecimento do diálogo institucional e à construção de ações conjuntas para o desenvolvimento do Maranhão. A iniciativa consolida o compromisso das instituições em atuar de forma colaborativa, promovendo crescimento econômico, segurança jurídica e mais oportunidades para a população.

Estavam presentes ainda no evento os deputados estaduais Ana do Gás (PCDOB); Ariston (Mobiliza); Arnaldo Melo (PP); Catulé Júnior (PP); Cláudia Coutinho (PDT); Davi Brandão (MDB); Dra. Viviane (PDT); Francisco Nagib (MDB); João Batista Segundo (PL); Mical Damasceno (PSD); Neto Evangelista (União-Brasil); Osmar Filho (PDT); Solange Almeida (PL); Wellington do Curso; além de empresários e representantes do setor produtivo.

Informação: Assembleia Legislativa 

Rodovia liga o município de Caxias ao povoado Baú

O deputado Catulé Júnior (PP) usou a tribuna da Assembleia, nesta quarta-feira (4), para cobrar a responsabilização pela má qualidade do serviço de recuperação asfáltica realizado na MA-034, rodovia que liga o município de Caxias ao povoado Baú e serve como importante corredor de ligação para cidades da região leste do estado.

O parlamentar relembrou que, em agosto do ano passado, esteve na própria tribuna celebrando a recuperação da estrada, fruto de indicação apresentada por ele ao Governo do Estado. Na ocasião, Catulé Júnior destacou a importância estratégica da via para a mobilidade regional.

No entanto, a situação atual da rodovia é motivo de indignação. Catulé relatou que utilizou a via no último domingo (1) e constatou pessoalmente o estado precário da estrada. “A minha grande decepção é que aquela estrada está imprestável, semelhante, como a gente diz popularmente, a uma tábua de pirulito. É inconcebível que um serviço público realizado em agosto, agora no início do ano, já esteja tão comprometido”, afirmou.

Catulé Júnior informou que já comunicou formalmente o problema ao secretário de Infraestrutura do Maranhão, Aparício Bandeira, enviando inclusive registros fotográficos que mostram as condições atuais da via.

O deputado também pretende levar o caso ao conhecimento do governador Carlos Brandão. “Tenho certeza absoluta de que o governador não tem conhecimento de como esse serviço foi prestado”, ressaltou.

Além da cobrança por providências, o parlamentar solicitou informações à Secretaria de Infraestrutura sobre qual empresa foi responsável pela obra e qual o valor pago pelo serviço. “Acredito que uma empresa que presta um serviço tão ruim como aquele deve ser banida do serviço público e não deve mais ser contratada para fazer nenhum serviço para o Estado do Maranhão”, declarou.

Informação: Assembleia Legislativa 

Iniciativa do Projeto Inova Indústria ampliou conhecimento sobre gestão da qualidade de materiais

SÃO LUÍS – A “Masterclass Gestão da Qualidade da Construção Civil” reuniu trabalhadores da área para aprender na prática sobre qualidade, controle, recebimento e armazenamento de materiais, além dos fundamentos da gestão da qualidade documental na obra. A ação foi realizada no dia 2/03 no âmbito do Projeto Inova Indústria, iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) em parceria institucional com o SEBRAE.  

Foram 8 horas de imersão prática executada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI-MA) com correalização do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Maranhão (SINDUSCON-MA). A masterclass, que ocorreu no SENAI Distrito Industrial, chega em um momento estratégico. Em 2025, segundo dados do Panorama Empresarial da Indústria, elaborado pelo Observatório da Indústria do Maranhão, da FIEMA, a construção civil teve atividade aquecida sustentada por demanda estável de reformas e novos empreendimentos. Além disso, o mercado de trabalho acompanhou esse movimento.

Jefferson Protázio, técnico do Laboratório de Ensaios Físicos e Mecânicos (LEFM) do SENAI DI, localizado na BR 135, destaca que a masterclass treina os alunos com competências para conhecer e trabalhar com produtos dentro dos requisitos normativos do setor. “A construção civil tem normas que precisam ser de conhecimento para que se tenha certeza que o produto é de qualidade. O trabalhador precisa saber interpretar o relatório do material e analisar informações com base nos requisitos normativos”, afirma Jefferson.

Para Raissa Pereira, assistente administrativo da R.A. Engenharia, empresa de serviços de engenharia, fabricação e manutenção de máquinas, o trabalhador precisa buscar sempre a qualificação. “É importante estar por dentro das atualizações e atento às normas. Quanto mais você for qualificado, maiores as oportunidades dentro da empresa. E pesquisar a qualidade dos materiais é sempre importante, pois não adianta pagar mais barato se tiver baixa qualidade, o que acaba causando prejuízos para a construção e para a empresa”, afirma Raissa, que participou da masterclass.

A analista de qualidade Marina Falcão, da empresa ESA Empreendimentos, destaca que a masterclass foi uma oportunidade para aprender mais sobre documentação de controle de qualidade. “Precisamos saber desde o princípio sobre a empresa que estamos trabalhando, o material que ela está nos fornecendo e sempre fazer o acompanhamento. Saber se a empresa é certificada previne custos e ajuda na margem de lucro da empresa na qual trabalhamos”, destaca Marina.

Felipe Garcês, que ainda se prepara para chegar ao mercado da construção civil, também aproveitou as aulas teóricas e práticas da masterclass. Estudante de Edificações, Felipe faz estágio no SENAI DI. Morador do bairro Cidade Operária, ele escolheu a área de atuação para melhorar o padrão atual das residências na comunidade onde mora. “E aqui no SENAI eu tenho acesso a equipamentos de ponta que me permitem acompanhar ensaios em atestam a qualidade dos materiais usados na construção civil”, falou.

Os alunos inscritos na “Masterclass Gestão da Qualidade da Construção Civil” presenciaram na prática testes de resistência de materiais, como concreto, por meio de equipamentos disponíveis no SENAI DI e que possuem uma dinâmica de funcionamento e estrutura muito próximas às encontradas no mercado de trabalho. Isso oferece aos estudantes um ambiente que simula a realidade profissional e proporciona experiências práticas alinhadas às exigências do dia a dia das empresas. Para além do masterclass, o SENAI oferece diversos cursos técnicos e de qualificação, além de serviços laboratoriais e de consultoria na área da construção civil.

 Informação: Fiema