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Assembleia Legislativa do Maranhão

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Os sons inconfundíveis das matracas, pandeirões, tambores onça, tambores grande, meiões e crivadores do Maranhão foram ouvidos no último final de semana na Rua Anhanguera, em Belo Horizonte. Era o momento da oficina de Carlos César Nascimento – o Mestre Peixinho, que reuniu maranhenses e mineiros para a oficina de bumba-meu-boi e tambor de crioula, na sede da Divina Mata Flor i Cultura.

A oficina foi resultado da participação do Maranhão na Feira Nacional de Artesanato em Belo Horizonte (MG), promovida pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur), Coordenação Estadual do Artesanato e apoio do Programa Brasileiro do Artesanato (PAB). No último dia da feira (11), aprendizes e mestre fizeram uma apresentação no Expominas.

“Os principais objetivos da feira são divulgar o artesanato maranhense e gerar renda aos artesãos. No entanto, nesta feira, conquistamos resultados que vão além das nossas expectativas. No estande, a venda de instrumentos de percussão e o toque eventual nos fins de tarde aproximaram ainda mais o público não só do artesanato maranhense, mas também de outras expressões culturais”, explica a coordenadora do Programa Estadual do Artesanato, Viviane de Jesus.

A oficina

Apaixonados pela cultura popular maranhense, um grupo formado por homens e mulheres ouviu atentamente as explicações de Mestre Peixinho. Primeiro, a diferença entre os toques, nos sotaques de zabumba, matraca e baixada. Em seguida, os participantes aprenderam sobre a cadência do tambor de crioula e dinâmica da roda formada por mulheres, além da tradicional pungada.

“Foi tudo muito bacana. Já tivemos oficinas com mestres, mas desta vez teve um momento diferente que foi a explanação da técnica Glória Fontenelle sobre a participação da mulher tanto no bumba-meu-boi como no tambor de crioula. Acredito que, mais que uma oficina, foi também uma vivência”, ressalta a líder da Divina Mata Flor i Cultura, Laís Lopes.

O grupo, que ‘toca um tambor’ nos aniversários de amigos e outras ocasiões especiais, teve o primeiro contato com o tambor de crioula em 2008 e, com o objetivo de pesquisar, viaja para São Luís a cada dois anos.

No palco

Resultado da oficina, o grupo formado por alunos e Mestre Peixinho se apresentou na Expominas, marcando o último dia da Feira Nacional de Artesanato, em Minas Gerais. “Tudo que está acontecendo é muito importante. Das mais diversas maneiras estamos divulgando a cultura maranhense. O artesanato proporcionou este momento. Na oficina, vi que os participantes já tocam, mas sentem necessidade de aprofundar o conhecimento. Nessa grande feira, conseguimos reunir artesanato, dança e ritmos”, conclui Carlos César Nascimento, o Mestre Peixinho.

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