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sábado, 10 de dezembro de 2016
Quem visita o estande do Maranhão, na 27ª Feira Nacional do Artesanato em Belo Horizonte (MG), na Expominas, além de conhecer e poder adquirir belas criações produzidas pelos artesãos, também, tem uma experiência sonora. Em momentos do evento, o artesão e percussionista maranhense Carlos César Nascimento (Mestre Peixinho), apresenta os toques de caixa do Divino Espírito Santo, tambor de crioula, tambor de mina e bumba-meu-boi em seus diversos sotaques. A apresentação rendeu ao Mestre Peixinho o convite para ministrar oficina na sede da ‘Divina Flor i Cultura’, nesta sexta-feira (09). A feira começou segunda-feira (06) e termina neste domingo (11).

“Esta foi uma iniciativa espontânea do Mestre Peixinho e os artesãos aceitaram a ideia. O som da percussão encanta as pessoas que, posteriormente, retornam para comprar algum instrumento, comprar as peças de outros artesãos ou mesmo apreciar o som”, explica a coordenadora do Programa Estadual do Artesanato, Viviane de Jesus. A participação dos artesãos maranhenses é proporcionada pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Turismo (Sectur), e a Coordenação Estadual do Artesanato, com apoio do Programa Brasileiro do Artesanato (PAB).

“Essa é uma oportunidade que temos de divulgar e valorizar a nossa arte. Nós observamos como os outros estados também apreciam a nossa cultura e desejam conhecer. Então, tudo é gratificante”, afirma Carlos César Nascimento, Mestre Peixinho.

Para a compositora mineira, Maria Raquel Souza, visitar o estande do Maranhão promove conhecimento. “Cheguei neste espaço e o que vejo é só coisa bonita, além de ouvir um som maravilhoso, que nos faz sentir integrado com a cultura de vocês. Quem admira artesanato e música, que fazem parte da cultura popular brasileira, se sente em casa ao chegar aqui”, destaca a compositora, que é parceira de trabalho do músico e cantor andino, Paulino Carrasco.

Mestre Peixinho, de tanto tocar percussão e explicar gentilmente às pessoas a diferença dos toques, foi convidado pela Divina Flor i Cultura para ministrar oficina de tambor de crioula no bairro de Santa Teresa. A expectativa é de que cerca de 40 pessoas participem da programação.

Tambor de Crioula

O tambor de crioula, também conhecido como punga, é uma forma de expressão maranhense, de matriz afro-brasileira, que envolve uma dança circular e toque de tambores. Seja ao ar livre, nas praças, nos terreiros ou mesmo associado a outros eventos, é realizado sem local e data específicos e, especialmente, em louvor a São Benedito. Ao som do tambor grande, o ‘meião’ e o pequeno, normalmente, o tambor é dançado por mulheres. Elas apresentam uma coreografia livre, variada e que evolui ao passo que as coreiras dançam e ‘passam o centro da roda’ para outra dançante, através da punga (umbigada).

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