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terça-feira, 6 de junho de 2017
Números foram divulgados nesta segunda-feria (05)

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) se mostra otimista com relação à previsão de lucratividade da indústria em 2017. Tanto é que a organização revisou para cima estes índices, durante a 73ª Assembléia Geral e a Cúpula Mundial de Transporte Aéreo, que reúnem mais de 1.000 representantes em Cancun, no México, até o dia 06 de junho. As empresas aéreas deverão registrar lucros de US$ 31,4 bilhões (maior que a previsão anterior de US$ 29,8 bilhões) sobre faturamento de US$ 743 bilhões (maior que a previsão anterior de US$ 736 bilhões).

“Este ano será mais um período de desempenho sólido para a indústria das empresas aéreas. A demanda tanto de carga como de passageiros está mais forte do que esperado. Embora o faturamento esteja aumentando, os ganhos estão sendo espremidos pelo aumento dos combustíveis, mão-de-obra e despesas de manutenção. As empresas aéreas ainda estão no azul e apresentando ganhos acima do custo da capital. Porém, comparado com o ano passado, existe uma queda na lucratividade”, disse Alexandre de Juniac, diretor Geral e CEO da IATA.

Em 2017, a previsão para as empresas aéreas é de obterem lucro líquido de US$ 7,69 por passageiro, abaixo dos US$ 9,13 registrados em 2016. A América do Norte, por exemplo, é a região onde cerca da metade dos lucros da indústria serão gerados (US$15,4 bilhões). As companhias na Europa e na Ásia-Pacífico, cada uma, terão lucros de US$ 7,4 bilhões. As aéreas da América Latina e do Oriente Médio são previstas para ganhar US$ 800 milhões e US$ 400 milhões, respectivamente. As empresas da África deverão registrar uma perda de US$ 100 milhões.

Com relação somente à América Latina, a previsão e que as empresas registrem lucros de US$ 0,8 bilhões (acima dos US$ 0,6 bilhões em 2016), que representa US$ 2,87/passageiro. A previsão da demanda de passageiros, por sua vez, é que cresça em 7,5%, bem além da previsão do crescimento da capacidade (6,7%). Para a Iata, o continente experimenta condições comerciais ligeiramente melhores com o Brasil saindo de uma recessão.

Por outro lado, a instabilidade política persiste em muitos mercados e os custos crescentes em dólares (para combustíveis) levantam desafios. E o caos político na Venezuela indica que não vai ser tão já que haja uma recuperação de US$3,8 bilhões de receitas das linhas aéreas que são bloqueadas contra repatriação. Mesmo assim, as empresas aéreas da região estão confrontando esses desafios e a América Latina é prevista como a única região a ver uma melhora nos seus negócios, comparado com o ano de 2016.

O que impulsiona a previsão? Ambiente de demanda forte: O ambiente da demanda tem sido mais forte do que previsto. As expectativas para o crescimento do PIB em 2017 ficam em 2,9%. Por outro lado, existem os custos:
aumento nos gastos com combustível, mão-de obra e manutenção aceleraram durante o primeiro trimestre. As despesas gerais da indústria são previstas para subir US$ 687 bilhões, o que representa um aumento de US$44 bilhões sobre o ano de 2016. As receitas da indústria são previstas para aumentar US$ 743 bilhões.



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