Assembleia Legislativa

São João do Maranhão 2019

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Uma pesquisa apontou que o aumento nos índices de desemprego e as consecutivas altas do dólar fizeram com que muitos brasileiros replanejassem as férias de julho. De acordo com o levantamento anual realizado pela Ferratum, cerca de 47% da população decidiu reduzir os gastos em relação a 2018, sendo que 55% dos entrevistados reservaram até R$ 1,6 mil para curtir a folga de inverno.

Em sua 10ª edição, a pesquisa Barômetro Internacional das Férias de Julho 2019 atestou os hábitos de 22 mil consumidores em 17 países ao redor do mundo. Enquanto no Brasil quase metade dos entrevistados planeja gastar menos, o número no cenário mundial para essa opção é de apenas um terço (33%).

Embarcar em direção a outros países pode ter deixado de ser uma possibilidade para uma ampla parcela da população, no entanto muitos optaram por viajar dentro do próprio território. Cerca de 75% pretende gastar até 50% do orçamento reservado para as férias em viagens.

Pegar a estrada ou um voo curto, inclusive, é o plano principal de 22% dos entrevistados – que apontaram viagens nacionais como a maior despesa do período de férias –, seguidos por 14% que preferem renovar o guarda-roupa e 12% que vão investir no up na casa. Para custear os gastos, a maioria dos entrevistados disseram que recorrerão a empréstimos (40%), dinheiro guardado (27%) ou cartão de crédito (19%).

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