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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Em meio a polêmicas e críticas do setor turístico nacional, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) divulgou uma nota agora a noite sobre a escolha do novo slogan que representará a promoção do Brasil no exterior. O Instituto confirmou que optou por criar a nova marca por conta própria, sem a contratação de uma agência, já que não encontrou verbas para custeio, contas altas e resultados negativos deixados pela última gestão. Confira a nota:

“Assumimos a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) há três meses e estamos fazendo mudanças visando ter melhores resultados, visto que, em gestões anteriores, o País não recebeu a devida e merecidade visibilidade. Nossos vizinhos, por exemplo, o Chile, a Argentina, o Peru, Paraguai e Uruguai, vêm demonstrando um crescimento maior e mais significativo que o Brasil no quesito competitividade turística internacional.

Encontramos uma entidade sem verba para custeio, com contas altíssimas, contratos com valores altos e sem resultados positivos e que, com três meses de atuação, já reduzimos mais da metade e que continuam sendo executados com a mesma potencialidade. É justamente por isso que resolvemos fazer o dever de casa e não usar a agência para criar a nova marca. Pelo simples fato da economicidade. Nosso governo tem trabalhado em total sintonia, com diálogo aberto com a Presidência da República, principalmente na questão de resgate da confiança e mais obtenção de recursos para a casa. A Embratur passa por um momento de mudança. Estamos revendo processos, ações e tudo o que possa influenciar em um melhor uso da verba pública, aliados à obtenção de bons resultados para o turismo internacional no Brasil. E, uma das mudanças primordiais, foi a marca que não é utilizada dentro do Brasil. É uma marca que vinha sofrendo, inclusive, com deboches, sendo comparada a uma ameba vermelha gerando descredibilidade e que, de fato, não representa o nosso País lá fora. São pesquisas que provam como o Brasil está estagnado no setor do turismo.

Queremos que o povo brasileiro fiscalize, cobre e exija melhores estratégias de utilização do dinheiro público, ou, no caso da Embratur, que o povo se una, cada vez mais, para elevar e dar visibilidade do nome do Brasil no exterior. O que não acrescenta em nada é a criação de polêmicas sem objetivos nobres, com fins claramente políticos iniciados em redes sociais de opositore, ex funcionários da Embratur, dirigentes de associações ligadas a governos opositores e que pouco contribuíram para o nosso turismo quando tiveram o poder.

Muito se fala negativamente da marca do turismo brasileiro para campanhas exteriores. Dentro do País, a divulgação é continua sendo feita por meio da marca padrão da Embratur. Já nas campanhas internacionais, se faz necessário não só o uso da grafia “Brazil”, com Z, pelo fato da língua inglesa ser o idioma oficial do turismo internacional, utilizada por países do mundo todo, como Japão, Rússia, Noruega, Suíça, Alemanha, China, Emirados, Jordânia, Egito entre outros.

A bandeira do Brasil, estampada na nossa marca, ícone respeitado no exterior e que é motivo de orgulho, está sendo usada como elemento da nossa nação patriótica, sem cores que não representam o nosso País. Quanto à fonte utilizada, ao pesquisar, nos identificamos com uma que representasse símbolos da cultura brasileira. No entanto, em nenhum material, especificamente no programa de pesquisa, não havia referência de proibição de uso comercial. Nenhuma peça foi lançada, por isso, para atender as diretrizes de economicidade do governo federal, o Instituto não utilizará a referida fonte e buscará uma alternativa também sem custos.

Por fim, o que economizaremos com a marca criada dentro da instituição, será investido na promoção internacional, por meio da participação em feiras, realização de press trips, campanhas publicitárias, roadshows e experiências sensoriais. Quanto às alegações que o slogan poderia ser considerado um incentivo ao turismo sexual, a Embratur afirma que não há sentido em fazer essa ligação. O Instituto frisa que o governo brasileiro não reconhece a expressão ‘turismo sexual’, e reforça que a exploração sexual não é turismo, é crime. Nós queremos que as pessoas venham e amem o Brasil. Amem as nossas praias, cachoeiras, nosso turismo náutico, de pesca, de mergulho, o turismo de negócios e eventos, a nossa gastronomia, cultura e esporte. A expressão ‘love us’ significa exatamente isso: queremos que todos se sintam acolhidos pelo nosso povo e retornem para reforçar a nossa hospitalidade que é elogiada por 96% fos turistas internacionais que visitam o Brasil, que venham nos visitar e amem o País e os seus atrativos e destino”

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