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sábado, 13 de julho de 2019

Letícia Gisele Guimarães, 26 anos, engenheira civil, desempregada, sonhava ter seu próprio negócio. Após uma pesquisa de mercado, observou que, no Centro Histórico de São Luis, não havia uma sorveteria. Então apostou na sua intuição e resolveu empreender no local. Alugou um prédio e abriu o seu próprio negócio, a Mr. Culd, uma sorveteria com especialidades em sabores regionais, que fica localizada, no Beco Catarina Mina, próximo à Rua Portugal, na Praia Grande.

A nova empreendedora do Centro Histórico disse que lembra como se fosse hoje. Tinha dias que vendia apenas três casquinhas, porém, o empreendimento começou a melhorar a partir da iniciativa do Governo do Estado em decorar com bandeirinhas coloridas o Centro Histórico de São Luis. “O mosaico, além de embelezar a cidade, atraiu um grande número de turistas e consequentemente o fluxo de pessoas aumentou e minhas vendas de 50 sorvetes por dia passaram para 200 unidades”, afirmou.

“Nós, comerciantes, já conseguimos perceber a diferença e acreditamos que os novos investimentos nas áreas de cultura, institucional e tecnológica, vai agregar valor ao espaço tão grandioso e maravilhoso, gerando mais oportunidades e atrativos tanto para os microempreendedores quanto para as pessoas que frequentam o lugar”, afirmou.

Eli Farias, comerciante que abriu sua loja de artesanatos, há 35 anos, relatou que criou filhos e netos com o seu negócio. Afirmou que muitos governos lançaram projetos de revitalização do Centro Histórico, porém essa gestão tem boa intenção e grandes ideias.  “Transformar o Centro Histórico, que já é belo, em um local seguro, conservado, vai fomentar novos negócios e atividades e, o mais importante, atrai turistas, difunde nossas riquezas, aquece e dinamiza a economia local”.

O empresário Francisco Neto, proprietário do bar e restaurante Vinagreira, vê o Programa Nosso Centro como um esforço compartilhado de mudar a realidade de um dos conjuntos arquitetônicos mais belos do Brasil. “ O programa consolida o compromisso do governador com a população maranhense. Por isso apoiamos essa iniciativa e achamos espetacular que o poder público está investindo para trazer de volta as instituições, os turistas e inclusive as famílias para o centro da cidade. Tudo isso vai atrair novas atividades culturais e econômicas, gerar mais trabalho e renda para a cidade”, esclarece.


Para Francisco Neto, que faz parte do Sindicato dos Bares e Restaurantes do Centro Histórico de São Luis, o Programa Nosso Centro incentiva a abertura de novos negócios. Ele assegura que, até o final do ano, serão abertos cerca de vinte e cinco empreendimentos no local.

Nosso Centro

As iniciativas para resgatar a importância desta região de São Luís e consolidar a área como um cartão postal de São Luis, vem, gradativamente, sendo colocadas em prática pelo Governo do Estado e Prefeitura. Como forma de potencializar o espaço, foi lançado, recentemente, pelo governador Flávio Dino o Programa Nosso Centro. A iniciativa tem o objetivo de tornar o Centro Histórico de São Luís referência em renovação e desenvolvimento sustentável, preservando seu valor histórico e cultural ao mesmo tempo em que promove o Centro da Cidade como espaço democrático.

Com investimentos em torno de R$140 milhões, por meio de recursos do tesouro estadual, municipal e parcerias privadas, a estratégia consiste num conjunto de ações que, além de estimular a cultura e habitação, prevê maior aproximação entre órgãos para modernizar serviços públicos, gerar economia aos cofres estaduais e potencializar o comércio local.

De acordo o governador Flávio Dino, em um cenário econômico nacional cada vez mais desafiador, a participação empresarial tem se mostrado ainda mais fundamental por meio da Parceria Público Privadas (PPPs). “Como resultado dessa parceria formalizamos um Acordo de Cooperação com a Vale que garantem investimentos em torno de R$ 53 milhões para as áreas de educação e segurança, sendo que R$ 15 milhões é para restauração do patrimônio histórico”.

O programa é coordenado pela Secretaria de Estado de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) e compreende cinco polos de atuação, que são: Habitacional; Comercial e Gastronômico; Cultural, Turístico e de Lazer; Institucional e Tecnológico.


Segundo o secretário Rubens Pereira Júnior, titular da Secid, em tempos de crise econômica no Brasil, o Governo do Estado inova e implementa uma política de parcerias, busca aliados em prol de alavancar o desenvolvimento econômico e social do Maranhão. “Esta iniciativa fortalece a proposta de trabalho do governador Flávio Dino que tem um alto impacto positivo na vida dos cidadãos e das futuras gerações maranhenses”, ressaltou.

Ações estratégicas

No campo da cultura, o programa Nosso Centro prevê uma série de ações estratégicas, como a implantação de roteiros históricos autoguiados; apoio a empreendimentos culturais, comerciais e gastronômicos; formalização e apoio a grupos culturais tradicionais, além do programa Cores na Cidade, a criação do Centro Cultural do Desterro, Estruturação do Parque do Bacanga, requalificação do Complexo da RFFSA, entre outras intervenções.

Integram as ações estratégicas do Polo Institucional a implantação de modal de transporte e estacionamento no Aterro do Bacanga; uso educacional do antigo Centro Caixeiral (em frente à Praça Benedito Leite); restauração da sede da Secretaria de Estado da Cultura (Secma) e a criação da Casa da Criança na Praia Grande.

Fonte: MA.gov  

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