segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Por Beatrice Borges

Imagem Ilustrativa/Internet

Semana passada todo mundo falando de Metaverso por conta da troca do nome da empresa dona do Facebook para META. O nome da rede social não vai mudar, mas a ideia de investir em metaverso não chega a ser inovação, mas é uma chacoalhada boa no mercado.

A reputação do facebook já não é mais a mesma faz tempo e mudar o nome da companhia que controla tudo é uma ótima saída, mas em se tratando dessa gente multimilionária, não é pra deixar passar barato não. Muita coisa vai ser impactada e impactar com essa realidade à mão de um maior número de pessoas. 

O metaverso já é usado na indústria do entretenimento e principalmente no negócio de games e não à toa, essa indústria (a dos games), já passou a de filmes e música somados. É uma revolução nunca antes imaginada por nós.

E no que diz respeito a Turismo e Educação, o que isso pode impactar? A gente começa explicando o que é Metaverso para quem ainda não se ligou “nas parada”. Metaverso pode ser entendido como realidade virtual, que pode ser compartilhada e propícia para recriação de experiências físicas em ambientes digitas. 

Nesse ambiente é possível integrar realidade online e offline, utilizando diversas ferramentas a fim de diminuir o espaço entre o ambiente físico e virtual e aperfeiçoar a experiência do usuário e, no contexto da educação, a aprendizagem do aluno, objetivo maior de todo o processo.

Experiências mais profundas, visitas ao corpo humano de forma guiada, estreitamento de distâncias, participação em eventos do outro lado do planeta são alguns dos exemplos mais simples. 

No turismo, além do que já foi falado, o conhecimento de acervo de museus, exposições, visitas a destinos e a produção de artesanatos são alguns dos protótipos que o metaverso pode proporcionar (só para começar).

A não ser que tenhamos um novo acontecimento extraordinário a exemplo da pandemia de covid-19, a aceleração digital deve seguir a passos um pouco mais lentos, mas jamais voltará ao timing de antes. A realidade virtual vai fazer parte das nossas vidas de forma mais constante, mas nunca é demais lembrar que educação e turismo são complementares e transversais e que são feitos essencialmente de pessoas. São pessoas interagindo no metaverso para promover essa revolução. 

Se o quarto homem mais rico e influente do planeta está investindo nisso, saibam que ele ainda vai ganhar muito dinheiro com isso e que nós ainda iremos pagar muito para usar.

É bom estarmos preparados =)


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