Assembleia Legislativa do Maranhão

quinta-feira, 16 de novembro de 2017
O Brasil foi o país que mais compromissos firmou e que mais contribuições deu em sustentabilidade para as questões de cooperação climática durante a COP 23, acreditam os especialistas. Alguns estados possuem vocação para a agricultura, como é o caso do Maranhão - em sua segunda participação em Cops - e de Roraima, que estreou nesta edição.

As discussões têm procurado, então, encontrar uma equação sustentável para esses estados, envolvendo um equilíbrio entre empreendimentos, vocação para os negócios, cooperação com os povos indígenas e o convívio com experiências alternativas que tendem a crescer na colaboração com as boas práticas.

A boa notícia é que os debates apontam para uma agricultura de baixo carbono que está crescendo nos estados que fazem parte da Amazônia Legal. Assim como a pecuária consorciada com a lavoura. Outro aspecto importante vivido entre os estados brasileiros, sobretudo pelos estados amazônicos, vai além dos desafios econômicos. É o caso do Maranhão.

Em suas abordagens durante a COP 23, o secretário de Estado de Meio Ambiente, Marcelo Coelho, da pasta de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), relatou o que ele chama de "felicidade de nascer em um local com um porto privilegiado”.

Ele aborda que o Maranhão é o segundo porto com grande profundidade no mundo. Para exportação e importação ele apresenta essa grande oportunidade. Outra vantagem é a sua proximidade com os demais continentes. O Estado oferece ferrovias, também, como a Norte-Sul, a da Vale e a Transnordestina, que precisam ser mais vistas e melhor exploradas pelo mundo, conforme a visão do secretário.

Em relação a energia limpa, o estado tem se Esforçado no uso e incremento do gás natural. "Então, o estado do Maranhão apresenta toda uma infraestrutura para que ele se desenvolva. Quanto mais nós estivermos preparados para receber o desenvolvimento, temos que estar atentos para a questão ambiental", reforçou o secretário.

Marcelo Coelho então busca mostrar em suas palestras que o ponto forte dos trabalhos desenvolvidos pela Sema tem sido o Plano Estadual de Educação Ambiental.

"Somos o único estado brasileiro que está implementando esse Plano, onde nele nós ouvimos 19 Unidades Regionais de Educação que existem em nosso estado, bem como a população indígena. Ouvimos também os agropecuaristas, os industriais, sociedade civil e os povos quilombolas. Todos estes personagens estão inseridos neste plano estadual", observou.

Durante painel realizado nesta quinta-feira (16/11), a Secretária Adjunta de Recursos Ambientais da SEMA, Talissa Moraes, ainda falou sobre as políticas ambientais para a proteção florestal e garantia do desenvolvimento sustentável no Maranhão. Citou ações como o Programa Maranhão Verde; monitoramento, controle, prevenção e combate ao desmatamento e queimadas; gestão participativa e efetiva das unidades de conservação; educação ambiental; complexos ambientais; recursos hídricos. 

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